<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767</id><updated>2011-07-30T14:54:22.291-07:00</updated><category term='Golfe'/><category term='Badminton'/><category term='Polo Aquático'/><category term='Hóquei no gelo'/><category term='Voleibol de Praia'/><category term='Remo'/><category term='Triatlo'/><category term='Pentatlo Moderno'/><category term='Vela'/><category term='Softball'/><category term='Halterofilismo'/><category term='Andebol'/><category term='Basquetebol'/><category term='Ténis'/><category term='Voleibol de Sala'/><category term='Tiro com Arco'/><category term='Ténis de Mesa'/><category term='Judo'/><category term='Futebol'/><category term='Andebol de Praia'/><category term='Biatlo'/><category term='Equitação'/><category term='Futsal'/><category term='Pugilismo'/><category term='râguebi'/><category term='Esgrima'/><title type='text'>Desporto</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>25</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-293156476503111610</id><published>2009-08-30T11:46:00.000-07:00</published><updated>2009-08-30T12:10:44.550-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tiro com Arco'/><title type='text'>Tiro com Arco</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.archery.org/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;International Archery Federation&lt;br /&gt;Foundada in 1931; 128 Filiados&lt;br /&gt;Desporto Olimpico desde 1900&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i32.tinypic.com/15q1ycp.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i26.tinypic.com/14jyluo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i29.tinypic.com/nef8mb.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes impérios foram estabelecidos tendo como armas principais o arco e a flecha, a tal ponto que o poder de uma nação era baseado na pontaria de seus arqueiros. O primeiro povo a utilizar o arco foi o egípcio, por volta do ano 3500 a.C. Em 1800 a.C., os assírios criaram um arco menor e mais leve, feito com couro, marfim e madeira, com o qual conseguiam um perfil curvo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i29.tinypic.com/28ic18g.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante séculos, a supremacia no uso do arco com fins guerreiros foi dos povos do Oriente Médio, tanto que o poderoso exército romano nunca conseguiu derrotar os arqueiros persas. Os mongóis conquistaram grande parte da Europa e os turcos derrotaram os europeus nas Cruzadas em parte devido à superioridade de seus arcos curvos.&lt;br /&gt;Embora o valor do arco como arma de guerra tinha declinado depois da invenção das armas de fogo, no século 16, o desafio e a diversão que significam disparar com arco garantiram sua sobrevivência. O rei Henrique 8º, um entusiasta dos desportos, promoveu o tiro com arco como passatempo oficial da Inglaterra e encarregou sir Christopher Morris, em 1537, da criação de uma sociedade de arqueiros que ficaria conhecida como The Guild of St. George (A Irmandade de São Jorge).&lt;br /&gt;Em 1545, Roger Ascham publicou seu livro Toxophilus, que serviu para manter vivo o interesse dos ingleses pelo desporto. A partir do ano 1600, foram criados clubes para a prática do arco e flecha. As competições e os torneios serviam para medir a categoria de cada clube e foram o primeiro passo para a regulamentação do desporto. O mais importante desses torneios, o Ancient Scorton Silver Arrow Contest, foi disputado em 1673, em Yorkshire, na Inglaterra, e persiste até os dias de hoje.&lt;br /&gt;As mulheres entraram para as sociedades de arqueiros em 1787. Em 1828, foi criado, na cidade da Filadélfia, nos Estados Unidos, o primeiro clube de arqueiros do continente americano. Chamou-se United Bowmen. Curiosamente, foi a Guerra Civil norte-americana que ajudou a divulgar o interesse pelo arco. Quando a guerra acabou, o governo proibiu todos os soldados da derrotada Confederação de usar armas de fogo. Por esta razão, os irmãos Thompson, depois de viver um tempo com os índios da Flórida, aprenderam as técnicas e escreveram The Witchery of Archery, um livro que se tornou ponto de referência.&lt;br /&gt;O arco e flecha apareceu pela primeira vez em Olimpíadas em 1900, durante os Jogos de Paris, como uma homenagem do COI ao mítico guerreiro Hércules, considerado o primeiro arqueiro da história. A competição seguiu as regras francesas, sendo disputada em seis modalidades. Quatro anos depois, nos Jogos de Saint Louis-1904, uma nova fórmula de disputa foi adoptada. Havia luta por medalhas em duas categorias masculinas, duas femininas e também por equipas, para homens e mulheres. Os donos da casa facturaram todas as medalhas.&lt;br /&gt;Depois de Antuérpia-1920, a modalidade caiu no esquecimento e saiu do programa oficial dos Jogos, ficando ausente do programa olímpico por 52 anos. Apenas nos Jogos de Munique-1972 o tiro com arco se consolidou como desporto olímpico, em grande parte pelo esforço dos poloneses, que trabalharam para criar um regulamento internacional.&lt;br /&gt;Em 1931, foi criada a FITA -Federação Internacional de Tiro com Arco- e no ano seguinte disputou-se o primeiro campeonato mundial, na Polónia. Desde 1972, a fórmula de disputa continuou a mesma até Los Angeles-1984, com domínio dos norte-americanos. A excepção foram os Jogos de Moscovo-1980, quando os soviéticos ficaram com o ouro no feminino e no masculino, aproveitando-se do boicote americano.&lt;br /&gt;Em Seul-1988, a competição de tiro com arco começou a ser disputada em sistema eliminatório, que previa disputas dois a dois, até que se chegasse a oito finalistas. Foram declarados campeões o norte-americano Jay Barrells e a sul-coreana Kim Soo-Nyung, que obtiveram mais pontos no último round. Na disputa por equipas, a Coreia do Sul venceu no masculino e no feminino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem duas modalidades do tiro com arco: arco recurvo e arco composto. O arco recurvo é um arco simples, cujo princípio de funcionamento é o mesmo dos arcos utilizados na Idade Média. É também chamado de arco olímpico, por ser o modelo para disputa nas Olimpíadas. O arco composto é um arco que utiliza um sistema de roldanas para alavancar a energia transmitida à flecha no ato do tiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As competições são disputadas em três tipos de campos:&lt;br /&gt;· outdoor (campo aberto e plano),&lt;br /&gt;· indoor (ginásio coberto)&lt;br /&gt;· field (campo aberto e irregular).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os campos são divididos em pistas, com 30 metros de largura, no final das quais se encontram os alvos. As distâncias em relação ao alvo mudam segundo as categorias masculina e feminina. Os homens atiram a 30, 50, 70 e 90 m; as mulheres, a 30, 50, 60 e 70 m. Nas Olimpíadas, adopta-se a distância única de 70 m desde os Jogos de Barcelona (1992).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pontuação de cada flecha segue o padrão da FITA (Federação Internacional de Tiro com Arco). Nos Jogos, os arqueiros ficam a 70 m de distância do alvo de 1,22 m de diâmetro. Na prova olímpica individual, os competidores disparam duas séries de 36 tiros. Todas as flechas contam para a pontuação geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alvo é dividido em dez sectores. O círculo central tem de 12,2 cm de diâmetro e as coroas têm, cada uma, 6,1 cm a mais de raio. As faixas são coloridas na seguinte ordem, a partir do centro: duas douradas, duas vermelhas, duas azuis, duas pretas e duas brancas. Uma flecha no centro ("mosca") vale 10 pontos; no círculo dourado vizinho ao centro, 9 pontos. E assim sucessivamente, em ordem decrescente, até o círculo branco mais afastado do centro, que vale 1 ponto. Flechas que atravessam ou ricocheteiam o alvo (ou outra flecha) só contam pontos se deixarem marcas visíveis. Se a flecha atingir uma linha divisória entre as faixas, vale a pontuação mais alta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos 64 atletas que iniciam a competição, os 32 arqueiros com mais pontos passam à próxima fase. O primeiro colocado enfrenta o 32º, o segundo pega o 31º e assim por diante. Após desferirem três séries de 18 tiros cada um, os 16 melhores passam à próxima fase. A partir daí, a disputa é realizada em rounds eliminatórios de duas séries de 16 tiros, até que se chegue ao campeão. Só é válida a pontuação de cada série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na disputa por equipas, a fórmula é praticamente a mesma. Os três integrantes da equipa aproveitam as suas pontuações na prova individual para a classificação geral. A partir daí, a primeira equipa enfrenta a última, a segunda defronta a penúltima e assim por diante, até que se encontre o campeão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As flechas, tubulares, são feitas de liga de alumínio e têm uma ponta de aço. Variam em comprimento e peso, mas este não deve ultrapassar 28 gramas. Os arcos, que podem ser de aço ou de uma mistura de fibra de vidro, madeira compensada e plástico, não possuem medida-padrão. O tamanho varia de acordo com a estatura do arqueiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AFASTADOR. V. berger-button.&lt;br /&gt;ALJAVA. Porta-flechas. Objecto de couro ou de napa, normalmente fixado ao cinto, que con&amp;shy;tém as FLECHAS, as quais se encontram assim ao alcance da mão do ARQUEIRO.&lt;br /&gt;ALTURA. Medida do arco, expressa em pole&amp;shy;gadas, tomada entre as duas extremidades. Está directamente relacionada com a PUXADA de um ARQUEIRO.&lt;br /&gt;ALVO. Feito de papel mais ou menos espesso, que é normalmente colado em cartão canelado. E constituído por uma série de cinco zonas cir&amp;shy;culares concêntricas, cada uma de sua cor, a que se atribui, contando do exterior para o cen&amp;shy;tro, os valores de 1 a 10. Do exterior para o centro as cores são: branco, preto, azul, encar&amp;shy;nado e amarelo. Cada cor é dividida ao meio por um círculo que permite a atribuição à mesma cor de duas pontuações: branco — 1 e 2; preto — 3 e 4; azul — 5 e 6; encarnado — 7 e 8; amarelo — 9 e 10. Os alvos, e consequen-temente as zonas de cor, têm tamanhos diferen&amp;shy;tes, conforme as distâncias a que são usados: para 90, 70 e 60 m — alvos de 122 cm de diâmetro; para 50 e 30 m — alvos de 80 cm de diâmetro; para 25 m — alvos de 60 cm de diâmetro; para 18 m — alvos de 40 cm de diâmetro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i28.tinypic.com/nps32e.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AMARELO. Zona central do alvo, com valores pontuáveis de 9 e 10, que se constitui como o principal objectivo de qualquer ARQUEIRO. Aos impactes obtidos no 10 (zona mais central do amarelo) chamam-se OUROS, os quais fun&amp;shy;cionam como forma de desempate em caso de igualdade de pontos e de impactes nulos.&lt;br /&gt;AMORTECEDOR. Peça metálica cilíndrica, com 3 a 4 cm de altura, interiormente consti&amp;shy;tuída por uma série de borrachas reguláveis em pressão, que se destina à colocação dos ESTABILIZADORES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i27.tinypic.com/2hyc6fb.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;APARELHO DE PONTARIA. Conjunto metá&amp;shy;lico composto de uma régua graduada, um CURSOR que trabalha nessa régua e um VISOR ligado ao cursor. Este conjunto usa-se normalmente separado do ARCO, ao qual está ligado por um EXTENSOR.&lt;br /&gt;ÁRBITRO. Juiz de campo. Pessoa que asse&amp;shy;gura a direcção técnica de uma prova e que controla o tempo permitido para a largada de três flechas — dois minutos e meio. &lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i27.tinypic.com/219qahe.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;ARCO. Objecto constituído por um corpo cen&amp;shy;tral e duas PALHETAS — superior e inferior. Modernamente, estas três partes são separáveis, e os arcos, desmontáveis, embora possam ser construídos de uma só peça — inteiros ou mo&amp;shy;nolíticos. Nos desmontáveis, o corpo é feito numa liga de alumínio e apresenta um recorte central, a JANELA, que permite a passagem da FLECHA segundo o eixo longitudinal do arco. As palhetas têm uma zona central de madeira especial, sobre cujas faces se aplicam placas constituídas por milhares de fios muito finos de fibra de vidro, paralelos, aglutinados com uma resina especial e prensados a quente. Há arcos para direitos e para canhotos, conforme a janela está à direita ou à esquerda do corpo central, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i30.tinypic.com/156zv4z.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;ARGOLA. Extremidade da corda, superior ou inferior, que serve para a fixar na ponta da PALHETA (GARGANTA ou RANHURA).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i30.tinypic.com/169fczk.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARMAR (o arco). Diz-se quando um AR&amp;shy;QUEIRO empunha um ARCO, com ou sem FLE&amp;shy;CHA, e puxa a CORDA até ao queixo, ficando em posição de tiro.&lt;br /&gt;ARQUEIRO(A). Aquele(a) que atira com ARCO.&lt;br /&gt;BERGER-BUTTON. Peça essencialmente constituída por um cilindro metálico contendo no seu interior uma mola regulável em extensão e compressão, na PONTA da qual existe um bo&amp;shy;tão de matéria plástica — o AFASTADOR. Co&amp;shy;locado no ARCO perpendicularmente à JANELA, o afastador estabelece o contacto lateral com a FLECHA, permitindo a sua colocação de modo que a força transmitida pela CORDA actue se&amp;shy;gundo o seu eixo. A acção da mola permite re&amp;shy;duzir o PARADOXO da flecha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i26.tinypic.com/eqa7bp.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BICO. V. PONTA.&lt;br /&gt;BRAÇADEIRA. Placa de couro ou plástico que se coloca na face interna do antebraço que empunha o arco de modo a evitar o raspar da CORDA quando largada.&lt;br /&gt;BRACE HEIGHT. Depois de montada a CORDA num ARCO, deve verificar-se uma distância determinada entre o eixo do arco — PONTO PIVOT — e a corda. Esta distância, indicada pelo fabricante, varia entre 8 e 10" e pode ser medida com o ESQUADRO T.&lt;br /&gt;CALIBRAR (uma flecha). Determinar o cen&amp;shy;tro de equilíbrio da FLECHA, a partir do centro métrico. Este ponto não pode estar a mais de 1" nem a menos de 7% do centro métrico. CAMPO DE TIRO. Local onde se desenrolam as provas de tiro com arco. Este campo pode ser ao ar livre — PROVAS DE CAMPO — ou em recintos cobertos — PROVAS DE SALA ou INDOOR.&lt;br /&gt;Essencialmente constituído pelas LI&amp;shy;NHAS DE TIRO e DE ESPERA, pelas linhas indi&amp;shy;cadoras das diversas distâncias e pelas linhas limitadoras dos corredores de tiro, onde se co&amp;shy;locam um ou dois ALVOS. É essencial ter em atenção a segurança nas zonas laterais e por de&amp;shy;trás dos alvos, em que é expressamente vedado o acesso do público.&lt;br /&gt;CAVALETE. Peça de madeira ou tubo metá&amp;shy;lico que se destina a suportar o fardo de palha onde se coloca o ALVO.&lt;br /&gt;CHUCHA. Pequena peça de plástico circular que se coloca na CORDA à altura dos lábios do ARQUEIRO e que funciona como mais um ponto de contacto da corda com o arqueiro, ajudando a manter sempre a mesma posição daquela.&lt;br /&gt;CLICKER. Pequena lâmina metálica colocada na JANELA do ARCO e que, sujeitando a FLE&amp;shy;CHA até ao momento do disparo, permite ao ARQUEIRO puxar sempre o mesmo compri&amp;shy;mento de flecha e executar sempre os mesmos gestos na LARGADA.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i31.tinypic.com/ke6f42.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMPENSADOR. Pequena massa metálica colocada no ARCO, normalmente abaixo do PUNHO, que se destina essencialmente a refa&amp;shy;zer o equilíbrio do arco, aumentando a sua inércia.&lt;br /&gt;COMPOSTO. Diz-se de um ARCO cuja CORDA não está directamente sujeita nas RA&amp;shy;NHURAS das PALHETAS, mas que passa por uma série de roldanas e cabos de forma a desmultiplicar a força de tracção. Apareceu há cerca de 20 anos, é proibido o seu uso em pro&amp;shy;vas FITA e utiliza-se nomeadamente para caça. Exercendo com um arco composto uma FORÇA média de 42 libras — a força média dos arcos usados em competição —, obtém-se uma força de propulsão de cerca de 120 libras. Para além deste facto, é mais fácil manter aberto um arco composto do que um normal aplicando a mesma força.&lt;br /&gt;COMPRIMENTO DE FLECHA. É a distância compreendida entre a PONTA da FLECHA e o NOCK.&lt;br /&gt;CORDA. Conjunto de fios terminados em argo&amp;shy;la, que para protecção e maior duração são pro&amp;shy;tegidos ao centro (zona de contacto com os de&amp;shy;dos do arqueiro e com o seu antebraço), na zona das argolas e nos 10 cm abaixo (zona de contacto com as palhetas) por FORRAMENTOS (central, superior e inferior) executados nor&amp;shy;malmente com fio serving. A corda pode ser feita com fio DACRON B50 ou com fio KEVLAR. O número de fios é condicionado pelo material usado e pela força do arco. Fio dacron B50 — 35 libras: 8 fios; 35/43 libras: 10 fios; mais de 43 libras: 12 fios. Fio kevlar — até 38 libras: 16 fios; 38/45 libras: 18 fios; mais de 45 libras: 20 fios.&lt;br /&gt;CORPO. Parte central do arco, quer este seja inteiro ou desmontável. É a parte que suporta os acessórios necessários ao tiro. Moderna&amp;shy;mente e nos arcos desmontáveis é feito de me&amp;shy;tal (liga de alumínio), enquanto nos arcos intei&amp;shy;ros é de madeira especial. Como partes essen&amp;shy;ciais do corpo de um arco podemos considerar O PUNHO, ou EMPINHADURA, da JANELA.&lt;br /&gt;CORREDOR DE TIRO. Espaço de terreno la&amp;shy;teralmente limitado por duas perpendiculares à linha de tiro onde se colocam um ou dois alvos.&lt;br /&gt;CURSOR. Pequena peça metálica onde se liga o VISOR. É aplicado à régua, onde desliza e onde se fixa na posição desejada. Deve permitir ainda a deslocação lateral do visor.&lt;br /&gt;DEDEIRA. Feita de couro macio, apresenta duas superfícies: uma mais macia e lisa que faz o contacto com a corda; outra mais áspera e que contacta directamente com os dedos dos arqueiros. Como o próprio nome indica, destina-se a proteger os dedos que seguram a corda. Pode ser substituída por uma luva vulgar ou uma luva especial só com três dedos. É de fácil fabrico.&lt;br /&gt;DESMONTÁVEL. Diz-se do arco composto e separável em três partes — PALHETA superior, CORPO e palheta inferior. Rendimento igual ao do arco inteiro, mas com a grande vantagem de ser facilmente guardado e transportado.&lt;br /&gt;DISTÂNCIAS FITA. São as distâncias a que se colocam os ALVOS nas PROVAS DE CAMPO. São para homens 90, 70, 50 e 30 m e para se&amp;shy;nhoras 70, 60, 50 e 30 m. As duas primeiras distâncias são conhecidas como longas e os 50 e 30 m como distâncias curtas. Nas longas usam-se alvos de 122 cm de diâmetro e nas curtas alvos de 80 cm. A cada distância cada arqueiro dispara 36 flechas, num total de 144 e com um máximo possível de 1440 pontos.&lt;br /&gt;DACRON. Material (fibra) com que se fabri&amp;shy;cam as cordas. Constituído por uma série de fios torcidos e encerados muito resistentes à tracção, mas pouco resistentes à fricção (daí o uso dos forramentos). Material de longa dura&amp;shy;ção, tem como principal inconveniente a sua elasticidade. Existem dois tipos de fio dacron: o B43 e o B50. O B43 está praticamente fora de uso e o B50 tende a ser substituído pelo KE&amp;shy;VLAR.&lt;br /&gt;EASTON, QUADRO. Tabela produzida pela Sociedade Easton — o maior fabricante mun&amp;shy;dial de FLECHAS. Relaciona directamente a FORÇA de um ARCO com o comprimento de flecha usada, tendo ainda em atenção a flexibi&amp;shy;lidade desta e o número de grãos que consti&amp;shy;tuem o material de que a mesma é feita. Este quadro, ou tabela, permite a escolha simples e imediata do tipo de flecha apropriado para cada ARQUEIRO.&lt;br /&gt;EMPUNHADURA. V. PUNHO.&lt;br /&gt;ENCAIXE, PONTO DE. Quando um arqueiro arma o arco, a mão que segura a corda é pu&amp;shy;xada para trás até entrar em contacto com o maxilar inferior direito, em especial através da parte lateral do indicador. Este contacto denomina-se encaixe.&lt;br /&gt;EQUILÍBRIO. Uma vez o ARCO totalmente montado, com todos os acessórios respectivos, torna-se necessário reencontrar o seu equilíbrio físico, considerado em dois planos: longitudinal e horizontal. Tal poderá levar à afinação dos ESTABILIZADORES e COMPENSADORES. Se&amp;shy;guidamente encontrar-se-á o equilíbrio dinâmi&amp;shy;co, isto é, quando o arco está em acção, para o que se deverá estudar a pressão dos AMORTE&amp;shy;CEDORES, o comprimento dos estabilizadores, o peso das massas usadas e o TORQUE do arco.&lt;br /&gt;ESQUADRO T. Esquadro metálico em forma de' T com dois encaixes metálicos onde entra a CORDA. Graduado em centímetros ou em pole&amp;shy;gadas, permite determinar a altura do BRACE HEIGHT e do NOCK POINT.&lt;br /&gt;ESTABILIZADOR. Tubo metálico com uma massa na ponta. Destina-se a reencontrar a es&amp;shy;tabilização do ARCO, a diminuir as suas reac&amp;shy;ções mais fortes sem prejudicar o seu EQUILÍBRIO.&lt;br /&gt;ESTRELAS FITA. Pequenas estrelas douradas com a inscrição de 1000, 1100, 1200 e 1300 (pontos). Galardão internacional atribuído pela FITA aos ARQUEIROS de todo o Mundo que igualem ou ultrapassem aquelas marcas. A cada marca corresponde ainda uma cor de fundo. Ainda não foi criada a Estrela Fita 1400, pois ainda não há meia dúzia de arqueiros em todo o Mundo detentores da Estrela Fita 1300.&lt;br /&gt;EXTENSOR. Pequena régua metálica que se fixa ao ARCO (parte exterior da JANELA) e em cuja extremidade se coloca o APARELHO DE PONTARIA, que pode assim ser afastado do arco e permitir melhor pontaria.&lt;br /&gt;FARDO. Objecto circular ou rectangular de pa&amp;shy;lha prensada e cosida ou colada, ou aparas de madeira coladas e prensadas, onde se colocam os ALVOS e que se destina a suportar o impacte das FLECHAS sem as deixar passar.&lt;br /&gt;FIO(S). Diz-se dos elementos que constituem uma CORDA. No tiro com arco usam-se normalmente fios KEVLAR, DACRON B50 e serving.&lt;br /&gt;FITA. Federação Internacional de Tiro com Ar&amp;shy;co. Organismo que constitui a cúpula do tiro com arco mundial. Organizador e responsável pelos campeonatos do Mundo, Jogos Olímpicos e dos regulamentos internacionais que cada fe&amp;shy;deração nacional tem de respeitar. Entidade que atribui as estrelas Fita.&lt;br /&gt;FLECHA. Tubo cilíndrico de madeira leve, de fibra de vidro ou de uma liga de metais leves que tem numa das pontas um bico ou ponta de aço, na extremidade contrária um NOCK que se destina ao encaixe da CORDA e a 2 ou 3 cm do nock tem coladas três PENAS. Actualmente usam-se exclusivamente flechas de alumínio e eventualmente de madeira na iniciação. Define-se uma flecha pelo seu diâmetro exter&amp;shy;no, pela espessura da parede do tubo, pelo nú&amp;shy;mero de grãos que constituem o material de que é feita e pela sua flexibilidade.&lt;br /&gt;FORÇA. A que também se chama peso do AR&amp;shy;CO, é a força de tracção necessária que é pre&amp;shy;ciso exercer na CORDA para obtenção da tensão máxima de um arco. Esta força é medida em libras inglesas, vem inscrita na PALHETA infe&amp;shy;rior do arco e é referida a uma puxada de 28". FORRAMENTOS. Enrolamento transversal em relação ao comprimento da CORDA, exe&amp;shy;cutado normalmente com fio serving, feito na zona central e nas duas argolas, de modo a protegê-la da fricção. Qualquer dos forramentos, quer o superior, quer o central, quer o infe&amp;shy;rior, devem ter o comprimento mínimo indis&amp;shy;pensável de modo a realizarem a sua função, mas sem retirarem velocidade à corda, o que se verificaria se fossem demasiado compridos.&lt;br /&gt;GARGANTA ou RANHURA. Forma de ter minação das PALHETAS de modo que a COR&amp;shy;DA, através das ARGOLAS, fique sujeita na PONTA de cada palheta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i29.tinypic.com/10ok5yx.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;GUIA. V. PENA-GUIA.&lt;br /&gt;INDOOR. É o tiro que se disputa em recintos cobertos e fechados. Há duas modalidades, de Indoor: o Indoor 1, a 18 m com alvos de 40 cm, e o Indoor II, a 25 m com alvos de 60 cm.&lt;br /&gt;INICIADO. Diz-se do ARQUEIRO(A) com idade de sénior que se inicia na prática da modalida&amp;shy;de. Nos outros escalões etários, o arqueiro(a) entra directamente no seu escalão.&lt;br /&gt;INTEIRO ou ARCO INTEIRO. É o ARCO constituído de uma só peça, isto é, CORPO e PALHETAS construídos numa única peça sem possibilidade de se separarem.&lt;br /&gt;JANELA. Parte reentrante do CORPO do ARCO que permite centrar a FLECHA segundo o eixo longitudinal do referido arco. Termina na extremidade inferior por uma pequena superfície normalmente horizontal chamada mesa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i30.tinypic.com/2ujnqtv.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JUIZ DE CAMPO. V. árbitro.&lt;br /&gt;KEVLAR. Fibra utilizada modernamente no fa&amp;shy;brico de CORDAS para ARCOS. Apresenta sobre o DACRON B50 a vantagem de não ser elástica quando em tensão, ser mais leve e consequentemente mais rápida, sendo no entanto de muito menor duração.&lt;br /&gt;LARGADA. 1. Conjunto de acções físicas e psicológicas que permitem executar o disparo de uma flecha. 2. Conjunto dos gestos físicos executados pela mão que sujeita a corda: essen&amp;shy;cialmente através da abertura e rotação dos de&amp;shy;dos, a mão da corda realiza o primeiro gesto, após o que deverá vir colocar-se atrás do pes&amp;shy;coço (segundo gesto), onde termina a parte fí&amp;shy;sica da largada.&lt;br /&gt;LINHA DE ESPERA. Linha desenhada no so&amp;shy;lo, colocada 5 m atrás da linha de tiro e para trás da qual devem estar todos os ARQUEIROS que, em dado momento, não estão a atirar.&lt;br /&gt;LINHA DE TIRO. Linha sobre a qual o AR&amp;shy;QUEIRO se coloca, com um pé de cada lado, para fazer os seus disparos e a partir da qual são medidas as diversas distâncias a que se co&amp;shy;locam os ALVOS. Único local onde os arqueiros podem ARMAR os seus arcos.&lt;br /&gt;MESA. V. JANELA.&lt;br /&gt;MONOLÍTICO, ARCO. V. INTEIRO.&lt;br /&gt;NOCK. Pequena peça de plástico de forma mais ou menos cilíndrica, com um interior có&amp;shy;nico, que se adapta e cola à extremidade da FLECHA e permite o encaixe desta na CORDA.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i25.tinypic.com/i4la37.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOCK POINT. Ponto definido na CORDA por dois pequenos enrolamentos sobre o FORRAMENTO central ou por quaisquer outras marcas. Colocado 2 a 3 mm acima da perpendicular à corda que passa pela RAMPA e onde tem de ser sempre colocado o NOCK da FLECHA. A sua altura é regulável e influencia directamente o voo da flecha.&lt;br /&gt;OUROS. Impactes obtidos no 10 (zona mais central do amarelo). Funcionam como forma de desempate em casos de igualdade de pontos e de impactes nulos.&lt;br /&gt;PALHETA(S). As duas partes (superior e infe&amp;shy;rior) do ARCO que se ligam ao CORPO. São as responsáveis pela força e dinâmica do arco e podem ter forças e comprimentos diferentes. Quando um arco é empunhado, a face que fica virada para o ARQUEIRO chama-se interna, e a outra, externa. Uma palheta é constituída por três camadas: a interna, de madeira especial, forrada por camadas de fibra de vidro. A ca&amp;shy;mada exterior trabalha em extensão e resiste aos esforços de tensão; a interna, de madeira, trabalha em pressão, deve manter-se sempre flexível com o uso e determina a força do arco; a face que fica virada para o arqueiro trabalha em compressão e tem de resistir aos esforços de flexão.&lt;br /&gt;PARADOXO. Série de flexões que sofre a FLECHA quando a CORDA é largada.&lt;br /&gt;PEITORAL. V. PROTECÇÃO DO PEITO.&lt;br /&gt;PENA-GUIA. Pena normalmente de cor dife&amp;shy;rente que é colada de modo a ficar perpendi&amp;shy;cular ao plano da CORDA e do ENCAIXE do NOCK, que define a colocação da FLECHA na corda, uma vez que fica sempre para o lado de fora (JANELA).&lt;br /&gt;PENAS. Usadas na parte de trás da FLECHA junto ao NOCK e afastadas deste cerca de 3 a 3,5 cm. Podem ser naturais, de plástico rígido ou flexível e variam de tamanho e formato. As primeiras usam-se normalmente nos INDOOR. São colocadas três em cada flecha, coladas perpendicularmente a esta e formando entre si um ângulo de 120°.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i29.tinypic.com/68yf6d.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PESAR UM ARCO. Fixa-se um ARCO forte&amp;shy;mente pelo PUNHO. Coloca-se a flecha usando o CLICKER. Suspende-se da corda um balde que se vai enchendo de areia ou água até se conseguir que a flecha passe o clicker. Nesse momento pesa-se o balde, a corda de suspensão e o conteúdo (água ou areia). Esse valor, con&amp;shy;vertido em libras, dá-nos a força ou «peso» do arco para aquele comprimento de flecha.&lt;br /&gt;PESO DE UM ARCO. Diz-se da força de de terminado ARCO ao ser armado para determi&amp;shy;nado comprimento de FLECHA. É expresso em libras.&lt;br /&gt;PONTA. Pequena peça metálica, normalmente de aço, de forma cónica, que se aplica na ex&amp;shy;tremidade da flecha; ~ pesante, as pontas, ou bicos, usadas nas FLECHAS podem ser normais ou pesadas. Usam-se as pontas pesantes para se obter melhor voo das flechas e consequentemente melhor tiro. Mas estas pontas alteram de imediato a flexibilidade das flechas e o seu comprimento, para além de alterações conse&amp;shy;quentes no seu SPINE.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i27.tinypic.com/xp1rw5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PONTO DE PRESSÃO. Ponto que, para um ARQUEIRO direito, se situa s/s" abaixo do PONTO PIVOT e deslocado para a esquerda cerca de l/s", onde a mão que empunha o ARCO deve exercer pressão.&lt;br /&gt;PONTO NOCK. V. NOCK POINT.&lt;br /&gt;PONTO PIVOT ou EIXO. Situado no PUNHO do ARCO a 1" da base da JANELA e na linha do eixo vertical do arco.&lt;br /&gt;PONTOS DE CONTACTO. Pontos onde a CORDA ^contacta o corpo de um ARQUEIRO. Para um arqueiro direito serão o mamilo es&amp;shy;querdo, o meio do queixo e lábios e a ponta do nariz ou outros mais ou menos perto destes.&lt;br /&gt;PONTOS DE ENCAIXE. Pontos onde a mão que puxa a CORDA do ARCO de um arqueiro direito deve tocar o maxilar inferior direito e outros julgados necessários.&lt;br /&gt;PORTA-FLECHAS. V. aljava&lt;br /&gt;PROTECÇÃO DO PEITO ou PEITORAL. Peça de plástico, napa ou qualquer outro mate&amp;shy;rial macio e liso que se coloca sobre a parte do peito que a corda contacta para evitar que esta, quando largada, roce pelo vestuário e, raspando no peito, cause dor. Usada especialmente pelas senhoras e pelos ARQUEIROS de forte complei&amp;shy;ção.&lt;br /&gt;PROVAS DE CAMPO. V. provas fita.&lt;br /&gt;PROVAS DE SALA. V. INDOOR.&lt;br /&gt;PROVAS FITA. Nome por que geralmente se designam as provas disputadas ao ar livre e nas DISTÂNCIAS FITA.&lt;br /&gt;PUNHO. Parte do CORPO do ARCO situada imediatamente abaixo da mesa da JANELA, onde o ARQUEIRO coloca a mão que empunha o arco (mão esquerda para um arqueiro direito). Parte extremamente importante do arco, de fa&amp;shy;brico anatómico, deve adaptar-se perfeitamente à mão do arqueiro, já que, no momento da lar&amp;shy;gada, é o único ponto de ligação entre o ar&amp;shy;queiro e o arco.&lt;br /&gt;PUXADA. Comprimento de FLECHA com que determinado ARQUEIRO atira (ou puxa). Com o ARCO armado, a flecha deve ultrapassar o ponto de contacto com a RAMPA em pelo me&amp;shy;nos 125 mm. Com a utilização do CLICKER, este comprimento varia. O comprimento está relacionado com a flexibilidade da flecha que é utilizada.&lt;br /&gt;RAMPA. Pequena peça de plástico ou metal, em forma de lâmina, que serve de apoio à FLE&amp;shy;CHA. Coloca-se cerca de 1,7 cm acima da mesa da JANELA, devendo o ponto de contacto da flecha com a rampa situar-se na vertical do eixo do ARCO.&lt;br /&gt;RANHURA. V. GARGANTA.&lt;br /&gt;RÉGUA. V. ESQUADRO T.&lt;br /&gt;SPINE. As flechas designam-se habitualmente por dois números seguidos, de dois algarismos cada um. Assim, diz-se que determinada flecha é uma 17.16. O primeiro número refere o diâ&amp;shy;metro externo do tubo da flecha e é calculado em sessenta e quatro avos de polegada; o se&amp;shy;gundo refere-se à espessura do tubo e é cal&amp;shy;culado em milésimos de polegada. Estes valo&amp;shy;res, relacionados, correspondem a uma determinada rigidez e flexibilidade, a que se chama spine.&lt;br /&gt;TALÃO. Espaço compreendido entre o ENTA&amp;shy;LHE do NOCK e o princípio das PENAS. O talão mede entre 2 e 3 cm.&lt;br /&gt;TORQUE. Conjunto de movimentos efectua&amp;shy;dos pelo ARCO quando se procede à largada da CORDA. Assim, e para um ARQUEIRO direito, o arco tem como primeiro movimento um recuo perpendicularmente ao PUNHO e à mão do ar&amp;shy;queiro; em seguida roda para a direita segundo o seu eixo longitudinal; como terceiro movi&amp;shy;mento, o arco sai da mão do arqueiro para a frente, roda sobre a esquerda e cai.&lt;br /&gt;TUBO. Parte da FLECHA constituída pelo tubo de matéria metálica, sem a PONTA, ou bico, sem as PENAS e sem o NOCK.&lt;br /&gt;V - BAR. Aparelho que se coloca directamente no CORPO do ARCO ou num pequeno tubo a ele ligado, que permite a montagem simultânea de três estabilizadores-compensadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i32.tinypic.com/15d77v7.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VISOR* Pequeno anel metálico com uma mira ao centro, ligado ao CURSOR e que serve para fazer pontaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-3a.slide.com/widgets/slideticker.swf" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3242591731735114810&amp;amp;site=widget-3a.slide.com" wmode="transparent" salign="l" scale="noscale" quality="high"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-293156476503111610?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/293156476503111610/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=293156476503111610&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/293156476503111610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/293156476503111610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/08/international-archery-federation.html' title='Tiro com Arco'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i32.tinypic.com/15q1ycp_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-8907839195501660665</id><published>2009-08-30T10:33:00.000-07:00</published><updated>2009-08-30T10:46:41.714-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Equitação'/><title type='text'>Equitação</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fédération Equestre Internationale&lt;br /&gt;Fundada em 1921; 127 Filiados&lt;br /&gt;Desporto Olimpico desde 1900&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i31.tinypic.com/2re75uv.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i27.tinypic.com/14lrqer.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i29.tinypic.com/23vhlwy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante milhares de anos o cavalo foi apenas um animal utilizado pelo homem para caçar. Mais tarde, quando o nómada se tornou sedentário, transformou o manso cavalo em um elemento útil para seu trabalho, convertendo-o em uma peça vital de uma nova era. Tudo indica que foi um escritor de Atenas, Jenofonte, nascido no ano 44 a.C. que escreveu o primeiro ensaio sobre a arte equestre. No trabalho, Jenofonte fala não apenas sobre o cavalo, como também sobre o cavaleiro e a sinergia necessária entre ambos. Na época, a cavalaria era o mais importante corpo militar nos exércitos gregos e persas, inclusive entre as hordas bárbaras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equitação era um dos desportos nos Jogos Olímpicos da Antiguidade, disputados na Grécia. Na Idade Média, na cavalaria espanhola, considerada como a melhor escola de equitação da época, os filhos dos aristocratas europeus eram submetidos a uma constante preparação equestre para depois competir nos torneios medievais. Importantes torneios eram disputados na França, Alemanha e Inglaterra, com códigos próprios para cada país, porém tendo sempre como objectivo a preparação para a guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta de 1600, os franceses buscaram novas formas de montar e encontraram o melhor sistema, baseado em movimentos suaves e técnica depurada, na época considerado como estilo moderno e que ainda prevalece. Portanto, no século 18, a França se manteve na liderança na equitação, com suas escolas de Versalhes - de cavalaria ligeira - e a de Samur, para militares. Desta forma, o panorama hípico foi dominado até o início do século 20 por cavaleiros pertencentes a corpos militares.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i28.tinypic.com/4u9zfc.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os jovens oficiais de Samur conseguiam se impor na maioria das provas até que a população civil começou a se interessar pelo desporto. Os concursos hípicos, tal como os conhecemos actualmente, foram criados nos Estados Unidos, em 1883. A partir de 1920, os cavaleiros civis confirmaram seu progresso. A grande mudança na arma de cavalaria, provocada pela aparição da cavalaria motorizada, motivou a equitação a se orientar desportivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Jogos Olímpicos, as provas de hipismo começaram em Paris-1900, com o salto, em distância e em altura, mas sem valer medalhas. O desporto passou a integrar em definitivo o programa olímpico em Estocolmo-1912. Na época, a prova de concurso completo estava reservada aos militares, e as provas de salto e de adestramento eram abertas a civis. Entretanto, apenas um pequeno número de cavaleiros não pertencia a corpos militares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta situação manteve-se até Helsinque-1952, quando, pela primeira vez, o número de participantes civis foi superior ao de militares. Além disso, na mesma Olimpíada, as mulheres fizeram sua estreia, tornando mistas as provas antes restritas aos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em maio de 1921, delegados de dez federações nacionais de desportos equestres reuniram-se na cidade de Lausanne, na Suíça, para criar uma federação internacional. Desde a estreia em Olimpíadas, quatro nações dominaram as competições do hipismo: Suécia e França, que conquistaram a maioria das medalhas no começo do século, e a Alemanha e os Estados Unidos, maiores vencedores desde Berlim-1936.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hipismo protagonizou uma situação inédita nos Jogos. Em 1956, os organizadores de Melbourne exigiram que os cavalos estrangeiros ficassem em quarentena. Os donos dos cavalos não aceitaram tal imposição, e a solução encontrada foi disputar a competição do hipismo em outro país. Assim, as provas foram realizadas em Estocolmo, na Suécia, seis meses antes das outras competições na cidade australiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hipismo é o único desporto olímpico em que homens (cavaleiros) e mulheres (amazonas) competem em uma mesma prova. As regras do hipismo variam de acordo com a modalidade: salto, CCE (concurso completo de equitação) e adestramento, todas disputadas individualmente e por equipa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No salto, o cavaleiro tem de transpor de 12 a 15 obstáculos (postes duplos e paralelos, um fosso de água com 5 m, barras triplas, muros de tijolo, cercas e encostas), distribuídos por uma pista de 700 m a 900 m.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prova de salto de obstáculos avalia a potência, a habilidade e a obediência do cavalo ao salto, além da qualidade da equitação do cavaleiro. Um conjunto é punido se cometer faltas, como derrubar ou desviar um obstáculo, refugar (recuar antes de dar um salto), ultrapassar o tempo limite, errar o percurso ou cair do cavalo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vencedor da competição é o atleta que cometer o menor número de infracções. Se houver necessidade de desempate e, nele, novamente os competidores "limparem" o percurso, ganha aquele que finalizar o percurso no menor tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ensino, percorre-se uma área demarcada de 60 m de comprimento por 20 m de largura. O cavaleiro tem de executar, dentro de um limite de tempo, uma série de figuras obrigatórias (as chamadas reprises), que podem ser círculos, movimentos diagonais e outras formas geométricas. Um grupo de jurados avalia a precisão dos movimentos e dá notas que variam entre 0 e 10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada participante passa por três etapas: nas duas primeiras, são realizados movimentos obrigatórios. Já na última executa-se uma coreografia livre. Cinco juizes avaliam a apresentação, e o principal quesito é o controle do cavaleiro sobre o cavalo. Aspectos como a postura da cabeça e a posição das orelhas do animal são levados em conta. Falar com o cavalo ou fazer qualquer barulho é proibido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No concurso completo, além do salto e do ensino, os cavaleiros participam de uma prova cross country, que simula uma cavalgada em ambiente natural. Inclui salto de obstáculos naturais (como tronco, cerca viva, tanque d'água), subida e descida de rampas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CCE é realizado em três dias. No primeiro, na prova de adestramento, o conjunto se apresenta aos juizes em um picadeiro, sem obstáculos, fazendo uma sequência de movimentos obrigatórios. A pontuação obtida é transformada em pontos negativos para as próximas fases.&lt;br /&gt;No segundo dia, realiza-se a prova de fundo, que é a etapa mais importante. Ela é dividida em percursos e caminhos, steeplechase (corrida de obstáculos) e cross-country (obstáculos naturais). A prova de saltos, no último dia, mede se o cavalo tem resistência para ultrapassar os obstáculos depois de três dias de competição. O campeão do CCE é o cavaleiro que somar o menor número de pontos negativos nas três etapas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ensino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESCRIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em equitação, a palavra «ensino» aplica-se em dois escalões diferentes, embora um seja a se¬quência do outro.&lt;br /&gt;O ensino base do cavalo, escalão inicial, pode subdividir-se no desbaste, através do qual o cavalo é levado a aceitar o contacto com o homem e as primeiras sujeições à vontade des¬te, e no ensino propriamente dito. Este consiste essencialmente em imprimir ao cavalo as reac¬ções adequadas e correspondentes à aplicação, por parte do cavaleiro, das indicações necessá¬rias para que tome as atitudes e execute os mo¬vimentos que o cavaleiro pretende obter dele, embora aproveitando as suas atitudes e movi¬mentos naturais.&lt;br /&gt;A palavra «ensino», no segundo escalão, traduz o apuramento até ao mais alto grau das faculdades que o cavalo possui, levando-o a as¬sumir atitudes e a executar movimentos que não estão fundamentalmente no âmbito das suas reacções naturais. Designa-se este escalão também por «escola».&lt;br /&gt;O ensino em grau adiantado é uma modali¬dade de competição equestre que faz parte dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, tal como os saltos de obstáculos e o concurso completo de equitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AJUDAS. Os meios de que o cavaleiro dispõe para se fazer compreender e obedecer pelo ca¬valo. As principais ajudas são as dadas pelas mãos — através das rédeas — ou pernas do cavaleiro.&lt;br /&gt;APEAR. O contrário de montar: descer do ca¬valo.&lt;br /&gt;APOIO. O assentar dos cascos no terreno; ~ diagonal, diz-se quando o cavalo assenta simul¬taneamente, ou quase, a mão direita e o pé es¬querdo ou a mão esquerda e o pé direito; -' la¬teral, diz-se quando o cavalo assenta simulta¬neamente, ou quase, a mão e o pé direitos ou a mão e o pé esquerdos.&lt;br /&gt;ARES. Os diferentes exercícios que o cavalo executa, por indicação do cavaleiro, quando em adiantado estado de ensino. Também designa¬dos por «ares de escola» ou de «alta escola», podem ser: ares baixos (PIAFFER, PASSAGE, PIRUETAS, PASSO suspenso e TROTE suspenso, passagens de mão a GALOPE) e ares altos (GA-RUPADA, CAPRIOLA, etc). Outros ares de alta escola podem ser designados por «meios-ares», como o galope TERRA-A-TERRA e a CURVETA.&lt;br /&gt;BALOTADA. Exercício em que o cavalo se eleva, como para a GARUPADA e a CAPRIOLA, mas em que mostra as ferraduras sem estender as pernas.&lt;br /&gt;CAPRIOLA. Exercício em que o cavalo, a par¬tir da POUSADA, salta e, quando no ar, dispara uma parelha de coices.&lt;br /&gt;CURVETA. Pode ser considerado um meio-ar de escola (v. ARES). É uma POUSADA menos elevada da frente.&lt;br /&gt;DESBASTE. Trabalho pelo qual se põe um poldro (cavalo novo) em condições de ser mon¬tado ou engatado (atrelado a um veículo). É o trabalho preliminar no ensino do cavalo.&lt;br /&gt;GALOPE. Forma de locomoção do cavalo em andamento que permite as velocidades mais al¬tas. O galope curto é feito em quatro tempos (ouvindo-se quatro batidas). GARUPADA. Exercício com a mesma origem da CAPRIOLA, mas em que o cavalo não atira a parelha de coices, saltando com as mãos e os pés recolhidos.&lt;br /&gt;LADEAR. Trabalho em duas PISTAS que pode ser executado a passo, a trote ou a galope.&lt;br /&gt;MONTAR. 1. Acto pelo qual o cavaleiro se coloca em sela sobre o cavalo. 2. Acção (prática) de andar a cavalo.&lt;br /&gt;PASSAGE. Andamento em dois tempos em que o cavalo se projecta, cadenciado, de um para outro APOIO diagonal, avançando no ter¬reno, marcando com clareza a elevação dos membros.&lt;br /&gt;PASSO. Forma de locomoção do cavalo no menos rápido andamento, em que a ordem do movimento dos quatro membros do cavalo é: mão direita, pé esquerdo, mão esquerda, pé di¬reito. Em cada ciclo de movimentos ouvem-se quatro batidas na cadência: 1-2-3-4 sucessivamente; ~ suspenso, passo de alta escola (com extensão dos membros anteriores).&lt;br /&gt;PIAFFER. Exercício em dois tempos em que o cavalo executa um movimento saltando de um para outro APOIO diagonal, no mesmo ter¬reno ou avançando muito lentamente, balan¬çando as ancas e elevando os membros, com energia.&lt;br /&gt;PIRUETA. Rotação completa executada pelo cavalo no mesmo sítio.&lt;br /&gt;PISTA. O terreno que o cavalo pisa com as mãos e os pés (traçando normalmente uma única linha). Diz-se que o cavalo marcha em duas pistas quando desenha no terreno duas li¬nhas paralelas, uma com as mãos, outra com os pés. O trabalho em duas pistas é um trabalho de escola.&lt;br /&gt;POUSADA. Exercício em que o cavalo, a par¬tir do PIAFFER, à indicação do cavaleiro, eleva a frente, recolhendo as mãos.&lt;br /&gt;RECUAR. Diz-se quando o cavalo se desloca no sentido da retaguarda.&lt;br /&gt;TERRA-A-TERRA. Exercício de escola consi¬derado um meio-ar (v. ARES), em que o cavalo avança em duas PISTAS, numa espécie de GA¬LOPE a dois tempos.&lt;br /&gt;TROTE. Forma de locomoção do cavalo em andamento de velocidade média em que os mo¬vimentos dos seus membros se conjugam em diagonal. É um andamento em dois tempos, ouvindo-se duas batidas sucessivas e cadencia¬das; ~ suspenso, trote de alta escola (com ex¬tensão dos membros anteriores).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saltos de obstáculos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESCRIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As competições de saltos de obstáculos podem assumir diversas formas e realizar-se quer ao ar livre, quer em recintos cobertos, mas num campo de dimensões estabelecidas (o ideal é: 100 m de comprimento por 80 m de largura). Obstáculos variados, e em determinado núme¬ro, estão colocados no campo para porem à prova a habilidade e aptidão dos cavalos e res¬pectivos cavaleiros para os transporem e per¬correrem o terreno onde estão colocados (per¬curso). Os obstáculos podem ser: muros, cance¬las, barreiras, sebes e valas com água, distri¬buídos pelo percurso de modo que sejam trans¬postos pelos participantes da forma e na veloci¬dade previamente estabelecidas. O conjunto (cavalo e cavaleiro) que completar o percurso (ou percursos) com o menor número de faltas é o vencedor. Para a classificação pode contar o tempo gasto no percurso, sendo vencedor, em igualdade de faltas sobre os obstáculos, o con¬junto que obtiver o tempo mais baixo. Noutras modalidades, os conjuntos são postos à prova em relação à capacidade para transpor obstá¬culos altos e/ou largos, sendo este tipo de compe¬tição disputado em voltas (barrages) sucessi¬vas, aumentando a altura e/ou a largura dos obstáculos de volta para volta; os competidores penalizados em cada volta vão sendo afastados até que se determine o vencedor. A modalidade de concurso de saltos de obstáculos foi incluída nos Jogos Olímpicos em 1912.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABORDAGEM. Aproximação de cada obstá¬culo durante o percurso.&lt;br /&gt;APOIO. Suporte móvel fixado nos POSTES de armação de um obstáculo onde assentam as va¬ras, barras ou cancelas que constituem esse obstáculo. Construído em metal ou em madei¬ra, ou ainda em madeira e metal, pode subir ou descer no poste de forma a ser colocado na al¬tura que se pretende.&lt;br /&gt;BARRA. Tábua rectangular de madeira, habi¬tualmente pintada com faixas de diversas cores, que serve para a montagem dos obstáculos.&lt;br /&gt;CANCELA. Elemento de um obstáculo com a forma de vedação rectangular construído com tábuas estreitas ou com paus (cancela rústica). As cancelas podem ter diferentes aspectos. CHAMADA. Batida feita pelo cavalo na última passada de galope antes de saltar o obstáculo. COMISSÁRIO DE ENTRADA. Membro da organização de um concurso que tem a função de controlar a entrada dos cavalos no campo de provas.&lt;br /&gt;COMPOSTO. Obstáculo constituído por dois ou mais SALTOS dispostos na mesma linha, a intervalos uns dos outros de não mais de 13 m (contam no percurso como um único obstá¬culo). V. OBSTÁCULO.&lt;br /&gt;CONJUNTO. O cavalo e o seu cavaleiro.&lt;br /&gt;CORTAR. Reduzir o arco da curva no final de cada pista (ou linha de obstáculos) com o in¬tuito de poupar terreno e, consequente mente, encurtar o tempo gasto para fazer o percurso. CRONOMETRO. Relógio de precisão, con¬tando fracções de segundo, que mede o tempo gasto por cada concorrente para efectuar o per¬curso.&lt;br /&gt;BANDEIROLA. Vara fina ou poste em cujo topo está presa uma pequena bandeira (triangu¬lar) ou fixada uma chapa quadrada ou circular, que serve para limitar a zona de salto dos obs¬táculos, sendo de cor branca a do lado esquerdo e vermelha a do lado direito.&lt;br /&gt;DERRUBE. ~ do obstáculo, quando uma das partes componentes do obstáculo que define a altura e a largura (profundidade) do mesmo é retirada da sua posição pelo cavalo quando salta (ou mesmo pelo cavaleiro, por acção da perna, braço, ombro, etc, sobre um poste de apoio); — de bandeirola, queda, por acção do cavalo ou do cavaleiro, de qualquer bandeirola do percurso, quer das que definem os limites de um obstáculo, quer das que marcam as voltas obrigatórias. A qualquer dos derrubes corres¬ponde penalização.&lt;br /&gt;DESCONTO DE TEMPO. Espaço de tempo durante o qual o cronometro é parado quando um concorrente tem de aguardar que um obstá¬culo recusado e derrubado seja recomposto para ser novamente abordado.&lt;br /&gt;DESOBEDIÊNCIA. O mesmo que RECUSA.&lt;br /&gt;DIRECTOR DE PISTA. Elemento da organi¬zação de um concurso de saltos que tem a in¬cumbência de planear, montar e manter os per¬cursos para as provas.&lt;br /&gt;DUPLO. Obstáculo composto, por dois SAL¬TOS, iguais ou diferentes, a uma distância que permite ao cavalo fazer uma ou duas passadas de galope entre eles.&lt;br /&gt;ESCOLHA O SEU PERCURSO. Modalidade de prova de concurso de saltos em que o con¬corrente pode abordar os obstáculos do per¬curso pela ordem que achar mais conveniente, com vista a completar o percurso no menor tempo possível.&lt;br /&gt;ESFORÇO. O mesmo que SALTO.&lt;br /&gt;ESTAFETA. Tipo de prova de concurso de sal¬tos, por equipas, em que os componentes de cada equipa passam um testemunho entre si no final de cada percurso, até que todos tenham realizado a prova.&lt;br /&gt;FALSA PARTIDA. Passagem da linha de par¬tida antes de ser dado o sinal do júri para o início do percurso.&lt;br /&gt;FALTA. Qualquer dos erros cometidos por um concorrente durante o percurso (derrube de um obstáculo, pé ou mão na água da vala, recusa de transposição de um obstáculo ou engano na sequência do percurso). A cada falta cor¬responde uma penalização, que é variável conforme o tipo de prova em disputa. V. TA¬BELA.&lt;br /&gt;FEDERAÇÃO EQUESTRE INTERNACIO¬NAL (abrev. FEI). Órgão que superintende, a nível mundial, nos desportos equestres amado¬res (ensino, concursos de saltos de obstáculos, concurso completo de equitação, etc).&lt;br /&gt;FISCAL DE PESAGEM. Elemento da organi¬zação de um concurso de saltos que tem a seu cargo a verificação dos pesos com que os cava¬leiros devem concorrer.&lt;br /&gt;JUIZ. Um dos componentes do júri (normal¬mente formado por três elementos) que julga um concurso de saltos de obstáculos, uma prova de ensino, um concurso completo de equitação, etc.&lt;br /&gt;JÚRI. Conjunto dos juizes responsáveis por julgar uma prova fazendo a avaliação do cum¬primento dos regulamentos estabelecidos, assi¬nalando as faltas e tornando públicos os resul¬tados obtidos por cada concorrente e os resulta¬dos finais de cada prova.&lt;br /&gt;LIMPO. Percurso ~, percurso sem faltas.&lt;br /&gt;LINHA DOS VISORES ou LINHA DE PAR¬TIDA. Linha imaginária no alinhamento dos postes que servem de visores, cuja passagem pelo concorrente representa o início da prova.&lt;br /&gt;MÃO. Cada um dos percursos efectuados por um mesmo CONJUNTO numa prova cujo regu¬lamento determina que deverá ser disputada em duas partes iguais (duas mãos).&lt;br /&gt;MURO. Obstáculo que imita um muro de pe¬dra, normalmente construído com caixas soltas de madeira.&lt;br /&gt;MURO E VARA. Obstáculo constituído pelo muro encimado por uma vara.&lt;br /&gt;OBSTÁCULOS. Vedações, valas, sebes, can¬celas ou muros, em geral construídos proposi¬tadamente e de forma que possam ser armados com diferentes alturas e larguras, fixos no ter¬reno ou amovíveis, que estão intercalados no percurso, tendo de ser transpostos pelos cava¬los. Separadamente, podem ser designados por SALTOS ou ESFORÇOS; quando usados sob a forma de compostos, podem ser: obstáculos com dois saltos, ou esforços; obstáculos com três saltos, ou esforços (triplos), etc. Indivi¬dualmente podem ser classificados como verti¬cais e largos. No primeiro caso, a frente do obstáculo apresenta-se perpendicular ao terre¬no; ou, no segundo caso, a frente do obstáculo é inclinada ou tem uma simples vara baixa de marcação.&lt;br /&gt;OXEN. Obstáculo composto por uma sebe limi¬tada por barras ou varas.&lt;br /&gt;PARTIDA. Sinal dado pelo juiz, habitualmente por meio de um sino ou de uma campainha, para que o concorrente inicie o percurso.&lt;br /&gt;PÉ NA ÁGUA. Falta atribuída ao CONJUNTO quando, na transposição da vala de água, o ca¬valo põe a mão ou o pé na zona interior limi¬tada pelas marcações (em geral, sebe de en¬trada e fasquia de saída) que definem a largura do obstáculo.&lt;br /&gt;PENALIZAÇÀO EM TEMPO. Penalização em que se transforma o tempo gasto para além do tempo regulamentarmente concedido para a realização de um percurso.&lt;br /&gt;PERCURSO. Pista e obstáculos que o CON¬JUNTO deverá percorrer e saltar segundo o re¬gulamento da prova; fazer o ~, percorrer toda a pista, desde os visores de entrada até aos de saída, transpondo os obstáculos compreendidos na prova segundo o regulamento da mesma. Normalmente o percurso não apresenta mais de 13 obstáculos, nem mais de 700 m de com¬primento.&lt;br /&gt;PESO. Os cavaleiros e as amazonas participan¬tes numa prova de saltos devem ter, conjunta-mente com o selim, o peso determinado pelos regulamentos da Federação Equestre Interna¬cional.&lt;br /&gt;POSTE. Cada um dos apoios verticais onde as¬sentam os diferentes componentes dos obstaculos.&lt;br /&gt;QUEDA. Queda do cavaleiro ou do cavaleiro e cavalo durante o percurso. A queda é penali¬zada.&lt;br /&gt;RECEPÇÃO. Momento em que o cavalo se apoia novamente no chão após o salto.&lt;br /&gt;RECUSA. Resistência do cavalo às indicações do cavaleiro para o levar à transposição de um obstáculo. Paragem na abordagem do obstá¬culo. Fuga para um dos lados, passando o obstá¬culo em claro. Constitui falta no decorrer do percurso, podendo mesmo implicar a desclassi¬ficação, quando repetida (três recusas).&lt;br /&gt;REDIL. Obstáculo armado num percurso em forma de pequeno curral de quatro frentes, po¬dendo ser abordado por qualquer dessas fren¬tes.&lt;br /&gt;REGULAMENTO. Conjunto de regras a que deve obedecer um concurso equestre. REGULARIDADE. Tipo de prova em que a classificação é feita pelo número de obstáculos saltados num espaço de tempo estabelecido no regulamento da prova. O percurso termina quando o obstáculo é derrubado, sendo saltado o obstáculo seguinte para contagem do tempo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i30.tinypic.com/23jmquw.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A. ARREIO DE CORRIDAS. B. SELIM DE CAÇA (TAMBÉM DE SALTOS DE OBSTÁCULOS). C. CABE¬ÇADA DE FREIO E BRIDÃO&lt;br /&gt;1. Faceira. 2. Argola do bridão. 3. Gamarra de argolas. 4. Peitoral. 5. Rédea. 6. Caneleira. 7. Estribo. 8. Xairel de pesos. 9. Selim de corrida. 10. Xairel do selim. 11. Sopinho. 12. Coxim. 13. Arção. 14. Armação do selim. 15. Aba. 16. Loro. 17. Estribo. 18. Silha. 19. Cacheira. 20. Testeira. 21. Faceiras. 22. Focinheira. 23. Ferro do freio. 24. Barbela. 25. Ferro do bridão. 26. Rédea do freio. 27. Rédea do bridão. 28. Cisgola&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESISTÊNCIA. Desobediência do cavalo à vontade do cavaleiro em qualquer altura do percurso, negando-se a fazer uma volta ou pa¬rando.&lt;br /&gt;RIA. Obstáculo constituído por duas varas (ria de varas) ou duas barras (ria de barras) colocadas, paralela e horizontalmente, a alturas iguais ou semelhantes.&lt;br /&gt;SALTO. 1. Acção por meio da qual o cavalo transpõe o obstáculo. 2. Designação mais usualmente dada ao obstáculo quando conside¬rado individualmente. Também designado por ESFORÇO.&lt;br /&gt;SEBE E VARA. Obstáculo constituído por uma sebe seguida de uma vara mantida sobre POSTES a altura variável.&lt;br /&gt;TABELA. Forma estabelecida para a realização e apuramento das classificações de uma prova de saltos de obstáculos, obedecendo às regras estabelecidas pela Federação Equestre Interna¬cional; -" A, a classificação é feita pelo somató¬rio de faltas sobre os obstáculos, eventualmente adicionadas à penalização por excesso de tempo (transformado em pontos). O tempo de¬cide o vencedor quando mais do que um con¬corrente termina em igualdade de penalização; ~ B e~ C, a classificação é estabelecida pelo somatório do tempo gasto no percurso e das fal¬tas transformadas em tempo (os concorrentes com menos tempo total são os mais bem classi¬ficados).&lt;br /&gt;TAÇA DAS NAÇÕES. Competição por equi¬pas representativas de cada nação participante num concurso de saltos internacional oficial.&lt;br /&gt;TEMPO. Tempo gasto pelo concorrente para realizar o percurso; ~ concedido, tempo regulamentarmente concedido para o concorrente fazer o percurso, e a partir do qual começa a ser penalizado; ~ limite, tempo decorrido o qual o concorrente é desclassificado (o dobro do tempo concedido).&lt;br /&gt;TRAÇADO. Esquema planeado pelo director de pista num concurso de saltos para os percur¬sos de cada prova. Desenho do percurso sobre o terreno de provas, indicando os obstáculos, a ordem por que devem ser saltados, as distân¬cias entre eles, a distância total do percurso e o tempo concedido.&lt;br /&gt;TRÍPLICE. Obstáculo construído com base em três varas (tríplice vara) ou três barras (tríplice barra), dispostas em escada, e que é abordado do lado da vara ou barra mais baixa.&lt;br /&gt;VALA DE ÁGUA. Obstáculo constituído por uma depressão no terreno cheia de água, nor¬malmente precedida de uma sebe baixa, e cuja saída é marcada por uma fasquia assente no ter¬reno, limitando a zona de RECEPÇÃO.&lt;br /&gt;VARA. Pau de secção redonda e sólido com, pelo menos, 10 cm de diâmetro, usado horizon¬talmente ou cruzado na construção dos obstá¬culos.&lt;br /&gt;VELOCIDADE. Espaço que o cavalo percorre numa unidade de tempo em determinado anda¬mento. A velocidade nas provas de saltos de obstáculos é regulamentada (estabelecida no regulamento da prova em conformidade com os regulamentos oficiais). Diz-se: galope de 300 ou 400 m, etc. Em função da velocidade estabelecida no regulamento da prova e da ex¬tensão do percurso, determina-se o tempo con¬cedido.&lt;br /&gt;VOLTA. Descrever um círculo completo du¬rante o percurso (constitui falta quando não previsto no TRAÇADO da prova). Tornear uma BANDEIROLA ou simplesmente virar à saída de um obstáculo para abordar outro colocado em direcção diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corridas de cavalos&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i26.tinypic.com/bh5l2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESCRIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Competição entre dois ou mais cavalos e res¬pectivos cavaleiros, cobrindo determinada dis¬tância, e que pode disputar-se em duas modali¬dades: 1) corridas planas, numa pista sem quaisquer obstáculos, e 2) steeplechase — cor¬rida realizada numa pista onde existem ou são colocados diversos obstáculos (sebes, valados, valas) que os cavalos têm de transpor obrigato¬riamente.&lt;br /&gt;mentados, designados por aposta mútua. O to¬tal das importâncias apostadas numa corrida é dividido, depois de retiradas determinadas per¬centagens, pelos apostadores no cavalo vence¬dor (aposta vencedor) ou nos cavalos classifi¬cados (aposta classificado). APRENDIZ. Jovem cavaleiro preparado e trei¬nado para a carreira de jóquei. Quando corre é com um HANDICAP favorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANTOLHOS. Pequenas palas colocadas nas faceiras da cabeçada (arreio da cabeça) de al¬guns cavalos para lhes anular a visão lateral.&lt;br /&gt;APOSTA. Colocar dinheiro num cavalo com vista à sua classificação no final de uma corri¬da. Obedece a sistemas habitualmente regula-&lt;br /&gt;B. Abreviatura que figura nos PROGRAMAS para designar a cor baio (amarelo-torrado com crinas pretas) de um cavalo.&lt;br /&gt;BLUSA. Camisa de seda de meia-gola de diver¬sas cores combinadas, caracterizando os pro¬prietários dos cavalos que os jóqueis montam.&lt;br /&gt;BONÉ. O mesmo que TOQUE ou CASCO. Co¬bertura para a cabeça usada pelos jóqueis com as cores dos proprietários dos cavalos.&lt;br /&gt;BOOKMAKER. Pessoa que aceita apostas em qualquer corrida, normalmente funcionando à margem das organizações de aposta mútua ofi¬ciais.&lt;br /&gt;BOX. 1. Pequena instalação para um único ca¬valo, ao contrário da cavalariça, onde os cava¬los estão instalados em conjunto, apenas sepa¬rados por varas ou barras (baias). 2. Caixas com portas, usadas em certos sistemas instala¬dos nas linhas de partida para uma corrida, que permitem a abertura simultânea de todas as por¬tas ao sinal do COMISSÁRIO da partida. BOXES DE PARTIDA. V. starting&lt;br /&gt;C. Abreviatura usada nos PROGRAMAS para re¬ferenciar os cavalos de cor castanha.&lt;br /&gt;CABEÇA. Comprimento da cabeça de um ca¬valo; medida utilizada para referir a diferença entre dois cavalos que cortam quase simulta¬neamente a linha de chegada. Ganhou por uma cabeça.&lt;br /&gt;CASCO. V. BONÉ.&lt;br /&gt;CHEGADA. A passagem dos cavalos pela meta no final de uma corrida; linha de ~, linha imaginária que une os postes (com visores) in¬dicativos do ponto de chegada.&lt;br /&gt;CLÁSSICAS. Corridas clássicas. Corridas que, pelas características (distância, etc.) e tra¬dição, adquiriram uma importância particular.&lt;br /&gt;COMISSÁRIO. Qualquer dos juizes interve¬nientes numa corrida. Há comissários da pesa¬gem, do PADDOCK, da pista, da partida.&lt;br /&gt;COMPRIMENTO (do cavalo - corpo, pes¬coço e cabeça). Medida usada para referir a distância a que um cavalo vencedor corta a meta em relação aos imediatamente classifica¬dos.&lt;br /&gt;CONDUZIR. Diz-se que um cavalo conduz a corrida quando segue à cabeça do PELOTÃO. CONFIRMAÇÃO. Apresentação do jóquei montado, do cavalo vencedor ou classificado no recinto da pesagem, logo após a corrida, para verificação do peso.&lt;br /&gt;CONJUNTO. O cavalo e o seu jóquei. CORDA. Zona demarcada pela vedação (ou limite) interior da pista ao longo de todo o seu perímetro.&lt;br /&gt;CORES. As cores caracterizam e distinguem os diversos proprietários de cavalos de corri¬das. São usadas, com determinada disposição, nas blusas e bonés dos jóqueis. As cores de cada proprietário são objecto de registo, cons¬tando sempre dos PROGRAMAS.&lt;br /&gt;CORRIDA DE HANDICAP. Corrida em que os cavalos cotados como tendo maiores proba¬bilidades que os outros são carregados com maior peso.&lt;br /&gt;CORRIDA PLANA. Corrida sem obstáculos.&lt;br /&gt;COTAÇÃO. Na aposta mútua, posição relativa de cada cavalo inscrito numa corrida em função da distribuição das importâncias apostadas. A cotação vai sendo estabelecida desde que a aposta abre até que encerra com o início da cor¬rida.&lt;br /&gt;D. Abreviatura de distância.&lt;br /&gt;DEBUTANTE. APRENDIZ que corre as primei¬ras corridas.&lt;br /&gt;DECLARAÇÃO. Anúncio efectuado, após a pesagem, do peso com que corre cada cavalo. DERBY. A mais famosa corrida clássica ingle¬sa. Realiza-se anualmente no Hipódromo de Epsom.&lt;br /&gt;DESMONTADO. Cavalo que durante a cor¬rida perdeu o jóquei, por queda deste.&lt;br /&gt;DISTÂNCIA. Comprimento de uma corrida medido em metros, jardas ou milhas. A medi¬ção faz-se sobre a pista, segundo uma linha que passa pela CORDA (para o interior).&lt;br /&gt;DUPLA. Modalidade de aposta combinada so¬bre dois cavalos participantes em corridas dife¬rentes.&lt;br /&gt;ENCERRAMENTO DA APOSTA. Momento em que os cavalos, na linha de partida, são co¬locados sob as ordens do juiz (COMISSÁRIO) de partida, e a partir do qual não podem ser feitas mais apostas nos cavalos participantes nessa corrida.&lt;br /&gt;ENTRADA. Importância paga (de uma só vez ou em fracções) pelo proprietário de um cavalo para o fazer participar numa corrida.&lt;br /&gt;FAVORITO. Cavalo considerado em melhores condições para vencer uma corrida. FIELD. V. FORFAIT. Total das importâncias entregues para inscrição numa corrida e que não são de¬volvidas se o cavalo não corre.&lt;br /&gt;GRAND NATIONAL. A mais importante e mais célebre corrida de obstáculos (STEEPLE-CHASE) realizada anualmente em Inglaterra (Aintree, Liverpool).&lt;br /&gt;HANDICAP. Suplemento de peso que um ca¬valo carrega numa CORRIDA DE HANDICAP. HUNTER. Designação dada ao cavalo de cor¬ridas de obstáculos, por analogia com o cavalo de caça (hunter).&lt;br /&gt;IDADE (abrev. id.). Idade indicada para cada cavalo no PROGRAMA de uma corrida. INSCRIÇÃO. Acto pelo qual um proprietário habilita um seu cavalo a participar numa cor¬rida.&lt;br /&gt;JÓQUEI. Cavaleiro que monta em corridas de cavalos (profissional ou amador).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i32.tinypic.com/35212dc.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;NARIZ. Comprimento do nariz do cavalo. A mais pequena medida usada para referir a dis¬tância a que o cavalo vencedor de uma corrida corta a meta em relação ao seu mais próximo competidor.&lt;br /&gt;NÚMERO. Referência que os cavalos devem exibir, bem visível, nos flancos.&lt;br /&gt;ORDENS, ÀS. Às ordens do COMISSÁRIO da partida; os cavalos estão na partida e alinham sob as instruções do comissário. A aposta en¬cerra nesse momento.&lt;br /&gt;OUTSIDER. Cavalo com poucas probabilida¬des de vencer uma corrida em que está inscrito.&lt;br /&gt;PADDOCK. Recinto onde são reunidos os ca¬valos antes da corrida.&lt;br /&gt;PALMARES. Conjunto das classificações ob¬tidas por um cavalo nas corridas em que tomou parte.&lt;br /&gt;PELOTÃO. O grupo de CONJUNTOS (cavalos e jóqueis) que disputam uma corrida.&lt;br /&gt;PESCOÇO. Comprimento do pescoço de um cavalo. Medida usada para referir a distância a que o cavalo vencedor de uma corrida corta a meta em relação aos seus mais próximos com¬petidores.&lt;br /&gt;PESO. Peso do jóquei e de tudo quanto o ca¬valo transporta durante a corrida, excepto a ca¬beçada (arreio de cabeça) e o stick (chibata).&lt;br /&gt;PHOTO-FINISH. Fotografias tiradas por um sistema automático no momento da passagem da linha de chegada, por meio das quais é pos¬sível detectar qual o cavalo vencedor quando mais do que um chegam quase simultaneamen¬te.&lt;br /&gt;PROGRAMA. Lista dos participantes em cada corrida, da qual constam os nomes dos cavalos e respectivos sexos, idades, proprietários, cores das blusas e bonés, jóqueis e pesos máximos com que correm (HANDICAP). Indica ainda a distância a correr, as condições de inscrição, a data e a hora de realização da corrida.&lt;br /&gt;PROTESTO. Reclamação apresentada contra o vencedor de uma corrida e que deve ser feita dentro de um prazo de tempo estabelecido pe¬los regulamentos.&lt;br /&gt;R. Abreviatura para designar a cor ruça de um cavalo.&lt;br /&gt;RETIRADO. Cavalo que, constando do PRO¬GRAMA como participante numa corrida, é de¬clarado como não alinhando à partida. Nestes casos, as importâncias já apostadas nesse ca¬valo são devolvidas por inteiro aos respectivos apostadores.&lt;br /&gt;REUNIÃO. Termo por vezes usado para referir a realização, em determinado dia, de um con¬junto de corridas de cavalos.&lt;br /&gt;SEBE. Obstáculo construído com arbustos (na¬turais ou artificialmente dispostos), intercalado, com outros, no percurso de STEEPLECHASE (corrida com obstáculos).&lt;br /&gt;SORTEIO. Tiragem à sorte efectuada antes de uma corrida para determinação da ordem por que os cavalos devem alinhar à partida, a con¬tar da CORDA (vedação interna) para o limite externo da pista.&lt;br /&gt;STARTING GATE. Conjunto de cancelas me¬tálicas que, quando baixadas, mantêm os cava¬los alinhados, e, quando sobem, deixam os ca¬valos partir.&lt;br /&gt;STARTING POST. O mesmo que PARTIDA.&lt;br /&gt;STARTING-STALLS (boxes de partida). Conjunto de caixas móveis onde os cavalos são encerrados para a partida, cujas portas diantei¬ras são abertas quando o COMISSÁRIO de par¬tida acciona um botão eléctrico.&lt;br /&gt;STEEPLECHASE. Corrida em que um deter¬minado número de obstáculos (sebes, valas, ta¬ludes, etc.) é colocado ao longo da pista. Ex.: O GRAND NATIONAL.&lt;br /&gt;STUD-BOOK. Livro que contém a lista de to¬dos os cavalos de determinada raça ou sangue, os seus proprietários e pedigree. Ex.: General Stud-Book (Inglaterra), livro de registo de todos os cavalos puro sangue ingleses (PSI).&lt;br /&gt;TOQUE. V. boné.&lt;br /&gt;TOTALIZADOR. Sistema automático que di¬vide o total das importâncias apostadas e retira determinadas percentagens, enquanto funciona a aposta em qualquer corrida. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-a8.slide.com/widgets/slideticker.swf" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3170534137697158568&amp;amp;site=widget-a8.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-8907839195501660665?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/8907839195501660665/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=8907839195501660665&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/8907839195501660665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/8907839195501660665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/08/equitacao.html' title='Equitação'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i31.tinypic.com/2re75uv_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-3188194450447820963</id><published>2009-08-30T10:14:00.000-07:00</published><updated>2009-08-30T10:30:51.969-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Halterofilismo'/><title type='text'>Halterofilismo</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.iwf.net/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fédération Internationale d'Haltérophilie&lt;br /&gt;Fundada em 1905; 167 Filiados&lt;br /&gt;Desporto Olimpico desde 1896&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i29.tinypic.com/30tlwtu.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i28.tinypic.com/2uqgl91.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i30.tinypic.com/2j0oa2v.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tentativa de demonstrar quem era o mais forte, homens da Antiguidade levantavam os mais variados objectos: pedras, rochas, ferros e troncos de árvores. Na antiga China, por exemplo, durante o governo da dinastia Chow - 1100 a.C. -, os soldados tinham que erguer uma série de pesos, como forma imprescindível de fazer parte do exército. Na Grécia também eram disputadas provas deste tipo. No século VI a.C. - conhecido como "o século da força" -, o levantamento de grandes rochas estabeleceu as bases do actual halterofilismo.Durante vários séculos, o levantamento de peso serviu para demonstrar o valor dos halterofilistas, uma façanha admirada entre os homens que se dedicavam a espectáculos circenses ou a exibições de força em tavernas.&lt;br /&gt;Na segunda metade do século XIX, o levantamento surge como desporto. A primeira escola foi fundada em Viena, na Áustria, por Wilhem Turk, campeão de halterofilismo da cidade. Turk também foi o responsável por organizar os métodos de treinamento iniciais. Em março de 1896, foi disputado o primeiro campeonato europeu, na cidade holandesa de Roterdão.&lt;br /&gt;Ainda em 1896, o halterofilismo figurou no programa oficial dos primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, disputados em Atenas. O destaque foi o inglês Lauceston Elliot, que levantou 71 kg na modalidade de levantamento de peso com apenas uma mão. O primeiro campeonato mundial foi disputado em Viena, na Áustria, dois anos mais tarde.&lt;br /&gt;Em 1920, foi fundada a Federação Internacional de Halterofilismo (IWF). Antes dessa data, o desporto era organizado pela Federação Internacional de luta livre. Desde a fundação da entidade, o levantamento de peso tem sido modificado constantemente, em busca do melhor desempenho. Actualmente, a IWF conta com um total de 133 associações nacionais filiadas, sendo considerada uma das seis maiores federações do mundo.&lt;br /&gt;Desporto olímpico desde 1896, o levantamento de peso esteve ausente dos Jogos de Paris-1900. Quatro anos depois, em Saint Louis, nos Estados Unidos, o grego Péricles Kakousis levantou 111,670 kg e ficou com o ouro. O desporto volta a ficar ausente dos torneios olímpicos por mais oito anos, voltando na Antuérpia-1920. Nesses Jogos, pela primeira vez, os atletas foram divididos em categorias segundo seu peso: pena, leve, médio, semi-pesado e pesado.&lt;br /&gt;Nos Jogos de Munique-1972 foram introduzidas novas categorias de peso: mosca e super-pesado. Já as mulheres estrearam nas Olimpíadas de Sydney-2000, disputando sete categorias.&lt;br /&gt;Actualmente, o levantamento de peso está sob observação por parte do Comitê Olímpico Internacional (COI) por causa da constante desclassificação de atletas por uso de esteróides anabolizantes. Em Sydney-2000, o desporto foi o que teve maior número de atletas apanhados no exame anti-doping.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i29.tinypic.com/2njknzc.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;Os concorrentes estão divididos em catego&amp;shy;rias, em função do seu próprio peso corporal. Na actualidade, existem dez categorias: até 52 kg, até 56 kg, até 60 kg, até 67,5 kg, até 75 kg, até 82,5 kg, até 90 kg, até 100 kg, até 110 kg e mais de 110 kg, equivalentes, respec&amp;shy;tivamente, às denominações de «mosca», «ga&amp;shy;lo», «pluma», «leve», «médio», «meio-pesa-do», «pesado-ligeiro», «superpesado-ligeiro», «pesado» e «superpesado». Hoje em dia estas denominações estão a cair em desuso, sendo a referência feita pelos pesos limites de cada ca&amp;shy;tegoria.&lt;br /&gt;As competições disputam-se numa plata&amp;shy;forma quadrada de 4 m de lado, estando os concorrentes equipados com um maillot cujo corte está definido regulamentarmente e com botas de levantamento cujos tacões não podem ter mais de 2 cm de altura. Os concorrentes poderão ainda usar um cinto de largura máxima de 10 cm, destinado a proteger a região lombar e abdominal, e ligaduras nos pulsos e nos joe&amp;shy;lhos.&lt;br /&gt;As duas formas específicas de levantamento são o arranque e o arremesso, dispondo os con&amp;shy;correntes de três ensaios em cada uma delas, não podendo nunca a barra baixar de peso. Em caso de êxito, a progressão mínima é de 5 kg entre a primeira e a segunda tentativas e 2,5 kg entre a segunda e a terceira, não havendo limite máximo. Só depois de todos os concorrentes te&amp;shy;rem terminado o arranque se procede à compe&amp;shy;tição de arremesso. A soma do melhor ensaio do arranque com o melhor ensaio do arremesso dá o total olímpico que dita o vencedor da competição.&lt;br /&gt;Em caso de tentativa de recorde em qualquer dos movimentos, os levantadores poderão ter direito a uma quarta tentativa, que não será contabilizada para o apuramento do total olím&amp;shy;pico.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i25.tinypic.com/5a1gu9.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regra Geral - Desporto em que os competidores levantam halteres - barras de 2,20 m de comprimento, 2,80 cm de diâmetro e 20 kg de peso com discos - que podem pesar 1,25 kg, 2,5 kg, 5 kg, 10 kg, 15 kg, 20 kg ou 25 kg e são colocados na barra do maior para o menor - fixados por presilhas. As competições de levantamento de peso desenvolvem-se sobre um tablado de quatro por quatro metros. Existe uma regra básica: quem levanta mais peso vence. Do mesmo modo, quem deixa a barra cair está automaticamente desclassificado.&lt;br /&gt;Disputa - Todos os atletas de uma mesma divisão ou categoria competem juntos. Eles disputam duas modalidades, arranque e arremesso - também chamado de dois tempos.&lt;br /&gt;Na prova de arranque, os atletas devem inclinar o corpo por baixo dos halteres e levantá-lo rapidamente sobre a cabeça, sem nenhuma pausa durante o movimento. No arremesso, o movimento é feito em dois tempos. Primeiro, os halteres são levantados até os ombros, em uma posição intermediária (carga). Depois, com um único movimento, eleva-se a barra acima da cabeça, com os braços totalmente esticados.&lt;br /&gt;Se os halteres encostarem uma vez no chão, o atleta não pode parar e tentar de novo, pois apenas seus pés devem ter contacto com o solo. Quando chegam à cabeça, os halteres têm de ficar controlados. Na carga é proibido tocar com o braço ou o cotovelo as pernas.&lt;br /&gt;Somam-se os pesos levantados nas duas modalidades. O atleta que obtiver a maior carga levantada é declarado vitorioso. Em caso de empate, o halterofilista de menor massa corporal fica com o título.&lt;br /&gt;Árbitros - Três trabalham em frente ao tablado, sendo um central, um lateral direito e um lateral esquerdo. Os juizes são encarregados de determinar se os levantamentos - feito com os pés alinhados e o peso relativamente estabilizado - são válidos ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i30.tinypic.com/2e1bx4j.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;AGACHAMENTO. 1. Técnica de recepção da BARRA no ARRANQUE e no primeiro tempo do ARREMESSO, que consiste no abaixamento do corpo do atleta à custa de uma flexão da coxa sobre a perna. 2. Exercício auxiliar de mus&amp;shy;culação na preparação dos halterofilistas.&lt;br /&gt;APERTOS. Instrumentos de 2,5 kg cada um que se colocam nas extremidades da BARRA por fora dos DISCOS de modo a fixá-los.&lt;br /&gt;ÁRBITROS. Em número de três, um colocado frontalmente em relação aos atletas, dois obli&amp;shy;quamente. Decidem da validade ou não de um levantamento; duas ou três decisões favoráveis dão validade ao levantamento; duas ou três de&amp;shy;cisões desfavoráveis invalidam o levantamento. ARRANQUE. Consiste em levantar a BARRA com um só movimento, do chão até à completa extensão dos braços verticalmente acima da ca&amp;shy;beça, utilizando as técnicas de AGACHAMENTO ou TESOURA; a barra deverá passar com um movimento contínuo ao longo do corpo, ne&amp;shy;nhuma parte do qual, à excepção dos pés, de&amp;shy;verá tocar no chão durante a execução do mo&amp;shy;vimento; o peso erguido deve ser mantido na posição final de imobilidade, com os braços e pernas esticados, os pés alinhados, até que o ÁRBITRO faça sinal para pousar a barra na pla&amp;shy;taforma.&lt;br /&gt;ARREMESSO. Movimento em que a BARRA é levantada em dois tempos: um primeiro tem&amp;shy;po, denominado METIDA AO PEITO, em que a barra é levantada de uma só vez desde o chão até aos ombros, utilizando a técnica de AGA&amp;shy;CHAMENTO ou a de TESOURA; a barra não po&amp;shy;derá tocar no peito antes da posição final, na qual será apoiada sobre as clavículas ou o pei&amp;shy;to, acima dos mamilos, ou sobre os braços completamente flectidos; os pés voltarão à mesma linha, com as pernas esticadas, antes da execução do segundo tempo. O segundo tem&amp;shy;po, ou arremesso propriamente dito, consiste em flexionar as pernas e esticá-las, bem como os braços, de modo a levantar a barra até à completa extensão dos braços verticalmente; o peso erguido deve ser mantido na posição final de imobilidade, com os braços e pernas estica&amp;shy;dos, os pés alinhados, até que o ÁRBITRO faça sinal para pousar a barra na plataforma.&lt;br /&gt;BARRA. Engenho que os atletas levantam. Tem 2,20 m de comprimento, 28 mm de diâ&amp;shy;metro e 20 kg de peso; nas suas extremidades colocam-se os diversos DISCOS.&lt;br /&gt;CATEGORIA. Cada uma das divisões em que os levantadores são colocados em função do seu peso corporal.&lt;br /&gt;DESENVOLVIMENTO. 1. Antigo movi mento olímpico, eliminado após os Jogos Olímpicos de 1972, que consiste em empurrar a BARRA, estando esta colocada no peito, sem impulso de pernas através da extensão dos bra&amp;shy;ços verticalmente acima da cabeça. 2. Presen&amp;shy;temente, exercício auxiliar de musculação na preparação dos halterofilistas.&lt;br /&gt;DISCOS. Com o diâmetro máximo de 45 cm e com pesos que podem assumir os seguintes va&amp;shy;lores: 50 kg, 25 kg, 20 kg, 15 kg, 10 kg, 5 kg, 2,5 kg e 1,250 kg; colocam-se na extremidade da BARRA e são fixados exteriormente pelos APERTOS.&lt;br /&gt;JÚRI. Composto por cinco membros, controla a actividade dos ÁRBITROS e do SECRETÁRIO da competição.&lt;br /&gt;METIDA AO PEITO. Primeiro tempo do mo&amp;shy;vimento de ARREMESSO.&lt;br /&gt;NULO. Movimento considerado incorrecto pe&amp;shy;los ÁRBITROS.&lt;br /&gt;PESAGEM. Controle do peso dos atletas, para o qual estes têm de se apresentar nus. Destina--se a confirmar se o peso corresponde à catego&amp;shy;ria em que os atletas foram inscritos; realiza-se duas horas antes do início da competição, pe&amp;shy;rante os três ÁRBITROS e o SECRETÁRIO da competição.&lt;br /&gt;SECRETÁRIO. É o indivíduo que se encarrega da chamada dos concorrentes em função dos pesos solicitados e de acordo com a ordem es&amp;shy;tabelecida pelo regulamento. Anuncia o nome, número da tentativa e carga a levantar, regis&amp;shy;tando nos impressos próprios o desenrolar da competição.&lt;br /&gt;TOTAL OLÍMPICO. Somatório do melhor en&amp;shy;saio de ARRANQUE com o melhor ensaio de ARREMESSO; é este total que indica o vencedor da competição.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i25.tinypic.com/2eplso5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;TESOURA. Técnica de recepção da BARRA no ARRANQUE e no primeiro tempo do ARREMES&amp;shy;SO. Consiste no abaixamento do corpo do atleta à custa do deslocamento, no plano frontal, dos membros inferiores do atleta; uma perna deslo&amp;shy;ca-se à retaguarda, esticando-se; outra avança, flexionando-se.&lt;br /&gt;VÁLIDO. Movimento considerado correcto pe&amp;shy;los ÁRBITROS.&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-c8.slide.com/widgets/slideticker.swf" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3314649325773039304&amp;amp;site=widget-c8.slide.com" wmode="transparent" salign="l" scale="noscale" quality="high"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-3188194450447820963?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/3188194450447820963/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=3188194450447820963&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/3188194450447820963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/3188194450447820963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/08/halterofilismo.html' title='Halterofilismo'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i29.tinypic.com/30tlwtu_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-5882543186944095592</id><published>2009-08-30T10:03:00.000-07:00</published><updated>2009-08-30T10:12:14.352-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Futsal'/><title type='text'>Futsal</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.fifa.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fédération Internationale de Football Association&lt;br /&gt;Fundada em 1904; 204 Filiados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i25.tinypic.com/2illm4z.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;DESCRIÇÃO&lt;br /&gt;O futebol de salão é praticado em recintos com as medidas dos de basquetebol (cerca de 25x15 metros) e com bolas pesadas, que saltam pouco. As balizas têm três metros de largura e dois de altura. As paredes do recinto não podem ser usadas para os jogadores, cinco de lado, fazerem tabelas com a bola. Este desporto, devido às limitações impostas pelas suas regras, propicia o desenvolvimento da habilidade dos praticantes.&lt;br /&gt;O futebol de salão nasceu em 1932 no Uruguai e a partir daí estendeu-se para o centro e o sul do continente americano, tendo sido no Brasil, já nos anos 40, que conheceu a maior implantação. Foram, portanto, os brasileiros que acabaram por levar o futebol de salão a todo o mundo. No Brasil, jovens atletas, sem campos de futebol onde jogar, começaram a recorrer a pavilhões de basquetebol e hóquei em patins, aproveitando as balizas deste último. As bolas mais usadas eram as do andebol. Chegou a haver equipas com sete elementos, mas aos poucos foi sendo adoptado o número máximo de cinco membros por formação.Em 1971 foi fundada no Brasil, com a colaboração do presidente da FIFA, João Havelange, a Federação Internacional de Futebol de Salão (FIFUSA), que tem sede em São Paulo. A expansão do futebol de salão prosseguiu em finais da década de 70 com o alargamento à Oceânia, Ásia e Europa, onde chegou através da Espanha.&lt;br /&gt;Portugal só em 1985 ficou a conhecer, em termos de provas oficiais, esta modalidade, com a realização em Lisboa do I Grande Torneio Eusébio, onde participaram dezenas de equipas. Entre os participantes encontrava-se o próprio Eusébio. O êxito desta primeira edição de um torneio em Portugal, associada à presença da selecção portuguesa no II Campeonato do Mundo, levou a um grande crescimento da modalidade, ajudada pela espectacularidade do jogo. As várias associações entretanto criadas uniram-se para fundar, em 1988, a Federação Portuguesa de Futebol de Salão (FPFS), que, por sua vez, e nesse mesmo ano, ajudou a lançar em Madrid a União Europeia de Futebol de Salão. A FPFS, para além de filiada na união europeia, é também associada da federação internacional desde 1988.&lt;br /&gt;O Brasil é a maior potência do futebol de salão mundial e desta modalidade, praticada por profissionais, saíram muitos craques do futebol de campo, como Pele, Zico ou Ronaldo. No entanto, as dificuldades financeiras do Brasil levaram a que este país se dedicasse cada vez mais ao futsal, de origem espanhola e jogado com bolas maiores e mais saltadoras. O futsal é o jogo de pavilhão oficial da FIFA e acabou por levar à quase extinção do futebol de salão, que no Brasil é agora praticado apenas por amadores.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-fd.slide.com/widgets/slideticker.swf" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3458764513848856061&amp;amp;site=widget-fd.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-5882543186944095592?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/5882543186944095592/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=5882543186944095592&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/5882543186944095592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/5882543186944095592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/08/futsal.html' title='Futsal'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i25.tinypic.com/2illm4z_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-8152974537306268314</id><published>2009-08-29T12:35:00.000-07:00</published><updated>2009-08-29T13:58:43.864-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Futebol'/><title type='text'>Futebol</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.fifa.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fédération Internationale de Football Association&lt;br /&gt;Fundada em 1904; 204 Filiados&lt;br /&gt;Desporto Olimpico desde 1900&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i28.tinypic.com/5ltea1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i26.tinypic.com/68u7wn.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i32.tinypic.com/14t8xhc.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem ser encontrados vestígios de jogos de bola impulsionada com o pé em praticamente todas as civilizações antigas. Na China, em 2500 A.C, se praticava um jogo rude e violento, no qual dois grupos disputavam a posse de uma espécie de balão de couro usando as mãos e os pés. No Japão, um jogo semelhante, chamado Kemari, era disputado e interrompido muitas vezes para que os jogadores, na melhor tradição japonesa, pedissem desculpas por lances mais violentos.&lt;br /&gt;Foi na Inglaterra, entretanto, que o futebol foi organizado, sistematizado e popularizado a partir de um jogo chamado choule. Este jogo chegou a ser tão popular durante o século VI que foi proibido pelos reis porque era considerado responsável por certo relaxamento da disciplina militar. Na metade do século XIX, o jogo foi aperfeiçoado nas escolas.&lt;br /&gt;A primeira grande questão foi as regras para determinar se era um desporto para ser praticado com as mãos ou com os pés. O caminho natural, diante da falta de acordo entre as duas correntes, foi o surgimento de dois desportos diferentes: o futebol e o rugby. Os alunos de Cambridge optaram pelo jogo com os pés e elaboraram as primeiras regras. Nesses primeiros tempos, surgiram a cobrança lateral e as punições por faltas.&lt;br /&gt;Em 1857, foi fundado o Sheffield Club, primeiro clube de futebol que adoptou as regras de Cambridge e Eton. Outros clubes foram fundados e, no dia 26 de outubro de 1863, na taverna Freemason's de Londres, foi criada a The Football Association, por doze clubes. A primeira competição oficial, a Copa da Inglaterra, começou a ser disputada em 1871 e perdura até os dias de hoje, paralelamente à Copa da Liga e ao Campeonato Inglês.&lt;br /&gt;Depois de organizado, o futebol cresceu vertiginosamente, se espalhando pelo continente europeu e o resto do mundo. Antes do final do século XIX, já se disputavam campeonatos organizados por associações nacionais na Dinamarca, Bélgica, Escócia, País de Gales, Irlanda, Malta, Holanda, Suíça, Argentina e Chile.&lt;br /&gt;Em Paris-1900, o futebol fez sua estreia em Olimpíadas, ainda que disputado como desporto de exibição. A Inglaterra, confirmando o favoritismo, ficou com a medalha de ouro. Em Saint Louis-1904, o título ficou com Canadá, num torneio novamente disputado como exibição. No mesmo ano foi fundada a FIFA, em Paris. Em Londres-1908, o futebol fez finalmente sua estreia oficial nos Jogos Olímpicos. Os donos da casa impuseram sua força e ficaram com a medalha de ouro ao derrotar a Dinamarca na final.&lt;br /&gt;A falta de unificação de critérios sobre amadorismo e profissionalismo impediu a disputa de um campeonato mundial até 1930. Assim, em Paris-1924 e Amsterdã-1928, quando os campeonatos já eram bastante sérios, os torneios tiveram a importância de um Mundial. A América do Sul, com o Uruguai, conquistou seus dois únicos títulos. Devido às conquistas e à cor azul-celeste do uniforme, o time ficou conhecido como "Celeste Olímpica".&lt;br /&gt;Ausente de Los Angeles-1932, o futebol voltou a ser disputado em Berlim-1936. Desde então, apesar do profissionalismo do desporto, os torneios de futebol ficaram marcados pela participação de atletas amadores. Assim, os países do Leste Europeu acabaram se sobressaindo, conquistando o ouro de Helsinque-1942 até Moscou-1980. Como as esquadras socialistas não se declaravam profissionais, levavam selecções mais fortes.&lt;br /&gt;A regra do amadorismo foi mudada em Los Angeles-1984, quando passou a ser permitida inscrição de profissionais sem passagem por Copas do Mundo. Em Barcelona-1992, a FIFA pediu ao COI para que só deixasse participar atletas com menos de 23 anos, temendo que o torneio ganhasse o mesmo peso da Copa do Mundo, principal competição do desporto. Em Atlanta-1996, o futebol feminino fez sua estreia nas Olimpíadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futebol tem 17 regras básicas que sofreram poucas alterações ao longo de seus mais de cem anos de história. Essas regras são universais, podendo ser modificadas apenas pela International Board, órgão da FIFA que regula as leis básicas do desporto.&lt;br /&gt;As determinações da FIFA servem para definir tamanho e peso da bola, delimitações do campo, tempo de jogo, número de jogadores em campo e no banco de reservas, como os árbitros devem agir nas punições às infracções, funcionamento da lei do impedimento e todo e qualquer lance ocorrido no campo de jogo, como laterais e escanteios.&lt;br /&gt;Nas Olimpíadas, no entanto, existem algumas outras regras peculiares e que dizem respeito apenas ao torneio olímpico. Em determinado momento da história eram permitidos apenas atletas amadores. A partir de Los Angeles-1984 passaram a ser admitidos os profissionais, desde que nunca tivessem participado de uma Copa do Mundo.&lt;br /&gt;Actualmente, são permitidos apenas três jogadores, por selecção, com idade acima de 23 anos. A ideia é não deixar que as selecções disputem seus jogos com os times principais, o que faria o torneio olímpico de futebol rivalizar com a Copa do Mundo.&lt;br /&gt;A prorrogação com morte súbita não vai ser usada nos Jogos de Atenas. Nas partidas eliminatórias, se acontecer um empate durante o tempo normal, os times vão para a prorrogação. Persistindo o empate após os 30 minutos do tempo regulamentar, a decisão acontecerá na cobrança de pénaltis.&lt;br /&gt;As regras de disputa são bem simples. No futebol masculino são 16 times - a Grécia, país anfitrião, e mais 15 times que se classificaram nos Pré-Olímpicos de seus continentes - divididos em quatro grupos. Os dois melhores de cada grupo se classificam para as quartos-de-final, quando os jogos começam a ser eliminatórios.&lt;br /&gt;Até o final de maio, estavam classificados para os Jogos de Atenas-2004, além da Grécia, Argentina e Paraguai (Conmebol); Costa Rica e México (Concacaf); Gana, Mali, Marrocos e Tunísia (CAF), Iraque, Japão e Coreia do Sul (AFC), Itália, Sérvia e Montenegro e Portugal (Uefa) e Austrália (OFC).&lt;br /&gt;No torneio feminino participam dez países (a anfitriã Grécia, os melhores do último mundial em 2003 e os classificados por cada continente). As selecções são divididas em três grupos (dois com três países e um com quatro). Os dois melhores times de cada grupo passam directo para as semifinais e os dois melhores terceiros colocados no geral passam para os quartos-de-final. A partir dessa fase os jogos são eliminatórios, até a final.&lt;br /&gt;Alemanha e Suécia (Uefa), Brasil (Conmebol), Estados Unidos e México (Concacaf), Nigéria (CAF), China e Japão (AFC) e Austrália (OFC) são os países classificados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AVANÇADO. Jogador colocado em posição mais adiantada no meio-campo da equipa ad&amp;shy;versária.&lt;br /&gt;ÁRBITRO. Aquele que fiscaliza e faz cumprir as leis do jogo, intervindo sempre que as mes&amp;shy;mas sejam violadas.&lt;br /&gt;ÁREA DE BALIZA. Espaço delimitado por duas linhas perpendiculares à linha de baliza e por esta. Em cada topo do campo devem ser traçadas duas linhas perpendiculares à linha de baliza, a 5,50 m de cada poste, prolongando-se dentro do campo numa extensão idêntica (5,50 m) e unidas por uma linha paralela à li&amp;shy;nha de baliza. Zona de protecção do guarda-re-des, que só pode ser carregado dentro dela quando esteja na posse da bola e tenha parte de um ou de ambos os pés em contacto com o solo ou faça obstrução a um adversário. Pequena área. Área de golo.&lt;br /&gt;ÁREA DE CANTO. Espaço delimitado por um quarto de círculo, com um raio de 1 m, traçado a partir de cada bandeira de canto, no interior do campo.&lt;br /&gt;ÁREA DE GRANDE PENALIDADE. Espaço delimitado por duas linhas perpendiculares à li&amp;shy;nha de baliza, a 16,50 m de cada poste, pro&amp;shy;longando-se dentro do campo numa extensão idêntica e unidas por uma linha paralela à ante&amp;shy;rior.&lt;br /&gt;ASSOCIAÇÃO. Organismo que superintende na organização de provas a nível distrital. ATACANTE. Jogador que actua em posição avançada. Aquele que ataca, independente&amp;shy;mente da posição que ocupa na sua equipa.&lt;br /&gt;BALIZA. Conjunto constituído por dois postes verticais, equidistantes das bandeiras de canto, espaçados de 7,32 m (medida interior) e unidos por uma barra horizontal, cuja face inferior deve estar a 2,44 m do solo; os postes e a barra deverão ter a mesma espessura, a qual não po&amp;shy;derá exceder os 12 cm; são aplicadas redes aos postes, à barra e ao solo, por detrás das balizas, as quais devem ficar suspensas de forma con&amp;shy;veniente e colocadas de maneira a não prejudi&amp;shy;car a acção do guarda-redes; os postes e a barra podem ser feitos de madeira, metal, fibra de vidro ou outros materiais que venham a ser aprovados pelo International Board e podem ter a forma quadrada, rectangular, redonda, semi--redonda ou elíptica.&lt;br /&gt;BANCADA. Conjunto de lugares dispostos em filas paralelas às linhas laterais dos rectângulos de jogo.&lt;br /&gt;BANDEIRA. Pequena bandeira arvorada numa haste não pontiaguda, cuja altura não pode ser inferior a 1,50 m; em cada campo são coloca&amp;shy;das seis bandeiras: uma em cada um dos vérti&amp;shy;ces dos quatro ângulos do rectângulo de jogo (bandeira de canto) e uma em cada extremo da Unha de meio-campo (bandeira de meio-campo).&lt;br /&gt;BANDEIROLA. V. BANDEIRA.&lt;br /&gt;BARRA. V. BALIZA.&lt;br /&gt;BOLA. Corpo esférico com invólucro de cabe&amp;shy;dal ou de outros materiais aprovados, cuja cir&amp;shy;cunferência não deverá exceder 71 cm nem ser inferior a 60; no começo do jogo não deverá pesar mais de 453 g nem menos de 396; a pres&amp;shy;são deverá ser igual a uma atmosfera, isto é, a 1 kg/cm2 ao nível do mar; não pode ser trocada durante o jogo, a não ser com autorização do árbitro; ~ em jogo, situação em que a bola gira dentro do rectângulo com autorização do árbitro; volta completa dada pela bola sobre o seu perímetro, depois de pontapeada; ~ fora, situa&amp;shy;ção em que a bola transpõe totalmente qualquer das linhas delimitadoras do campo. BOTA. Peça fundamental do equipamento do jogador; segundo a lei IV do International Board, deverá satisfazer as seguintes condi&amp;shy;ções: as TRAVESSAS serão de cabedal ou de borracha, tendo pelo menos 12,7 mm de largu&amp;shy;ra, devendo acompanhar toda a largura da sola, com as extremidades arredondadas; os PITÕES, montados independentemente sobre a sola e substituíveis, serão de cabedal, borracha, alu&amp;shy;mínio, plástico ou material similar; serão sóli&amp;shy;dos e, à excepção da parte que forma a base, a qual não deve exceder a sola mais que 6,4 mm, deverão ser redondos e planos, não podendo ter menos de 12,7 mm de diâmetro.&lt;br /&gt;CABECEIRA. 1. Cada uma das linhas que de&amp;shy;limitam o rectângulo, no sentido da largura, e que terão 90 m como dimensão máxima e 45 como mínima. 2. Conjuntos de lugares dispos&amp;shy;tos em filas paralelas a essas linhas.&lt;br /&gt;CAMPEÃO. Clube que ganha um campeonato; jogador que faz parte da equipa campeã. CAMPEONATO. Competição disputada em sistema de poule a duas voltas; em gíria despor&amp;shy;tiva diz-se da competição «em que todos jogam com todos».&lt;br /&gt;CAMPO. Superfície rectangular, em terreno relvado ou pelado (terra batida), com o com&amp;shy;primento máximo de 120 m e mínimo de 90 e a largura máxima de 90 m e mínima de 45; para os jogos internacionais, o comprimento má&amp;shy;ximo deve ser de 110 m e o mínimo de 100 e a largura máxima de 75 m e a mínima de 64; em todos os casos, o comprimento será superior à largura; o campo de jogos deve ser marcado com linhas visíveis não superiores a 12 cm de largura e nunca com socalcos em V; as linhas de limite mais compridas denominam-se «linhas laterais», e as mais curtas, «linhas de baliza»; em cada canto do campo deve ser colocada uma bandeira arvorada numa haste não pontia&amp;shy;guda, com uma altura mínima de 1,50 m; uma bandeira semelhante poderá ser colocada de cada lado do campo, frente à linha de meio--campo, à distância de pelo menos 1 m da linha lateral; a toda a largura do terreno deve ser tra&amp;shy;çada uma linha de meio-campo; o centro do campo será assinalado com uma marca visível, em torno da qual se traça um círculo com o raio de 9,15 m (grande círculo, ou círculo central).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i27.tinypic.com/poqk3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CARREGAR. Situação em que um jogador uti&amp;shy;liza as ancas, pernas, pés, ombros ou tronco para impedir a progressão de um adversário.&lt;br /&gt;CARTÃO AMARELO. Rectângulo de papelão ou plástico, de cor amarela, que será mostrado pelo árbitro a um jogador que cometa uma das seguintes infracções: agarrar um adversário que conduz um ataque perigoso; entrar ou reentrar no campo sem autorização; infringir com per&amp;shy;sistência as leis do jogo; incorrer em compor&amp;shy;tamento incorrecto; jogar a bola com as mãos, cortando um ataque perigoso, ou mostrar desa&amp;shy;cordo, por gestos ou palavras, com as decisões do árbitro. A apresentação de dois cartões ama&amp;shy;relos implica a expulsão do jogador.&lt;br /&gt;CARTÃO VERMELHO. Rectângulo de pape&amp;shy;lão ou plástico, de cor vermelha, que será mos&amp;shy;trado pelo árbitro a um jogador que cometa uma das seguintes infracções: agredir ou tentar agredir; dar ou tentar dar pontapés num adver&amp;shy;sário ou colega; usar de conduta violenta; per&amp;shy;sistir em comportamento incorrecto ou usar lin&amp;shy;guagem injuriosa. A apresentação de um cartão vermelho motiva a expulsão do prevaricador.&lt;br /&gt;CASTIGO. Sanção aplicada a um jogador que infringe as leis do jogo; a sanção poderá&lt;br /&gt;resumir-se apenas à marcação de um livre (di&amp;shy;recto ou indirecto) contra a equipa que o joga&amp;shy;dor representa; se a falta cometida for grave, poderá o jogador prevaricante ser castigado com cartão amarelo ou cartão vermelho.&lt;br /&gt;CENTRO. 1. Marca visível assinalada no cen&amp;shy;tro da linha de meio-campo, em torno da qual está traçado um círculo com o raio de 9,15 m. 2. Jogada em que a bola é centrada, isto é, en&amp;shy;viada para a zona frontal à baliza por um joga&amp;shy;dor da equipa que ataca em lance desenvolvido nas faixas laterais do rectângulo situadas perto da linha de cabeceira.&lt;br /&gt;CÍRCULO CENTRAL. Área em forma de cír&amp;shy;culo existente a meio do campo, com um raio de 9,15 m, que rodeia o centro; o círculo cen&amp;shy;tral, ou de meio-campo, assinala a distância a que devem colocar-se os jogadores adversários aquando da entrada da bola em jogo e da repo&amp;shy;sição da mesma no início da segunda parte ou após a marcação de um golo; círculo de meio--campo.&lt;br /&gt;CRUZAMENTO. Viragem do jogo de um para o outro extremo do campo.&lt;br /&gt;DEFESA. Jogador que defende; o que tem por missão impedir que a bola seja jogada na direc&amp;shy;ção da sua baliza.&lt;br /&gt;DISTANCIA REGULAMENTAR. Distância a que um jogador se deve colocar quando a sua equipa é castigada com um livre (9,15 m, a partir do local onde a bola é colocada).&lt;br /&gt;DURAÇÃO. Tempo do jogo, que é de 90 mi&amp;shy;nutos divididos em duas partes de 45 cada uma, separadas por um intervalo de 5 minutos no mínimo (categoria de seniores). Nas restantes categorias, a duração do jogo é a seguinte: ju&amp;shy;niores (80 minutos); juvenis (70 minutos) e ini&amp;shy;ciados (60 minutos).&lt;br /&gt;EMPATE. Igualdade; situação final de um jogo em que nenhum golo foi marcado (nulo) ou em que as equipas obtiveram o mesmo número de golos.&lt;br /&gt;EQUIPA. Conjunto de jogadores de um clube que participa numa partida. A partida será jo&amp;shy;gada por duas equipas, compreendendo cada uma o máximo de onze jogadores, um dos quais será o guarda-redes. Cada equipa poderá apresentar até cinco suplentes, mas apenas dois podem ser utilizados (em substituição de com&amp;shy;panheiros que tenham sofrido lesões ou por de&amp;shy;terminação do treinador). Um jogador expulso não pode ser substituído. O jogador que for substituído não pode voltar a tomar parte no jogo. Segundo determinação do International Board, não deve ser considerado regular o en&amp;shy;contro em que uma das equipas tiver menos de sete jogadores.&lt;br /&gt;EQUIPAMENTO. Conjunto composto por camisola ou camisa, calção curto, meias e cal&amp;shy;çado (botas). Quando os equipamentos das duas equipas forem iguais ou susceptíveis de provocar engano, deve o árbitro ordenar ao clube visitado a troca das suas camisolas por outras de cor diferente. A cor da camisola do guarda-redes deve ser diferente da dos seus companheiros, e bem assim de toda a equipa adversária e da de arbitragem. A numeração é obrigatória nas costas das camisolas e faculta&amp;shy;tiva nos calções. O guarda-redes efectivo de&amp;shy;verá utilizar o n.° 1 e o suplente o n.° 12. Os outros suplentes poderão utilizar números a par&amp;shy;tir de 13, indiscriminadamente.&lt;br /&gt;ESFÉRICO. V. BOLA&lt;br /&gt;ESTÁDIO. Lugar destinado a manifestações desportivas.&lt;br /&gt;EXPULSÃO. Sanção aplicada pelo árbitro a um jogador. A expulsão obriga a abandono de&amp;shy;finitivo do campo. O jogador expulso não pode ser substituído.&lt;br /&gt;EXTREMO. Jogador que actua num dos ex&amp;shy;tremos (direito ou esquerdo) da linha avançada.&lt;br /&gt;FALTA. Infracção cometida intencionalmente por um jogador.&lt;br /&gt;FEDERAÇÃO. Entidade que superintende no futebol a nível nacional ou mundial.&lt;br /&gt;FIFA. Fédération Internationale de Football As-sociation; entidade máxima do futebol a nível mundial.&lt;br /&gt;FISCAL DE LINHA. Componente da equipa de arbitragem; elemento cujos deveres, sujeitos à decisão do árbitro, consistem em indicar quando a bola ou qualquer jogador estão fora de jogo e se o pontapé a executar é de canto ou de baliza ou um lançamento de linha lateral. Deve ajudar também o árbitro a dirigir a partida de harmonia com as íeis do jogo. O fiscal de linha deve estar munido de uma bandeira, for&amp;shy;necida pelo clube em cujo campo se efectua o jogo. Em cada jogo actuam sempre dois fiscais de linha.&lt;br /&gt;FORA DE JOGO. Infracção cometida quando um jogador se encontra mais perto da linha de baliza do adversário do que a bola no momento em que esta é jogada, excepto se estiver no seu próprio meio-campo, se tiver dois adversários mais perto do que ele da referida linha de bali&amp;shy;za, se receber a bola directamente de um pon&amp;shy;tapé de baliza, de um pontapé de canto, de um lançamento de linha lateral ou de uma bola ao solo feita pelo árbitro. A posição de fora de jogo não deve ser considerada no momento em que o jogador recebe a bola, mas precisamente no momento em que ela lhe é passada por outro jogador da sua equipa.&lt;br /&gt;GOLO. Transposição completa da bola para além da linha de baliza, entre os postes e por baixo da barra, sem ter sido lançada, transpor&amp;shy;tada ou impelida com a mão ou com o braço de um jogador da equipa atacante, excepto no caso do guarda-redes, quando se encontre dentro da sua área de grande penalidade.&lt;br /&gt;GRANDE ÁREA. O mesmo que ÁREA DE GRANDE PENALIDADE.&lt;br /&gt;GRANDE CÍRCULO. O mesmo que CÍRCULO CENTRAL.&lt;br /&gt;GRANDE PENALIDADE. Sanção aplicada a um jogador da equipa que defende por infrac&amp;shy;ção cometida dentro da sua grande área. São nove as faltas que podem originar a grande pe&amp;shy;nalidade: á) dar ou tentar dar pontapés num ad&amp;shy;versário; b) passar rasteira a um adversário, ou seja fazê-lo cair ou tentar fazê-lo cair, valen&amp;shy;do-se das pernas ou abaixando-se à frente ou atrás dele; c) saltar sobre um adversário; d) car&amp;shy;regar um adversário de forma violenta ou peri&amp;shy;gosa; e) carregar um adversário pelas costas, a não ser que esteja a fazer-lhe obstrução; f) agredir ou tentar agredir um adversário; g) agarrar ou obstruir a passagem a um adversário com a mão ou com qualquer parte do braço; h) empurrar o adversário com a mão ou com qual&amp;shy;quer parte do braço; i) jogar a bola com as mãos, isto é, transportar, bater ou impelir a bola com a mão ou com o braço — esta dispo&amp;shy;sição não se aplica ao guarda-redes dentro da sua área de grande penalidade.&lt;br /&gt;Esta sanção consiste num pontapé livre di&amp;shy;recto executado da marca de grande penali&amp;shy;dade.&lt;br /&gt;GUARDA-REDES. Jogador que defende a ba&amp;shy;liza de modo a impedir que a bola transponha a respectiva linha. O guarda-redes é o único jo&amp;shy;gador que pode utilizar as mãos e os braços dentro da sua grande área. Fora dela terá de actuar como qualquer outro jogador, incorrendo em falta se utilizar mãos ou braços.&lt;br /&gt;IGUALDADE. O mesmo que EMPATE.&lt;br /&gt;IMPEDIMENTO. O mesmo que FORA DE JOGO.&lt;br /&gt;INFRACÇÃO. O mesmo que FALTA.&lt;br /&gt;INTERNATIONAL BOARD. International Football Association Board (IFAB); autoridade suprema em matéria das leis do jogo.&lt;br /&gt;INTERVALO. Período de descanso regulamen&amp;shy;tar de 5 minutos entre cada uma das duas partes de 45 minutos que o jogo comporta. Só com autorização do árbitro o intervalo poderá ultra&amp;shy;passar aquele tempo.&lt;br /&gt;JUIZ DE CAMPO. O mesmo que ÁRBITRO.&lt;br /&gt;JUIZ DE LINHA. O mesmo que FISCAL DE LINHA.&lt;br /&gt;LANÇAMENTO LATERAL. Acto de reposi&amp;shy;ção da bola em jogo sempre que a mesma transponha completamente as linhas laterais.&lt;br /&gt;LEIS. Conjunto de normas que regem o fute&amp;shy;bol. São dezassete as leis do jogo. Foi em 1938 que as leis do jogo foram revistas e publicadas sob a sua forma actual. Desde então, o Interna&amp;shy;tional Board reúne-se anualmente, como auto&amp;shy;ridade suprema na matéria, decidindo das mo&amp;shy;dificações a introduzir.&lt;br /&gt;LIBERO. Jogador que actua atrás da linha de defesa, tendo como missão emendar qualquer falha dos seus companheiros.&lt;br /&gt;LINHA DE BALIZA. Linha que une os dois postes. Deve ser traçada com largura igual à espessura dos postes e da barra, de forma que a linha e os postes coincidam nos seus limites ex&amp;shy;teriores e interiores. Não deverá exceder os 12 cm.&lt;br /&gt;LINHA DE CABECEIRA. O mesmo que CA&amp;shy;BECEIRA.&lt;br /&gt;LINHA DE FUNDO. O mesmo que CABE&amp;shy;CEIRA OU LINHA DE CABECEIRA.&lt;br /&gt;LINHA DE MEIO-CAMPO. Linha paralela às linhas de cabeceira; divide o campo em duas partes iguais.&lt;br /&gt;LINHA LATERAL. V. CAMPO.&lt;br /&gt;LIVRE. Sanção aplicada pelo árbitro a um jo&amp;shy;gador que comete qualquer das infracções pre&amp;shy;vistas pelas leis do jogo.&lt;br /&gt;LIVRE DE CANTO. Pontapé livre directo exe&amp;shy;cutado da área de canto. Ocorre sempre que a bola transponha a linha de fundo tocada por um dos jogadores da equipa que está em posição de defesa.&lt;br /&gt;LIVRE DIRECTO. Castigo aplicado a um jo&amp;shy;gador que infringe as normas constantes das leis do jogo (lei XII). Quando é executado, to&amp;shy;dos os jogadores da equipa que sofre o castigo devem estar colocados à distância de 9,15 m da bola. Na marcação de um livre directo, o joga&amp;shy;dor encarregado de executar o pontapé pode fazê-lo directamente, isto é, enviar a bola direc&amp;shy;tamente para a baliza do adversário, tentando marcar um golo.&lt;br /&gt;LIVRE INDIRECTO. Sanção imposta a um jogador que comete uma das infracções seguin&amp;shy;tes: a) jogar de forma considerada perigosa pelo árbitro, como, p. ex., tentar pontapear a bola quando esta estiver em poder do guarda--redes; b) carregar, mesmo correctamente, não estando a bola à distância de poder ser jogada pelos jogadores interessados e não estando de facto a tentar jogá-la; c) não jogando a bola, fazer obstrução intencional ao adversário, isto é, correr entre este e a bola ou interpor-se de forma a oferecer um obstáculo à acção do ad&amp;shy;versário; d) carregar o guarda-redes, excepto quando este detenha a bola, esteja a fazer obs&amp;shy;trução a um adversário ou esteja fora da sua área de baliza. Sendo guarda-redes, será punido com um livre indirecto quando der mais de qua&amp;shy;tro passos detendo a bola em seu poder, fazendo-a ressaltar ou lançando-a ao ar, tor&amp;shy;nando a apanhá-la sem a soltar para outro qual&amp;shy;quer jogador, ou quando utilizar tácticas que, na opinião do árbitro, constituam maneira de retardar o jogo, com a intenção de perder tempo e de dar à sua equipa uma vantagem des&amp;shy;leal. Na execução do livre indirecto a bola não pode ser enviada directamente para a baliza ad&amp;shy;versária.&lt;br /&gt;MÂO. Infracção que o jogador comete quando utiliza a mão ou o braço para ajeitar a bola ou impedir a sua passagem.&lt;br /&gt;MARCAÇÃO. Conjunto visível de todas as li&amp;shy;nhas que compõem o rectângulo de jogo. O material a ser utilizado para a marcação de um campo depende da qualidade do terreno. Se este for relvado, deverá utilizar-se cal. Se for pelado, será aconselhável o uso de pó de car&amp;shy;vão ou de tijolo.&lt;br /&gt;MARCAÇÃO CERRADA. Vigilância cons&amp;shy;tante e de muito perto de um jogador a um ad&amp;shy;versário.&lt;br /&gt;MARCA DE GRANDE PENALIDADE. Marca visível situada numa linha imaginária perpendicular à linha de baliza, a 11 m do meio desta última.&lt;br /&gt;MÉDIO. Jogador que actua na zona de meio--campo, em apoio dos seus avançados (médio de ataque) ou dos defesas.&lt;br /&gt;MEIA-LUA DA GRANDE ÁREA. Arco de círculo, com 9,15 m de raio, na parte exterior da grande área, tendo como centro a marca de grande penalidade.&lt;br /&gt;MEIO TEMPO. Cada uma das partes em que o jogo se divide (45 minutos).&lt;br /&gt;NULO. Resultado de um jogo em que não há golos.&lt;br /&gt;OBSTRUÇÃO. Infracção cometida por um jo&amp;shy;gador quando se interpõe entre a bola e um ad&amp;shy;versário, impedindo-o de a jogar.&lt;br /&gt;OFFSIDE. O mesmo que FORA DE JOGO.&lt;br /&gt;PARTIDA. Jogo; desafio; encontro; embate.&lt;br /&gt;PEÃO. Local situado atrás das balizas, desti&amp;shy;nado ao público.&lt;br /&gt;PELADO. Campo de terra batida.&lt;br /&gt;PENALIDADE. O mesmo que FALTA.&lt;br /&gt;PENALIDADE MÁXIMA. O mesmo que GRANDE PENALIDADE.&lt;br /&gt;PENALTY. O mesmo que PENALIDADE MÁ&amp;shy;XIMA OU GRANDE PENALIDADE.&lt;br /&gt;PEQUENA ÁREA. O mesmo que ÁREA DE BALIZA.&lt;br /&gt;PERÍODO COMPLEMENTAR. Segunda par te; segundo meio tempo; período de 45 minutos imediatamente a seguir ao intervalo; ~r regula&amp;shy;mentar, tempo de duração de um jogo; ~ su&amp;shy;plementar, prolongamento de tempo para além do regulamentar; tempo concedido quando um jogo de uma competição a eliminar atinge os 90 minutos com as duas equipas empatadas em go&amp;shy;los. Por lei, o período suplementar é de 30 mi&amp;shy;nutos, dividido em duas partes de 15 minutos cada uma, sem intervalo.&lt;br /&gt;PITAO. Aplicação em forma de cone ajustada à sola das botas.&lt;br /&gt;PONTA-DE-LANÇA. Avançado que actua no meio da defesa adversária; finalizador das jo&amp;shy;gadas de ataque de uma equipa.&lt;br /&gt;PONTAPÉ DE BALIZA. Reposição da bola em jogo após saída da mesma pela linha de fundo impelida por um dos jogadores da equipa que ataca. O pontapé de baliza é efectuado com a bola colocada sobre um dos dois vértices da área de baliza.&lt;br /&gt;PONTAPÉ DE CANTO. O mesmo que LIVRE DE CANTO.&lt;br /&gt;PONTAPÉ DE GRANDE PENALIDADE. O mesmo (jue GRANDE PENALIDADE, PENALI&amp;shy;DADE MÁXIMA ou PENALTY.&lt;br /&gt;PONTAPÉ DE SAÍDA. Pontapé executado, ao sinal do árbitro, na direcção do campo ad&amp;shy;versário, com a bola parada e colocada sobre a marca de meio-campo. A bola só será conside&amp;shy;rada em jogo quando tiver percorrido distância igual à sua circunferência. O jogador que exe&amp;shy;cuta o pontapé de saída não poderá voltar a to&amp;shy;car na bola antes que qualquer outro jogador a tenha jogado ou tocado.&lt;br /&gt;POSTE. V. BALIZA.&lt;br /&gt;POULE. Conjunto de jogos de uma competição em que cada equipa defronta as restantes. PROLONGAMENTO. O mesmo que PE&amp;shy;RÍODO suplementar.&lt;br /&gt;PROTESTO. Impugnação do resultado de um jogo.&lt;br /&gt;RECTÂNGULO DE JOGO. O mesmo que CAMPO.&lt;br /&gt;REDE. Aplicação em forma de rede presa aos postes, à barra e ao solo, por detrás das balizas. As redes devem estar suspensas de forma con&amp;shy;veniente e colocadas de maneira a não prejudi&amp;shy;car a acção do guarda-redes. As redes, de cânhamo, juta e nylon, são autorizadas desde que os fios de nylon não sejam mais finos do que os de cânhamo ou de juta.&lt;br /&gt;RELVADO. Campo coberto de relva.&lt;br /&gt;REPOSIÇÃO. Colocação da bola em jogo após qualquer paragem imposta pelo árbitro ou após saída da mesma por uma das quatro linhas delimitadoras do rectângulo.&lt;br /&gt;SUPLENTE. Jogador que substitui outro por determinação do treinador ou por lesão de um companheiro de equipa.&lt;br /&gt;TÁCTICA. Sistema de jogo utilizado por uma equipa.&lt;br /&gt;TÉCNICA. Modo ou processo de dominar a bola, passá-la ou colocá-la da melhor forma para a continuação de uma jogada.&lt;br /&gt;TEMPO REGULAMENTAR. O mesmo que PERÍODO regulamentar; ~ suplementar, o mesmo que PERÍODO suplementar.&lt;br /&gt;TERRENO. O mesmo que CAMPO.&lt;br /&gt;TÍTULO. Galardão atribuído a uma equipa que ganha um campeonato.&lt;br /&gt;TRANSFERÊNCIA. Mudança de um jogador de uma equipa para outra.&lt;br /&gt;TRAVE. V. BALIZA&lt;br /&gt;TRAVESSA. Aplicação de cabedal ou borracha, com 12,7 mm de largura, que acompanha transversalmente a bota e que terá obrigatoria&amp;shy;mente as extremidades arredondadas. TREINADOR. Aquele que treina e orienta uma equipa.&lt;br /&gt;TRIO DE ARBITRAGEM. Conjunto que di&amp;shy;rige a partida formado pelo árbitro e pelos dois fiscais de linha.&lt;br /&gt;UEFA. Union Européenne de Football Associa-tion, União Europeia de Futebol. Organismo que superintende no futebol europeu.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-6c.slide.com/widgets/slideticker.swf" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3314649325772957036&amp;amp;site=widget-6c.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-8152974537306268314?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/8152974537306268314/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=8152974537306268314&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/8152974537306268314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/8152974537306268314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/08/federation-internationale-de-football.html' title='Futebol'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i28.tinypic.com/5ltea1_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-2266855852909487965</id><published>2009-07-21T16:37:00.000-07:00</published><updated>2009-07-21T17:11:04.032-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Andebol de Praia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Andebol'/><title type='text'>Andebol</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i26.tinypic.com/nnvf5i.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i27.tinypic.com/6ofjn6.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.ihf.info/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Fédération Internationale de Handball&lt;br /&gt;Fundada em 1946; 147 Filiados&lt;br /&gt;Desporto olímpico desde 1936&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i31.tinypic.com/4scrjd.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a name="_Toc109332015"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc109040335"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc106395097"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71716387"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71716123"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71715788"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71715083"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71714697"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71714486"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71714350"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71714212"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71714075"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71709319"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71702108"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71692983"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71688398"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71624119"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71623956"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71617338"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="_Toc71617226"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Andebol de 7&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i31.tinypic.com/2uf82tj.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bola é sem dúvida um dos instrumentos desportivos mais antigos do mundo e vem cativando o homem há milénios. O jogo de “Urânia” praticado na antiga Grécia, com uma bola do tamanho de uma maçã, usando as mãos, mas sem balizas é citado por Homero na Odisseia. Também os Romanos, segundo Cláudio Galero (130-200 d.C.), conheciam um jogo praticado com as mãos, “Hasparton”. Mesmo durante a Idade Média, eram os jogos com bola, praticados como lazer por rapazes e moças. Na França, Rabelais (1494-1533) citava uma espécie de handebol (“esprés jouaiant à balle, à la paume”). Em meados do século passado (1848), o Prof. dinamarquês Holger Nielsen criou no Instituto de Ortrup, um jogo denominado “Haaddbold” determinando suas regras. Na mesma época dos checos conheciam jogo semelhante denominado “Hazena”. Fala-se também de um jogo similar na Irlanda, e no “Sallon”, do uruguaio Gualberto Valetta, como precursor do handebol. Todavia, o handebol como se joga hoje, foi introduzido na última década do século passado, na Alemanha, como “Raftball”. Quem o levou para o campo, em 1912, foi o alemão Hirschmann, então secretário da Federação Internacional de Futebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O período da primeira Grande Guerra (1915 a 1918) foi decisivo para o desenvolvimento do jogo, quando o Prof. de ginástica Berlinense Max Heiser, criou um jogo ao ar livre para as operárias da Fábrica Siemens, derivado do “Torball” e quando os homens começaram a pratica-lo o campo foi aumentando para as medidas do futebol. Em 1919, o Prof. Alemão Karl Schelenz reformulou o “Torball”, alterando seu nome para “Handball” com as regras publicadas pela Federação Alemã de Ginástica, para o jogo com 11 jogadores. Schelenz levou o jogo como competitivo para a Áustria, Suíça além da Alemanha. Em 1920 o Director da Escola de Educação Física da Alemanha tomou o jogo como desporto oficial. Cinco anos mais tarde, Alemanha e Áustria fizeram o 1º jogo internacional, com vitória dos austríacos por 6 a 3. Na reunião de agosto de 1927 do Comité de Handebol da IAAF adoptaram as regras alemãs como as oficiais, motivando a que na 25ª sessão do Comité Olímpico Internacional, realizado no mesmo ano, fosse pedida a inclusão do handebol no programa olímpico. Como crescia o número de países praticantes, o caminho foi a independência da IAAF, o que aconteceu no dia 4 de agosto de 1928, no Congresso de Amsterdão, quando 11 países escolheram o americano Avery Brudage como membro da Presidência da FIHA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O COI então decidiu em 1934 que o handebol seria incluído nas olimpíadas de Berlim de 1936, o que realmente aconteceu com a participação de 6 dos 26 países então filiados, com a Alemanha vencendo a Áustria no jogo final por 10 a 6, perante 100.000 pessoas no Olympia Stadium de Berlim. Dois anos mais tarde, também na Alemanha, foi disputado o primeiro campeonato mundial, tanto no campo (8 participantes) como no salão (apenas 4 concorrentes). Tão logo terminou a Guerra Mundial, os dirigentes de handebol reuniram-se em Copenhague e fundaram a actual Federação Internacional com sede na Suécia sob a presidência do sueco Costa Bjork. Em 1950 a sede da IHF mudou-se para a Basileia, na Suíça. Mesmo sem a participação dos alemães, criadores do jogo, os campeonatos mundiais foram reiniciados no campo em 1948 (para homens) em 1949 (para mulheres). No salão, já com os alemães, os certames foram reiniciados em 1954. Por razão climática, falta de espaço pela preferência do futebol e pelo reconhecimento de que era mais veloz, o handebol de salão passou a ter a preferência do público e a modalidade se impôs, a ponto de ser suspensa a realização de campeonatos mundiais de campo, desde 1966. Hoje, o handebol leva multidões aos ginásios, principalmente na Europa, onde os grandes astros são bem pagos e reconhecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O handebol vem realizando a cada quatro anos seus campeonatos mundiais e olímpicos, estes desde 1972 no masculino e desde 1976 no feminino. União Soviética, Jugoslávia, Alemanha Oriental e Ocidental, Suécia, Dinamarca, Hungria, Roménia e Espanha são destaques na Europa. Nos outros continentes a Coreia, Japão (Ásia). Argélia e Tunísia (África) e Cuba, Estados Unidos, Brasil (América) têm obtidos melhores resultados em ambos os sexos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem sempre é fácil determinar com precisão as origens dos vários desportos que hoje em dia nos atraem, quer como praticantes, quer como simples espectadores. Está neste caso o ande&amp;shy;bol, considerado um dos mais jovens despor&amp;shy;tos, se bem que tenha as suas origens na mais remota antiguidade.&lt;br /&gt;Assim, já na antiga Grécia se praticava um jogo de bola com a mão, conhecido por jogo da Ucrânia, que Homero descreve na Odisseia e do qual foi descoberto em 1926, em Atenas, um magnífico baixo-relevo que deve datar de 600 a. C. Durante a Idade Média os jogos de bola com a mão continuaram a ser praticados principalmente nas cortes, e foram baptizados pelos trovadores como «os primeiros Jogos de Verão».&lt;br /&gt;Em fins do século passado, em 1890, o pro&amp;shy;fessor de ginástica Konrad Kech criou um jogo com características muito semelhantes às do andebol.&lt;br /&gt;Na Checoslováquia, praticava-se já há muito um jogo popular e parecido com o andebol, o azena, nome pelo qual este desporto ainda hoje é conhecido naquele país.&lt;br /&gt;Também muito antes de ser divulgado o an&amp;shy;debol em Portugal, existia na cidade do Porto um jogo muito semelhante, conhecido por malheiral, nome que lhe adveio do facto de o seu criador ter sido o professor de Educação Física Porfírio Malheiro.&lt;br /&gt;Na Bélgica, no curso normal provincial de educação física da província de Liège, em 1913, o professor Lucien Dehoux apresentou o andebol das três casas, que depressa se expan&amp;shy;diu, chegando, entre 1915 e 1918, a organi&amp;shy;zar-se campeonatos.&lt;br /&gt;Em plena guerra, em 1917, apareceu na Alemanha um novo jogo de equipa, o andebol, imaginado pelo professor de Ginástica Femi&amp;shy;nina Wasc Heiser, que o jogava com as suas alunas nas áleas de uma das principais avenidas de Berlim. Todavia, qualquer destes jogos não conseguiu impor-se e o andebol, como desporto devidamente codificado, só apareceu após a I Guerra Mundial.&lt;br /&gt;Correntemente, atribui-se a sua criação aos alemães Hirschmann e Cari Schelenz. No en&amp;shy;tanto, o Uruguai reivindica para si a paternidade desse jogo, hoje tão popular em todo o Mundo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i31.tinypic.com/989a29.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Teria sido seu criador o professor de Educa&amp;shy;ção Física António Valeta, criador aliás de mui&amp;shy;tos outros jogos nacionais uruguaios e que pre&amp;shy;tendeu fazer com ele uma réplica do futebol, tendo-lhe dado o nome de balon.&lt;br /&gt;Pretendem os Uruguaios que foram alguns marinheiros alemães pertencentes a vários na&amp;shy;vios, detidos no porto de Montevideu ao inicia&amp;shy;rem-se as hostilidades da I Guerra Mundial e internados em campos de fixação, que, como praticantes entusiastas da educação física, to&amp;shy;maram contacto com o balon e desde logo se entusiasmaram. Mais tarde, ao serem repatria&amp;shy;dos, teriam difundido aquele jogo e teria sido o Dr. Cari Schelenz o autor da compilação das suas regras, o que deu origem à suposição de haverem sido os Alemães os criadores do ande&amp;shy;bol.&lt;br /&gt;O grande incremento do andebol a nível mundial deve-se ao aparecimento da variante do andebol de sete, em vez do andebol de onze praticado originalmente. Esta variante foi criada nos países nórdicos (Suécia e Dinamar&amp;shy;ca), onde, devido ao rigor dos Invernos, se tor&amp;shy;nava impossível praticar este desporto nos campos ao ar livre, tendo estes que ser substi&amp;shy;tuídos por salas fechadas, o que obrigou à di&amp;shy;minuição do número de jogadores em campo.&lt;br /&gt;Esta modalidade veio a despertar grande in&amp;shy;teresse, tendo-se disputado o I Campeonato do Mundo em 1938, com a vitória da Alemanha. Porém, só a partir de 1954 as competições in&amp;shy;ternacionais de andebol de sete passaram a ser disputadas com regularidade.&lt;br /&gt;Em Portugal, o andebol de onze começou a ser praticado na cidade do Porto, onde foi in&amp;shy;troduzido nos finais de 1929 pelo desportista alemão Armando Tshopp. A primeira apresen&amp;shy;tação oficial de um jogo de andebol teve lugar em 31 de Janeiro de 1931, no Porto, e ainda nesse ano foi formada a Associação de Andebol de Lisboa, seguida, em 1932, pela Associação de Andebol do Porto.&lt;br /&gt;O andebol de sete foi introduzido em Portu&amp;shy;gal em 1949, por outro alemão, Henrique Feist, residente no nosso país. O primeiro torneio ofi&amp;shy;cial da nova modalidade foi organizado por Feist na vila de Cascais no Verão de 1949.&lt;br /&gt;A crescente popularidade do andebol de sete, tanto no nosso país como internacionalmente,&lt;br /&gt;levou à gradual extinção da variedade de onze, que desde há alguns anos deixou completa-mente de se praticar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem três tipos de andebol: o indoor, o outdoor (ou de campo) e o de praia (beach handball). O indoor, única modalidade olímpica, é disputado dentro de recintos fechados e com sete jogadores em cada equipa. No outdoor, praticado em campos ao ar livre, são 11 de cada lado; as equipas de andebol de praia jogam com apenas quatro jogadores, incluindo o guarda-redes.&lt;br /&gt;O andebol olímpico é disputado em recintos de 40 metros de comprimento por 20 metros de largura, com duas balizas de três metros por dois metros. A bola tem de 58 a 60 centímetros de circunferência para os homens, e de 54 a 56 centímetros para mulheres e crianças.&lt;br /&gt;É permitido lançar, bater, empurrar, socar, parar e pegar a bola, não importa de que maneira, com a ajuda das mãos, braços, cabeça, tronco, coxas e joelhos. O único que pode utilizar os pés é o guarda-redes, mas só se estiver na sua área. Os jogadores só podem segurar a bola por três segundos, mesmo que ela esteja no chão, assim como são permitidos apenas três passos com a bola na mão.&lt;br /&gt;A área é exclusiva do guarda-redes: só ele a pode pisar. O atacante que entra na área é castigado com um livre; se for intencionalmente e não tiver a posse da bola, será livre de sete metros. O jogador que invadir a área restritiva, depois de ter lançado a bola, não está sujeito a qualquer punição, desde que não prejudique o adversário (por exemplo, atrapalhando a saída de bola).&lt;br /&gt;Se a bola tocar no guarda-redes quando ele estiver dentro da área - e sair pela linha de fundo, é tiro de meta, e não canto. Só o goleiro pode cobrar o tiro de meta. Quanto às substituições, elas podem ser feitas a qualquer momento, mesmo com a bola em jogo.&lt;br /&gt;O livre de sete metros é ordenado apenas com a execução de uma falta grave sobre o adversário. No momento de sua cobrança, os jogadores de defesa e ataque deverão permanecer atrás da linha de nove metros. O cobrador deverá manter um pé fixo na linha de sete metros, não podendo invadi-la ou mover este pé.&lt;br /&gt;O lance livre é cobrado em mais casos do que o lance de sete metros: entrada ou saída irregular de um jogador; mau comportamento; faltas cometidas pelos jogadores na área de gol; recuo para o goleiro; faltas do goleiro; execução ou conduta irregular nos lances de lateral, escanteio, tiro de meta e sete metros; e atitude anti-desportiva.&lt;br /&gt;Entre as punições, há, além dos cartões amarelo e vermelho, a punição de dois minutos, em que o jogador é obrigado a desfalcar seu time durante este período, sem poder ser substituído. A punição é geralmente aplicada a faltas desnecessárias e substituições incorrectas.&lt;br /&gt;Se um jogador tomar o cartão vermelho (ou desqualificação), ele não pode permanecer no banco de reservas e seu time permanece durante dois minutos com um jogador a menos. Mais extrema que o cartão vermelho é a exclusão, utilizada apenas em casos de agressão física e verbal. O jogador excluído não é substituído até o final do jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ADVERTÊNCIA. Aviso feito a um jogador em caso de acção contrária ao espírito do jogo ou de irregularidades intencionalmente repetidas. A advertência faz-se mostrando ao jogador um cartão amarelo.&lt;br /&gt;ÁRBITRO. O indivíduo encarregado de dirigir o encontro, vigiando o cumprimento das suas leis.&lt;br /&gt;ÁREA DE BALIZA. Espaço compreendido en&amp;shy;tre a linha de baliza e a linha dos 6 m (ou LI&amp;shy;NHA DA ÁREA DE BALIZA).&lt;br /&gt;ÁREA DE LIVRE. Espaço compreendido entre as linhas de 6 m (LINHA DA ÁREA DE BALIZA) e a linha de 9 m (LINHA DE LANÇAMENTO LI&amp;shy;VRE). Nenhum livre marcado contra a equipa que defenda poderá ser executado dentro desta área, excepto o LIVRE DE 7 m, ou penalty.&lt;br /&gt;ARMAR. Pôr o braço e a bola em posição de passar ou rematar.&lt;br /&gt;ATAQUE. Situação táctica em que uma equipa se encontra na posse da bola e tem por isso possibilidade de empreender acções ofensivas.&lt;br /&gt;ATITUDE DE BASE. Forma de estar em jogo, tanto na defesa como no ataque, que permite ao jogador uma intervenção rápida.&lt;br /&gt;BALIZA. Conjunto construído em madeira ou material sintético semelhante, com secção qua&amp;shy;drada de 8 cm. Todas as faces são pintadas com barras de duas cores diferentes da tabela de fundo. Nos dois ângulos superiores, as barreiras medem 28 cm e são da mesma cor; as res&amp;shy;tantes têm 20 cm. A baliza tem uma rede, de modo que a bola nela lançada não possa saltar para o exterior. A baliza é constituída por dois postes e uma barra transversal que os une, de&amp;shy;vendo medir no seu interior 2 m de altura e 3 m de largura e estar fixada ao solo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i29.tinypic.com/2vdsins.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;BARREIRA. A colocação de um ou mais joga&amp;shy;dores da defesa em frente de um lançador nos livres de 9 m.&lt;br /&gt;BLOCO. Acção de parar um remate adversário.&lt;br /&gt;BLOQUEIO. Acção de impedir a trajectória de um defensor, a fim de libertar um companheiro de equipa ou de lhe permitir o REMATE.&lt;br /&gt;BOLA. Objecto de forma redonda, feito de um invólucro de couro ou de matéria plástica, de cor uniforme, contendo eventualmente uma câmara-de-ar de borracha. As bolas devem medir: para seniores e juniores masculinos, 58 a 60 cm de circunferência, pesando 425 a 475 g; para senhoras e juvenis, 54 a 56 cm de circunferência, pesando 325 a 400 g. As bolas tingidas, pintadas ou modificadas de uma outra, depois da fabricação, não são admi&amp;shy;tidas.&lt;br /&gt;CAMPO VISUAL. Espaço determinado pela amplitude da visão periférica do jogador.&lt;br /&gt;CANTO. O mesmo que LANÇAMENTO DE CANTO.&lt;br /&gt;CHAPÉU. Tipo de remate em que o avançado, aproveitando a posição adiantada do guarda-redes, introduz a bola na baliza por cima da ca&amp;shy;beça deste.&lt;br /&gt;CIRCULAÇÃO DA BOLA. Orientação das tra&amp;shy;jectórias da bola durante o ataque. CONCEITO DE JOGO. Interpretação pessoal de táctica por parte de um treinador e que a nível da equipa por ele treinada se reflecte pe&amp;shy;las características, e particularidades dessa mesma eguipa.&lt;br /&gt;CONTRA-ATAQUE. Acção de passar o mais rapidamente possível da defesa ao ataque; apoiado, aquele em que participa mais do que um JOGADOR DE CAMPO, que, aproveitando a sua superioridade numérica em relação à defe&amp;shy;sa, trocando passes entre si, conseguem lançar a bola à baliza adversária; t directo, o que re&amp;shy;sulta de um passe do guarda-redes ao avançado que tenta marcar golo.&lt;br /&gt;CORTINA. Protecção feita em movimento a um companheiro, a fim de o libertar de um ad&amp;shy;versário.&lt;br /&gt;CRONOMETRISTA. Elemento que controla: a) a ocupação regulamentar da zona dos suplen&amp;shy;tes; b) a duração do jogo; c) a entrada e saída dos jogadores no terreno do jogo; d) os tempos de exclusão dos jogadores; e) a entrada em campo dos jogadores. Marca o fim da primeira parte e o fim do jogo.&lt;br /&gt;CRUZAMENTO. Troca de posição entre dois avançados.&lt;br /&gt;DEFESA. Situação táctica em que a equipa luta para conseguir a posse da bola e evita que o adversário marque golo.&lt;br /&gt;DEFESA AGRESSIVA. Processo defensivo caracterizado por elevado número de acções e em que a defesa, além de evitar o golo, procura apossar-se da bola.&lt;br /&gt;DEFESA A ZONA. Sistema defensivo em que cada jogador é responsável por uma superfície do terreno próximo da sua área de baliza.&lt;br /&gt;DEFESA HOMEM A HOMEM. Sistema de&amp;shy;fensivo em que cada jogador é responsável pela marcação de um determinado adversário.&lt;br /&gt;DEFESA INDIVIDUAL. O mesmo que DE&amp;shy;FESA HOMEM A HOMEM. DEFESA MISTA. Sistema defensivo em que alguns jogadores defendem à zona, e outro ou outros, homem a homem.&lt;br /&gt;DEFESA PASSIVA. Processo defensivo ca&amp;shy;racterizado por pequeno número de acções e em que a defesa procura unicamente evitar o golo.&lt;br /&gt;DESARME. Acção de tirar a bola ao adversá&amp;shy;rio.&lt;br /&gt;DESLIZAMENTO. Acção defensiva em que um jogador, para fugir a um bloqueio, dá um passo à retaguarda, tendo por isso possibilidade de continuar a marcar o seu adversário.&lt;br /&gt;DESLOCAÇÃO. Movimento efectuado pelo jogador dentro do terreno de jogo. DESMARCAÇÂO. Acção do atacante para fugir ao seu adversário directo. DESQUALIFICAÇÃO. Penalização que im&amp;shy;plica a saída do jogador, mas em que a equipa poderá continuar a jogar com o mesmo número de elementos no terreno, ficando no entanto com menos um suplente.&lt;br /&gt;DEVOLUÇÃO DA BOLA PARA JOGO. Lançamento executado pelo guarda-redes na sequência de uma defesa. Deste lançamento pode obter-se directamente golo. DRIBLING. Acção de bater a bola contra o solo.&lt;br /&gt;DUPLA DE ARBITRAGEM. Conjunto dos dois árbitros encarregados de dirigir o jogo.&lt;br /&gt;ESTILO DE JOGO. Características da aplica&amp;shy;ção da técnica, da táctica e de ritmo de jogo comuns aos jogadores de uma equipa e mani&amp;shy;festadas durante os encontros. EXCLUSÃO. Penalização que implica a saída temporária (2 minutos) do jogador. A equipa durante esse tempo fica a jogar com menos um elemento.&lt;br /&gt;EXPULSÃO. Saída definitiva do jogador. A sua equipa jogará o resto do tempo com menos um elemento.&lt;br /&gt;FINTA. Movimento ou movimentos efectuados para desviar a atenção do adversário da acção prevista. Consiste num engano materializado numa ameaça realizável, com o objectivo de desencadear no adversário uma resposta que atrasará a sua actuação correcta.&lt;br /&gt;FLUTUAÇÃO. Acção defensiva que consiste na deslocação frontal ou lateral de um jogador, a fim de impedir a concretização dos objectivos do ataque adversário.&lt;br /&gt;GOLO. Obtém-se golo quando a bola ultra&amp;shy;passa completamente a linha de baliza, entre os postes, e desde que nenhuma falta tenha sido praticada pelo lançador ou pelos seus compa&amp;shy;nheiros de equipa.&lt;br /&gt;IHF. Abreviatura de International Hand-Ball Federation (Federação Internacional de Ande&amp;shy;bol), organismo que superintende no andebol a nível mundial e que tem a sua sede em Basileia (Suíça).&lt;br /&gt;INTERCEPÇÃO. Acção de agarrar a bola pas&amp;shy;sada entre dois adversários. INTERVALO. Período de repouso de 10 minu&amp;shy;tos entre cada um dos tempos regulamentares do jogo. Com o acordo de ambas as equipas, os árbitros podem reduzir o tempo de duração do intervalo.&lt;br /&gt;JOGADOR DE CAMPO. Participante do jogo não actuando como guarda-redes.&lt;br /&gt;LANÇAMENTO DE CANTO. Executa-se quando a bola ultrapassa a linha de baliza, por fora desta, tendo tocado em último lugar, antes de sair, num jogador da equipa defensora.&lt;br /&gt;LANÇAMENTO DE GUARDA-REDES. Executa-se sempre que a bola ultrapasse a linha de baliza, fora desta, quando lançada pelos ata&amp;shy;cantes ou pelos guarda-redes da equipa defen&amp;shy;sora, ou quando a bola atinge directamente a baliza adversária a seguir a um lançamento de saída, lançamento lateral ou lançamento de guarda-redes. Deste lançamento não se pode obter directamente golo.&lt;br /&gt;LANÇAMENTO DE SAÍDA. Lançamento que dá início ao jogo e é executado a partir do cen&amp;shy;tro do terreno. Deste lançamento não se pode obter directamente golo. LANÇAMENTO DO ÁRBITRO. O mesmo que bola ao solo. É marcado quando: a) os jo&amp;shy;gadores das duas equipas cometem uma irregu&amp;shy;laridade ao mesmo tempo; b) a bola toca no tecto ou em qualquer engenho fixado por cima do campo de jogo; c) o jogo é interrompido sem ter havido irregularidade e nenhuma equipa esteja de posse da bola; d) a primeira parte do jogo foi interrompida antes do tempo e os jogadores já tinham abandonado o campo.&lt;br /&gt;LANÇAMENTO LATERAL. Executa-se quando a bola ultrapassa completamente uma das linhas laterais.&lt;br /&gt;LINHA DA ÁREA DE BALIZA. Linha que de limita a área de baliza. É um segmento de recta de 3 m, traçado paralelamente à LINHA DE GOLO e a 6 m de distância desta, continuando em cada extremidade por um quarto de círculo de 6 m de raio, tendo por centro o ângulo inte&amp;shy;rior e posterior de cada poste da baliza. LINHA DE GOLO. Linha que une os postes da baliza e é marcada com a mesma largura destes (8 cm). O golo só é considerado quando a bola ultrapassa completamente esta linha.&lt;br /&gt;LINHA DE LANÇAMENTO LIVRE. Linha de 3 m paralela à LINHA DE GOLO e a 9 m de dis&amp;shy;tância desta, continuada em cada extremidade por um quarto de círculo de 9 m de raio, tendo por centro o ângulo interior posterior de cada poste da baliza. É marcada a tracejado de 15 cm, com intervalos também de 15 cm.&lt;br /&gt;LINHA DE PASSE. Linha imaginária de tra&amp;shy;jectória da bola que vai desde a mão do passa&amp;shy;dor até às mãos do jogador que vai receber o&lt;br /&gt;PASSE&lt;br /&gt;LINHA DE 7 M. Linha marcada a 7 m da linha de baliza de onde devem ser apontados os li&amp;shy;vres de 7 m.&lt;br /&gt;LINHAS DE JOGO. Conjunto de jogadores de campo ou em movimento.&lt;br /&gt;LINHAS LATERAIS. Linhas de 5 cm de lar&amp;shy;gura que unem as linhas de baliza nas suas ex&amp;shy;tremidades.&lt;br /&gt;LIVRE DE 9 M. Livre marcado junto da linha de 9 m, marcada a tracejado. LIVRE DE 7 M. Vulgarmente conhecido por penalty, é o castigo máximo à distância de 7 m da linha de baliza.&lt;br /&gt;ORIENTADOR. Indivíduo que durante o jogo dirige a equipa.&lt;br /&gt;PASSE. Acção de enviar a bola a um compa&amp;shy;nheiro. Os passes mais utilizados são: a duas mãos, com ressalto, de pulso, de costas, de anca e de nuca.&lt;br /&gt;PASSES 1. A duas mãos. 2. De costas. 3. De anca. 4. De nuca&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i29.tinypic.com/2vimu5k.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;PASSOS. Diz-se da falta cometida pelo joga&amp;shy;dor que dá mais de três passos com a bola na mão.&lt;br /&gt;PRIMEIRA LINHA DE ATAQUE. Conjunto de jogadores de campo que ao ataque actuam mais próximo da sua baliza.&lt;br /&gt;PRIMEIRA LINHA DE DEFESA. Conjunto de jogadores de campo que na defesa actuam mais próximo da sua baliza.&lt;br /&gt;RECEPÇÃO. Acção de agarrar a bola lançada por um companheiro.&lt;br /&gt;KEMATE. Acção de lançar a bola à baliza ad&amp;shy;versária com a intenção de obter o golo. Os tipos de remate mais utilizados são: em suspen&amp;shy;são, em queda, em mergulho, em basculação, de ângulo aberto, em suspensão com bascula&amp;shy;ção e na passada.&lt;br /&gt;REMATES 1. Em suspensão. 2. Em basculação. 3. Em queda. 4. De ângulo aberto. 5. Em mergulho. 6. Em suspensão com basculação&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i28.tinypic.com/2la7o12.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;REPOSIÇÃO DE BOLA EM JOGO. O mesmo que LANÇAMENTO DE GUARDA-RE-DES.&lt;br /&gt;RITMO. Número de acções ofensivas ou de&amp;shy;fensivas efectuadas no decurso do jogo.&lt;br /&gt;SECRETÁRIO. Elemento que controla a lista dos jogadores (só são qualificados os jogadores inscritos no boletim no início do jogo) e, com o cronometrista, a entrada dos jogadores no ter&amp;shy;reno do jogo. Preenche também o boletim de jogo, aí indicando os dados necessários (hora, golos, advertências, exclusões, expulsões e desqualificações).&lt;br /&gt;SEGUNDA LINHA DE ATAQUE. Conjunto de jogadores de campo que ao ataque actuam mais próximo da baliza adversária.&lt;br /&gt;SEGUNDA LINHA DE DEFESA. Conjunto de jogadores de campo que na defesa actuam mais próximo do centro do terreno. 7 M. O mesmo que LIVRE DE 7 M.&lt;br /&gt;TÁCTICA. Conjunto de acções individuais e colectivas, organizadas e coordenadas racio&amp;shy;nalmente de uma forma unitária, dentro dos li&amp;shy;mites permitidos pelo regulamento e pela ética desportiva, com o fim de obter a vitória.&lt;br /&gt;TÉCNICA. Domínio dos feitos e do manejo da bola.&lt;br /&gt;TEMPO REGULAMENTAR. O tempo de du&amp;shy;ração do jogo. Para seniores masculinos, dois tempos de 30 minutos; para seniores femininos e juniores masculinos, dois tempos de 25 minu&amp;shy;tos; para os restantes escalões, dois tempos de 20 minutos.&lt;br /&gt;TERRENO DE JOGO. O campo, de forma rectangular, compreende uma superfície de jogo e as suas superfícies de baliza e mede 40 m de comprimento por 20 m de largura. Excepcionalmente, as medidas podem ser 38,44 m de comprimento e 12,22 m de largura. TMK. Comissão da metodologia e do treino. Comissão existente no seio da IHF encarregada da divulgação da investigação surgida a nível de treino. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i32.tinypic.com/9sggoi.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;TREINADOR. Indivíduo que prepara uma equipa para as competições.&lt;br /&gt;TROCA. Acção defensiva em que dois jogado&amp;shy;res mudam de jogador a marcar, normalmente na sequência de um cruzamento.&lt;br /&gt;VIOLAÇÃO. Entrada de um jogador de campo na área de baliza.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a name="_Toc109332018"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Andebol de praia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.ihf.info/" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i32.tinypic.com/a2te39.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DESCRIÇÃO &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Como acontece com o voleibol de praia e o futebol de praia, o andebol de praia resulta do jogo de pavilhão. No andebol de praia, também, na tradição das variantes de modalidades desportivas, está em sintonia com a cultura e o estilo de vida que existe nas praias, encaixando perfeitamente no meio envolvente.&lt;br /&gt;Jogado na areia por equipas de quarto jogadores – com quartos substitutos por equipa – a acção num pequeno recinto (27 por 12 metros) é rápida e às vezes furiosa. &lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i31.tinypic.com/rrqc81.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;São dados pontos extra por golos espectaculares: pelos marcados em voo, de penalidade ou por um guarda redes.&lt;br /&gt;Um jogo tem duas partes de 10 minutos. Existe sempre um vencedor no andebol de praia: aplica-se a regra do golo dourado se um jogo está empatado em cada meia-parte; se cada clube ganhar uma das partes, o jogo é decidido por marcação de penalidades – um jogador de campo contra o guarda-redes da equipa adversária.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i29.tinypic.com/9ixt09.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-da.slide.com/widgets/slideticker.swf" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3026418949617435098&amp;amp;site=widget-da.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-2266855852909487965?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/2266855852909487965/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=2266855852909487965&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/2266855852909487965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/2266855852909487965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/07/andebol.html' title='Andebol'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i26.tinypic.com/nnvf5i_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-4649446286903820202</id><published>2009-07-21T16:08:00.000-07:00</published><updated>2009-07-21T17:10:25.644-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Remo'/><title type='text'>Remo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i30.tinypic.com/uaro2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.worldrowing.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;International Rowing Federation&lt;br /&gt;Fundado em 1892; 112 Filiados&lt;br /&gt;Desporto Olímpico desde 1896&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i26.tinypic.com/9va07p.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desporto praticado em barcos, o remo tem origens pouco precisas. Há relatos de Virgílio, na Eneida, que descrevem uma regata de remos ou as supostas corridas entre os barqueiros do Nilo, no Egipto, que teriam competido para ganhar a honra de participar na procissão funerária do faraó. Alguns historiadores consideram que as primeiras competições entre barcos a remo começaram em Veneza, na Itália, em 1315, entre os gondoleiros.&lt;br /&gt;Mais adiante, por volta de 1.700, os rios da Inglaterra ofereciam uma alternativa de locomoção, além do cavalo e as carroças. Naquela época, o meio de transporte fluvial era o preferido, já que as estradas ficavam intransitáveis constantemente por causa do mau tempo.&lt;br /&gt;No início do século 18, quando a Grã-Bretanha contava com uma população de 6 milhões de habitantes, não menos de 400 mil barqueiros ganhavam a vida transportando mercadorias e pessoas no Tamisa, entre Windsor e Gravesend. Naturalmente, isso foi criando um clima de competição no rio. Os percursos rápidos tinham uma remuneração maior e, ocasionalmente, começaram a ser disputadas competições, com prémios especiais entre os barqueiros profissionais e os jovens da região.&lt;br /&gt;Os primeiros clubes de remo foram fundados por jovens desportistas amadores que utilizavam o mesmo tipo de embarcação que os barqueiros. Muitas vezes, o clube era baptizado com o nome da embarcação utilizada pela equipe. Uma das mais prestigiosas agremiações daquela época era o Leander Club, que ainda hoje está em actividade.&lt;br /&gt;A regata mais antiga de que se tem notícia foi realizada em 1716, na cidade de Londres, quando um famoso actor da época, Thomas Dogget, teve a ideia de criar uma regata que consagrava, a cada ano, o melhor barqueiro da cidade. A prova &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;ainda é disputada e se chama Dogget's Coat and Badge. &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i30.tinypic.com/2wlwqhd.jpg" width="225" height="321" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 10 de julho de 1829, em Henley-on-Thames, se disputou a primeira prova da tradicional regata entre as Universidades de Oxford e Cambridge. Na época, mais de 20 mil espectadores viram o desafio desde as margens do Tamisa. O desporto britânico foi seguido nos Estados Unidos, onde as Universidades de Yale e Harvard se enfrentaram em 1852, em New Hampshire, sobre o lago Winnipesaukee.&lt;br /&gt;A fundação de clubes, associações e sociedades interessadas na prática do remo provocaram a criação de federações nacionais e, depois, da FISA (Federação Internacional de Remo), fundada em 1892, que unificaria as regras do desporto internacionalmente.&lt;br /&gt;Em Olimpíadas, o remo estava incluso no programa oficial da primeira edição, em Atenas-1896, mas uma forte ressaca, com ondas gigantescas, obrigou a anulação das provas. Assim, o desporto só fez sua estreia nos Jogos de Paris-1900. Naquele ano, a França dominou a competição vencendo seis das 14 medalhas em disputa.&lt;br /&gt;Na edição seguinte, em Saint Louis-1904, os Estados Unidos foram ainda melhores que os franceses quatro anos antes, ficando com 13 das 14 medalhas em jogo. Em 1932, nos Jogos de Los Angeles, os sul-americanos conseguiram conquistar a primeira medalha no desporto, um bronze do uruguaio Guillermo Douglas. A partir daí, norte-americanos e britânicos revezaram-se entre os vencedores na história, com pequena vantagem para os atletas dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;Em 1976, nos Jogos de Montreal, o remo foi disputado pela primeira vez por mulheres, e os países europeus dominaram as competições. Na edição seguinte, em Moscou-1980, os Estados Unidos, que boicotaram os Jogos, ficaram sem medalhas pela primeira vez na história.Desde então, o desporto passou a contar com o domínio de novas potências no desporto, como Alemanha, Roménia, Canadá e Austrália. Entre os destaques individuais do desporto na história olímpica, brilharam os britânicos Steven Redgrave, único remador com cinco medalhas de ouro consecutivas, e Jack Beresford Wisnieswski Jr., também vencedor de cinco ouros, mas em Olimpíadas alternadas. Já entre as mulheres, quem se sobressaiu nas últimas edições dos Jogos Olímpicos foi a romena Rodica Arba, medalha de ouro em 1984 e 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este desporto é praticado em barcos nos quais os atletas utilizam remos para a impulsão, em raias com 2.000 m de distância (homens) e 1.000 m (mulheres). Normalmente, são nove raias, das quais apenas seis são utilizadas. Após o árbitro gritar a palavra "atenção", acende-se um sinal vermelho e, logo depois, o verde, acompanhado de um toque de campainha que sinaliza a largada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se acontecer uma "queimada" (quando se larga antes do aviso), é realizada uma nova largada. Se o mesmo barco queimar novamente, é desclassificado. Bóias ao longo do percurso marcam as distâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tamanho dos remos também varia de acordo com a modalidade. Nas provas de skiff, o atleta usa dois remos relativamente curtos. Já em outras provas o remo é mais longo, podendo chegar a quase 4 m de comprimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dependendo do número de barcos inscritos em cada competição, são realizadas provas eliminatórias, das quais se classificam os 12 melhores barcos, que vão para as semifinais. Os eliminados nesta fase ainda têm mais uma chance na repescagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homens:&lt;br /&gt;Skiff Simples/ Skiff duplo/ Skiff quádruplo/ Dois sem/ Skiff duplo leve/ Quatro sem/ Quatro sem leve/ Oito com&lt;br /&gt;Mulheres:&lt;br /&gt;Skiff Simples/ Dois sem/ Skiff duplo/ Skiff duplo leve/ Skiff quádruplo/ Oito com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regatas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As regatas são realizadas em linha recta, na distância de 2.000 m (para homens) e 1.000 m (para mulheres). Apenas seis barcos disputam cada prova. A largura das raias é de 13,5 m e são delimitadas por bóias coloridas. A profundidade mínima da raia em Olimpíadas é de 3,5 m.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barcos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Skiff simples&lt;br /&gt;Para homens e mulheres, em barcos de 8,20 m de comprimento e 14 kg, em que uma única pessoa maneja dois remos curtos.&lt;br /&gt;Skiff duplo&lt;br /&gt;Para homens e mulheres. O barco, de 10,40 m de comprimento e 27 kg, leva duas pessoas, com dois remos curtos cada uma.&lt;br /&gt;Skiff quádruplo&lt;br /&gt;Quatro pessoas, homens ou mulheres, com dois remos curtos cada uma, impulsionam uma embarcação de 13,40 m de comprimento e 52 kg.&lt;br /&gt;Dois sem&lt;br /&gt;Para homens e mulheres. Os barcos medem 10,4 m de comprimento, pesam 27 kg e levam duas pessoas com um remo longo cada uma.&lt;br /&gt;Skiff duplo leve&lt;br /&gt;Como no skiff duplo, mas com limite de peso. Homens não podem ter mais do que 72,5 kg e mulheres não podem ultrapassar 59 kg.&lt;br /&gt;Quatro sem&lt;br /&gt;Para quatro remadores, todos homens, com um remo longo cada um, em barcos de 13,4 m de comprimento e 51 kg.&lt;br /&gt;Quatro sem leve&lt;br /&gt;Como no quatro sem, mas com limite de peso. Homens não podem ter mais do que 72,5 kg e mulheres não podem ultrapassar 59 kg.&lt;br /&gt;Oito com&lt;br /&gt;Oito homens ou mulheres, com um remo longo cada um, mais o timoneiro, a bordo de um barco de 19,90 m e 96 kg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i26.tinypic.com/1g21cy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ADERNAR. Tombar, inclinar.&lt;br /&gt;AGUENTA. Voz de comando para os remado&amp;shy;res fazerem parar o barco, mergulhando verticalmente as pás dos remos na água.&lt;br /&gt;ALAVANCA. Parte do remo que fica entre o TACÃO e o PUNHO.&lt;br /&gt;ALCATRAZ. Peça que se prolonga a todo o perímetro do barco abaixo da borda, ligando as extremidades superiores das CAVERNAS (cabeços).&lt;br /&gt;ANTEPARAS. Madeiras que dividem as cai&amp;shy;xas de ar do POÇO.&lt;br /&gt;ARANHA. Engenho em tubo de aço que sus&amp;shy;tenta a FORQUETA.&lt;br /&gt;ATAQUE. Entrada da pá do remo na água.&lt;br /&gt;ATRACAR. Encostar o barco à ponte de em&amp;shy;barque.&lt;br /&gt;BALIZAS. Postes ou bóias para delimitação da PISTA e da META.&lt;br /&gt;BANCADAS. Tiras de madeira, presas ao ALCATRAZ, que constituem os suportes transver&amp;shy;sais das CALHAS do carrinho, ou SLIDE.&lt;br /&gt;BOEIRA. Buraco por onde a caixa de ar comu&amp;shy;nica com o exterior.&lt;br /&gt;BOMBORDO. Lado esquerdo, olhando para a PROA.&lt;br /&gt;BORDA. V. FALCA.&lt;br /&gt;BRAÇO. Reforço que vai da BANCADA à FALCA.&lt;br /&gt;CACHOLA. Parte do LEME que liga à MEIA-LUA e fica perpendicular a ela.&lt;br /&gt;CADASTE. Pequena peça de madeira que une a SOBREQUILHA aos ALCATRAZES e que termina o barco na sua parte posterior, onde, por vezes, vem ligar o LEME.&lt;br /&gt;CALHAS. Pequenas travessas de madeira so&amp;shy;bre as quais desliza o SLIDE.&lt;br /&gt;CANA. Parte do remo que fica entre a GAR&amp;shy;GANTA e o FORRO.&lt;br /&gt;CANA DO REMO. Parte achatada do TACÃO do remo que encosta à FORQUETA.&lt;br /&gt;CARANGUEJA. Prisão da pá do remo na água, por falta cometida pelo remador com o barco em andamento.&lt;br /&gt;CARRINHO. V. SLIDE.&lt;br /&gt;CASCO. Conjunto de madeiramento que cons&amp;shy;titui como que o invólucro do barco e que as&amp;shy;senta na água. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i29.tinypic.com/168a4w2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;CAVERNAS. Arcos que prendem e dão a forma ao madeiramento do CASCO.&lt;br /&gt;CHUMACEIRA. Parte da TOLETEIRA onde as&amp;shy;senta o remo.&lt;br /&gt;CIAR. Remar para trás.&lt;br /&gt;CONTRAVENTAMENTO. Travessa oblíqua ao eixo do barco, indo de um ao outro DOR&amp;shy;MENTE.&lt;br /&gt;COSTADO. Parte lateral do CASCO. COSTURA DO TACÃO. Parte onde o couro do FORRO se liga pelas extremidades.&lt;br /&gt;DAR A BORDA. Adernar.&lt;br /&gt;DORMENTE. Parte onde assentam as BAN&amp;shy;CADAS.&lt;br /&gt;DOUBLE-SCULL. SHELL para dois remado&amp;shy;res, sem TIMONEIRO e de REMOS PARELHOS.&lt;br /&gt;ESPINHA. Travessa que sustenta a TELA lon&amp;shy;gitudinalmente.&lt;br /&gt;ESPINHA DA PÁ. Parte saliente ao longo do eixo da pá.&lt;br /&gt;ESTIBORDO. Lado direito, olhando para a PROA.&lt;br /&gt;FALCA. Tábua que termina o CASCO na borda e se estende a todo o comprimento do POÇO, e onde se vêm ligar as ARANHAS.&lt;br /&gt;FIEL. Prego comprido que liga o LEME ao bar&amp;shy;co, enfiando pelos MACHOS-FÊMEAS.&lt;br /&gt;FINAL. Saída do remo da água e acção que a precede imediatamente.&lt;br /&gt;FORQUEIA. Aparelho metálico em forma de argola aberta, ao qual se pode imprimir um movimento de rotação sobre um eixo vertical e onde assenta o TACÃO do remo.&lt;br /&gt;FORRO. Parte de couro mais delgada e extensa que o TACÃO.&lt;br /&gt;GARGANTA. Parte mais delgada do remo.&lt;br /&gt;GRAMPO. Pequeno cilindro (de aço) vertical que serve de eixo de rotação à FORQUETA. GUALDROPES. Cabos que partem da MEIA-LUA do LEME, vêm até ao GUARDA-PATRÂO e se destinam à manobra do leme&lt;br /&gt;GUARDA-PATRAO. Tábua destinada a servir de encosto ao TIMONEIRO.&lt;br /&gt;GUINADA. Desvio brusco no rumo do barco.&lt;br /&gt;JUIZ-ÁRBITRO. O que fiscaliza os barcos em corrida, submetidos aos regulamentos da RE&amp;shy;GATA.&lt;br /&gt;JUIZ DE CHEGADA. O que assinala os barcos que chegam à META.&lt;br /&gt;JUIZ DE PARTIDA. O que dá o sinal e vozes de largada às tripulações que vão correr.&lt;br /&gt;JÚRI. Grupo de indivíduos nomeados para apreciarem as provas e classificarem os competidores, resolvendo todos os assuntos referentes à REGATA.&lt;br /&gt;LARGA. Voz de comando para LARGAR.&lt;br /&gt;LARGADA. 1. Acto de sair do local de .partida. 2. REMADA em cadência rnais rápida, pró&amp;shy;pria para esse fim.&lt;br /&gt;LARGAR. 1. Afastar a embarcação da ponte de embarque. 2. Acto de começar a remar. 3. Começo de REGATA (voz).&lt;br /&gt;LEME. Aparelho destinado a controlar o rumo do barco.&lt;br /&gt;LEVA REMOS. Voz de comando para deixar de remar, mantendo a pá do remo horizontal e à superfície da água sem pressão, e o remo perpendicular à linha longitudinal do barco.&lt;br /&gt;MACHOS-FÊMEAS. Peças metálicas desti&amp;shy;nadas a ligarem o LEME ao CADASTE.&lt;br /&gt;MÂO DE DENTRO ou INTERNA. A mão do remador que está colocada no PUNHO do remo do lado da ARANHA.&lt;br /&gt;MÃO DE FORA ou EXTERNA. A mão do remador que está colocada no extremo do PU&amp;shy;NHO do remo.&lt;br /&gt;MEIA-LUA DO GRAMPO. Peça metálica que prende o grampo.&lt;br /&gt;MEIA-LUA DO LEME. Peça de madeira per&amp;shy;pendicular à PORTA e à CACHOLA do leme e onde se prendem os GUALDROPES, MEIA-NAU. 1. Parte média do barco. 2. Re&amp;shy;madores que têm lugar na parte média do barco.&lt;br /&gt;META. Linha demarcada entre duas BALIZAS e perpendicular à PISTA, que assinala o fim do percurso da REGATA.&lt;br /&gt;MIRÓMETRO. Aparelho especial que se co&amp;shy;loca no enfiamento da linha de chegada (META) para determinar com precisão o momento em que os barcos que se encontram em competição vão cortando essa linha.&lt;br /&gt;PÉS DE CARNEIRO. Prumos que vão das BANCADAS à SOBREQUILHA.&lt;br /&gt;PISTA. Local do percurso da REGATA.&lt;br /&gt;POÇO. Lugar onde se instalam os remadores e a aparelhagem necessária.&lt;br /&gt;POLÉ. Pode ser sinónimo de roldana, mas no caso presente significa prumo que sai horizontalmente de uma parede e se destina a sustentar os barcos, quando armazenados em terra.&lt;br /&gt;POPA. Parte posterior do barco.&lt;br /&gt;PORTA. Parte mais larga do LEME que fica mergulhada e tem influência directa no controle do rumo do barco.&lt;br /&gt;PRANCHA. Pequeno cais flutuante que serve para embarque e desembarque.&lt;br /&gt;PROA. 1. Parte anterior do barco. 2. Remador que fica atrás de todos os outros.&lt;br /&gt;PUNHO. Parte do remo em forma de tronco de cone (quase cilíndrica e desprovida de verniz).&lt;br /&gt;QUEBRA-MAR. Conjunto formado por duas tábuas em V que impedem a entrada de água para o POÇO.&lt;br /&gt;RÉ. Lado da POPA.&lt;br /&gt;REGATA. Competição entre dois ou mais bar&amp;shy;cos que têm como objectivo chegar primeiro à META.&lt;br /&gt;REGEIRA. 1. Embarcação fundeada na linha de partida, com um tripulante que agarra a POPA de um barco que vai partir para mantê-lo parado até que seja dado o sinal de largada. 2. Bóia ancorada à qual se agarra o timoneiro de uma embarcação que vai partir, para mantê-la parada até ao sinal de largada.&lt;br /&gt;REMA. Voz de comando para remar.&lt;br /&gt;REMADA. Todo o movimento do remador de um a outro ATAQUE; ~ propriamente dita, tempo de apoio do remo na água.&lt;br /&gt;REMAR. Acção de fazer andar o barco para VANTE com os remos.&lt;br /&gt;REMO DE PONTA. Remo que o remador empunha com ambas as mãos (um por rema&amp;shy;dor).&lt;br /&gt;REMO PARELHO. Remo que o remador em&amp;shy;punha com uma só mão (dois por remador).&lt;br /&gt;RODA DE PROA. Peça de madeira que une a SOBREQUILHA aos ALCATRAZES e fecha o casco na sua parte anterior.&lt;br /&gt;RUMO. Caminho, rota. &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i30.tinypic.com/2u9010o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;SHELL. Termo inglês utilizado internacional&amp;shy;mente para designar um barco construído em tabuado liso, muito frágil, leve e comprido, fe&amp;shy;chado à proa e à popa por uma tela, geralmente plástica. Os remadores sentam-se atrás uns dos outros, no mesmo enfiamento, e cada remo está apoiado numa FORQUETA, montada numa ARANHA fora da borda do casco. É o barco de competição por excelência.&lt;br /&gt;SKIFF. SHELL para um só remador e com RE&amp;shy;MOS PARELHOS.&lt;br /&gt;SKIFFER. Remador de SKIFF.&lt;br /&gt;SLIDE. Termo inglês que significa «deslizador» e se aplica modernamente ao banco mó&amp;shy;vel.&lt;br /&gt;SOBREQUILHA. Peça de madeira que per&amp;shy;corre o fundo do barco da POPA à PROA pelo lado interno. Juntamente com as cavernas, forma como que o esqueleto do casco.&lt;br /&gt;SOLA. Parte de cabedal, menos espessa que o TACÃO e junto a este, que envolve a CANA do remo.&lt;br /&gt;SOTA. 1. Lado oposto à VOGA. 2. Qualquer remador que tenha o remo para esse lado. SOTA-PROA. Remador que fica à frente do PROA.&lt;br /&gt;SOTA-VOGA. Remador que fica atrás do VOGA.&lt;br /&gt;TACÃO. Parte de cabedal de maior espessura que envolve a CANA do remo na zona onde este se apoia na FORQUETA.&lt;br /&gt;TANQUE. Pequena piscina destinada à apren&amp;shy;dizagem da mecânica da REMADA.&lt;br /&gt;TELA. Pano impermeabilizado, em geral com verniz, que serve para fechar o casco na sua&lt;br /&gt;Çarte superior.&lt;br /&gt;TIMONEIRO. Homem ou mulher (mesmo em tripulações masculinas) que está encarregado de governar o LEME.&lt;br /&gt;TOLETE. Prumo de aço que compõe a TOLETEIRA.&lt;br /&gt;TOLETEIRA. Aparelho imóvel onde assenta o TACÃO do remo.&lt;br /&gt;TOPO. Parte terminal do remo oposta à pá.&lt;br /&gt;TRANCADELA. V. trancar.&lt;br /&gt;TRANCAR. Fixar, durante alguns segundos, o LEME numa posição que faça um ângulo bem marcado com o eixo do barco.&lt;br /&gt;VANTE. Lado da PROA.&lt;br /&gt;VAU. Travessa que liga a ESPINHA ao ALCA&amp;shy;TRAZ.&lt;br /&gt;VERDUGO. Delgada ripa em meia-cana que termina as TELAS pelo lado externo do CASCO. VINDA À FRENTE. Recuperação da posição de ataque.&lt;br /&gt;VOGA. 1. Cadência de REMADA. 2. Remador que fica de costas para todos os outros e os guia; lado do barco para o qual fica o remo deste remador (em geral o lado direito do mes&amp;shy;mo).&lt;br /&gt;VOZES DE LARGADA. Palavras regulamen&amp;shy;tares proferidas pelo juiz de partida e que são: «Senhores ... estão prontos ... larga.»&lt;br /&gt;YOLLE. Barco de casco aberto, mais pesado que o SHELL, construído em tabuado trincado, isto é, resultante da sobreposição de cada tá&amp;shy;bua do casco na seguinte. Os remadores encontram-se uns atrás dos outros, não no mesmo enfiamento, mas alternadamente para a esquerda e para a direita. As FORQUETAS são apoiadas na própria borda do barco. Não é uti&amp;shy;lizado actualmente nas grandes competições in&amp;shy;ternacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i26.tinypic.com/2znonz8.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-c7.slide.com/widgets/slideticker.swf" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3386706919807060423&amp;amp;site=widget-c7.slide.com" wmode="transparent" salign="l" scale="noscale" quality="high"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-4649446286903820202?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/4649446286903820202/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=4649446286903820202&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/4649446286903820202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/4649446286903820202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/07/remo.html' title='Remo'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i30.tinypic.com/uaro2_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-5078470461237913132</id><published>2009-07-18T15:58:00.000-07:00</published><updated>2009-07-21T17:12:14.092-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vela'/><title type='text'>Vela</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i29.tinypic.com/2nbgehw.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i29.tinypic.com/xggxtc.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;International Sailing Federation&lt;br /&gt;Fundada em 1907; 121 Filiados&lt;br /&gt;Desporto Olímpico desde 1900&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i27.tinypic.com/2vu0lk2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na antiguidade, o iatismo - também conhecido como Vela ou Yachting - era utilizado como meio de transporte ou apenas uma actividade de lazer. O termo Yachting foi criado na Holanda, derivado da palavra "jaght" ou "jaght schip", que significa embarcação naval leve e rápida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como desporto, a vela foi introduzida na Inglaterra pelo rei Charles 2º na metade do século 17, logo após seu exílio na Holanda. Entusiasmado com a modalidade, ele começou a organizar competições em 1610. Um ano mais tarde, organizou a primeira competição realizada em águas britânicas, contra seu irmão, o duque de York.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mais antigos clubes dedicados às regatas a vela foram também criados no Reino Unido. Em 1720, foi fundado o Cork Harbour Water Club (atual Royal Cork Yacht Club). Em 1775, foi a vez do Cumberland Fleet, depois rebatizado Royal Thames Yacht Club. Em 1875, nasceu a Yacht Racing Association, criada com o objetivo de organizar e codificar os regulamentos para a realização de regatas no âmbito do Império Britânico. Seu primeiro presidente foi o príncipe de Gales, Eduardo 7º.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As regatas internacionais começaram em 1851, depois que um grupo do New York Yacht Club construiu uma embarcação de 30 metros baptizada de "América", que velejou até as Ilhas Britânicas para ganhar o troféu Coupe Hundred Guineas, disputado em um curso em volta da Ilha de Wigth, sob a organização do Royal Yacht Squadron. Este troféu, depois rebaptizado como Copa América - assim chamado não em homenagem ao primeiro vencedor, mas sim aos Estados Unidos -, é disputado anualmente e permaneceu em mãos dos norte-americanos até 1983, ano em que foi conquistado por uma embarcação australiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Olimpíadas, o desporto estava incluso no programa da primeira edição, em Atenas-1896. Porém, com as condições meteorológicas desfavoráveis da cidade grega, a vela teve sua estreia adiada. O mau tempo e o calendário apertado impediram a realização das provas naqueles Jogos. A vela só entrou no programa olímpico em Paris-1900 e tem se modificado como consequência da evolução dos próprios barcos, cada vez menores e com menos equipamentos a bordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Londres-1908, houve também provas de barcos com motores. A partir daí, o desporto entrou definitivamente para o programa olímpico. Em Paris-1924, as provas, até então exclusivamente masculinas, passaram a ter a presença de mulheres e as disputas tornaram-se mistas. As velejadoras, no entanto, participavam apenas como auxiliares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito tempo depois, em Seul-1988, as mulheres ganharam uma prova exclusiva, na classe 470, com duas tripulantes. antes disso, apenas duas mulheres conseguiram ganhar medalhas: a britânica Dorothy Wright, ouro em Antuérpia-1920, e a francesa Virginia Hériot, também ouro, em Amsterdã-1928. Desde então, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Noruega, França e Dinamarca figuram entre os maiores vencedores do desporto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Jogos de Sydney, em 2000, o desporto passou a se chamar oficialmente, em inglês, Sailing, no lugar de Yachting. Foi a primeira vez na história olímpica em que um desporto mudou de nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os barcos são divididos em classes, segundo o formato, as especificações técnicas e o número de tripulantes. As classes que participam das Olimpíadas são: Finn, 470, 49er, Yngling, Tornado, Europa, Mistral (prancha a vela), Star e Laser. A Europa é disputada só por mulheres; a 470, por duplas masculinas e femininas; e a Mistral, por homens e mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As provas variam de regatas de pequena distância a travessias oceânicas. As regatas mais famosas são as de Newport (EUA) às Bermudas; de San Francisco (Califórnia, EUA) a Honolulu (Havaí); de Buenos Aires (Argentina) ao Rio de Janeiro (Brasil); de Sydney (Austrália) a Hobart (Tasmânia); e a The Volvo Ocean Race, antes conhecida como Whitbread, disputada em várias etapas ao redor do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Atenas, foram disputadas 11 regatas. Ao final de 5 provas, cada embarcação descarta seu pior resultado. Outro resultado é descartado após a nona regata. O competidor com menos pontos ao fim das 11 regatas leva a medalha de ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma regata tem cinco fases: largada, contravento (etapa na qual os barcos rumam em direção à bóia de marcação), través (manobra de mudança de direção contornando a bóia), popa (parte do percurso em que os barcos buscam o local de chegada da regata) e chegada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três regras básicas tratam do direito de passagem de um barco em relação a outro durante a competição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quando os barcos estão em amuras opostas, o barco que está com amuras a bombordo deve dar passagem para o barco de sotavento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quando os barcos estão em mesmas amuras e em compromisso, o barco de barlavento deve dar passagem ao barco de sotavento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quando os barcos estão nas mesmas amuras e não estão em compromisso, o safo de popa deve dar passagem ao safo de proa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Atenas, vale a regra do 720, ou seja, os barcos que infringirem as regras de passagem podem voluntariamente dar duas voltas em seu próprio eixo e continuar na regata. Nas classes Tornado e 49er, uma volta basta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum os competidores protestarem após a regata. A comissão de árbitros julga os protestos e determina desclassificações de barcos que cometeram irregularidades durante a regata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finn - Prova masculina, com a presença de apenas um velejador por barco, é realizada desde os Jogos Olímpicos de Helsinque-1952. O barco é um dos menores da modalidade, com 4,54 m por 1,50m e 145 kg. Sua vela tem 9,60m2 de área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;470 - Disputada por duplas masculinas e femininas, a prova foi incluída no programa olímpico em Montreal-1976, e desde Seul-1988 conta também com disputas entre mulheres. Em cada barco ficam dois tripulantes, o comandante e o proeiro. Cada embarcação tem 8,43m por 4,70m, pesa 115 kg e tem três velas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;49er - Classe que estreou em Sydney-2000, é disputada por dois tripulantes, sendo homens, mulheres ou duplas mistas. O barco mede 4,9m por 2,9m, tem 125 kg e possui duas velas, a maior delas com 15m2 de área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yngling - Classe feminina, faz sua estreia em Jogos Olímpicos em Atenas. Cada barco tem 6,35m por 1,73 m.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tornado - Classe mais veloz da vela, é disputada em Olimpíadas desde Munique-1972. As provas são mistas e contam com dois tripulantes. Cada barco tem 6,09 m e pesa 136 kg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Europa - Disputada só por mulheres, a Europa faz parte do programa olímpico desde Barcelona-1992. O barco é o menor da vela, com 3,34 m de comprimento e 63 kg de peso. Há somente uma tripulante por embarcação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Star - Prova masculina para dois tripulantes, está nos Jogos Olímpicos desde Los Angeles-1932, ficando fora apenas de Munique-1972. Cada barco mede 6,92 m por 1,73 m e pesa 675 kg. A área do barco, que tem duas velas, é a maior entre os veleiros, com 27,6m2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laser - Prova mista, com um tripulante, é disputada em Olimpíadas desde Atlanta-1996. Cada barco tem 4,24 m por 1,3 m e pesa 60 kg. Sua vela ocupa 7,6m2. É o barco mais popular do desporto na actualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mistral - Disputada por homens desde Los Angeles-1984 e por mulheres desde Barcelona-1992, a classe lembra o windsurfe. As pranchas, cada uma para um tripulante, têm até 4,24 m e um vela.&lt;br /&gt;O windsurf é um desporto aquático em que o atleta progride através da água em cima de uma prancha dotada de uma vela movida pelo vento e pela força das ondas. O pequeno tamanho da prancha, o seu peso reduzido e a força do vento possibilitam a obtenção de velocidades na ordem dos 80 quilómetros por hora.&lt;br /&gt;O windsurfistas, ou velejadores, posicionam-se de lado na prancha e movem a vela e o mastro, através de uma barra horizontal, de modo a aproveitar o vento da melhor maneira, ao mesmo tempo que mexem o corpo para guiar a embarcação. O expoente máximo deste desporto acontece quando os atletas são capazes de velejar na crista das ondas, fazendo saltos com mais de dez metros de altura que possibilitam a realização de acrobacias no ar.&lt;br /&gt;O windsurf surgiu em meados dos anos 60, quando o inventor britânico Peter Chilvers criou uma prancha com uma vela. Mas este desporto só se tornou mesmo popular em 1965, quando o norte-americano Hoyle Schweitzer, aproveitando uma ideia de Jim Drake, com quem trabalhou, decidiu combinar o surf com a vela. Os dois constataram que o maior problema do surf era ter de esperar pelas ondas e Jim lembrou-se de utilizar um mastro com uma vela. Em finais de 1968, patentearam a primeira prancha de windsurf, chamada "Windsurfer".&lt;br /&gt;Quase de imediato o windsurf ganhou grande popularidade, mas os seus criadores estavam descontentes por terem de usar as velhas pranchas de fibra de vidro. Depois de várias pesquisas resolveram passar a utilizar pranchas de polietileno, um material mais barato e duradouro. Entretanto, a empresa que lhes fornecia esse material ficou tão impressionada com o uso que lhe era dado que publicou um artigo sobre o tema, o que levou à fama mundial do windsurf.&lt;br /&gt;Em 1973, Schweitzer comprou a Drake metade da patente e nesse mesmo ano as pranchas passaram a ser também produzidas na Holanda. Em 1978 as vendas na Europa ultrapassaram as registadas nos Estados Unidos da América.&lt;br /&gt;O windsurf passou assim a estar presente em todo o Mundo, disputando-se provas em dezenas de países. Em 1982 começou a realizar-se um circuito internacional constituído por dezenas de provas e, dois anos depois, a modalidade passou a fazer parte do programa dos Jogos Olímpicos, na edição decorrida em Los Angeles, nos Estados Unidos da América. Em 1992, em Barcelona, na Espanha, a vertente feminina também foi incluída no calendário olímpico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABALROAR. Chocar, embater, quando refe¬rido a dois barcos.&lt;br /&gt;ABATER. Andar de lado de uma embarcação devido à corrente, a ondas ou ao vento. ABATIMENTO. Ângulo formado pela direc¬ção da ESTEIRA da embarcação com o seu eixo longitudinal.&lt;br /&gt;ADERNAR. Inclinar de uma embarcação à vela.&lt;br /&gt;ADMIRALS CUP. Trofeu disputado em anos ímpares ao largo do Sul de Inglaterra, em bar¬cos de cruzeiro, agrupados em equipas de três, no máximo, representando cada equipa um país.&lt;br /&gt;Actualmente é atribuída no final de uma sé¬rie de cinco regatas, incluindo o Fastnet, uma das mais antigas, mais famosas e mais difíceis regatas de iates em todo o Mundo.&lt;br /&gt;Devido à quantidade e à qualidade dos barcos em competição, a Admiral's Cup é geral¬mente considerada como que o campeonato do Mundo por equipas dos barcos de cruzeiro. O exemplo da AdmiraTs Cup suscitou o apareci¬mento nos últimos anos de diversas outras competições de características semelhantes, como a Southern Cross Cup, em Sydney, Aus¬trália, a Onion Patch Series, em Newport, EUAj a Sardinia Cup, em Porto Cervo, Sarde¬nha, e a Clipper Cup, em Honolulu, Havai.&lt;br /&gt;ADRIÇA. CABO que serve para içar bandeiras, velas ou VERGAS.&lt;br /&gt;ADVERTÊNCIA. Tempo de ~, período de tempo que é iniciado dez minutos antes de uma LARGADA para uma REGATA, com um sinal sonoro e o içar da bandeira da classe a que a regata diz respeito, e que termina cinco minu¬tos antes da largada com um sinal sonoro e o içar da bandeira P do CIS, que assinala o início do tempo de PREPARAÇÃO.&lt;br /&gt;AGULHA ou AGULHA MAGNÉTICA. Nome dado em náutica à bússola.&lt;br /&gt;AGULHA DOIDA. Agulha pouco estável.&lt;br /&gt;ALANTA. Nome dado à ESCOTA de BARLA¬VENTO de um SPINNAKER.&lt;br /&gt;ALBOI. Tampa de uma ESCOTILHA.&lt;br /&gt;ALHETA. Parte arredondada do COSTADO ou da BORDA imediatamente antes do PAINEL DA POPA.&lt;br /&gt;AMANTILHO. CABO que sustenta o peso de uma VERGA.&lt;br /&gt;AMARRA. Corrente de elos de metal que se utiliza no FERRO para FUNDEAR.&lt;br /&gt;AMARRAÇÃO. Conjunto de FERROS, AMAR¬RAS, CABOS e bóia destinado à fixação de uma embarcação num porto de abrigo ou doca.&lt;br /&gt;AMARRETA. Amarra de pequena BITOLA.&lt;br /&gt;AMERICA'S CUP. Taça da América. É o mais antigo trofeu desportivo do Mundo que continua a disputar-se actualmente. O trofeu em si é um gomil de prata conquistado em 1851, numa regata em Cowes, Inglaterra, pelo iate norte-americano America; em 1857 os pror prietários deste doaram a taça ao New York Yacht Club e desde essa data o trofeu é conhe¬cido como America's Cup.&lt;br /&gt;Em 1870 o proprietário de um iate inglês lançou, por intermédio do seu clube, um desafio ao New York Yacht Club para a disputa de uma regata, visando a reconquista da taça, no que não teve sucesso. A partir daí e até à actua¬lidade, os desafios têm-se sucedido da parte de diversos clubes de vários países (Reino Unido, Canadá, Austrália, França e Suécia), com in¬tervalos variáveis, mas nunca inferiores a três anos, apenas com interrupções devidas às duas grandes guerras; no entanto, os Norte-Ameri¬canos têm sempre conseguido sagrar-se vencedores, retendo o trofeu.&lt;br /&gt;A partir do desafio de 1876, inclusive, a America's Cup é disputada apenas entre dois barcos, um challenger, ou desafiador, represen¬tando o clube que lança o desafio, e um defen¬der, ou defensor, representando o New York Yacht Club.&lt;br /&gt;Desde 1958, data do recomeço da competi¬ção após o intervalo devido à II Guerra Mun¬dial, a taça tem sido disputada em barcos dese¬nhados e construídos segundo os parâmetros da classe DOZE METROS, da Regra Internacional.&lt;br /&gt;Devido à sua antiguidade e também ao facto de nunca ter sido perdida pelos Norte-Americanos, a America's Cup adquiriu um prestígio que a toma, talvez, o mais importante e cobi¬çado trofeu do desporto da vela.&lt;br /&gt;AMURADO ou COM AMURAS. Um barco navega amurado, ou com amuras, sempre que não estiver a VIRAR POR DAVANTE ou a VIRAR EM RODA.&lt;br /&gt;AMURAR. Prender o PUNHO da amura de uma vela.&lt;br /&gt;AMURAS. Partes arredondadas do COSTADO ou da BORDA imediatamente a seguir à PROA.&lt;br /&gt;ANCORADOURO. Local que, devido às ca¬racterísticas do fundo do mar e proximidade de terra, é bom para FUNDEAR.&lt;br /&gt;ÂNCORA FLUTUANTE. Espécie de saco có¬nico de lona destinado a fazer com que a em¬barcação fique de proa às vagas para mais fa¬cilmente aguentar mau tempo.&lt;br /&gt;ANCOROTE. FERRO pequeno.&lt;br /&gt;ANDAMENTO. Velocidade; com ~, que não está parado, o mesmo que com SEGUIMENTO. ANEMÓMETRO. Instrumento que mede a ve¬locidade do vento.&lt;br /&gt;ANETE. Argola na extremidade da HASTE do FERRO onde se prende a amarra.&lt;br /&gt;ANTEPARA. Parede transversal que divide o barco em compartimentos.&lt;br /&gt;ANULADA, REGATA. Regata que o júri da mesma declara nula em qualquer momento de¬pois do sinal de LARGADA e que pode ser no¬vamente disputada ao critério do júri.&lt;br /&gt;APARELHO. É o conjunto de todos os cabos, ferragens e velas de um barco, ou o conjunto dos acessórios indispensáveis para que o barco possa andar à vela.&lt;br /&gt;APROAR. Dirigir a PROA para ou fazer RUMO a.&lt;br /&gt;AQUARTELAR. CAÇAR a vela de proa por BARLAVENTO de modo a facilitar uma VIRA¬GEM POR DAVANTE.&lt;br /&gt;ARDENTE, BARCO. É o barco que tem ten¬dência para ORÇAR.&lt;br /&gt;ARINQUE. CABO que vai do FERRO a uma bóia, chamada de arinque, e que serve para assinalar a posição do ferro para o recuperar, no caso de se partir a amarra, ou ainda para facilitar o seu levantamento.&lt;br /&gt;ARREIGADA. Local ou ferragem onde se faz a prisão de uma vela ou de um CABO.&lt;br /&gt;ARRIBAR. Alterar do RUMO do barco, fa¬zendo aumentar o ângulo de entrada do vento com o eixo longitudinal do barco. Afastar a proa da linha do vento.&lt;br /&gt;ÁRVORE SECA, NAVEGAR EM. Navegar sem velas, unicamente com a força do vento incidindo no ou nos mastros.&lt;br /&gt;ATRACAR. Encostar o barco ao cais ou a ou¬tro barco.&lt;br /&gt;AZIMUTE. Angulo entre a direcção norte-sul e a direcção pela qual se vê um objecto.&lt;br /&gt;BABY STAY. Pequeno ESTAI que faz ARREI¬GADA no terço inferior do mastro, com a fun¬ção principal de controlar a curvatura deste e que não serve geralmente para ENVERGAR ve¬las.&lt;br /&gt;BACK STAY. CABO ou varão de aço que sus¬tenta o mastro no sentido longitudinal, passado do GALOPE do mastro para a POPA, evitando que aquele caia para vante. A sua tensão sobre o mastro é normalmente regulável através de aparelhos de força ou MACACOS, mecânicos ou hidráulicos, ou de uma TALHA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i29.tinypic.com/ibid10.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;BAILADEIRAS. Pequena ondulação provocada pelo encontro de correntes com diferentes direcções.&lt;br /&gt;BALÃO, VELA DE. V. SPINNAKER.&lt;br /&gt;BALAUSTRADA. Conjunto de BALAÚSTRES e VERGUEIROS.&lt;br /&gt;BALAÚSTRES. Varões ou tubos metálicos, montados verticalmente na BORDA, com fura¬cões horizontais destinadas à passagem dos VERGUEIROS.&lt;br /&gt;BALIZA. 1. Peças curvas transversais que da QUILHA vêm até à BORDA. Constituem com a quilha o «esqueleto» ou «ossada» de um casco. 2. Bóia com pau e bandeira ou simples balão de plástico cheio de ar, utilizados para a mar¬cação de um PERCURSO de REGATAS.&lt;br /&gt;BALSA. Nome dado às JANGADAS SALVA-VIDAS, pneumáticas e de enchimento automá¬tico, transportadas a bordo de IATES.&lt;br /&gt;BALSO. Equipamento destinado a içar um tri¬pulante ao topo do mastro para reparação de qualquer avaria. É constituído por uma tábua e quatro cabos, como um baloiço de criança, ou por uma cadeirinha de tecido ou lona forte.&lt;br /&gt;BANCADA. Nome dado ao banco transversal que existe em pequenas embarcações. BARLAVENTO. Lado de onde sopra o vento ou lado oposto ao lado onde se encontra a RETRANCA da VELA GRANDE, em navegação normal.&lt;br /&gt;BARRA DE ESCOTA. CALHA ou varão transversal onde desliza um CARRINHO pelo qual passa a ESCOTA da VELA GRANDE. Serve para controlar o ângulo da vela com a linha do vento. BARTEDOURO. V. vertedouro.&lt;br /&gt;BASTARDO. Tipo de vela triangular ou quadrangular sustentada por uma longa VERGA que cruza obliquamente o mastro e que é presa à proa.&lt;br /&gt;BATER. Referido a vela, significa ondulação da vela provocada pelo vento, quando aquela não está suficientemente CAÇADA, ou, quando à BOLINA, o barco navega mais ORÇADO que o RUMO de BOLINA CERRADA.&lt;br /&gt;BEAUFORT, ESCALA DE. Escala que divide o vento em FORÇAS DE VENTO conforme a sua velocidade. Vai de 0 a 12, sendo a força 0 refe¬rida a um vento cuja velocidade é inferior a 1 nó (calma) e a força 12 a ventos cujas velo¬cidades são superiores a 64 nós (furacão).&lt;br /&gt;BELICHE. Nome dado às camas a bordo de um barco.&lt;br /&gt;BERÇO. Armação de madeira ou metal desti¬nada a suportar um barco quando em terra. BICHAS. Pequenos cabos destinados a prender uma vela que não está IÇADA mas está ENVER¬GADA.&lt;br /&gt;BIG BOY. Vela utilizada a bordo de iates de regata que é içada na MAREAÇÃO de POPA a SOTAVENTO e por fora da VELA GRANDE, quando se utiliza o SPINNAKER. É uma vela que não é envergada nem em vergas nem em estais, ficando a «voar». Actualmente, em quase todos os países, esta vela é mais conhe¬cida pelo nome de shooter, ou blooper.&lt;br /&gt;BIGODES. Nome dado por vezes à vaga de PROA quando a velocidade do barco é grande. BITOLA. Medida com que eram referenciados os cabos quanto à sua espessura. Era a medida do perímetro do cabo. Actualmente, os cabos são referenciados pelo seu diâmetro.&lt;br /&gt;BLOOPER. V. BIG BOY.&lt;br /&gt;BOCA. Maior largura de um barco. BOCA. Cabo à proa que serve para amarrar um barco.&lt;br /&gt;BOEIRA. Orifício praticado na parte inferior do CASCO ou no PAINEL DA POPA que serve para esgotar a água de dentro do barco quando este vem para terra, ou que esgota a água do barco por efeito de sucção provocada por AN¬DAMENTO.&lt;br /&gt;BOLACHA. Chapa metálica ou de plástico co¬sida no PUNHO da pena da VELA GRANDE. BOLINA. I. MAREAÇÃO em que o vento entra por vante do TRAVÉS. 2. Parte de um PER¬CURSO de uma REGATA efectuada contra o vento.&lt;br /&gt;BOLINA CERRADA. Um barco navega à bo¬lina cerrada quando o mais CINGIDO ao vento que lhe é possível, por forma a ganhar BARLA¬VENTO com vantagem.&lt;br /&gt;BOLINAR. Navegar progredindo contra o ven¬to, efectuando BORDOS.&lt;br /&gt;BOLSA DA RÉGUA. V. saco da régua.&lt;br /&gt;BOLSA DA VELA. V. SACO DA VELA.&lt;br /&gt;BOMBORDO. Lado esquerdo de um barco quando se está voltado para a PROA.&lt;br /&gt;BOOM JACK. Expressão inglesa utilizada em Portugal para designar um aparelho de força destinado a puxar para baixo o LAÍS da retran¬ca, com o fim de esticar a VALUMA da VELA GRANDE, alterando o perfil que esta vela apre¬senta ao vento.&lt;br /&gt;BOOM VANG. V. BOOM JACK.&lt;br /&gt;BORBOLETA. Armação utilizada na MAREA¬ÇÃO de POPA em que a vela de proa fica do BORDO contrário ao da RETRANCA da VELA GRANDE.&lt;br /&gt;BORDA. Limite superior do costado.&lt;br /&gt;BORDA FALSA. Tabuado vertical colocado à BORDA por cima do CONVÉS.&lt;br /&gt;BORDEJAR, Navegar aos BORDOS.&lt;br /&gt;BORDO. 1. Lado do barco. 2. Percurso efec¬tuado pelo barco com as mesmas AMURAS, isto é, com o vento entrando sempre pelo mesmo BORDO.&lt;br /&gt;BORLA. Disco de madeira no TOPE de alguns mastros com GORNES para as ADRIÇAS de ban¬deiras.&lt;br /&gt;BOTALÓ, PAU DE. Peça de madeira, hori¬zontal, projectada para ré, à altura da BORDA, à popa, destinada à fixação ou passagem da es¬cota das velas MEZENA ou CATITA.&lt;br /&gt;BRANDAL. Cabo de aço que, de cada lado do mastro, vem à BORDA ou ao CONVÉS junto à borda, sustentando o mastro no plano transver¬sal;-" volante, brandal que da parte superior do mastro vem à borda, na zona do TRAVÉS ou da ALHETA, sustentando o mastro para barlavento e para ré. Existem aos pares, um para cada BORDO.&lt;br /&gt;BUJARRONA. Vela de proa que enverga no estai da bujarrona; pau da ~, pau projectado para vante, pela proa, destinado a suportar o estai da bujarrona.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i32.tinypic.com/2myc2ds.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BURRO. Cabo que é colocado no LAÍS da RE¬TRANCA e que vai à borda a vante, a fim de evitar uma CAMBADELA. Nome por vezes dado também ao GAIO do PAU DE SPINNAKER.&lt;br /&gt;BÚSSOLA. V. AGULHA.&lt;br /&gt;BUZINA. Aberturas na BORDA FALSA, nor¬malmente à proa e à popa, destinadas à passa¬gem de cabos.&lt;br /&gt;CABEÇO. Forte peça metálica vertical, de forma cilíndrica, cuja base está solidamente CAVILHADA ao CONVÉS e que serve para dar VOLTA aos cabos de AMARRAÇÃO. Pode ser simples ou duplo.&lt;br /&gt;CABO. Nome dado a todas as «cordas» exis¬tentes a bordo, com excepção da corda do sino. CABRESTANTE. V. molinete.&lt;br /&gt;CABRESTO, Cabo de aço ou corrente que do LAÍS do PAU DA BUJARRONA vai à RODA DE PROA junto à LINHA DE ÁGUA para impedir que aquele suba quando é feita força no estai da BUJARRONA.&lt;br /&gt;CAÇAR. Puxar pela ESCOTA de modo a trazer o PUNHO da escota de uma vela para uma posição mais próxima do plano longitudinal do barco.&lt;br /&gt;CACHAPANA, ou VELA DE CAPA. É uma pequena vela triangular, de TEMPO, que en¬verga (v. ENVERGAR) no mastro em substitui¬ção da VELA GRANDE. Não enverga na RE¬TRANCA e é caçada por ESCOTA dupla para um ou outro BORDO.&lt;br /&gt;CACHIMBO. Ferragem que liga a RETRANCA ao mastro.&lt;br /&gt;CACHOLA. Parte superior do LEME onde se fixa a CANA DO LEME. CADASTE. Peça vertical ou ligeiramente in¬clinada, ligada à QUILHA, à POPA, que serve de apoio ao PAINEL DA POPA. CADERNAL. MOITÃO com duas ou mais ROLDANAS e igual número de GORNES, em que as ROLDANAS têm o mesmo eixo.&lt;br /&gt;CAIMENTO. Inclinação do mastro no plano longitudinal, normalmente para RÉ. CAIR. Diminuição da velocidade ou FORÇA do vento.&lt;br /&gt;CALHA. 1. Abertura praticada no mastro e re¬tranca, em toda a sua extensão, onde entra a TRALHA da vela quando é envergada. 2. Ferra¬gem em forma de cantoneira com perfis oval aberto, rectangular aberto,, em T de pé curto e largo ou ainda em X, onde correm, interior¬mente nos dois primeiros perfis e exteriormente nos outros dois, CARRINHOS ou SLIDES. CAMBADELA. VIRAGEM EM RODA muito rá¬pida, propositada ou inadvertida.&lt;br /&gt;CAMBAR. V. VIRAR EM RODA.&lt;br /&gt;CANA DO LEME. Peça de madeira, mais ou menos comprida, que encaixa na CACHOLA ou na parte superior da MADRE do leme. Serve para dar orientação ao leme, para GOVERNAR o barco.&lt;br /&gt;CANCELADA, REGATA. É uma REGATA ANULADA que, por decisão do júri de regata, não será repetida.&lt;br /&gt;CAPA. Um dos processos de aguentar mau tempo. Consiste em manter a PROA ou a AMURA apontada ao mar e ao vento, utilizan¬do-se normalmente a CACHAPANA ou VELA DE CAVIRÃO&lt;br /&gt;CAPA. A capa pode ser seguida ou rigorosa, conforme o barco tem SEGUIMENTO ou apenas ABATE. Utiliza-se também na capa rigorosa a ÂNCORA FLUTUANTE, lançada pela proa para diminuir o ABATIMENTO.&lt;br /&gt;CAPEAR. Pôr o barco de CAPA.&lt;br /&gt;CAPELO. Extremidade superior da RODA DE PROA quando saliente acima da BORDA. CAPUCHANA. Cobertura de tela da BALSA ou cobertura sobre o POÇO, protegendo-o do vento e dos salpicos.&lt;br /&gt;CARANGUEJA. VERGA superior de uma VELA LATINA quadrangular que se chama vela de carangueja.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i32.tinypic.com/2dilyd3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARLINGA. Local de assentamento do PÉ do mastro.&lt;br /&gt;CARNEIRADA. Pequenas cristas de espuma branca que existem nas vagas provocadas por vento de força 3, 4 ou 5 da ESCALA DE BEAU-FORT. Também chamadas carneirinhos. CARREGADEIRA. Cabo desde o CONVÉS ao PUNHO da pena de uma vela que é utilizado para arriar mais rapidamente essa vela.&lt;br /&gt;CARRINHO. Espécie de cursor com rodas ou rolamentos que corre na CALHA que forma a BARRA DE ESCOTA e onde é fixo o MOITÃQ ou POLÉ inferior da ESCOTA da vela grande, CARRO. BERÇO pequeno com rodas destinado a pequenas embarcações.&lt;br /&gt;CARTA. Representação plana de parte da su¬perfície do globo terrestre concebida especial¬mente para navegação.&lt;br /&gt;CASCO. Invólucro exterior de um barco.&lt;br /&gt;CASTANHA. Espécie de argola metálica, achatada e aberta superiormente, destinada à passagem e orientação de ESPIAS ou cabos para o exterior. São colocadas normalmente à PROA ou à POPA sobre a BORDA FALSA ou o CON¬VÉS.&lt;br /&gt;CATAMARAN. Barco formado por dois cas¬cos unidos entre si por uma plataforma ao nível do CONVÉS. A cada um dos cascos é dado o nome de FLUTUADOR.&lt;br /&gt;CATA-VENTO. V. GIROUETTE.&lt;br /&gt;CATITA. Vela de ré do YAWL.&lt;br /&gt;CATURRAR. Passar as vagas deixando que a proa bata na vaga, tirando bastante ANDAMENTO ao barco e levantando muitos salpicos.&lt;br /&gt;CAVALO NO VENTO, A. Navegar o mais cingido ao vento possível.&lt;br /&gt;CAVERNA. Parte inferior da BALIZA que serve de suporte ao fundo do casco. Por vezes, e erradamente, chama-se caverna à própria BA¬LIZA.&lt;br /&gt;CAVERNAME. Conjunto das BALIZAS de um CASCO.&lt;br /&gt;CAVILHA. Grande prego ou parafuso de rosca.&lt;br /&gt;CAVILHADO. Fixo com CAVILHA ou CAVI¬LHAS.&lt;br /&gt;CAVIRÃO. Parafuso que fecha a MANILHA.&lt;br /&gt;CENTRO DE RESISTÊNCIA LATERAL. Ponto de aplicação da resultante de todas as forças que impedem o, ou oferecem resistência ao, deslocamento lateral do barco.&lt;br /&gt;CENTRO VÉLICO. Ponto de aplicação da re¬sultante de todas as forças de vento que impulsionam o barco.&lt;br /&gt;CHAMINÉ, EFEITO DE. Efeito de sucção a sotavento de uma vela, provocado por uma maior velocidade de escape de vento entre a vela referida e outra colocada a vante e a sota¬vento .&lt;br /&gt;CHARRUA. V. CQR.&lt;br /&gt;CHEGADA. Fim de uma regata. Um barco chega quando qualquer parte do seu casco, equipamento ou tripulação, em posição normal, corta a linha de chegada, vindo da direcção da última BALIZA do PERCURSO.&lt;br /&gt;CHICOTE. Extremidade de um CABO.&lt;br /&gt;CINGIDO. Orçado (v. ORÇAR).&lt;br /&gt;CIS. Abreviatura do Código Internacional de Sinais, código que utiliza bandeiras para comu¬nicação à distância entre barcos ou entre barco e terra.&lt;br /&gt;COCAS. Nome dado às voltas que se formam num cabo quando a ele é dada uma torção. COCHA. Torção dada aos CORDÕES que cons¬tituem um cabo ou torção dada ao próprio cabo quando é feito.&lt;br /&gt;COLHEDOR. Pequeno cabo utilizado para prender um ESTAI ou BRANDAL às ferragens fixas no CASCO.&lt;br /&gt;COMPASSO. Instrumento de NAVEGAÇÃO utilizado para medir distâncias na CARTA.&lt;br /&gt;CONE DE SOMBRA. Espaço a SOTAVENTO de um barco à vela em que o vento sofre uma grande diminuição de intensidade. Esse espaço é, junto à água, de forma triangular, sendo o barco a base do triângulo e estando o vértice na direcção do VENTO APARENTE.&lt;br /&gt;CONTRA-ESTAI. V. BACK STAY. CONVÉS. Parte superior, à altura da BORDA, de um CASCO total ou parcialmente fechado por cima.&lt;br /&gt;CORDÃO. Fio COCHADO (v. COCHA) com que é feito um cabo.&lt;br /&gt;CORRER. Um dos processos de aguentar mau tempo. Consiste em meter a POPA ou a ALHETA no vento e no mar e CORRER ou FU¬GIR à frente das vagas, utilizando o ESTAI DE TEMPO.&lt;br /&gt;COSTADO. Parte lateral de um casco.&lt;br /&gt;COSTEIRA. NAVEGAÇÃO costeira é aquela que é efectuada com base em observações para pontos em terra.&lt;br /&gt;COSTURA. Trabalho da arte de marinheiro com que se ligam os CHICOTES de dois CABOS para os unir de forma permanente. Pode tam¬bém ser utilizada no chicote de um cabo para formar uma MÃOZINHA.&lt;br /&gt;CQR. Tipo de FERRO muito generalizado a bordo de iates que é semelhante a um arado com uma HASTE comprida, daí o também chamar-se CHARRUA.&lt;br /&gt;CROQUE, PAU DE. Vara de madeira compri¬da, com um ou dois ganchos metálicos numa extremidade, que serve para recolher da água CABOS ou bóias, como, p. ex., a AMARRA¬ÇÃO.&lt;br /&gt;CRUZETA. A EXTENSÃO da CANA DO LEME constituída por uma vara de madeira ou tubo de alumínio ligado a esta cana por uma articulação e que permite governar o barco quando o TI¬MONEIRO faz PRANCHA.&lt;br /&gt;CUNHO. Peça de metal ou madeira destinada a prender cabos.&lt;br /&gt;CUNNINGHAM, OLHAL DO. Olhai colo¬cado junto da TESTA de uma VELA GRANDE ou do GURUTIL de uma vela de proa, acima do PUNHO da amura, destinado a possibilitar, através de um cabo que por ele passa, dar mais tensão à testa ou gurutil da vela, sem exceder os limites das dimensões a que esses lados das velas estão sujeitos por regras de classe.&lt;br /&gt;CÚTER. Armação de um iate com um mastro que utiliza uma BUJARRONA, um ESTAI e uma VELA GRANDE latina triangular ou quadrangular.&lt;br /&gt;DANFORTH. Tipo de ferro muito generali¬zado a bordode iates e pequenas embarcações. DECLINAÇÃO. Ângulo entre a direcção do meridiano terrestre e a direcção norte-sul magnética.&lt;br /&gt;DEFENSA. Balão ou cilindro, geralmente de matéria plástica, destinado a ser colocado à BORDA, sobre o COSTADO, com o fim de o defender quando o barco está ATRACADO ou na AMARRAÇÃO, quando existirem outros barcos ao lado.&lt;br /&gt;DERIVA. Distância andada por ABATIMENTO.&lt;br /&gt;DESCLASSIFICADO. Barco que em regata infringe qualquer regra da mesma. É normal¬mente atribuída ao barco desclassificado uma pontuação pior que a do último barco que tenha chegado e semelhante ou igual à de qualquer barco que tenha desistido.&lt;br /&gt;DESLOCAMENTO. Peso total do barco.&lt;br /&gt;DESRIZAR. Tirar os RIZES.&lt;br /&gt;DESVENTAR. Colocar outro barco à vela no CONE DE SOMBRA.&lt;br /&gt;DESVIO. Ângulo entre a direcção norte-sul da AGULHA de bordo e a direcção norte-sul mag¬nética terrestre. É normalmente provocado pela existência de ferros a bordo que desviam a AGULHA.&lt;br /&gt;DIAMANTE. Conjunto de dois pequenos VAUS projectados para as amuras, por vezes unidos entre si por um travessão do mesmo ma¬terial de que são feitos. São geralmente coloca¬dos no terço superior do mastro. DIFERIMENTO. Adiamento da hora de lar¬gada de uma regata.&lt;br /&gt;DOZE METROS. Classe de barcos construídos segundo uma fórmula cujo resultado final tem de ser de 12 m. Esta regra produz barcos todos bas¬tante semelhantes, com um comprimento total que ronda os 19 ou 20 m e cujo peso se aproxima das 30 t. É em barcos desta classe que é actual¬mente disputada a AMERICA'S CUP. DRIFTER. GENOA com PUNHO da escota alto, feita de tecido muito fino e leve, destinada a ser utilizada com pouco vento.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i31.tinypic.com/339loqb.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DROGUE. V. ÂNCORA FLUTUANTE.&lt;br /&gt;EMBARCAÇÃO. Nome dado a um navio de dimensões relativamente pequenas. É o nome correcto daquilo a que vulgarmente se chama barco.&lt;br /&gt;EMBORNAL. Abertura na BORDA FALSA para escoamento da água do CONVÉS.&lt;br /&gt;ENCALMADO. Que se encontra numa zona sem vento.&lt;br /&gt;ENCONTRO, LEME DE. Posição do LEME que leva o barco a ARRIBAR. ENFIAMENTO. Direcção definida por dois pontos em terra, ambos situados para o mesmo lado do barco.&lt;br /&gt;ENORA. Abertura, praticada no CONVÉS, por onde passa o mastro.&lt;br /&gt;ENVERGAR. Inicialmente, significava pren¬der a vela às VERGAS. Este termo degenerou e actualmente, além do significado anterior, sig¬nifica também preparar uma vela para içar. En¬vergar o ESTAI, p. ex., é GARRUNCHAR a vela de estai.&lt;br /&gt;ENVERGUE. Cabo fino e comprido utilizado para ENVERGAR uma vela.&lt;br /&gt;ENXÁRCIA. Conjunto dos OVÉNS a um bordo do barco.&lt;br /&gt;ESCOTA. Cabo que serve para orientar as ve¬las. Toma o nome de escota da vela que orien¬ta. Ex., escota da VELA GRANDE, escota do ESTAI, etc.&lt;br /&gt;ESCOTILHA. Abertura praticada no convés destinada à passagem de pessoas ou à entrada e saída de velas.&lt;br /&gt;ESCOVEM. Tubo ou abertura nas AMURAS do CASCO destinada à passagem da AMARRA do FERRO.&lt;br /&gt;ESCUNA. V. PALHABOTE. ESPIA. CABO forte utilizado na atracação para prender o barco à PROA (espia da proa) ou popa (espia da popa).&lt;br /&gt;ESPICHA. Peça cónica de metal ou madeira utilizada no trabalho em cabos (arte de mari¬nheiro) para abrir a COCHA.&lt;br /&gt;ESQUADRO DE NAVEGAÇÃO. Esquadro recto (90°), de plástico, com pega de madeira e graduação em graus, como um transferidor, uti¬lizado em NAVEGAÇÃO para a marcação ou lei¬tura de rumos na carta.&lt;br /&gt;ESTÁDIA. Aparelho que permite medir a dis¬tância a que se está de um objecto desde que se conheça a altura desse objecto.&lt;br /&gt;ESTAI. CABO de aço que sustenta o mastro para a PROA; ~ de encontro, v. BACK STAY; vela de-", vela triangular, de proa, que enverga no estai; -* de tempo, pequena vela de estai feita de tecido muito forte e utilizada quando há mau tempo.&lt;br /&gt;ESTEIRA. 1. Lado inferior de uma vela. 2. Rasto que um barco deixa na água, à popa, provocado pela deslocação.&lt;br /&gt;ESTIBORDO. Lado direito do barco, quando se está voltado para a PROA.&lt;br /&gt;ESTICADOR. Peça constituída por um tubo metálico, fechado ou aberto lateralmente, ros¬cado nas extremidades com roscas de sentidos opostos onde entram dois parafusos. Com a ro¬tação do tubo, os parafusos aproximam-se ou afastam-se, esticando ou folgando o cabo onde o esticador está aplicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i32.tinypic.com/2evssa8.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTRALHEIRA. Aparelho de força constituído por dois CADERNAIS. A estralheira é simples quando os cadernais são um de dois gornes e outro de três gornes. Se os cadernais forem ambos de três gornes, a estralheira é DOBRADA.&lt;br /&gt;ESTROPO. Conjunto de cabos ou correntes utilizado para levantar o barco num guindaste&lt;br /&gt;EXTENSÁO DA CANA DO LEME. V. CRU¬ZETA.&lt;br /&gt;EXTENSOLA. Vela alta, triangular, de entre mastros, com um lado envergando no mastro de vante e o PUNHO livre caçando (v. CAÇAR) num ponto alto do mastro da ré. É utilizada nos PALHABOTES.&lt;br /&gt;FALCAÇA. Trabalho da arte de marinheiro por vezes efectuado nos chicotes de um CABO destinado a evitar que este se desfaça em COR¬DÕES.&lt;br /&gt;FERRADEM. Peça fixa do aparelho do barco feita em metal, geralmente em aço inoxidável. FERRAR. Dobrar e enrolar uma vela de modo a ficar prolongada com a RETRANCA, atando-a depois com as BICHAS.&lt;br /&gt;FERRO. Objecto pesado destinado a imobilizar o barco, prendendo-o ao fundo, feito em ferro, razão pela qual se generalizou a utilização da palavra «ferro» como substituição de ÂNCORA. FLOATER. SPINNAKER feito de tecido muito fino e leve, destinado a ser utilizado com muito pouco vento.&lt;br /&gt;FLUSH DECK. Convés corrido, isto é, sem cabina ou SUPERSTRUTURAS.&lt;br /&gt;FLUTUADOR. 1. Um dos cascos que formam o CATAMARAN ou um dos cascos laterais do TRIMARAN. 2. Saco de tela impermeável cheio de ar que se coloca, bem preso, dentro de pe¬quenos barcos à vela para impedir que estes se afundem depois de virados, funcionando por¬tanto como reserva de flutuação.&lt;br /&gt;FOLGAR. Deixar sair ESCOTA de modo que o PUNHO da escota de uma vela se afaste do plano longitudinal do barco.&lt;br /&gt;FORÇA DE VENTO. Classificação de ventos na ESCALA DE BEAUFORT conforme a sua velocidade.&lt;br /&gt;FORRAR. Cobrir uma zona de trabalho de um CABO com um cabo mais fino de modo a pro¬teger essa zona, impedindo o seu desgaste.&lt;br /&gt;FUNDEAR. Imobilizar o barco utilizando o FERRO.&lt;br /&gt;FUNDO. Parte inferior do casco.&lt;br /&gt;GACHETA. Nome dado ao cabo em que os CORDÕES são entrançados em vez de cochados (v. COCHA).&lt;br /&gt;GAIO. Cabo que impede o PAU DE SPINNA¬KER de levantar e que normalmente parte do LAÍS deste pau para o CONVÉS junto ao bico da PROA.&lt;br /&gt;GALOPE. Parte superior do mastro.&lt;br /&gt;GARRAR. Diz-se que um FERRO está a garrar quando não UNHA e vem a reboque do barco, arrastando pelo fundo. O barco nestas condi¬ções vai à garra.&lt;br /&gt;GARRUNCHO. Peça metálica ou plástica existente no GURUTIL das velas de proa que serve para ENVERGAR a vela no ESTAI.&lt;br /&gt;GAVETOPE. Vela triangular que enverga no mastro por cima da CARANGUEJA nalguns bar¬cos com VELA GRANDE quadrangular.&lt;br /&gt;GENOA. Vela de proa que, envergando no ESTAI, sobrepõe parcialmente a VELA GRAN¬DE, tendo portanto uma ESTEIRA mais com¬prida que a distância estai-mastro ao nível do CONVÉS.&lt;br /&gt;GIBA. Vela de proa alta e estreita com punho da amura ou punho da escota alto que enverga no estai e cuja escota é caçada junto à ALHETA.&lt;br /&gt;GIROUETTE. Nome francês, de utilização ge¬neralizada em Portugal, de um aparelho que in¬dica a direcção do vento. Espécie de cata-vento.&lt;br /&gt;GOLA. Parte côncava de uma peça cilíndrica destinada a aconchegar voltas de cabo.&lt;br /&gt;GORNE. Abertura da caixa do MOITÃO onde trabalha a roldana e por onde passa o CABO. GORNIR Passar um cabo por um GORNE.&lt;br /&gt;GOVERNAR. Conduzir ou «guiar» o barco ac¬tuando no leme.&lt;br /&gt;GRANDE, VELA. Vela que enverga no mas¬tro. No caso de existirem dois mastros, a vela grande é a vela que enverga no mastro de maior GUINDA.&lt;br /&gt;GRIVAR. V BATER.&lt;br /&gt;GUALDROPES. Cabos de aço ou correntes de ferro que comunicam ao LEME o movimento quando este é actuado por uma RODA DO LEME.&lt;br /&gt;GUINCHO. Aparelho mecânico de força, mo¬vido manualmente por meio de alavanca ou manivela, ou electricamente, com um veio ho¬rizontal comunicando o movimento a uma roda especial onde engrena a AMARRA e a um tam¬bor com GOLA, utilizado na manobra de cabos. É o aparelho que se usa para levantar o ferro.&lt;br /&gt;GUINDA. Altura de um mastro.&lt;br /&gt;GURUTIL. É o lado da vela que enverga no estai, numa vela triangular de proa. Numa vela LATINA quadrangular é o lado superior da vela que geralmente enverga na CARANGUEJA.&lt;br /&gt;HASTE DO FERRO. Parte mais comprida do ferro, tendo na extremidade superior o ANETE e na inferior os braços, as patas ou as unhas, conforme o tipo do ferro.&lt;br /&gt;IATE. Embarcação de recreio, à vela, a motor ou ainda à vela e a motor, que tem como con¬dição de habitabilidade mínima acomodações, para a pernoita no seu interior, dentro de cabina fechada, para uma ou várias pessoas.&lt;br /&gt;IOR. Iniciais de International Offshore Rule, conjunto de regras internacionais para a atribui¬ção de RATING a barcos da classe Cruzeiro, permitindo que barcos de diferentes tamanhos e formas possam competir juntos em regatas. A classificação final dessas regatas é dada pe¬los tempos corrigidos, que são os tempos reais da regata corrigidos pelo rating. Assim, o barco que ganha a regata nem sempre é o que chega à frente (menor tempo real), mas sim o que obtém o menor tempo corrigido.&lt;br /&gt;IYRU. Iniciais de International Yacht Racing Union, autoridade máxima internacional que superintende no desporto da vela na parte de competição (regatas).&lt;br /&gt;JANGADA SALVA-VIDAS. Embarcação pneumática que se enche automaticamente quando o seu invólucro é lançado ao mar e que se destina a transportar e a abrigar, por meio de uma CAPUCHANA, a tripulação ou parte da tri¬pulação de uma embarcação em perigo.&lt;br /&gt;KETCH. Tipo de barco à vela com dois mas¬tros em que o mastro da ré é o mais pequeno e está normalmente situado a vante da RODA ou CANA DO LEME. Este mastro é o mastro da MEZENA e a vela que nele enverga chama-se mezena.&lt;br /&gt;KICKING STRAP. V. boom jack.&lt;br /&gt;KNOCKDOWN. Expressão inglesa utilizada para designar a situação em que um IATE se inclina a 90° ou mais, geralmente com o SPENNAKER içado.&lt;br /&gt;LAÇADA. Nome que em náutica é dado ao nó vulgar.&lt;br /&gt;LAÍS. Extremidade de unia VERGA.&lt;br /&gt;LARGADA. Um barco larga quando, após o sinal de largada, qualquer parte do casco, tripulação ou equipamento corta a linha de largada na direcção da primeira BALIZA do percurso.&lt;br /&gt;LARGO. 1. MAREAÇÁO em que o vento entra pelo TRAVÉS ou para ré deste. 2. Parte ou PERNA do percurso de uma regata na qual os barcos navegam com marcação de largo.&lt;br /&gt;LARGO ABERTO. V. largo folgado.&lt;br /&gt;LARGO FOLGADO. MAREACÂO em que o vento entra pela zona da ALHETA .&lt;br /&gt;LASTRO. Peso colocado na parte inferior do barco ou no PATILHÀO destinado a baixar o centro de gravidade do barco.&lt;br /&gt;LATINAS, VELA e VERGA. Velas que enver¬gam em VERGAS que, quando em repouso, ficam no plano longitudinal do barco ou velas triangulares de proa.&lt;br /&gt;LEME. Superfície vertical, móvel em torno de um eixo vertical, mergulhada à popa que serve para orientar o barco.&lt;br /&gt;LINHA. Nome dado ao cabo quando é muito fino; ~ de chegada, linha imaginária definida pela BALIZA de chegada e pelo MASTRO DE SINAIS do barco do júri, onde termina a rega¬ta; -" de largada, linha imaginária definida pela baliza de largada e pelo mastro de sinais do barco do júri, de onde é dada a «partida» para a regata.&lt;br /&gt;LIVRE PELA POPA. Um barco está livre pela popa de outro quando o seu casco e respectivo equipamento, em posição normal, estão para ré de uma linha imaginária projectada pelo TRAVÉS do ponto mais à ré do casco ou equipa¬mento do outro, que se diz livre pela proa. LIVRE PELA PROA. V. LIVRE PELA POPA.&lt;br /&gt;LÔ, LEME DE. Posição do LEME que leva o barco a ORÇAR.&lt;br /&gt;LOBO, BOCA DE. Conjunto de peças de ma¬deira ou ferragem, no LAÍS de dentro da RETRANCA ou CARANGUEJA, em forma de for¬quilha, que permite a fixação da VERGA em causa ao mastro, abraçando-o até à sua PALHA.&lt;br /&gt;MACACO ESTICADOR. V. ESTICADOR.&lt;br /&gt;MADRE DE UM CABO. CORDÃO fino cen¬trai em volta do qual são cochados (v. CO¬CHA) os outros cordões para formar o cabo.&lt;br /&gt;MADRE DO LEME. Eixo que comunica direc¬tamente o movimento de rotação ao leme. Veio do leme.&lt;br /&gt;MANILHA. Peça de metal em forma de U ou ferradura, atravessada nas extremidades pelo CAVILHÀO. Utilizada para prender MOITOES, ESCOTAS, PUNHOS de veia a pontos fixos do CASCO ou APARELHO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i26.tinypic.com/fe1jbk.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MÂOZINHA. Alça de cabo feita com COSTURA.&lt;br /&gt;MARCONI. Designação dada às velas grandes latinas triangulares.&lt;br /&gt;MAREAÇÁO. Posição do eixo longitudinal do barco em relação à direcção do vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i30.tinypic.com/102uzk8.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAREAR. Orientar as velas em relação à di¬recção de entrada do vento.&lt;br /&gt;MARETA. Pequena ondulação provocada por vento e corrente de sentidos opostos.&lt;br /&gt;MECHA. Parte mais fina do PÉ do mastro que entra na CARLINGA.&lt;br /&gt;MENTIR. Diz-se que um barco mente a virar quando, após ter começado a ORÇAR com a intenção de VIRAR POR DA VANTE, a proa atinge a linha de vento e, por falta de ANDAMENTO, o barco ABATE e ARRIBA, ficando com as mes¬mas AMURAS que levava antes de ter iniciado a manobra.&lt;br /&gt;MEZENA. Veia LATINA que enverga no mas¬tro da mezena de um KETCH.&lt;br /&gt;MILHA MARÍTIMA. Unidade de distância no mar que mede 1852 m.&lt;br /&gt;MOITAO. Caixa com roldana destinada a mu¬dar a direcção de tracção de um cabo.&lt;br /&gt;MOLE. É um barco com tendência para ARRI¬BAR.&lt;br /&gt;MOLINETE. Aparelho de força mecânico, constituído por uma base com eixo vertical onde roda um tambor com GOLA, que apenas tem um sentido de rotação, o dos ponteiros do relógio. O tambor pode ser movimentado por simples tracção do cabo que nele se enrolou ou por um sistema de engrenagens desmultiplicador do movimento de uma manivela que é apli¬cada, geralmente, no extremo superior do eixo. O molinete destina-se a CAÇAR cabos e a mantê-los caçados em virtude de só rolar num sen¬tido.&lt;br /&gt;MORDEDOR. Ferragem constituída por uma base com dois eixos verticais onde trabalham dois excêntricos com molas fazendo força em sentidos opostos, apertando um excêntrico con¬tra o outro. Destina-se a prender ESCOTAS, que, passando entre os excêntricos, os abrem enquanto estiverem a ser caçadas (v. CAÇAR). Logo que se deixe de actuar na escota, os ex¬cêntricos, normalmente dentados, compri¬mem-na, prendendo-a. A escota é facilmente solta, bastando puxá-la para fora do intervalo entre os excêntricos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i27.tinypic.com/281ekia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MOSQUETÃO. Peça de aço inoxidável em forma de uma espécie de argola que se pode abrir muito facilmente puxando um troço. É atada na extremidade da ALANTA e da ESCOTA do SPINNAKER e serve para prender estas ao spinnaker. Actualmente utiliza-se também bas¬tante nas ADRIÇAS, substituindo as MANILHAS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i30.tinypic.com/i3gmpw.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NAVEGAÇÃO. Arte ou ciência de determinar a posição de uma embarcação no mar e de a conduzir de um ponto para outro.&lt;br /&gt;NAVIO. Construção flutuante de tamanho con¬siderável destinada a navegar.&lt;br /&gt;NÓ. Unidade de velocidade no mar equivalente a uma milha por hora, ou sejam 1852 m/h.&lt;br /&gt;OBRAS MORTAS. Parte do CASCO fora da água.&lt;br /&gt;OBRAS VIVAS. Parte imersa do casco.&lt;br /&gt;OBSTÁCULO. É qualquer objecto, incluindo barcos a navegar, suficientemente grande para obrigar um barco, que não esteja afastado dele mais do que um comprimento, a fazer uma al¬teração apreciável do seu RUMO para o passar por um ou por outro lado.&lt;br /&gt;ODÔMETRO. Inicialmente, era o nome dado ao aparelho que media distâncias navegadas. Actualmente, o odómetro mede velocidades li¬das no indicador de velocidades e distâncias navegadas com leitura no totalizador do odóme¬tro.&lt;br /&gt;OLHAI. I. Peça em arco solidamente fixada, destinada à passagem de cabos ou à fixação de aparelhos. 2. Ilhó colocado nas velas.&lt;br /&gt;OLHO-DE-BOI. Abertura praticada no CON¬VÉS, tapada com vidro muito espesso, desti¬nada à iluminação do interior.&lt;br /&gt;ORÇADA ou ORÇADELA. Alteração rápida de RUMO no sentido de ORÇAR.&lt;br /&gt;ORÇAR. Alteração do rumo do barco, fazendo diminuir o ângulo de entrada de vento com o eixo longitudinal do barco. Aproximar a proa da linha de vento.&lt;br /&gt;OVEM. Nome dado a cada um dos cabos que aguentam o mastro lateralmente, quando fazem ARREIGADA à BORDA, num plano que passa pelo mastro e que é perpendicular ao plano longitudinal do barco.&lt;br /&gt;PAGAIA. Espécie de remo muito curto ou pá comprida utilizados nas pequenas embarcações à vela para impulsionar o barco quando há falta de vento ou quando as velas não estão içadas. «Remar» com pagaia chama-se pagaiar.&lt;br /&gt;PAINEL DA POPA. Superfície plana, vertical ou ligeiramente inclinada que fecha o CASCO de alguns barcos à popa. Nas pequenas embar¬cações à vela é no painel de popa que são fixa¬das as ferragens de suporte do leme, pelo que este se chama exterior ou de painel.&lt;br /&gt;PAIOL. Pequeno compartimento destinado à arrumação de material diverso tomando o nome do material que aí é arrumado. Ex., paiol de velas, paiol de cabos, paiol de amarra, etc. PALAMENTA. É o conjunto de peças soltas ou desmontáveis que, não fazendo parte da es¬trutura da embarcação, são contudo indispensá¬veis para a sua utilização.&lt;br /&gt;PALHA. Grossura ou diâmetro de um mastro.&lt;br /&gt;PALHABOTE. Barco com dois mastros, fi¬cando o de menor GUINDA a vante; este recebe o nome de TRAQUETE, podendo envergar uma EXTENSOLA e um estai de entre mastros ou simplesmente uma vela LATINA, MARCONI ou quadrangular, que se chama traquete. Também se dá o nome de escuna ao palhabote.&lt;br /&gt;PANEIRO. Estrado de madeira no fundo do barco, dentro do POÇO ou da cabina.&lt;br /&gt;PANGAIA. V. PAGAIA.&lt;br /&gt;PANGAIO, REMO. V. pagaia.&lt;br /&gt;PANOS. 1. Nome geralmente aplicado às ve¬las. 2. Tiras de tecido que, cosidas umas às ou¬tras, constituem uma vela.&lt;br /&gt;PATESCA. MOITÂO com abertura e fecho late¬ral da caixa que permite GORNIR o cabo pelo SEIO.&lt;br /&gt;PATILHAO. Superfície vertical imersa no plano longitudinal dos barcos à vela, com a função de aumentar a área de resistência late¬ral. Pode ser fixo ou móvel e ser feito de vários materiais, como madeira, fibra de vidro, alumínio, ferro ou chumbo. Os patilhões móveis são de LEQUE quando para subir ou descer; ro¬dam em torno de um eixo horizontal ou de GUILHOTINA quando sobem ou descem verti¬calmente. Os patilhões fixos têm normalmente a função de baixar o centro de gravidade do barco, além da do aumento da área de resistên¬cia lateral. Assim, são geralmente feitos em ferro ou chumbo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i26.tinypic.com/2lc78d4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;PAU DE ESPICHA. Vara que é empregue para esticar o GURUTIL de uma VELA LATINA quadrangular, apoiando o lais superior no PU¬NHO da pena da vela e o inferior num cabo passado ao mastro. Uma vela que é envergada com o pau de espicha chama-se VELA DE ESPICHA.&lt;br /&gt;PAU DE PALANQUE. V. pau de spinna&lt;br /&gt;PAU DE SPINNAKER. VERGA baixa utili¬zada para afastar o PUNHO da escota de BARLAVENTO de um spinnaker. O LAIS interior é apoiado no mastro e o lais de fora é fixo pela ALANTA, ADRIÇA e GAIO. É também utilizado para afastar para barlavento o punho da escota de um ESTAI ou GENOA, quando armados em BORBOLETA.&lt;br /&gt;PÉ DO MASTRO. Parte inferior do mastro.&lt;br /&gt;PENOL. V. pique.&lt;br /&gt;PERCURSO. Itinerário a ser cumprido pelos barcos numa regata. Pode ser estabelecido em volta de duas ou três bóias chamadas balizas ou, em caso de regatas de cruzeiro, consistir na ligação de um ponto da costa a outro; — olím¬pico, percurso triangular estabelecido em volta de três balizas, constituído pelas seguintes PERNAS com esta ordem: BOLINA, LARGO, largo, bolina, POPA e bolina.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i32.tinypic.com/2q21r1y.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERNA DO PERCURSO. Trajecto entre duas balizas do percurso. Costuma ser referenciada pela MAREAÇÃO a utilizar nesse trajecto.&lt;br /&gt;PERNO. Pequena peça metálica cilíndrica, tendo numa extremidade uma parte arredon¬dada mais saliente a servir de batente e na outra um rasgo com chaveta ou simplesmente um ori¬fício, perpendicular ao eixo do cilindro, desti¬nado à entrada de um TROÇO ou de uma argola para efectuar o travamento. Destina-se a fazer a união de peças metálicas perfuradas. PICADEIRO. V. berço.&lt;br /&gt;PIQUE. LAIS de fora da CARANGUEJA ou ADRIÇA que iça esse lais, dando à carangueja maior ou menor inclinação. Ao lais de fora da carangueja é dado também o nome de PENOL. PLANAR. Um barco plana quando, devido às formas do casco e à velocidade atingida, au¬menta a força de impulsão que mantém o barco à superfície, o que reduz sensivelmente as obras vivas. A consequente diminuição da área molhada origina uma diminuição da resistência ao avanço, que, por sua vez, se traduz num aumento de velocidade. Assim, o barco passa a «deslizar» sobre a água a grande velocidade; começa ou arranca a planar, efectuando um plananço ou planadela.&lt;br /&gt;POÇO. Abertura grande no convés destinada a comportar os tripulantes da embarcação.&lt;br /&gt;POLÉ. Caixa de MOITÃO com um GORNE e duas roldanas que trabalham no mesmo plano, sendo uma de maior diâmetro que a outra. Tem a mesma utilização que o CADERNAL. PONTAL. Altura do interior do casco medida desde a face superior da QUILHA à face inferior do VAU do convés.&lt;br /&gt;POPA. 1. Parte posterior do barco. 2. MAREAÇÃO em que o vento entra pela popa; ~ arrasada, mareação de popa em que a direcção do vento coincide com o eixo longitudinal do barco.&lt;br /&gt;PORTA. Parte do leme que está mergulhada e que efectivamente serve para orientar o barco. PRANCHA, FAZER. Nos barcos à vela pe¬quenos, os tripulantes têm de contrariar o ADERNAR do barco não só para que ele não se vire, mas também para que o PATILHÁO esteja o mais perpendicular possível dentro da água. Têm portanto de fazer prancha, isto é, com os pés presos dentro do poço, em cintas, esticam-se para fora da BORDA de BARLAVENTO, ten¬tando ficar, o mais possível, com o corpo hori¬zontal, a fim de, com o seu peso fora da borda, contrariarem a inclinação do barco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i26.tinypic.com/dbmuxx.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PREGUIÇOSA, AGULHA. Agulha pouco sensível.&lt;br /&gt;PREPARAÇÃO, TEMPO DE. Intervalo de cinco minutos antes do sinal de largada de uma regata. É anunciado o seu início com um sinal sonoro e o içar da bandeira P do CIS, no mas¬tro de sinais do barco do júri. Com o início do tempo de preparação começam a vigorar as re¬gras de regata.&lt;br /&gt;PROA. 1. Parte anterior do barco. 2. Tripu¬lante de um barco encarregado da manobra das velas de proa.&lt;br /&gt;PROTESTO. Documento apresentado ao júri de regata por um concorrente em que se dão a conhecer incidentes ou factos que são, ou se supõe serem, violações às regras de regata, praticados por um outro concorrente.&lt;br /&gt;PRUMO DE MÃO. Peça de chumbo, em forma de tronco de pirâmide quadrangular, com uma concavidade na base, pesando cerca de 4 kg. Na extremidade superior é presa uma li¬nha, graduada normalmente em braças, com nós, que se chama SONDAREZA. O conjunto destina-se à medição de profundidades e a con¬cavidade na base é cheia com sebo, permitindo indicar qual a natureza do fundo por aquilo que vem agarrado ao sebo.&lt;br /&gt;PÚLPITO. V. VARANDIM.&lt;br /&gt;PUNHO. Vértice de uma vela. Nas velas lati¬nas triangulares os punhos são: da amura, infe¬rior a vante; da escota, inferior para ré; da pe¬na, superior. Nas velas latinas quadrangulares os punhos são: da amura, inferior para vante; da escota, inferior para ré; da boca, superior para vante; da pena, superior para ré; fazer o ~, prender o punho de uma vela às VERGAS, à AMURA, à ESCOTA OU à ADRIÇA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i26.tinypic.com/r6xqw3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;QUEBRA-COSTAS, ESCADA. Escada verti¬cal formada por dois cabos paralelos com de¬graus de madeira, utilizada em iates para subir para bordo quando se está a tomar banho.&lt;br /&gt;QUEBRA-MAR. Peça vertical ou inclinada para vante, em U ou em V abertos, de vértice para a proa, colocada sobre o convés, a vante do mastro e do POÇO, nas pequenas embarca¬ções e destinada a proteger o poço da água que porventura possa subir acima da proa.&lt;br /&gt;QUERENA. V. obras vivas.&lt;br /&gt;QUILHA. É a peça longitudinal a meio da parte inferior do casco que serve como coluna vertebral do barco. Termina a vante com a RODA DE PROA e à ré com o CADASTE. Nal¬guns barcos à vela, a QUILHA tem uma altura considerável para baixo da parte inferior do CASCO, fazendo o efeito de PATILHÁO, poden¬do, nalguns casos, ter LASTRO de ferro ou chumbo fixado na parte inferior.&lt;br /&gt;RADIAL HEAD. Tipo de SPINNAKER em que a parte superior é constituída por PANOS estreitos triangulares que partem radialmente do punho da pena, sendo a parte média e inferior feita de panos horizontais. É utilizado para a marcação de POPA.&lt;br /&gt;RATING. Coeficiente de abono atribuído a barcos de cruzeiro que pretendam efectuar rega¬tas, após medição completa do barco, equipa¬mento e velas. É normalmente utilizado como unidade de medida o PÉ, sendo o rating ex¬presso em unidades e décimos de pé num certi¬ficado de medição que consta de folhas de computador com as dimensões medidas. Este certificado é condição necessária para a inscrição do barco em regatas. V. também IOR.&lt;br /&gt;REACHER. GENOA de punho da escota alto utilizada para as marcações de BOLINA folgada entre 40° e 85° de ângulo de entrada de vento aparente.&lt;br /&gt;REDONDA, VELA E VERGA. Vela quadrangular que enverga numa verga que na situação de repouso cruza com o mastro no sentido transversal BOMBORDO-ESTIBORDO.&lt;br /&gt;REFREGA. Aumento súbito da velocidade do vento, em faixas estreitas ou «corredores», em zonas de velocidade de vento praticamente constante.&lt;br /&gt;REFRESCAR. Referido a vento, significa au¬mento da velocidade deste.&lt;br /&gt;REGATA. Competição ou corrida de barcos à vela. Existem dois tipos fundamentais: regatas por abonos e regatas por classe. As regatas por abonos são regatas em que concorrem simulta¬neamente barcos de diferentes tipos e classes, tendo sido atribuído a cada um deles um coefi¬ciente de abono. Ganha a regata o barco que obtiver o menor tempo corrigido. V. IOR. Nas regatas por classes, os barcos concorrentes per¬tencem todos à mesma classe, correndo em tempos reais, isto é, o primeiro barco a chegar ganha a regata, desde que não tenham sido apresentados protestos contra ele, julgados fa¬voravelmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i26.tinypic.com/3469h0y.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i28.tinypic.com/k2h279.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGEIRA. Chama-se regeira a um cabo que amarra o barco a um cais ou a outro barco e que, saindo da popa, vai para vante — regeira de popa — ou, saindo da proa, vai para ré — regeira de proa. Às regeiras é por vezes dado o nome de spring.&lt;br /&gt;RÉGUA. Tala de madeira ou de fibra de vidro que é introduzida nos SACOS DAS RÉGUAS existentes nalgumas VALUMAS de velas, desti¬nada a dar forma e rigidez à vai uma.&lt;br /&gt;REMO DE ESPARRELA. Remo comprido e forte existente a bordo de alguns barcos (iates) que se destina a GOVERNAR o barco quando se parte ou avaria o leme.&lt;br /&gt;REPIQUETE. BORDO muito curto que é feito muito perto do obstáculo ou baliza que se pretende passar ou RONDAR.&lt;br /&gt;REPUXO. Espécie de luva sem dedos, de ca¬bedal, que tem no sítio da palma da mão uma rodela em ferro picotada e que serve para em¬purrar a agulha de coser velas ou cabos. RETORNO DE ESCOTA. MOITÃO forte mente fixo no convés ou BORDA FALSA desti¬nado à passagem de ESCOTAS. Situa-se nor¬malmente para ré do MOLINETE onde a escota vai ser passada.&lt;br /&gt;RETRANCA. VERGA onde enverga a ESTEIRA de algumas VELAS LATINAS.&lt;br /&gt;REVESSA. Corrente contrária ou de muito menor intensidade numa zona de corrente.&lt;br /&gt;RIZAR. Manobra de reduzir a área de PANO com o fim de poder manter o barco relativa¬mente direito quando o vento refresca.&lt;br /&gt;RIZES. Pequenos cabos que, passando por OLHAIS existentes na vela e amarrando geral¬mente à RETRANCA, permitem reduzir a área de pano exposta ao vento.&lt;br /&gt;RODA DA PROA. Peça, geralmente curva, vertical ou ligeiramente inclinada, que, ligada à QUILHA, fecha o casco à proa.&lt;br /&gt;RODA DO LEME. Roda ou «volante» com que se governa a embarcação quando o leme é utilizado sem CANA DO LEME. O movimento da roda é comunicado à MADRE DO LEME por GUALDROPES.&lt;br /&gt;ROLA, IR A. Diz-se que um barco vai à rola quando segue sem governo, abatendo por acção da corrente ou do vento. Utiliza-se também a expressão «ir à DERIVA».&lt;br /&gt;ROLDANA. Roda espessa, com uma GOLA em semicírculo em todo o seu perímetro, destinada a mudar a direcção de tracção de um cabo.&lt;br /&gt;RONDAGEM. Passagem dos barcos em regata pelo lado obrigatório de uma baliza do percurso.&lt;br /&gt;RONDAR. 1. Efectuar a rondagem da baliza.2. Puxar, meter dentro, ou CAÇAR, um cabo.3. Alteração lenta e contínua na direcção do vento.&lt;br /&gt;RUMO. Ângulo entre a direcção norte-sul e a direcção definida pelo caminho percorrido pelo barco; fazer ~ a, ir em direcção a, APROAR.&lt;br /&gt;RUNNER. Espécie de BRÁNDAL VOLANTE improvisado, com o fim de sustentar o mastro quando há mau tempo.&lt;br /&gt;SACO DA RÉGUA. Bolso feito com o mesmo tecido da vela que existe nas velas que usam RÉGUAS, destinado a conter estas.&lt;br /&gt;SACO DA VELA. «Concavidade» máxima da superfície curva de uma vela quando cheia. Uma vela plana tem pouco saco; uma muito côncava tem muito saco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i30.tinypic.com/w192xt.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SAIA DA VELA. Parte inferior da vela junto à ESTEIRA. O termo «saia» só costuma ser apli¬cado nas velas de proa.&lt;br /&gt;SALTO DE VENTO. Mudança repentina na direcção do vento. O vento escasseia ou fecha quando a mudança de direcção é no sentido da proa e alarga ou abre quando a mudança de di¬recção é no sentido da popa.&lt;br /&gt;SAPATILHO. Peça de metal, redonda ou em forma de alça, com GOLA, usada para a protecção de MÃOZINHAS de cabos.&lt;br /&gt;SEGUIMENTO. Um barco tem ou está com seguimento quando não está parado em relação à água.&lt;br /&gt;SEIO DE UM CABO. É a parte ou porção central de um cabo ou toda a parte do cabo que não pode ser considerada como extremidade (chicote).&lt;br /&gt;SHOOTER. V. BIG BOY.&lt;br /&gt;SKIPPER. Nome dado ao comandante de uma embarcação de recreio.&lt;br /&gt;SLIDE. Peça de metal ou plástico que, cosida a intervalos regulares na TESTA ou na ESTEIRA da vela grande, permite ENVERGAR a vela no MASTRO ou na RETRANCA, correndo os slides nas calhas aí existentes.&lt;br /&gt;SLOOP. Tipo de barco à vela com um mastro envergando uma VELA GRANDE e uma GENOA ou ESTAÍ.&lt;br /&gt;SOBRELADEADO. Um barco está sobreladeado ou existe sobreíadeamento entre dois barcos quando nenhum deles está LIVRE PELA POPA.&lt;br /&gt;SONDAREZA. Linha do PRUMO DE MÃO, SOTAVENTO. Lado do barco oposto ao lado de onde sopra o vento.&lt;br /&gt;SPI. Abreviatura de SPINNAKER. Termo ge¬ralmente utilizado em Portugal.&lt;br /&gt;SPINNAKER. Vela triangular com muito SACO e feita de tecido muito fino. Utilizada nas marcações a partir de BOLINA folgada. É mon¬tada com o PUNHO da escota de BARLAVENTO no LAÍS do PAU DE SPINNAKER, ficando lan¬çada para vante do ESTAI. Existem spinnakers, de variadas formas e talhes de pano, sendo uti¬lizados em diferentes MAREAÇÔES ou FORÇAS de vento.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i25.tinypic.com/2yx0vpv.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SPINNAKER STAYSAIL 1. GENOA com PUNHO da pena muito baixo utilizada quando está o SPINNAKER içado. Era uma vela que se usava na altura do aparecimento do spinnaker com o nome de brá. 2. Qualquer vela de proa destinada a ser utilizada juntamente com o spinnaker, excepto o blooper.&lt;br /&gt;SPRING. V. REGEIRA.&lt;br /&gt;STARCUT. SPINNAKER feito com PANOS que partem radialmente dos três PUNHOS da vela, formando ao centro uma figura de estrela de três pontas, apontando cada ponta a um punho. É uma vela muito pouco deformável, e de to¬dos os spinnakers é o que tem menos saco, ra¬zão por que é utilizada para BOLINAS folgadas e LARGOS.&lt;br /&gt;SUPERSTRUTURA. Designação dada a cons¬trução acima do convés, como, p. ex., a cabina.&lt;br /&gt;TALHA. Aparelho de força que utiliza um MOITÃO e um CADERNAL de dois GORNES (ta¬lha singela) ou dois cadernais de dois gomes (talha dobrada).&lt;br /&gt;TALINGADURA, MANILHA DE. É a MANI¬LHA que prende a AMARRA ao FERRO.&lt;br /&gt;TALINGAR. Acção de prender o cabo do ferro ou a amarra ao ferro.&lt;br /&gt;TALL-BOY. Vela triangular muito estreita e alta que AMURA por vante do mastro a uma BORDA e é caçada com a ESCOTA passada à borda oposta. Costuma ser içada nas MAREAÇÕES de LARGO e POPA com o fim de pro¬vocar o EFEITO DE CHAMINÉ com a VELA GRANDE. Actualmente é já pouco utilizada.&lt;br /&gt;TELL-TALES. Pequenos fios de lã ou tiras de tecido muito fino colocados a diversas alturas, geralmente junto do GURUTIL das velas da proa ou na VALUMA da vela grande de um e do outro lado desta, que indicam com muita precisão quando é que uma vela está bem mareada (v. MAREAR).&lt;br /&gt;TEQUE. Aparelho de força constituído por dois MOITÕES.&lt;br /&gt;TIMONEIRO. Tripulante que governa a em¬barcação. Especialmente em embarcações tripu¬ladas por dois tripulantes, é muitas vezes utili¬zado o termo «leme» em substituição de timoneiro.&lt;br /&gt;TOPE. Extremidade superior do mastro.&lt;br /&gt;TORNEL. Nome que se dá a um «destorcedor» aplicado numa AMARRA, num MOITÃO ou num MOSQUETÃO.&lt;br /&gt;TRALHA. Cabo que é cosido aos lados das ve¬las para lhes dar resistência ou permitir o seu ENVERGAR em CALHAS.&lt;br /&gt;TRANCAR O LEME. Virar o leme todo para um BORDO.&lt;br /&gt;TRAPÉZIO. Equipamento constituído por um cabo de aço, com pega e argola no chicote inferior e uma espécie de BALSO de tecido com um gancho chamado cinto de trapézio, que permite ao PROA de uma embarcação à vela FAZER PRANCHA, pondo os pés na borda e ficando suspenso pela cintura pelo cabo de aço que tem ARREIGADA na parte superior do mastro.&lt;br /&gt;TRAQUETE. Mastro de vante de um PALHA-BOTE, ou ESCUNA, ou vela que enverga nesse mastro.&lt;br /&gt;TRAVÉS. 1. Zona da BORDA ou COSTADO compreendida entre a AMURA e a ALHETA. 2. "Nome dado ao cabo de amarração que sai de bordo perpendicularmente ao eixo longitudinal do barco; pelo ~, perpendicularmente ao eixo longitudinal do barco.&lt;br /&gt;TRIMARAN. Barco constituído por três cas¬cos: um central, geralmente maior, e dois late¬rais, mais pequenos, chamados flutuadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i32.tinypic.com/2yoesfp.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRINCA, NAVEGAR A. Navegar A CAVALO NO VENTO, muito CINGIDO, ou ORÇADO. TRIRRADIAL. SPINNAKER feito como o STAR¬CUT, mas que se diferencia daquele por ter na parte central PANOS horizontais. É uma evolu¬ção bastante recente do starcut e por ser pouco deformável é utilizado em mareações do LARGO à ALHETA.&lt;br /&gt;TROÇO. Nome dado à peça que em mecânica se chama cavilha de virar, ou golpilha.&lt;br /&gt;UNHAR. Diz-se que um ferro unha quando en¬terra a pata, na extremidade da qual está a UNHA, na areia ou lodo, segurando o barco ao fundo.&lt;br /&gt;UNHA. Parte do ferro que entra na areia ou lodo e que está ligada à pata (parte mais larga do ferro) e que pela sua área vai oferecer uma grande resistência ao arrastamento, segurando o barco ao fundo.&lt;br /&gt;VALUMA. Lado exterior de uma vela entre o PUNHO da escota e o da pena.&lt;br /&gt;VARANDIM. Armação fixa em tubo ou varão metálico à proa ou à popa, fortemente fixa ao convés ou à borda falsa, destinada a dar protec¬ção à tripulação quando trabalha junto a esses extremos da embarcação. Aos tubos verticais mais afastados da popa e da proa ligam-se geralmente os VERGUEIROS, pelo que o varandim está por vezes incluído no termo «balaustrada».&lt;br /&gt;VAUS. 1. Peças de madeira ou metálicas colo¬cadas simetricamente, uma para BOMBORDO e outra para ESTIBORDO, a meia altura no mas¬tro, que se destinam a afastar deste os BRAN-DAIS ou OVÉNS e a fazer com que o ângulo entre o mastro e o cabo de aço aumente, a fim de dar maior eficiência à sustentação do mastro. 2. Peças de madeira transversais, de borda a borda de um casco, que servem de apoio ao convés.&lt;br /&gt;VELA. Conjunto de tiras de tecido (os PANOS) cosidas umas às outras que, quando convenien¬temente MAREADO, imprime movimento ao barco à vela.&lt;br /&gt;As velas começaram per ser tecidas em fi¬bras naturais, tendo depois passado a ser utili¬zadas as fibras artificiais (dacron, terylene, ny-lon). Actualmente já existem velas feitas de filmes plásticos colados a tecidos de fibras muito resistentes como o kevlar, que formam um material praticamente indeformável e, por¬tanto, ideal para a construção de velas.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i25.tinypic.com/331kdx4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VELA CHEIA. A vela está cheia quando está enfunada por vento e não está a BATER.&lt;br /&gt;VELA DE ESPICHA. VELA LATINA quadrangular cujo PUNHO da pena é sustentado pelo PAU DE ESPICHA.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i25.tinypic.com/2v7xdns.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VELEJADOR. Desportista que pratica vela.&lt;br /&gt;VELEJAR. Navegar em barco à vela.&lt;br /&gt;VENTO APARENTE. Vento que se sente a bordo de um barco resultante da soma do vento real com o vento provocado pela deslocação do próprio barco.&lt;br /&gt;VERDUGO. Peça de madeira, boleada e sa¬liente, que, colocada no COSTADO, da PROA à POPA, logo abaixo da BORDA, protege aquele no caso de pequenos toques laterais do barco. VERGAS. Peças compridas, de madeira ou alumínio, que servem para prender e esticar ve¬las. A operação de colocação da vela na verga chama-se ENVERGAR.&lt;br /&gt;VERGUEIROS. Cabos que atravessam os BA¬LAÚSTRES e que normalmente têm os CHICO¬TES presos aos VARANDINS.&lt;br /&gt;VERTEDOURO. Pá de madeira ou plástico, estreita e funda, com pega, destinada a tirar água do fundo dos barcos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i27.tinypic.com/4revte.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;VIGIA. Abertura no costado ou na cabina, fe¬chada com vidro ou plástico, que se destina à entrada de luz para o interior. «Janelas» do barco.&lt;br /&gt;VIRAR. Inclinação do barco maior ou igual a 9(P, isto é, com o mastro na água.&lt;br /&gt;VIRAR DE BORDO. Mudar de AMURAS. Este termo emprega-se muitas vezes com o signifi¬cado de VIRAR POR DA VANTE.&lt;br /&gt;VIRAR EM RODA. Mudar de AMURAS, pas¬sando a linha de vento pela popa. Um barco começa a virar em roda no momento em que, com o vento a entrar pela popa, a ESTEIRA da VELA GRANDE passa pelo plano longitudinal do barco e acaba quando a vela grande fica cheia no outro BORDO. V. CAMBAR.&lt;br /&gt;VIRAR POR DAVANTE. Mudar de amuras, passando a linha do vento pela proa. Um barco começa a virar por davante a partir do mo¬mento em que a sua proa ultrapassa a linha do vento e termina quando a sua VELA GRANDE fica cheia no outro BORDO.&lt;br /&gt;VOLTA, PASSAR. Processo de ligar cabos a CABEÇOS, ANETES DE FERRO, CUNHOS, etc.&lt;br /&gt;XADREZ. Nome dado ao PANEIRO constituído por ripas de madeira cruzadas entre si.&lt;br /&gt;YAWL. Tipo de barco à vela com dois mas¬tros, em que o mais pequeno fica a ré da RODA ou da CANA DO LEME. O mastro da ré é pro¬porcionalmente mais pequeno que o do KETCH e à vela que nele enverga chama-se CATITA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-53.slide.com/widgets/slideticker.swf" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3386706919806802515&amp;amp;site=widget-53.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-5078470461237913132?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/5078470461237913132/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=5078470461237913132&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/5078470461237913132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/5078470461237913132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/07/international-sailing-federation.html' title='Vela'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i29.tinypic.com/2nbgehw_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-2658813614123021871</id><published>2009-07-08T17:08:00.000-07:00</published><updated>2009-07-08T17:20:40.286-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Polo Aquático'/><title type='text'>Polo Aquático</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i25.tinypic.com/2mmtteq.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i26.tinypic.com/2pq7xid.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i26.tinypic.com/1znu7aa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRIA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não existe muitos registros sobre a origem do desporto. Sabe-se, porém, que a palavra pólo se originou da pronúncia da palavra indígena "pulu", que significa pelota e era utilizada no começo do século XVIII para designar um jogo utilizado para entreter o público durante as competições de natação de longa distância.&lt;br /&gt;Nesse jogo, duas equipes se enfrentavam, montadas sobre barris de madeira com cabeça de cavalo. Cada barril era dirigido com remos e se jogava de um modo similar ao pólo a cavalo. Durante mais de 20 anos não existiram regras e as partidas eram disputadas com equipes de sete, dez ou 20 jogadores.&lt;br /&gt;Uma versão mais aproximada do actual pólo aquático se parecia com o rugby e era jogado na Inglaterra, primeiro em rios e lagos e depois em piscinas cobertas. Em 1869, uma bola feita com borracha começou a substituir a original, feita com estômago de porco.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i26.tinypic.com/jfwz20.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No ano seguinte, o London Swimming Club codificou as primeiras regras para a prática do desporto em piscinas, para quebrar a monotonia dos longos treinos da natação. Naquele mesmo ano, aparece na imprensa londrina uma referência ao jogo, informando sobre uma partida de foot-ball aquatic, disputada na piscina do West-End por duas equipes de sete jogadores.Em 1876, William Wilson, um escocês da cidade de Glasgow, na época um conhecido gerente de piscinas, foi contratado pelo Accord Swimming Club, da cidade de Aberdeen, para desenvolver um jogo aquático para entreter os sócios. Wilson implementou um jogo similar ao futebol, porém na água, onde os passes e os gols deviam ser executados com os pés. Como esta modalidade era muito complicada - especialmente quando jogada nos rios -, as regras foram mudadas, permitindo a utilização das mãos.&lt;br /&gt;O primeiro jogo com este regulamento foi disputado no mesmo ano, na festa de abertura da piscina de William Wilson, entre a equipe do Victoria Baths e a selecção da Escócia. Esta foi a primeira partida disputada em um campo delimitado, com balizas, árbitro e duas equipes com sete jogadores cada.&lt;br /&gt;Em 1880, equipes da Inglaterra e da Escócia se enfrentaram pela primeira vez, embora curiosamente jogassem com regras diferentes. Por esse motivo, a London Swimming Association não reconheceu o novo desporto até 1885, quando foram unificados os regulamentos.Antes do final do século XIX, o desporto se desenvolveu rapidamente por toda a Grã-Bretanha, dando origem a muitos clubes na Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda. Em 1888, o pólo aquático foi levado aos Estados Unidos - primeiro país do continente americano a praticá-lo - por John Robinson, um treinador de natação inglês, encarregado de criar uma equipe na Boston Athletic Association. Dois anos depois, Arnold Heiban formou uma equipe no Sydenham Swimmers Club, em Rhode Island. No final de 1890, o New York Athletic Club (NYAC) adoptou o jogo.&lt;br /&gt;O desporto foi incluído nos Jogos Olímpicos de Paris-1900. Naquele ano, o torneio contou com sete equipes participantes: Osborne Swimming Club de Manchester (Reino Unido), Swimming and Water Polo Club de Bruxelas (Bélgica), Berliner Swimming Club Otter (Alemanha) e os franceses Libellule de Paris, Pupilles de Neptune de Lille 1, Tritons Lillois de Lille e Pupilles de Neptune de Lille 2. Na final, os ingleses venceram os belgas por 4 a 2. Ao lado do futebol, o pólo aquático foi o primeiro desporto colectivo incluído no programa oficial dos Jogos Olímpicos.Em Saint Louis-1904, participaram das Olimpíadas apenas equipes dos Estados Unidos. A Alemanha estava inscrita, porém desistiu de participar após descobrir que o torneio seria disputado com as regras norte-americanas - muito mais violentas.&lt;br /&gt;Em 1911, a Federação Internacional de Desportos Aquáticos (FINA), que havia sido fundada três anos antes, determinou a utilização exclusiva das regras anglo-escocesas. Outra grande mudança foi em relação à bola. Depois das Olimpíadas de 1936, deixou-se de utilizar a do futebol, feita de couro - porque absorvia água e ficava pesada demais -, e passou-se a usar uma com câmera recoberta de borracha, idealizada por James Smith.&lt;br /&gt;No torneio olímpico masculino, a grande campeã é a Hungria, que já facturou sete medalhas de ouro. Em Sydney-2000, o torneio de pólo aquático deixou de ser exclusivamente masculino e ganhou sua versão feminina. A anfitriã Austrália ficou com o título ao derrotar os Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gerais - As primeiras regras foram estabelecidas no Reino Unido, em 1869. Cada time é formado por sete jogadores, que se distribuem pela área de 30 m x 20 m (homens) e 25 m x 17 m (mulheres) na piscina. Em cada extremidade há um gol de 3 m de largura por 90 cm de altura a partir da superfície da água. A bola, com cerca de 70 cm de diâmetro, é revestida de material à prova d'água. As partidas têm quatro períodos de sete minutos, com dois de intervalo entre cada quarto.&lt;br /&gt;As piscinas devem ter pelo menos dois metros de profundidade e os jogadores não podem tocar nas bordas e nem no fundo. Com excepção dos goleiros, não é permitido colocar as duas mãos ao mesmo tempo na bola.&lt;br /&gt;Os times têm 35 segundos de posse de bola até atirá-la ao gol adversário. Eles também têm direito a dois pedidos de tempo, de um minuto de duração cada, durante a partida. No início de cada período, a bola fica no meio da piscina e os jogadores ficam alinhados em seu próprio gol. Quando o árbitro autoriza, os jogadores nadam para conquistarem a sua posse.Infrações - Existem dois tipos de faltas: simples e graves. Além de tocar a bola com as duas mãos e exceder o tempo de posse de bola, existem três ocorrências que significam falta simples: afundar e bola - com ou sem intenção -, impedir que o oponente arremesse e empurrar um adversário.&lt;br /&gt;As faltas graves provocam a expulsão do jogador que a cometeu por 20 segundos. Após três, o atleta é excluído da partida. Essas infracções são espirrar água no rosto do oponente, interferir numa cobrança de falta a favor da equipe adversária e desrespeitar o árbitro.&lt;br /&gt;A grande penalidade é marcada quando um jogador estiver na direcção do gol e dentro da área de quatro metros. A infracção é cobrada da própria linha de quatro metros, somente com o goleiro tentando impedir o gol.&lt;br /&gt;Disputas olímpicas - Três regras foram introduzidas após os últimos Jogos. Em Atenas, não haverá limite de substituições de jogadores, e estas poderão ser feitas a qualquer momento do jogo. Estabeleceu-se também uma linha a sete metros do gol - demarcada por bóias verdes. Se a falta for cometida antes dessa linha, pode ser batida de maneira directa.&lt;br /&gt;No torneio masculino, com 12 países, as selecções são divididas em dois grupos com seis participantes cada. Dentro de cada chave, as selecções jogam entre si, em turno único. Os quatro primeiros classificam-se para os quartos-de-final. A partir daí, os jogos são eliminatórios. Os perdedores da semifinal disputam a medalha de bronze. Os vencedores fazem a final.&lt;br /&gt;Na competição feminina, as oito selecções se dividem em dois grupos de quatro cada. Os dois primeiros de cada grupo vão para as semifinais. Os ganhadores classificam-se para a final e os perdedores vão para a disputa do bronze. As quatro selecções eliminadas na primeira fase continuam nas Olimpíadas para a disputa do quinto ao sétimo lugar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-59.slide.com/widgets/slideticker.swf" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3530822107881730905&amp;amp;site=widget-59.slide.com" wmode="transparent" salign="l" scale="noscale" quality="high"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-2658813614123021871?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/2658813614123021871/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=2658813614123021871&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/2658813614123021871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/2658813614123021871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/07/polo-aquatico.html' title='Polo Aquático'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i25.tinypic.com/2mmtteq_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-3495783668219737252</id><published>2009-06-28T14:03:00.000-07:00</published><updated>2009-06-28T14:27:08.728-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Badminton'/><title type='text'>Badminton</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i44.tinypic.com/2pyw4nr.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;International Badminton Federation&lt;br /&gt;Fundada em1934; 147 Filiados&lt;br /&gt;Desporto Olímpico 1992&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i44.tinypic.com/14kglkw.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem várias versões para a origem do badminton. Segundo a versão geralmente aceite, um jogo utilizando raquetes e volantes era pra¬ticado em Badminton, nome de uma proprie¬dade do duque de Beaufort no Gloucestershire, Inglaterra, por vários oficiais ingleses convida¬dos do duque, vindos da índia, onde se haviam familiarizado com esta actividade cerca de 1870, mais propriamente na cidade de Poona. &lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i43.tinypic.com/10wo320.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As primeiras tentativas de formulação de um conjunto de leis que regessem esta nova activi¬dade datam de 1877 e situam-se na cidade in¬diana de Karachi. Com o desenvolvimento e expansão do jogo tornou-se imperativa a inven¬ção de um conjunto estável e uniformizado de regras. Em 1893, forma-se a primeira organi¬zação federativa, a Badminton Association of England, e com ela aparece o primeiro con¬junto de leis oficiais do jogo. Mais tarde, em 1934, forma-se a International Badminton Federation, que congrega as associações de todos os países do Mundo onde se pratica a modali¬dade.&lt;br /&gt;Não é possível localizar no tempo a introdu¬ção do badminton em Portugal. No entanto, é através de Henrique Pinto, e por volta de 1953, que a modalidade começa a ser divulgada entre nós. Data do mesmo ano o I Torneio de Bad¬minton, organização levada a cabo pelo Lisboa Ginásio. No dia 1 de Julho de 1954 é fundada a Federação Portuguesa de Badminton.&lt;br /&gt;O jogo de badminton é disputado num court por dois ou quatro jogadores, respectivamente singulares e pares. Os jogadores utilizam raque¬tes para baterem o volante de um lado para o outro por sobre a rede que divide o court em duas áreas iguais.&lt;br /&gt;O objectivo deste jogo será colocar o volan¬te, que deve passar sobre a rede, no court do adversário, num ponto em que este não o con¬siga alcançar, ou obrigar o opositor a bater o volante para fora do court ou de encontro à re¬de. O jogador ou par que, tendo servido, al¬cance o objectivo referido, ganhará um ponto, e o primeiro jogador ou par a alcançar o nú¬mero de pontos estabelecido para cada set ga¬nha esse set. Uma partida, ou jogo, é disputada ao melhor de três sets.&lt;br /&gt;Devido à extrema leveza do volante, que o menor deslocamento de ar pode afectar, o jogo tem de ser sempre disputado em recintos cober¬tos.&lt;br /&gt;Actualmente, o badminton libertou-se bas¬tante das suas origens, tornando-se um desporto mais competitivo e nalguns casos de profissio¬nais, e é considerado, quando praticado ao mais alto nível, como uma das mais rápidas e exaustivas modalidades do universo desportivo. Para tal contribuem essencialmente a veloci¬dade inicial que um bom jogador pode imprimir ao volante e o facto de este não poder atingir o solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O badminton teve como origem uma prática muito divulgada na Índia, talvez inspirada em um jogo para crianças (conhecido com o nome de tamborete) praticado na antiga Grécia. Uma das suas variantes foi adoptada pelos oficiais do exército britânico que ocupava a Índia por volta de 1870.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três anos mais tarde, já era jogado em Badminton House, o castelo onde morava o Duque de Beaufort, no condado de Gloucertershire, no Reino Unido. As primeiras partidas eram disputadas com bolas feitas de rolhas de bebidas, de cortiça, com penas espetadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira associação - The Badminton Association of England - foi fundada em 1893 e se encarregou de organizar o primeiro campeonato para homens, em 1899. A IBF (Internacional Badminton Federation) surgiu no ano de 1934, com oito federações fundadoras: Inglaterra, Holanda, Escócia, Canadá, Nova Zelândia, França, País de Gales e Dinamarca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda metade do século 20, o desporto já contava com 37 federações nacionais inscritas. Actualmente, a IBF conta com 130 países membros. A Thomas Cup, trofeu doado por Sir George Thomas em 1940, foi o primeiro torneio internacional por equipes organizado pela IBF. Oito anos mais tarde, em novembro de 1948, foi realizada a primeira competição entre países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Malásia, então parte do Império Britânico, foi a primeira vencedora, iniciando assim a supremacia dos países da antiga Indochina nesse desporto. A Thomas Cup ainda é disputada e faz parte dos seis principais torneios promovidos pela IBF. Os outros cinco são: Uber Cup (campeonato mundial feminino por equipes), Sudirman Cup (mundial por equipes mistas), World Championship, World Junior e World Grand Prix.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O badminton foi incluído oficialmente no programa olímpico nos Jogos de Barcelona, mas já tinha estado presente nas Olimpíadas de Munique, em 1972, e de Seul, em 1988, ambas como desporto de exibição. Dominado por países asiáticos, como Indonésia, China e Coreia do Sul, o desporto tem cinco diferentes categorias em Olimpíadas: jogos de simples masculinas e femininas, duplas masculinas e femininas e duplas mistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O badminton é jogado em uma quadra semelhante à de ténis. As dimensões são reduzidas e a rede é bem mais alta. O objectivo do jogo é colocar a peteca, chamada birdie, no chão da quadra do adversário. A partida de badminton é disputada em três sets de 15 pontos cada, no masculino, e de 11 pontos, no feminino. Vence quem ganhar dois sets primeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No masculino, caso haja empate em 14, o primeiro a ter feito o 14º ponto pode escolher se a decisão vai até 15 ou 17. No feminino, se o empate for em 10 a 10, quem atingiu o décimo ponto primeiro pode optar se a partida vai até o 13º ou acaba mesmo no 11º.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rede que divide a quadra deve estar a 1,55 m de altura do chão, e pode ser fixada em postes ou em suportes fora da área do rectângulo de competição, que mede 13,40 m de comprimento por 5,18 m de largura nos jogos de simples. Nas partidas de duplas, a largura da quadra aumenta para 6,10 m. Um sorteio (que pode ser feito utilizando-se uma moeda, a peteca ou então girando a raquete) determina quem começa a partida. O vencedor tem a opção de servir ou receber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para colocar a peteca em jogo, o sacador deve bater nela de baixo para cima e em diagonal, dentro da área de saque no lado direito da quadra. Quem recebe fica dentro da área de serviço, na diagonal do sacador. Nos jogos em duplas, o parceiro pode ficar em qualquer lugar da quadra desde que não bloqueie a vista do receptor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso o sacador conquiste o ponto, continua no serviço. Caso perca o saque, a vantagem vai para o adversário. Se for jogo de duplas, o saque passa para o parceiro e depois vai para as mãos dos adversários. Não existe ponto directo, a vantagem deve ser conquistada primeiro. É proibido dar dois toques seguidos no mesmo lado da quadra, tanto em duplas como em simples. Caso a peteca acerte um jogador, sua roupa, o teto ou os arredores da quadra, é considerado falta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante os Jogos Olímpicos de Atenas, o badminton será disputado no sistema de eliminatórias simples, ou seja, perdeu está fora. Os jogadores serão divididos em chaves dois a dois e cada partida definirá quem se classifica à próxima fase. Há apenas um árbitro por jogo, que pode nomear juizes de saque e de linha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À FRENTE E ATRÁS. Sistema de pares es¬sencialmente ofensivo, com um dos jogadores na REDE e outro no fundo do COURT.&lt;br /&gt;ALI ENGLAND CHAMPIONSHIPS. Nome do mais antigo e famoso torneio do Mundo, que se disputa todos os anos no mês de Março em Londres e cuja primeira edição data de 1899.&lt;br /&gt;AMORTIE. BATIMENTO executado de qual¬quer parte do COURT, em consequência do qual o VOLANTE, depois de, passando perto do topo da REDE, a transpor, cai verticalmente próximo dela.&lt;br /&gt;ANTECIPAR. Prever ou adivinhar a jogada do adversário.&lt;br /&gt;ÁREA DE SERVIÇO. Cada uma das áreas para onde o VOLANTE se deve dirigir no SER¬VIÇO, limitadas em profundidade pelas LINHAS DE SERVIÇO CURTO e pelas LINHAS DE FUNDO (singulares) ou DE SERVIÇO LONGO PARA PA¬RES e bilateralmente pelas LINHAS CENTRAL e LATERAL.&lt;br /&gt;À VOLTA DA CABEÇA. BATIMENTO que é executado com PEGA de direita por cima da ca¬beça, com IMPACTE no lado esquerdo da mesma.&lt;br /&gt;BALANÇO À FRENTE. Sequência do BATI¬MENTO em que se movimenta a RAQUETE para a frente, para o ponto de impacte com o VO¬LANTE.&lt;br /&gt;BALANÇO ATRÁS. Sequência do BATI¬MENTO em que se coloca a RAQUETE numa posição recuada relativamente ao corpo para aí se iniciar o BALANÇO À FRENTE. BATIMENTO. Acção de bater o VOLANTE com a RAQUETE.&lt;br /&gt;CABEÇAS DE SÉRIE. Jogadores que à par¬tida são considerados favoritos, pelo que são colocados, aquando dos sorteios das competi¬ções, de maneira a não se defrontarem antes das fases finais.&lt;br /&gt;CAMPEONATO DO MUNDO. A competi¬ção individual mais importante, que se realiza de três em três anos e cuja primeira edição se realizou em 1977, em Malmõ, na Suécia.&lt;br /&gt;CLEAR. BATIMENTO executado do fundo do campo, através do qual o VOLANTE é impelido a descrever uma trajectória alta e profunda em direcção ao fundo do campo adversário.&lt;br /&gt;COLOCAÇÃO. Acção de dirigir controlada-mente o VOLANTE para uma área específica do campo adversário.&lt;br /&gt;COURT. Área, ou campo, de jogo delimitada pelas LINHAS LATERAIS e DE FUNDO, com 13,4 m de comprimento e 6J0 m de largura para jogo de PARES e 5,18 m para jogo de SINGULARES.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i44.tinypic.com/2wbx300.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i40.tinypic.com/2dbpkwh.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CROSS COURT. BATIMENTO dirigindo o VO¬LANTE diagonalmente através do COURT de um lado para o outro da REDE.&lt;br /&gt;DAB. BATIMENTO atacante junto à REDE. DECEPTION (finta). Simulação de uma pre¬tensa intenção que leva o opositor a ANTECI¬PAR erradamente uma jogada. DIREITA. BATIMENTO executado no lado di¬reito do corpo por um jogador dextro (e vice-- versa).&lt;br /&gt;DOIS TOQUES. Bater o VOLANTE duas vezes consecutivas na mesma pancada. É considerado FALTA.&lt;br /&gt;DRIVE. BATIMENTO em consequência do qual o VOLANTE descreve uma trajectória mais ou menos horizontal, transpondo velozmente a rede a pouca distância desta.&lt;br /&gt;EQUILÍBRIO. Posição do corpo permitindo fá¬cil movimentação para o local desejado.&lt;br /&gt;ESQUERDA. BATIMENTO executado com as costas da mão viradas na direcção da trajectória imprimida.&lt;br /&gt;FALTA. Qualquer violação das regras do jogo por parte de um dos jogadores que resulta em perda de SERVIÇO ou de ponto.&lt;br /&gt;FLICK. Flexão ou extensão rápida do pulso, acompanhada de pequeno movimento do braço, que dirige o VOLANTE por sobre a cabeça do adversário para o fundo do COURT.&lt;br /&gt;FOLLOW-THROUGH. Parte do BATIMENTO referente ao movimento da RAQUETE e do corpo após o impacte com o VOLANTE.&lt;br /&gt;FQRECOURT. Área próxima da REDE, apro¬ximadamente entre a LINHA DE SERVIÇO CURTO e aquela.&lt;br /&gt;HARTONO. Nome do mais famoso jogador de todos os tempos. Ganhou praticamente todos os torneios mundiais mais importantes, realçando-se as suas oito vitórias nos ALL ENGLAND CHAMPIONSHIPS, sete das quais consecutivas, e a conquista do Campeonato do Mundo de 1980. Natural da Indonésia.&lt;br /&gt;IBF. International Badminton Federation. Abreviatura do organismo regulador da moda¬lidade em todo o Mundo.&lt;br /&gt;IMPACTE. Parte do BATIMENTO em que o VOLANTE entra em contacto com a RA¬QUETE.&lt;br /&gt;JOGADA. Troca ou sequência de BATIMEN¬TOS entre os jogadores, desde o momento em que o VOLANTE é colocado em jogo (pelo SERVIÇO) até que um deles cometa uma falta perdendo o ponto.&lt;br /&gt;JOGO DE REDE. Conjunto de BATIMENTOS executados junto da REDE, através dos quais o VOLANTE é colocado no lado oposto perto da mesma.&lt;br /&gt;LADO A LADO. Sistema de pares essencial¬mente defensivo, com os jogadores situados lado a lado a meio do COURT.&lt;br /&gt;LET (repetição). Termo usado para indicar que, por razões inesperadas, um ponto deverá ser disputado novamente.&lt;br /&gt;LINHAS CENTRAIS. Estendem-se desde as LINHAS DE SERVIÇO CURTO até às LINHAS DE FUNDO, dividindo esta área em duas porções iguais (ÁREAS DE SERVIÇO).&lt;br /&gt;LINHAS DE FUNDO. Também conhecidas por linhas de cabeceira ou de serviço longo para singulares. Delimitam em profundidade o campo de jogo, tanto para singulares como para pares.&lt;br /&gt;LINHAS DE SERVIÇO CURTO. Linhas par¬tidas à rede que delimitam a ÁREA DE SERVIÇO CURTO.&lt;br /&gt;LINHAS DE SERVIÇO LONGO PARA PARES. Delimitam em profundidade a ÁREA DE SERVIÇO de PARES.&lt;br /&gt;LINHAS LATERAIS. Delimitam lateralmente o COURT, existindo duas para o campo de SIN¬GULARES e duas para o campo de PARES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i44.tinypic.com/x4oo5l.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;LOB. CLEAR executado junto da rede.&lt;br /&gt;MADEIRA. BATIMENTO em que o VOLANTE é batido pela armação ou cabo da RAQUETE e não pelas cordas desta.&lt;br /&gt;MATCH-POINT. Ponto que permite ao servi¬dor, se o ganhar, conquistar definitivamente a partida.&lt;br /&gt;MEIO-COURT. Área compreendida entre o FORECOURT e O REARCOURT.&lt;br /&gt;RAQUETE. Utensílio que serve para bater o VOLANTE.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i40.tinypic.com/e9dywy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i39.tinypic.com/i6gswp.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REARCOURT (fundo do «court»). Área próxima das LINHAS DE FUNDO. RECEIVER. Jogador que recebe o SERVIÇO. Deve estar colocado na ÁREA DE SERVIÇO dia¬gonalmente oposta à do servidor.&lt;br /&gt;REDE. Rede estendida a toda a largura do COURT, suportada pelos POSTES, e que o di¬vide em duas áreas iguais. Tem no centro 1,53 m de altura.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i41.tinypic.com/2qs322b.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;REMATE. BATIMENTO por cima da cabeça executado com força, imprimindo ao VOLANTE uma trajectória rápida e descendente.&lt;br /&gt;RETORNO. Devolução de um BATIMENTO do adversário.&lt;br /&gt;PARES. Partida disputada por quatro jogado¬res, agrupando dois de cada lado. Existem três modalidades diferentes de pares: pares-homens, pares-senhoras e pares-mistos.&lt;br /&gt;PARTIDA. Série de SETS, à melhor de três, para determinar um vencedor.&lt;br /&gt;PEGA. Maneira de segurar, agarrar, a RAQUETE.&lt;br /&gt;PENAS. VOLANTES confeccionados com ca¬beça de cortiça e penas de pato.&lt;br /&gt;POSIÇÃO. Colocação do jogador em relação às LINHAS do COURT, à REDE, ao opositor e ao VOLANTE.&lt;br /&gt;POSIÇÃO DE BASE. Ponto do COURT equidistante dos quatro cantos onde o jogador se deve colocar depois de cada BATIMENTO.&lt;br /&gt;POSTES. Engenhos que suportam a REDE. Es¬tão colocados a meio das LINHAS LATERAIS e têm 1,55 m de altura.&lt;br /&gt;SERVIÇO. BATIMENTO que inicia cada joga¬da, pondo o VOLANTE em jogo.&lt;br /&gt;SERVIÇO COMPRIDO. SERVIÇO dirigindo o VOLANTE numa trajectória alta para o fundo do COURT.&lt;br /&gt;SERVIÇO CURTO. SERVIÇO executado se¬gundo uma trajectória curta e baixa em que o volante quase roça o topo da REDE e cai junto da LINHA DE SERVIÇO CURTO.&lt;br /&gt;SERVIDOR. Jogador que executa o SERVIÇO.&lt;br /&gt;SET. Unidade de contagem geralmente com¬posta de 15 pontos nos jogos de PARES e singulares-homens e de 11 pontos nos jogos de singulares-senhoras.&lt;br /&gt;SINGULARES. Partida em que intervêm dois jogadores, colocados um de cada lado da RE¬DE. Existem duas modalidades: singulares-homens e singulares-senhoras.&lt;br /&gt;THOMAS CUP. Campeonato do Mundo para equipas masculinas. Foi seu fundador, em 1948, Sir George Thomas, primeiro presidente da IBF. Esta prova disputa-se de três em três anos.&lt;br /&gt;TRABALHO DE PÉS. Movimentação especí¬fica dos pés quando o jogador executa os BA¬TIMENTOS e se desloca no COURT.&lt;br /&gt;TRANSPORTE. Retenção momentânea do VOLANTE na RAQUETE durante a execução de um BATIMENTO. É considerado falta.&lt;br /&gt;TRIPA. Material feito de intestino de animais utilizado no fabrico das cordas das RAQUETES.&lt;br /&gt;UBER CUP. Campeonato do Mundo para equipas femininas. Foi sua fundadora Mrs. Uber, em 1956. Esta prova realiza-se de três em três anos.&lt;br /&gt;VANTAGENS. Pontos adicionais que são disputados quando se registam empates em determinadas pontuações durante um SET.&lt;br /&gt;VOLANTE. A bola do badminton. É gera mente confeccionada de plástico (mais barato) ou de cortiça e penas de pato.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i40.tinypic.com/2ywskti.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;VOO. Trajectória aérea descrita pelo VOLANTE. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-66.slide.com/widgets/slideticker.swf" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3026418949615325542&amp;amp;site=widget-66.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-3495783668219737252?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/3495783668219737252/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=3495783668219737252&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/3495783668219737252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/3495783668219737252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/06/badminton.html' title='Badminton'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i44.tinypic.com/2pyw4nr_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-4787176121562889866</id><published>2009-06-28T13:38:00.000-07:00</published><updated>2009-06-28T13:58:25.021-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Basquetebol'/><title type='text'>Basquetebol</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.fiba.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i39.tinypic.com/1zqsvuf.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;International Basketball Federation&lt;br /&gt;Fundado em 1932; 211 Filiados&lt;br /&gt;Desporto olímpico desde 1936&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i39.tinypic.com/fkv42f.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Único desporto de origem exclusivamente norte-americana, o basquete foi inventado no mês de dezembro de 1891 na cidade de Springfield, Massachusets, por James Naismith (1861-1939), um canadense formado pela Universidade McGill e pelo Colégio Presbiteriano. Naismith nasceu na cidade de Ramsay, perto de Ontário (CAN), e foi várias vezes premiado como o mais completo esportista da região. Na época, os estudantes de Springfield praticavam a variante francesa, sueca e alemã da ginástica, e tinham times formados de beisebol e futebol americano. Porém, o rigoroso inverno no norte dos Estados Unidos impedia a prática ao ar livre.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i39.tinypic.com/2hyj78n.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Preocupado com a falta de actividade física dos alunos, durante longos períodos, o chefe do departamento de educação física, Luther Gulik, encomendou a Naismith a criação de um desporto que pudesse ser praticado em quadras fechadas. Depois de tentar, sem sucesso, adaptar os desportos mais populares para serem praticados em recintos fechados, Naismith decidiu inovar, tendo como base um jogo popular praticado na Holanda "o jogo do Korf" - que significa cesta. Em duas horas, preparou as 13 regras do novo desporto, publicadas no dia 15 de dezembro de 1892. Pelas regras primitivas, as equipes seriam formadas por nove jogadores de cada lado - a metade de uma classe de 18 alunos, padrão da escola - e o jogo teria como objectivo o arremesso da bola dentro de cestos utilizados para a colheita de pêssegos.&lt;br /&gt;O jogo ficou popular entre os alunos e rapidamente se espalhou para as localidades vizinhas. Durante o verão de 1892 já se disputavam partidas na Universidade de Cornell, com times formados por 50 alunos de cada lado. O Geneva College e a Universidade de Iowa foram os primeiros colégios a incluir as regras de Naismith. Em 1894, a Universidade de Yale incorporou o basquete ao seu currículo. No Canadá, as primeiras partidas foram disputadas em 1892. Na França, o basquete foi levado por Mel Rideout em 1893, que também se encarregou de organizar partidas de demonstração em Londres, em 1894. Porém, os maiores divulgadores do novo desporto foram os soldados norte-americanos que lutaram na Europa na época da I Guerra Mundial. Nas horas livres, eles praticavam assiduamente o desporto. O primeiro jogo oficial foi disputado em 1895, entre a Universidade Agrícola de Minneápolis, que venceu pelo placar 9 a 3 o Hamilton College, também de Minneápolis. A primeira partida com cinco jogadores por time de que se tem notícia foi disputada no início de 1897, com um resultado considerado escandaloso para a época: Yale venceu a Pensilvânia por 32 a 10.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i41.tinypic.com/akc1th.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O basquete estreou nos Jogos Olímpicos em Berlim-1936 - já tinha sido desporto de exibição em 1928 e 1932. Nesses dois Jogos, o desporto foi disputado em quadras improvisadas de areia e com limite de altura para os jogadores. A final, sob uma forte chuva, acabou com a vitória dos Estados Unidos sobre o Canadá por 19 a 8. O domínio dos Estados Unidos sempre foi absoluto. A equipe norte-americana só perdeu a medalha de ouro em três oportunidades: numa polemica final contra a União Soviética, em Munique-1972, no boicote norte-americano de Moscou-1980, e ao ser derrotada pelos soviéticos na semifinal de Seul-1988.&lt;br /&gt;Mas a partir da profissionalização, em Barcelona-1992, ficou praticamente impossível tirar o ouro dos americanos. A disputa, que perdeu em competitividade, ganhou em brilho, pois possibilitou a participação de estrelas como Michael Jordan, Magic Johnson e Larry Bird.&lt;br /&gt;O torneio feminino só começou a ser disputado em Montreal-1976, com a vitória da União Soviética, que também venceu em Moscou. As norte-americanas deram o troco nas duas Olimpíadas posteriores, em Los Angeles e Seul. Competindo sob a bandeira da Comunidade dos Estados Independentes, as ex-soviéticas voltaram a vencer em Barcelona. Depois disso, só deu EUA, que ficou com o ouro nas duas últimas edições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PontuaçãoCada cesta comum no basquete vale dois pontos. Lances livres (cobranças de infracções) valem um ponto. Arremessos a uma distância igual ou superior a 6,25m da cesta valem três pontos.TempoSão disputados na Olimpíada quatro períodos de 10 minutos cada. O tempo é contado de forma decrescente, ou seja, se o placar marcar 7min04s, é o tempo que resta para o fim do período. A cada parada da bola, o cronometro também pára. Em caso de empate ao final do jogo, é disputada uma prorrogação de cinco minutos. Persistindo o empate, nova prorrogação, também de cinco minutos, decide a partida. E assim sucessivamente, até que haja um vencedor. No meio-tempo, há um intervalo de 15 minutos. Entre o primeiro e o segundo período e entre o terceiro e o quarto período, o intervalo é de 2 minutos.&lt;br /&gt;Existem ainda mais três regras que envolvem tempo no basquete:&lt;br /&gt;- um jogador não pode permanecer por mais de três segundos no garrafão quando está no ataque;- a equipa tem oito segundos para passar a bola da defesa para a metade da quadra correspondente ao ataque;&lt;br /&gt;- cada equipa tem 24 segundos para realizar o arremesso a partir do momento em que consegue a posse da bola. Se não o fizer, a bola passa para o time adversário.&lt;br /&gt;- cada equipa pode pedir um tempo no primeiro, segundo e terceiro período, e dois tempos no quarto e último período.&lt;br /&gt;FaltasNa Olimpíada, valerão as regras da FIBA(Federação Internacional de Basquete Amador), que diferem um pouco das da NBA (a liga profissional de basquete norte-americano). No que se refere às faltas, por exemplo, será permitido na Olimpíada um nível de contacto físico bem menor do que aquele que se observa na liga norte-americana.&lt;br /&gt;Há quatro tipos básicos de falta. Se o jogador não está se dirigindo para a cesta quando recebe a falta, é cobrado um lateral pela equipe que recebeu a infracção. Se o atleta estiver no ato do arremesso, cobra dois lances livres.&lt;br /&gt;Há ainda a falta intencional, que resulta em dois arremessos e ainda a posse de bola para a equipe "agredida", e a falta técnica - que ocorre quando algum jogador ou membro do banco de reservas (inclusive a comissão técnica) reclama ostensivamente da arbitragem ou realiza alguma falta pessoal, como por exemplo chutar a bola na torcida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas regras da FIBA, que valerão em Atenas, um jogador é excluído da jogo se fizer cinco faltas. Um time é penalizado quando atinge a oitava falta colectiva em cada período. A partir daí, todas as faltas cometidas no período pela equipe penalizada resultarão em dois lances livres para o adversário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALA. Também designado, por vezes, por ex&amp;shy;tremo, é o nome dado a uma das posições-cha-ve dos jogadores na equipa de basquetebol. Refere-se aos que no ataque se situam ao nível da linha de lance-livre e nas zonas laterais do campo.&lt;br /&gt;ALIMENTAR (um jogador). Passar-lhe a bo&amp;shy;la. Usa-se, normalmente, quando se trata de passes aos jogadores que jogam de costas para o cesto; estes jogadores são designados por pivots ou postes, conforme a sua função é pre-dominantemente de concretizador ou de passa&amp;shy;dor.&lt;br /&gt;ÁRBITROS. Os árbitros (o árbitro principal e o árbitro auxiliar) dirigem o jogo de acordo com as regras. Devem usar equipamento com&amp;shy;posto por sapatos de basquetebol ou de ténis, calças compridas e camisa ou camisola de cor cinzenta. O árbitro deve inspeccionar e aprovar todo o apetrechamento técnico do jogo. Antes do início do jogo, os árbitros decidem entre si qual a zona do campo em que vão actuar. Após cada falta que implique lance-livre, mesmo que não seja executado, e cada decisão de bola ao ar, os árbitros trocam de posição.&lt;br /&gt;Os árbitros apitam, sempre que necessário, para tornar conhecida uma decisão. Não devem apitar depois de um cesto de campo ou de um lance-livre transformado, mas indicarão clara&amp;shy;mente que o cesto foi válido usando o sinal convencional perfeitamente visível da mesa do marcador. Nenhum árbitro tem autoridade para anular ou discutir as decisões tomadas pelo ou&amp;shy;tro, dentro dos limites dos seus respectivos de&amp;shy;veres, definidos nas regras.&lt;br /&gt;ÁREAS DE LANCE-LIVRE. São as ÁREAS RESTRITIVAS prolongadas no campo de jogo por semicírculos, com um raio de 1,80 m (6 pés), cujos centros estão situados no ponto mé&amp;shy;dio das linhas de lance-livre. Semicírculos si&amp;shy;métricos são marcados, a linha tracejada, den&amp;shy;tro das áreas restritivas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i44.tinypic.com/2mdrudg.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ÁREAS RESTRITIVAS. São espaços marca&amp;shy;dos no campo de jogo limitados pelas linhas finais, pelas linhas de lance-livre e pelas linhas que, tendo origem nas linhas finais, com os seus bordos externos a 3 m do ponto médio das mesmas, terminam nas extremidades das linhas de lance-livre.&lt;br /&gt;ASSISTÊNCIA. Passe feito por um jogador a um companheiro de equipa, que contribui deci&amp;shy;sivamente para a obtenção de um cesto de campo.&lt;br /&gt;BANCO. Secção (banco ou cadeiras) reservada aos treinadores, dirigente e jogadores que não estão a participar no jogo. BASE. Nome de uma das posições de jogador numa equipa de basquetebol. É o jogador que, no ataque, joga mais recuado e normalmente comanda toda a planificação de ataque. Orga&amp;shy;nizador e condutor de jogo, situa-se normal&amp;shy;mente na zona central do campo.&lt;br /&gt;BASQUETEBOL DE PERCENTAGEM. Es&amp;shy;tilo de jogo que põe uma grande ênfase no con&amp;shy;trole de bola, só arriscando o lançamento perto&lt;br /&gt;do cesto, de onde a percentagem de concretiza&amp;shy;ção é mais elevada.&lt;br /&gt;BIDDY BASKETBALL. Versão original do minibasquetebol. Inventado em 1950 pelo líder juvenil americano Jay Archer, esta versão sim&amp;shy;plificada do basquetebol é ainda jogada, como biddy basketball, nos Estados Unidos da Amé&amp;shy;rica. As suas regras diferem somente em pe&amp;shy;quenos pormenores da versão internacional. V. MINIBASQUETEBOL.&lt;br /&gt;BOLA. A bola é esférica, sendo constituída por uma câmara-de-ar de borracha coberta com couro, material sintético ou borracha. A bola não pode pesar menos de 600 g (20 onças) nem mais de 650 g (22 onças); não pode ter menos de 75 cm (29,5 polegadas) nem mais de 78 cm (30 polegadas) de perímetro e tem de ser cheia a uma pressão de ar tal que, quando deixada cair sobre um chão sólido de madeira de uma altura de cerca de 1,80 m (6 pés), medida da parte inferior da bola, ressalte a uma altura que, medida da parte superior da bola, não seja menor que 1,20 m (4 pés) nem maior que 1,40 m. A equipa visitada fornecerá uma bola nova ou duas usadas, nas condições acima especifi&amp;shy;cadas, para a realização do jogo.&lt;br /&gt;BOLA AO AR. A bola ao ar é o acto em que um árbitro lança a bola ao ar entre dois jogado&amp;shy;res adversários aquando do começo de cada meio-tempo ou período, após uma falta dupla, bola presa ou violação simultânea da área res&amp;shy;tritiva de lance-livre. Durante a bola ao ar os dois saltadores devem ter os pés dentro da me&amp;shy;tade do círculo que está mais próxima do cesto que defendem, estando um deles perto do ponto médio do diâmetro do círculo. A bola ao ar terá lugar no círculo mais próximo do local onde ocorra a bola presa. Um dos árbitros atira a bola ao ar vertical&amp;shy;mente, entre os dois saltadores, a uma altura tal que não possa ser alcançada saltando e de modo que a queda da bola se faça entre eles. A bola deve ser tocada por um ou ambos os joga&amp;shy;dores depois de ter alcançado o seu ponto mais alto. Nenhum saltador deve tocar a bola antes de ela alcançar o seu ponto mais alto, nem deve abandonar a posição até que a bola tenha sido tocada.&lt;br /&gt;BOLA EM JOGO. A bola entra em jogo (está em jogo) quando: a) o árbitro toma posição para lançar a bola ao ar; b) o árbitro toma posi&amp;shy;ção para entregar a bola para lance-livre; c) ao ser feita a reposição de fora do campo, a bola é posta à disposição do jogador que a vai repor em jogo.&lt;br /&gt;BOLA MORTA. A bola fica morta quando: a) um cesto é válido; b) ocorrer qualquer violação; c) ocorrer uma falta estando a bola viva ou em jogo; d) ocorrer bola. presa ou esta ficar imobi&amp;shy;lizada nos suportes do cesto; e) for evidente que a bola não entra no cesto, num lance-livre, por falta técnica do treinador ou dos substitu&amp;shy;tos, ou num lance-livre a que se segue outro lance-livre;/) um dos árbitros apitar enquanto a bola está em jogo ou viva; g) soar o sinal do operador dos 30 segundos; h) expirar o tempo de jogo no fim de cada meio-tempo ou período suplementar.&lt;br /&gt;BOLA PRESA. V. REGRA DOS 5 SEGUNDOS.&lt;br /&gt;BOLA VIVA. A bola está viva quando: a) de&amp;shy;pois de ter atingido o seu ponto mais alto, numa bola ao ar, é tocada pelo primeiro salta&amp;shy;dor; b) o árbitro a põe à disposição do exe&amp;shy;cutante do lance-livre; c) numa reposição de fora do campo, é tocada por um jogador dentro do mesmo.&lt;br /&gt;CAMISOLAS. A camisola de cada jogador será numerada com números lisos, que podem ir de 4 a 15, de cor bem visível e colocados na frente e nas costas.&lt;br /&gt;CAMPO NEUTRO. Diz-se do campo que não é pertença de qualquer das duas equipas em&lt;br /&gt;CANCELAR O JOGO. Atitude de uma equipa controlando a bola, e portanto o jogo, sem ten&amp;shy;tar o lançamento ao cesto. Atitude esta que fez com que fosse instituída a REGRA DOS 30 SE&amp;shy;GUNDOS.&lt;br /&gt;CAPITÃO DE EQUIPA. O capitão é o repre&amp;shy;sentante da sua equipa e tem como função comandá-la em todas as situações. É o único jogador que pode dirigir-se aos árbitros para obter informações essenciais, como, p. ex., so&amp;shy;bre interpretações das regras, devendo, porém,&lt;br /&gt;sempre fazê-lo de maneira correcta. Quando forçado a abandonar o jogo, deverá indicar o jogador que o substitui.&lt;br /&gt;CARGA. Falta pessoal causada por um jogador que promove o contacto pessoal como intuito de afastar o adversário da bola ou de uma posi&amp;shy;ção a que tem direito, ou seja carregar o adver&amp;shy;sário. Pode ser realizada quer pelos defesas, quer pelos atacantes, embora o seja mais frequentemente por estes últimos.&lt;br /&gt;CESTO. Um cesto é válido quando uma bola viva nele entra, por cima, e permanece ou passa através dele. Um cesto de lançamento de campo conta 2 pontos. Um cesto de lance-livre conta 1 ponto. Um cesto obtido por um lança&amp;shy;mento de campo conta para a equipa que atacar o cesto no qual a bola entra, ainda que seja concretizado por um defesa da equipa que de&amp;shy;fende.&lt;br /&gt;CESTOS. Os cestos compreendem os aros e as redes. Os aros devem ser feitos de ferro maciço com 45 cm (18 polegadas) de diâmetro interior e pintados de cor de laranja. Cada aro deve ter doze ganchos sob o bordo inferior ou outro processo semelhante para segurar a rede. Os aros devem ser solidamente fixados às tabelas num plano horizontal a 3,05 m (10 pés) do so&amp;shy;lo. O bordo mais próximo do bordo interior do aro deve estar a 15 cm (6 polegadas) da face da tabela.&lt;br /&gt;As redes devem ser de cor branca, com 40 cm (1 pé, 4 polegadas) de comprimento, suspensas dos aros pelos processos atrás descri&amp;shy;tos e construídas de modo a deterem a bola, momentaneamente, na passagem através dos cestos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i41.tinypic.com/sbn5aq.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONTROLE DO JOGO. Táctica ofensiva de conservar a posse da bola até muito perto do limite da REGRA DOS 30 SEGUNDOS para então fazer um lançamento. Usa-se normalmente para proteger uma vantagem adquirida, sendo tam&amp;shy;bém designado por jogo de percentagem. CORTINA. Tentativa para impedir um adver&amp;shy;sário de alcançar uma posição desejada. CRONOMETRAGEM DO JOGO. O cronómetro deve ser posto a funcionar logo que a bola seja tocada por um dos saltadores, após atingir o ponto mais alto no lançamento da bola ao ar, no início de cada meio-tempo ou de um período suplementar.&lt;br /&gt;O jogo termina quando, ao expirar do tempo regulamentar, o cronometrista faz soar o sinal indicativo do fim do tempo de jogo. V. DES&amp;shy;CONTOS DE TEMPO.&lt;br /&gt;CRONOMETRISTA. O cronometrista anota quando começa cada meio-tempo e dá conhe&amp;shy;cimento ao árbitro, com uma antecedência de mais do que 3 minutos, para que este possa avisar ou mandar avisar as equipas pelo menos 3 minutos antes do início de cada meio-tempo.&lt;br /&gt;Avisa o marcador 2 minutos antes do início do jogo. Mantém um registo do tempo de jogo e das interrupções estipuladas nas regras. Para um desconto de tempo anotado, o cronome&amp;shy;trista põe a funcionar um outro cronometro e avisa o árbitro, por intermédio do marcador, quando pode recomeçar o jogo.&lt;br /&gt;O cronometrista deve indicar com um gongo, pistola ou campainha o fim do tempo de jogo em cada meio-tempo ou período suplementar. Este sinal dá por terminado o tempo efectivo de jogo em cada período.&lt;br /&gt;CINCO FALTAS. O jogador que comete cinco faltas (pessoais e/ou técnicas) deve abandonar imediatamente o jogo.&lt;br /&gt;CONTRA-ATAQUE. Sistema de jogo ofen&amp;shy;sivo que pretende avançar o mais rapidamente possível a bola no campo para se criarem oportunidades de concretização antes que a defesa contrária se organize. Procura-se criar uma si&amp;shy;tuação de superioridade numérica de: 1 contra 0; 2 contra 1; 3 contra 2; 4 contra 3 ou até 5 contra 4.&lt;br /&gt;DEFESA. Jogador da equipa que não está na posse da bola; um jogador que procura impedir um adversário de marcar pontos.&lt;br /&gt;DEFESA DE ZONA. Sistema defensivo que dá a cada jogador a cobertura de uma determi&amp;shy;nada área.&lt;br /&gt;DEFESA HOMEM A HOMEM. O mesmo que defesa individual, ou seja um sistema de&amp;shy;fensivo em que a cada jogador é dada a respon&amp;shy;sabilidade de guardar um determinado oponen&amp;shy;te.&lt;br /&gt;DEFESA INDIVIDUAL. É o primeiro sistema defensivo aplicado na maioria dos desportos co&amp;shy;lectivos. Cada jogador «marca» um adversário previamente designado, não devendo em qual&amp;shy;quer situação deixar-se ultrapassar, quer o seu adversário esteja ou não de posse da bola. O jogador que pratica uma defesa individual es&amp;shy;trita pensa sempre em colocar-se entre o adver&amp;shy;sário a quem marca e o cesto. Pressupõe o do&amp;shy;mínio das técnicas defensivas individuais, tais como trabalho de pés defensivo, deslizamento, recuperação, etc.&lt;br /&gt;DESCONTO DE TEMPO. Há desconto de tempo e o cronometro deve ser parado quando um árbitro assinalar: a) uma violação; b) uma falta; c) uma bola presa; d) uma excessiva de&amp;shy;mora em repor uma bola morta em jogo; e) suspensão do jogo por acidente ou para a saída de um jogador, se esta foi determinada por um dos árbitros; f) quando o operador dos 30 se&amp;shy;gundos fizer soar o seu sinal.&lt;br /&gt;DESCONTOS DE TEMPO ANOTADOS. Dois descontos de tempo anotados podem ser concedidos a cada equipa durante cada meio-tempo do jogo e um em cada período suple&amp;shy;mentar. Um desconto de tempo é anotado a uma equipa por cada minuto ou fracção de mi&amp;shy;nuto gasto. O treinador é o responsável que deve dirigir-se ao marcador e pedir claramente o desconto de tempo, fazendo o sinal conven&amp;shy;cional com as mãos (mãos em T).&lt;br /&gt;DIREITO DE OPÇÃO. Quando forem conce&amp;shy;didos dois lances-livres a um jogador que so&amp;shy;freu falta em acto de lançamento, o capitão de equipa pode optar pela reposição da bola em jogo pelo ponto médio de uma das linhas late&amp;shy;rais.&lt;br /&gt;DOIS CONTRA UM. Manobra defensiva que tenta colocar dois defesas contra um atacante, não tanto com o objectivo de tirar a bola ao adversário, mas mais com a intenção de provo&amp;shy;car uma situação de bola presa ou um passe mal realizado.&lt;br /&gt;DRIBLE. É a acção de um jogador que, de posse da bola, a impulsiona, lançando-a, ba&amp;shy;tendo-a, fazendo-a ressaltar ou rolando-a e tocando-a novamente, antes que ela toque em qualquer outro jogador. É uma das formas de progressão que pode ser usada pelos jogadores.&lt;br /&gt;EQUIPAMENTO TÉCNICO. Para a realiza&amp;shy;ção de qualquer encontro oficial é necessário o seguinte equipamento técnico: cronometro de jogo e cronometro de desconto de tempo; apa&amp;shy;relhagem adequada à aplicação da REGRA DOS 30 SEGUNDOS; boletim de jogo, do modelo aprovado pela FIBA; quadro de marcação bem visível; placas numeradas de 1 a 5, para assina&amp;shy;lar o número de faltas já cometidas pelo joga&amp;shy;dor a quem o árbitro as assinala. EXERCÍCIOS DE TREINO («drills»). Exer&amp;shy;cícios concebidos com a intenção de treinarem os jogadores nas diferentes fases do jogo de basquetebol.&lt;br /&gt;FALTA. Quando uma infracção envolve con&amp;shy;tacto pessoal com um adversário ou conduta an-tidesportiva, uma falta deve ser averbada ao in&amp;shy;fractor e penalizada de acordo com as regras. Quando é assinalada falta a um jogador, o árbi&amp;shy;tro deve indicar ao marcador o número do in&amp;shy;fractor. O jogador indicado deve voltar-se de frente, para a mesa do marcador, levantando imediatamente a mão acima da cabeça.&lt;br /&gt;FALTA DESQUALIFICANTE. Qualquer in&amp;shy;fracção de conduta desportiva de notória gravi&amp;shy;dade é uma falta desqualificante, devendo o jo&amp;shy;gador que cometer tal falta ser excluído imedia&amp;shy;tamente do jogo. Penalidade: exclusão do jogo e procedimento análogo ao da falta técnica.&lt;br /&gt;FALTA DUPLA. Ocorre quando dois jogado&amp;shy;res adversários cometem falta um sobre o outro simultaneamente ou quase. Penalidade: é aver&amp;shy;bada uma falta a cada um dos infractores e pro&amp;shy;cede-se a uma bola ao ar no círculo mais pró&amp;shy;ximo entre os dois jogadores em causa.&lt;br /&gt;FALTA INTENCIONAL. É uma falta pessoal que, pela sua gravidade, se situa entre uma falta pessoal normal e uma falta desqualifican&amp;shy;te. É também uma falta cometida por um joga&amp;shy;dor em desespero de causa e uma situação de cesto iminente. O jogador que repetidamente cometa faltas intencionais pode ser desqualifi&amp;shy;cado. Penalidade: é averbada uma falta pessoal ao jogador infractor e são concedidos dois lances-livres, excepto se for obtido cesto válido pela equipa do jogador ofendido.&lt;br /&gt;FALTA MÚLTIPLA. Ocorre quando dois ou mais jogadores da mesma equipa cometem fal&amp;shy;tas pessoais contra o mesmo adversário apro&amp;shy;ximadamente ao mesmo tempo. Penalidade: deve averbar-se uma falta a cada infractor e proceder-se como em qualquer falta pessoal.&lt;br /&gt;FALTA PESSOAL. Falta pessoal é a que, co&amp;shy;metida por um jogador, envolve contacto com um adversário quando a bola está viva ou quando esta se encontra já na posse do jogador encarregado de a repor em jogo. Um jogador comete falta pessoal quando: agarra o adversá&amp;shy;rio; empurra o adversário; carrega o adversário; rasteira o adversário; impede a progressão do adversário, com a utilização do corpo, de uma forma não normal; causa contacto ao aproxi&amp;shy;mar-se pela retaguarda do possuidor da bola — é uma forma de empurrar ou de carregar quando o adversário está a lançar ao cesto; a driblar, carrega ou entra em contacto com um adversário que se encontre no seu caminho; dribla entre dois adversários ou entre um adver&amp;shy;sário e uma linha limite desde que não exista espaço suficiente para o fazer; faz contacto com um driblador cuja cabeça e ombros o tenham ultrapassado (se o driblador passa um adversá&amp;shy;rio sem haver contacto pessoal, a partir daí a maior responsabilidade pelo contacto surgido será do adversário); promove o contacto com o adversário ao tomar uma posição tão próxima deste que ele o empurre ou carregue ao exe&amp;shy;cutar movimentos normais; promove o contacto com o adversário ao tomar rapidamente uma posição no caminho deste, não permitindo que este o evite (a velocidade do jogador a ser cor&amp;shy;tinado — v. CORTINA — determina onde é que o jogador que vai cortinar se pode situar); pro&amp;shy;move o contacto pessoal com o adversário após ter assumido uma posição para cortinar e se move noutra qualquer direcção que não seja a mesma do jogador cortinado.&lt;br /&gt;Não é falta pessoal quando a mão de um jo&amp;shy;gador toca a mão do adversário, estando esta em contacto com a bola de uma forma acidental e numa tentativa de jogar a bola (exceptua-se quando o jogador está em acto de lançamento).&lt;br /&gt;Penalidade: quando o árbitro assinala uma falta pessoal, esta deverá ser averbada ao in&amp;shy;fractor no boletim de jogo: quando é realizada sobre um jogador que não está em acto de lan&amp;shy;çamento — posse da bola à equipa adversária;&lt;br /&gt;quando é cometida sobre um jogador em acto de lançamento: 1) se o cesto é válido, nenhum lance-livre é concedido; 2) se o cesto não é convertido, são concedidas três tentativas para a obtenção de dois lances-livres convertidos (1 + 1 pontos).&lt;br /&gt;FALTA TÉCNICA. Infracção cometida por um jogador, substituto, treinador ou dirigentes por conduta antidesportiva. São exemplos de con&amp;shy;dutas antidesportivas: dirigir-se desrespeitosa-mente aos árbitros ou tocar-lhes; usar de lin&amp;shy;guagem ou gestos que constituam ofensa; per&amp;shy;turbar um adversário ou obstruir a sua visão, agitando as mãos diante dos olhos; retardar o jogo, evitando que a bola seja prontamente re&amp;shy;posta em jogo; não levantar imediatamente o braço ao ser-lhe assinalada uma falta; trocar de número sem informar o marcador e os árbitros; entrar no campo como substituto sem se apre&amp;shy;sentar ao marcador e sem que o árbitro lhe te&amp;shy;nha dado autorização para o fazer; tentar parti&amp;shy;cipar no jogo depois de desqualificado; pendu&amp;shy;rar-se no cesto; interferir sistematicamente com a bola após a obtenção de um cesto; apoiar-se num companheiro de molde a poder jogar a bola mais alto; tentar deliberadamente substituir um companheiro na execução de um lance-li&amp;shy;vre; tentar convencer o árbitro por gritos ou ati&amp;shy;tudes de que foi carregado pelos adversários. Penalidade: falta técnica ao jogador — uma falta deve ser averbada e concedidos dois lan&amp;shy;ces-livres à equipa adversária por cada falta; falta técnica ao treinador ou a um substituto — uma falta deve ser averbada ao treinador, sendo concedidos à equipa adversária um lance-livre e a posse da bola.&lt;br /&gt;FIBA. Abreviatura de Federação Internacional de Basquetebol Amador. Ultrapassou a Federa&amp;shy;ção Internacional de Futebol no número de fe&amp;shy;derações filiadas — 155 em 1980, contra 150. Por sua vez, o número de praticantes filiados ultrapassa os 150 milhões.&lt;br /&gt;FICHA DE OBSERVAÇÃO. Ficha que per&amp;shy;mite ao treinador um rápido balanço do com&amp;shy;portamento da sua equipa, quer durante o de&amp;shy;correr dos jogos, quer após estes. As informa&amp;shy;ções mencionadas dão normalmente a posição dos jogadores quando lançam, os lançamentos efectuados, os lançamentos convertidos, os lances-livres realizados e concretizados, as per&amp;shy;das de bola, as intercepções, as bolas presas, as assistências e todas as acções consideradas pelo treinador como decisivas para a sua equipa.&lt;br /&gt;FINTAS. As fintas são acções simples dos jo&amp;shy;gadores, com ou sem bola, no sentido de iludir o adversário quanto às suas verdadeiras inten&amp;shy;ções. São acções realizadas a um ritmo relati&amp;shy;vamente lento, envolvendo a bola, a cabeça, braços, tronco, olhos, pés, etc, seguidas de acções rápidas de concretização.&lt;br /&gt;FUNDAMENTOS. Elementos fundamentais do jogo, tais como driblar, lançar, passar e ha&amp;shy;bilidades semelhantes, que constituem o con&amp;shy;junto de princípios em que assenta a técnica de base do basquetebol.&lt;br /&gt;HARLEM GLOBETROTTERS. Equipa de basquetebol profissional americana, constituída unicamente por jogadores de raça negra. Foi formada, em 1927, por Abe Saperstein, tendo por base três jogadores da equipa semiprofissional Savoy Five, da cidade de Chicago, orientada por aquele treinador e que se tinha dissolvido nesse ano.&lt;br /&gt;A equipa encetou uma digressão pelos EUA, realizando jogos de exibição. Mais tarde, esta equipa tornou-se mundialmente famosa, tanto pela habilidade dos seus jogadores como pelas suas brincadeiras. Adoptou uma versão da mú&amp;shy;sica Sweet Georgia Brown para a sua apresentação com pleno sucesso. Realizou dois filmes de grande metragem. Os Globetrotters efectua&amp;shy;ram a sua primeira volta ao Mundo em 1952. Esta equipa teve nas suas fileiras numerosos grandes jogadores negros, sendo talvez os mais conhecidos: Chamberlain, Goose Tatum, Mar&amp;shy;ques Haynes, Harrison e Lemon.&lt;br /&gt;Equipamento: camisolas azuis com estrelas vermelhas e brancas. Calções listados de ver&amp;shy;melho e branco.&lt;br /&gt;INÍCIO DO JOGO. O jogo é iniciado por uma bola ao ar entre dois adversários no círculo cen&amp;shy;tral; o mesmo procedimento deve ser usado no início do segundo meio-tempo e, eventualmen&amp;shy;te, no início de cada período suplementar.&lt;br /&gt;INTERCEPÇÃO. Recuperação da bola de um jogador ou equipa adversária quando esta se encontra na sua posse, nomeadamente na exe&amp;shy;cução de um passe.&lt;br /&gt;LINHA DE LANCE-LIVRE. A linha de lance--livre é marcada paralelamente a cada linha fi&amp;shy;nal e tem o seu bordo mais afastado a 5,80 m (19 pés) do bordo interno da linha final. Tem 3,60 m (12 pés) de comprimento e o seu ponto médio estará colocado numa linha imaginária de junção dos pontos médios das linhas finais.&lt;br /&gt;MANEJO DE BOLA. Habilidade do jogador para um perfeito controle da bola em todas as situações de jpgo.&lt;br /&gt;MARCADOR. O marcador regista no boletim de jogo os cestos de campo válidos e os lances-livres transformados e falhados e deve fazer o registo cronológico dos pontos obtidos pelas equipas. Regista as faltas pessoais e técnicas assinaladas a cada jogador e comunica imedia&amp;shy;tamente ao árbitro quando a quinta falta é assi&amp;shy;nalada a qualquer jogador. Regista os descon&amp;shy;tos de tempo anotados a cada equipa e avisa o treinador, por intermédio do árbitro, logo que ele pedir o segundo desconto de tempo em cada meio-tempo.&lt;br /&gt;Deve também indicar o número de faltas cometidas por cada jogador, usando as placas numeradas. Regista os nomes e os números dos jogadores que iniciam o jogo e os de todos os substitutos que entram no mesmo. Verificada uma infracção às regras respeitante à inscrição, substituição ou numeração dos jogadores, dá conhecimento ao árbitro que lhe ficar mais pró&amp;shy;ximo.&lt;br /&gt;MINIBASQUETEBOL Um jogo baseado no basquetebol, mas especialmente adaptado para jovens dos 8 aos 12 anos. As regras são simpli&amp;shy;ficadas e a bola é menor do que a oficial de seniores, estando o cesto situado somente a 2,59 m (8 pés e 6 polegadas). A sua organiza&amp;shy;ção está dependente da FIBA através do Comité Internacional do Minibasquetebol (CIM). MUDANÇA DE RITMO. A forma de o joga&amp;shy;dor se movimentar a diferentes e alternadas ve&amp;shy;locidades através do campo.&lt;br /&gt;OBSERVADOR. A pessoa que é encarregada de analisar o jogo; deverá recolher o maior nú&amp;shy;mero de dados (tanto objectivos como subjecti&amp;shy;vos), de forma que essa análise seja o mais conclusiva possível. Pode também designar a pessoa encarregada de observar jogadores para um possível recrutamento para uma dada equipa.&lt;br /&gt;OBSTRUÇÃO. É o contacto pessoal que im&amp;shy;pede a progressão de um adversário que não está de posse da bola. Porém, há que conside&amp;shy;rar que um jogador tem o direito de tomar qualquer posição no campo, não ocupada por outro, desde que: a) essa posição não seja tão próxima do adversário que resulte em contacto quando o adversário fizer movimentos normais com o corpo; b) essa posição não seja tomada no caminho de um adversário em movimento tão rapidamente que este não possa evitar o contacto. Nestes dois casos, o jogador que to&amp;shy;mar a posição descrita é o responsável se o con&amp;shy;tacto se verificar.&lt;br /&gt;OFICIAIS DE JOGO. Os oficiais de jogo são: um árbitro e um árbitro auxiliar; um marcador; um cronometrista; um operador dos 30 segun&amp;shy;dos. São considerados os juizes do basquete&amp;shy;bol.&lt;br /&gt;OITO. Jogada de ataque com os cinco jogado&amp;shy;res (ou apenas três), movimentando-se de modo a que as suas posições no campo representem a forma de um oito.&lt;br /&gt;OPERADOR DOS 30 SEGUNDOS. O ope&amp;shy;rador dos 30 segundos deve fazer funcionar o respectivo aparelho ou relógio. O sinal deste operador determina que a bola fica morta. V. REGRA DOS 30 SEGUNDOS.&lt;br /&gt;PASSE. Acto de lançar a bola de um jogador para outro ou tocá-la. Entre outros, existem os seguintes tipos de passe: ~ com uma mão, passe realizado com uma mão; ~ de base boi, passe com uma mão, semelhante ao lançamento do basebol, normalmente um passe longo;'*' de gancho, passe com uma mão por cima da cabe&amp;shy;ça, com um activo trabalho de pulso; ~ de mão a mão, passe em que a bola praticamente não viaja; ~ de peito, passe com uma ou duas mãos que começa com a bola em frente ao peito; ~ de râguebi, passe de duas mãos por baixo. Como o seu nome indica, deriva da sua seme&amp;shy;lhança com o passe que é utilizado naquele desporto; ~ de ressalto, passe no qual a bola é atirada de modo a ressaltar no solo antes de atingir o seu destino; ~ rolado, passe no qual a bola é rolada pelo chão.&lt;br /&gt;PASSE E CORTA. Jogada de ataque na qual os jogadores passam a bola a um companheiro e, após uma simulação, cortam para o cesto ou para outra posição — normalmente para rece&amp;shy;berem um passe de volta.&lt;br /&gt;PERCENTAGEM DE LANÇAMENTOS. É o quociente entre os lançamentos convertidos e os tentados em relação a 100. P. ex., se um jogador converteu 5 lançamentos em 20 tentati&amp;shy;vas&lt;br /&gt;De onde a percentagem de lançamentos é de 25%. O mesmo raciocínio se pode fazer em re&amp;shy;lação a outros aspectos do jogo, como p. ex., o PASSE.&lt;br /&gt;PERDA DE BOLA. A posse da bola passa de uma equipa para a outra.&lt;br /&gt;REGRA DE TRÊS PARA DOIS. Sempre que são concedidos dois lances-livres a um jogador que sofreu falta em acto de lançamento, se um ou ambos não forem convertidos, o jogador ainda beneficiará de um outro lance-livre. Se, porém, o lance-livre ou lances-livres não forem válidos por qualquer violação do executante ou de um dos seus companheiros de equipa, o lan&amp;shy;ce-livre adicional não será concedido.&lt;br /&gt;REGRA DOS 5 SEGUNDOS. A bola deve ser declarada presa quando o jogador, estando estreitamente marcado e de posse dela, não a passar, lançar, bater, rolar ou com ela driblar dentro de 5 segundos.&lt;br /&gt;REGRA DOS 10 SEGUNDOS. Durante todo o tempo de jogo a equipa que ficou na posse da bola dentro do campo, na sua zona de defesa, deve passá-la para a sua zona de ataque dentro de 10 segundos. A bola é considerada passada para a zona de ataque quando tocar o solo além da linha central ou um jogador da mesma equipa que tenha parte do corpo em contacto com o solo além dessa linha.&lt;br /&gt;REGRA DOS 3 SEGUNDOS. Um jogador não pode permanecer mais do que 3 segundos dentro da área restritiva do adversário, en&amp;shy;quanto a bola estiver na posse da sua equipa. A restrição dos 3 segundos observa-se em todas as situações de fora do campo e a contagem começa no momento em que o jogador que vai repor a bola em jogo fica de posse da mesma. Uma tolerância pode admitir-se a um jogador que, estando na área restritiva menos do que 3 segundos, drible nela para lançar ao cesto.&lt;br /&gt;REGRA DOS 30 SEGUNDOS. Quando uma equipa obtém a posse da bola, deve executar um lançamento ao cesto dentro de 30 segundos.&lt;br /&gt;REGRAS. As regras de jogo para as competi&amp;shy;ções internacionais são impostas pela Federa&amp;shy;ção Internacional de Basquetebol Amador (FI&amp;shy;BA), sendo revistas pela sua comissão técnica após cada um dos Jogos Olímpicos. As regras actuais foram modificadas em Montreal em 1976, podendo, porém, as federações nacionais aprovar pequenas alterações aplicáveis às com&amp;shy;petições internas. Isto é particularmente ver&amp;shy;dade para os EUA, onde existem variações sen&amp;shy;síveis para as competições regidas pela Natio&amp;shy;nal Basketball Association (NBA), a antiga American Basketball Association (ABA) e ainda a National Collegiate Athletic Associa&amp;shy;tion (NCAA).&lt;br /&gt;A NBA, a AAU (American Athletic Union) e a AUU (Athletic Union of the USA) todas têm as seguintes variações das regras oficiais da FIBA:&lt;br /&gt;As faltas cometidas sobre um jogador que não esteja em acto de lançamento são penaliza&amp;shy;das com um lance-livre, a menos que a bola esteja na posse da equipa do jogador que come&amp;shy;teu a falta;&lt;br /&gt;Com a 7.a falta da equipa em cada parte, um lance-livre bónus é concedido ao jogador que converta o primeiro lance-livre;&lt;br /&gt;A marcação do campo difere da da FIBA em vários aspectos, nomeadamente na forma da área restritiva, que é a de um rectângulo me&amp;shy;dindo 5,80 m (19 pés) por 3,60 m (12 pés);&lt;br /&gt;A reposição de uma bola saída pela linha fi&amp;shy;nal é realizada atrás desta;&lt;br /&gt;Na NCAA é proibido o afundar, não ha&amp;shy;vendo também a regra dos 30 segundos;&lt;br /&gt;Nas ligas profissionais o tempo de jogo é di&amp;shy;vidido em quatro períodos de 12 minutos;&lt;br /&gt;A regra dos 30 segundos foi modificada, passando o tempo limite a ser de 24 segundos;&lt;br /&gt;É permitido a qualquer jogador cometer seis faltas antes de ser automaticamente desqualifi&amp;shy;cado;&lt;br /&gt;São permitidos cinco descontos de tempo anotados durante um jogo;&lt;br /&gt;Na ABA os cestos convertidos de trás de de&amp;shy;terminada zona do campo contavam 3 pontos.&lt;br /&gt;REPOSIÇÃO DA BOLA EM JOGO APÓS CESTO VÁLIDO. Depois de um cesto de campo válido, qualquer jogador da equipa ad&amp;shy;versária da que obteve pontos repõe a bola em jogo de qualquer ponto de fora do campo, na linha final onde o cesto foi obtido. Qualquer daqueles jogadores pode lançar a bola de qual&amp;shy;quer ponto de trás da linha final para um com&amp;shy;panheiro dentro do campo. Pode também passá-la a um companheiro colocado atrás da mesma linha final para este a repor em jogo, tendo, porém, a sua equipa somente 5 segundos para o realizar, começando a contagem a fa&amp;shy;zer-se logo que a bola é posta à disposição do primeiro jogador fora de campo. Depois do úl&amp;shy;timo lance-livre, a bola deve ser reposta em jogo fora do campo: a) por um adversário do executante de trás da linha final, se o lança&amp;shy;mento for transformado; h) por qualquer joga&amp;shy;dor da equipa do executante, fora do campo, no ponto médio das linhas laterais, se o lance-livre for resultante de uma falta técnica averbada ao treinador ou substituto, quer tenha sido ou não transformado.&lt;br /&gt;RESULTADO DO JOGO. O jogo é ganho pela equipa que marcar maior número de pon&amp;shy;tos no tempo regulamentar. Se o resultado for um empate no fim do segundo meio-tempo, o jogo continua por um período suplementar de 5 minutos ou tantos períodos de 5 minutos quan&amp;shy;tos os necessários para desempatar o jogo.&lt;br /&gt;SEGURAR. É o contacto pessoal procurado por um jogador que interfere com a liberdade de movimentos do adversário. SINAIS DOS ÁRBITROS. Para tornarem compreensíveis as faltas e violações que api&amp;shy;tam, os árbitros devem fazer apelo a sinais com as mãos que ajudem a perceber o desenrolar do próprio jogo (v. grav. p. 435).&lt;br /&gt;TABELAS. As tabelas devem ser construídas de madeira dura, com 3 cm de espessura, ou de um material transparente adequado (de uma única peça e com o mesmo grau de rigidez da madeira). As suas dimensões são: 1,20 m (4 pés) verticalmente e 1,80 m (6 pés) horizon&amp;shy;talmente.&lt;br /&gt;A face frontal é plana e, a menos que seja transparente, deve ser pintada a branco. Nesta face é traçado um rectângulo centrado com o aro, com linhas de 5 cm de largura e com as dimensões exteriores de 59 cm, medidos hori&amp;shy;zontalmente, e 45 cm, medidos verticalmente. O bordo superior da sua linha base está ao mesmo nível do bordo superior do aro. As tabe&amp;shy;las são marginadas com uma linha de 5 cm de largura.&lt;br /&gt;1,20 m&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i42.tinypic.com/15mg0t4.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;TAÇA DOS CLUBES CAMPEÕES EURO&amp;shy;PEUS. Competição anual interclubes, organi&amp;shy;zada pela Federação Internacional de Basquete&amp;shy;bol Amador (FIBA). A competição é aberta aos clubes de basquetebol masculino campeões na&amp;shy;cionais dos países europeus e da bacia do Medi&amp;shy;terrâneo e também, de uma forma paralela, ao basquetebol feminino.&lt;br /&gt;A taça masculina foi patrocinada pelo jornal desportivo francês LEquipe, de Paris, e dispu&amp;shy;tada pela primeira vez na época de 1957-58, tendo-se sagrado vencedora a equipa soviética ASK Riga, que viria a repetir o feito nas duas edições seguintes. A primeira equipa não soviética a ganhar esta competição foi o Real Ma&amp;shy;drid, em 1964. Até à época de 1979-80, esta equipa venceria sete vezes esta competição. Por países, a União Soviética teve 8 vitórias, a Es&amp;shy;panha 7, Itália 6, Israel e Jugoslávia,&lt;br /&gt;A taça feminina foi patrocinada pela Naroden Sport, de Sofia, e começou a disputar-se na época de 1958-59. A primeira vencedora do trofeu foi a equipa Slavia Sofia, sendo depois dessa primeira vitória dominada pela equipa Daugawa (TTT) Riga, com 13 vitórias nas pri&amp;shy;meiras 15 edições.&lt;br /&gt;TEMPO DE JOGO. O jogo de basquetebol consta de dois meios-tempos de 20 minutos cada um, com 10 minutos de intervalo.&lt;br /&gt;QUADRO DOS TEMPOS DE JOGO&lt;br /&gt;Seniores Dois meios-tempos Juniores de 20 minutos cada um.&lt;br /&gt;Juvenis Dois meios-tempos&lt;br /&gt;de 20 minutos cada um (períodos de 10 minutos).&lt;br /&gt;Iniciados Dois meios-tempos de 16 minutos cada um (períodos de 8 minutos).&lt;br /&gt;10 minutos de intervalo entre cada parte.&lt;br /&gt;10 minutos de intervalo entre cada parte; 2 minutos entre cada período.&lt;br /&gt;10 minutos de intervalo entre cada parte; 2 minutos entre cada período.&lt;br /&gt;TERRENO DE JOGO. O campo de jogo é uma superfície rectangular dura, livre de obstá&amp;shy;culos, e terá as dimensões de 26 m (85 pés) no comprimento e 14 m (46 pés) na largura. Admitem-se as seguintes variações: mais ou menos 2 m no comprimento e mais ou menos 1 m na largura, sendo as variações directa&amp;shy;mente proporcionais entre si. O tecto deve ter a altura mínima de 7 m.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i39.tinypic.com/2hfrhhx.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TRABALHO DE PÉS. Vários movimentos do jogador de basquetebol nos quais os pés são usados. É um aspecto da técnica individual que compreende tudo o que diz respeito à movi&amp;shy;mentação de pés, rotações, paragens, arran&amp;shy;ques, CORTINAS, lançamentos, etc.&lt;br /&gt;TREINADOR. Pessoa que ensina a jogar os jogadores de uma equipa. É o responsável pela orientação da equipa na competição, devendo ser inscrito no boletim de jogo.&lt;br /&gt;TROCA (de jogador). Mudança de marcação de adversário, quer por ser impossível ao defensor continuar a marcar o seu adversário, quer, por uma questão de filosofia defensiva, por se achar vantagem nessa troca.&lt;br /&gt;VIOLAÇÃO. É uma infracção às regras, cuja penalidade consiste na perda da bola. A bola fica morta quando é assinalada violação. A bola é concedida ao adversário mais próximo para que este a reponha em jogo da linha late&amp;shy;ral, no local mais próximo daquele onde ocor&amp;shy;reu a violação.&lt;br /&gt;ZONA DE ATAQUE. A zona de ataque de uma equipa é a parte do campo de jogo compreendida entre a linha final atrás do cesto do adversário e o bordo mais próximo da linha central.&lt;br /&gt;ZONA DE DEFESA. A zona de defesa de uma equipa é a parte do campo de jogo compreendida entre a linha final atrás do cesto da equipa e a linha central do campo (estando esta incluí&amp;shy;da).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-40.slide.com/widgets/slideticker.swf" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3098476543653264704&amp;amp;site=widget-40.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-4787176121562889866?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/4787176121562889866/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=4787176121562889866&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/4787176121562889866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/4787176121562889866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/06/basquetebol.html' title='Basquetebol'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i39.tinypic.com/1zqsvuf_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-8937980753682204815</id><published>2009-06-25T12:02:00.000-07:00</published><updated>2009-06-25T12:09:25.866-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pentatlo Moderno'/><title type='text'>Pentatlo Moderno</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i41.tinypic.com/2woejx4.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.pentathlon.org/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Union Internationale de Pentathlon Moderne&lt;br /&gt;Fundada em 1948; 94 Filiados&lt;br /&gt;Desporto olimpico desde 1912 &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i41.tinypic.com/9irdqs.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira aparição do desporto foi ainda na Antiguidade, por volta do ano 708 a.C., sob a influência dos soldados da cidade grega de Esparta - que o praticavam como forma de treinamento. Considerado a parte mais importante das Olimpíadas da era antiga, o pentatlo tinha as seguintes provas: corrida, salto em distância, arremesso do disco, salto em altura. As provas eram eliminatórias e apenas dois competidores decidiam o título numa prova de luta. O vencedor era aclamado no território grego e cultuado como um semideus.&lt;br /&gt;Porém, existe a lenda do jovem oficial francês da cavalaria do exército de Napoleão Bonaparte, que foi encarregado de entregar uma mensagem. Para cumprir seu objectivo, partiu a cavalo. Percorreu terrenos acidentados e atravessou linhas inimigas até seu animal ser morto numa batalha. Enfrentou seus adversários com uma arma de fogo e uma espada. Para completar a missão, atravessou um rio de forte correnteza e correu até entregar a mensagem ao destino.&lt;br /&gt;Imaginando uma competição que conseguisse premiar o atleta mais completo, como se fazia no pentatlo dos Jogos Antigos - disputados há 2700 anos -, o barão Pierre de Coubertain inspirou-se na história do oficial francês para introduzir o desporto nos Jogos da era moderna.Aprovado no Congresso do Comité Olímpico Internacional, realizado em Budapeste, Hungria, um ano antes, o pentatlo estreou nas Olimpíadas de Estocolmo-1912, com a disputa das seguintes modalidades: tiro, esgrima, natação, hipismo e corrida.&lt;br /&gt;Durante várias décadas, o desporto também foi utilizado como parte dos exames finais em numerosas academias militares da Europa. O pentatlo foi administrado directamente pelo Comité Olímpico Internacional até 1948, ano em que foi criada a União Internacional do Pentatlo Moderno (UIPM), fundada pelo sueco Gustaf Dyrssen, campeão olímpico da modalidade em 1920.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pentatlo moderno é composto pelas seguintes provas: tiro, esgrima, natação, hipismo e corrida. Todas as modalidades, tanto no masculino quanto no feminino, são disputadas em um dia.Os resultados das primeiras quatro provas - tiro, esgrima, natação e hipismo - são convertidos, por uma tabela de equivalência, em tempo e determinam a ordem de largada e o tempo entre os competidores para a última prova: a corrida. O líder larga primeiro. Depois o segundo, seguido pelo terceiro e assim sucessivamente.&lt;br /&gt;TiroCada competidor tem direito a vinte disparos, um para cada alvo. A arma utilizada é uma pistola 4,5 mm de ar comprimido. Cada disparo - há dez metros de distância - tem que ser efectuado em 40 segundos.&lt;br /&gt;O acerto no anel central rende 200 pontos. Se o atleta conseguir a pontuação mínima de 172 por alvo, terá garantido mil pontos de bónus. Para cada ponto a cima, soma-se 12 aos mil. A cada ponto abaixo, são descontados 12 pontos.&lt;br /&gt;EsgrimaA competição é disputada com todos se enfrentando entre si. O tipo de arma usada é a espada. Se ninguém for tocado, os dois saem perdedores. Cada toque no adversário soma-se ponto e desconta-se no rival.&lt;br /&gt;Nos Jogos Olímpicos são 32 competidores masculinos e 32 femininos. Nas duas categorias, cada esgrimista terá que fazer 31 lutas. O competidor que obtiver 70% de aproveitamento - o equivalente a 22 vitórias - conquista mil pontos. Cada vitória acima dá mais 30 pontos.NataçãoA prova de 200 m livre é disputada em piscina de 50 m. Para os homens, o tempo de 2min30s equivale a mil pontos. Cada segundo abaixo ou acima causa uma perda ou acréscimo de dez pontos ao nadador. Cada milésimo equivale à perda ou ao acréscimo de um ponto.Para as mulheres, o tempo de 2min40s equivale a mil pontos. A perda ou o acréscimo de pontos segue o mesmo modelo da competição masculina.&lt;br /&gt;Hipismo&lt;br /&gt;A competição é composta por doze obstáculos - de no máximo 1,20 m de altura - em um percurso de 350 a 450 m. O tempo para o trajecto é estabelecido de acordo com a distância. Os cavalos são sorteados no início da competição. Antes da prova, os cavaleiros têm 20 min para conhecer o percurso e o animal.&lt;br /&gt;Cada conjunto inicia o percurso com 1200 pontos. Cada falta ao longo do percurso causa desconto. Um refugo perde 60 pontos, derrubar um obstáculo equivale a 28 pontos a menos e, caso o cavaleiro caia da montaria, 40 pontos serão descontados. Os atletas também perdem ponto caso excedam o tempo permitido.&lt;br /&gt;CorridaÉ a competição decisiva do pentatlo. A diferença de pontos acumulados nas outras provas entre os atletas é convertida em segundos. Cada dois pontos de diferença entre os atletas equivale a meio segundo.&lt;br /&gt;O percurso é realizado em pista de cross-country de 3000 m de extensão. Os homens que completarem o percurso em até 10 min e a mulher em até 11min20s ganham mil pontos de bónus. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-27.slide.com/widgets/slideticker.swf" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3386706919804661799&amp;amp;site=widget-27.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-8937980753682204815?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/8937980753682204815/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=8937980753682204815&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/8937980753682204815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/8937980753682204815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/06/pentatlo-moderno.html' title='Pentatlo Moderno'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i41.tinypic.com/2woejx4_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-2423221725031010453</id><published>2009-06-25T11:30:00.000-07:00</published><updated>2009-06-25T11:59:45.697-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pugilismo'/><title type='text'>Pugilismo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i40.tinypic.com/24wggus.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.aiba.net/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;International Amateur Boxing Association&lt;br /&gt;Fundada em 1946; 190 Filiados&lt;br /&gt;Desporto olímpico desde 1904&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i43.tinypic.com/1496wlf.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O boxe é um dos desportos mais antigos, com registros que chegam ao ano 4.000 a.C., tanto no Egipto como no Oriente. Nos Jogos da antiga Grécia já existia como desporto, desde o ano 688 a.C., na XXIII Olimpíada. Na antiga Roma, os lutadores utilizavam os "cestus" -protectores metálicos para as mãos- com pregos espetados que chegavam até mesmo a provocar a morte do adversário. &lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i44.tinypic.com/2m9ov5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros dados de uma luta de boxe nos tempos modernos nos levam à Inglaterra, em 168, quando o Duque de Albermarle organizou um combate entre seu mordomo e seu açougueiro. Já no século XVII se lutava por dinheiro - na época, sem luvas- e os espectadores faziam apostas.O primeiro campeão dos pesos pesados -categoria única na época- foi o inglês James Figg, em 1719, que adaptou para o boxe as tácticas da esgrima. Figg também fundou em Londres a primeira escola de boxe, embora na época as regras existentes fossem confusas e o ringue não tivesse formato definido. O primeiro regulamento foi codificado em 1743 pelo campeão John Broughton. O último campeão a lutar sem luvas foi o norte-americano John L. Sullivan, que ganhou o último combate deste tipo autorizado em 1889, contra Jake Kilrain.&lt;br /&gt;Em 1865 começaram a ser aplicadas as regras criadas pelo marquês de Queensberry. A intenção era diminuir a brutalidade. As novas regras obrigavam o uso de luvas, limitavam a luta a assaltos de três minutos cada com intervalos de 60 segundos, regulamentavam o tamanho do ringue e a contagem de 10 segundos cada vez que um dos lutadores caía na lona. O experimento deu resultado, e as novas normas, com leves alterações, são utilizadas até hoje. Com as regras de Queensberry, quando teve que usar luvas, Sullivan perdeu o campeonato ao ser derrotado por James Corbett, na cidade de Nova Orleans, no dia 7 de setembro de 1892.&lt;br /&gt;Na primeira Olimpíada da Era Moderna, realizada em Atenas, em 1896, o boxe foi tirado do programa oficial por ser considerado perigoso demais pelo comité grego. O desporto foi incluído como disciplina olímpica nos Jogos de Saint Louis, em 1904, graças à grande popularidade que tinha nos Estados Unidos, porém foi tirado do programa nos Jogos de Estocolmo, em 1908, porque no país sede a prática do boxe não era permitida por lei.&lt;br /&gt;Após a Primeira Guerra Mundial, o boxe voltou ao programa olímpico, com o respaldo de 25 países, e se converteu no desporto mais popular da década de 40. Esta popularidade obrigou a profissionalização, dando lugar a novas regras que incluíram categorias por pesos, limites de assaltos e disputas nacionais e internacionais. Nos Jogos Olímpicos, continuou prevalecendo o boxe amador, com regras controladas pela Associação Internacional do Boxe Amador, criada em 1946.&lt;br /&gt;Desde então, brilharam em cima do ringue nomes como o norte-americano Muhammad Ali, que ainda era chamado de Classius Clay quando ganhou a medalha de ouro em 1960, o húngaro Laszlo Papp, primeiro lutador a ganhar a medalha de ouro por três vezes consecutivas, em 1948, em 1952 e em 1956, além do cubano Teofilo Stevenson, que ficou com o ouro dos pesados nos Jogos de 1972, 1976 e 1980. Além desses, participaram ainda do boxe nas Olimpíadas Joe Frazier, George Foreman, Lennox Lewis, Sugar Ray Leonard e Evander Holyfield.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As regras do boxe amador, válidas nas Olimpíadas, são bem diferentes das que regem o boxe profissional. Enquanto entre os profissionais os combates têm 10 ou 12 rounds, em Atenas cada luta terá duração de, no máximo, quatro assaltos de dois minutos cada, com intervalo de um minuto. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Categoria&lt;br /&gt;Peso&lt;br /&gt;Mosca-Ligeiro&lt;br /&gt;até 48 kg&lt;br /&gt;Mosca&lt;br /&gt;até 51 kg&lt;br /&gt;Galo&lt;br /&gt;até 54 kg&lt;br /&gt;Pena&lt;br /&gt;até 57 kg&lt;br /&gt;Leve&lt;br /&gt;até 60 kg&lt;br /&gt;Meio-Médio-Ligeiro&lt;br /&gt;até 64 kg&lt;br /&gt;Meio-Médio&lt;br /&gt;até 69 kg&lt;br /&gt;Médio&lt;br /&gt;até 75 kg&lt;br /&gt;Meio-Pesado&lt;br /&gt;até 81 kg&lt;br /&gt;Pesado&lt;br /&gt;até 91 kg&lt;br /&gt;Super Pesado&lt;br /&gt;acima de 91 kg &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Além do número de rounds, existem ainda uma série de outras diferenças entre o boxe amador e o profissional. Os amadores são obrigados a utilizar um protector de cabeça - os profissionais não podem usá-lo. Mas a principal diferença está na marcação de pontos: no torneio olímpico, assim que os golpes são desferidos, os juizes atribuem notas que são determinantes na declaração do vencedor no boxe olímpico.&lt;br /&gt;Pontuação - Marca-se um ponto para um lutador no boxe amador quando ele acerta o adversário com a parte marcada de branco da luva em partes permitidas do corpo do rival, que são o rosto e os lados da cabeça, a frente e os lados do torso. Socos nos braços, por exemplo, não contam pontos.&lt;br /&gt;Cada luta tem cinco juizes, que marcam os pontos conforme os golpes de cada lutador. Todos os árbitros têm em suas mãos um pequeno aparelho electrónico com dois botões, cada um deles representando um atleta. Se pelo menos três juizes considerarem que houve o ponto e apertarem o botão que representa o mesmo lutador simultaneamente (com menos de um segundo de intervalo) é marcado um ponto para o atleta.&lt;br /&gt;O pugilista que conseguir acumular mais pontos durante os quatro rounds da luta fica com a vitória. Se a luta acabar empatada ou nenhum dos boxeadores conseguir marcar pontos, os juizes se reúnem e decidem por aquele que foi mais combativo.&lt;br /&gt;Knockdowns e knockouts - Considera-se knockdown sempre que um dos lutadores, abatido por um golpe do adversário, tocar a lona com qualquer parte do corpo com excepção dos pés. Se um lutador cair fora do ringue ou segurar as cordas para não tocar o chão, também é marcado um knockdown.&lt;br /&gt;Quando ocorre o knockdown, o árbitro que acompanha a luta de dentro do ringue abre a contagem de dez segundos. Mesmo se o lutador conseguir ficar em pé antes, obrigatoriamente o árbitro tem que contar até oito. Depois dos oito segundos, o árbitro determina se continua ou não o combate. Caso opte pela continuação, ele grita "box".&lt;br /&gt;Se após sofrer um knockdown o lutador não conseguir levantar após os dez segundos de contagem do árbitro, caracteriza-se, então, o knockout.&lt;br /&gt;Salvo pelo gongo - Nas regras válidas para as Olimpíadas, um lutador só pode ser salvo pelo gongo no quarto e último assalto. Se o árbitro abrir contagem e o gongo sinalizando o final do 1º, do 2º e do 3º round soar antes de ele completar os oito segundos obrigatórios, a contagem é mantida e, se o lutador não levantar, é apontado o knockout.&lt;br /&gt;Jogando a toalha - O árbitro pode declarar um lutador vitorioso se o seu adversário estiver sendo muito castigado. A própria comissão técnica de um lutador que visivelmente está sendo castigado pode declarar desistência jogando uma toalha para dentro do ringue. Faltas - Existem três tipos básicos de faltas no boxe: o aviso, a advertência e, em casos extremos, a desqualificação. Dois avisos valem uma advertência e três advertências implicam a desqualificação. Algumas das faltas mais comuns são o golpe abaixo da cintura, o agarramento, dar soco com a mão aberta, dar soco na nuca etc. Se um lutador adoptar uma postura extremamente passiva, também toma uma falta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABA. Abreviatura da Associação de Boxe Amador.&lt;br /&gt;ABANDONO. Desistência de um dos dois ad&amp;shy;versários.&lt;br /&gt;AIBA. Abreviatura da Associação Internacional de Boxe Amador. Esta Associação foi fundada em 1946 e é a entidade máxima da modalidade na Europa e nos Jogos Olímpicos.&lt;br /&gt;ASSALTO ou ROUND. Fracção de tempo de 3 minutos durante a qual os jogadores comba&amp;shy;tem. Os combates entre amadores são de 3 as&amp;shy;saltos. O intervalo entre os assaltos é de 1 mi&amp;shy;nuto.&lt;br /&gt;BAILE V. JOGO DE PERNAS.&lt;br /&gt;BLOCAR UM GOLPE. Travar, deter a mar&amp;shy;cha de um golpe do adversário com o antebraço ou com a luva (v. grav.).&lt;br /&gt;BOLSA. Montante do prémio ganho em cada combate pelos boxeurs profissionais.&lt;br /&gt;BOX. Recomeço. Ordem dada pelo árbitro para que os pugilistas retomem o combate.&lt;br /&gt;BOXEUR BATALHADOR. Pugilista que procura principalmente a luta de perto, tentando entrar no interior da guarda do adversário, che&amp;shy;gando mesmo ao corpo a corpo. Usa muito o GANCHO curto (CROCHET). Estilo de luta que provoca lesões e escoriações com relativa faci&amp;shy;lidade.&lt;br /&gt;BOXEUR BREVILÍNEO. Pugilista que tem os braços curtos.&lt;br /&gt;BOXEUR ESQUERDINO. Pugilista canhoto, que pratica GUARDA INVERTIDA.&lt;br /&gt;BOXEUR ESTILISTA. Pugilista perito na FINTA e que aplica muito o DIRECTO e em es&amp;shy;pecial o JAB. Procura sempre JOGAR EM LI&amp;shy;NHA. O seu adversário mais temível é o BO&amp;shy;XEUR ESQUERDINO.&lt;br /&gt;BOXEUR LONGILÍNEO. Pugilista que tem os braços compridos.&lt;br /&gt;BOXEUR PEGADOR. Pugilista que tem no poder de golpe a sua grande arma, de tal modo que com qualquer um (embora recorra de prefe&amp;shy;rência ao golpe favorito) pode acabar o comba&amp;shy;te. Joga sempre no CONTRA e por norma tem pouca técnica.&lt;br /&gt;BREAK ou BREAK AWAY. Ordem dada pelo árbitro, normalmente depois de um corpo a corpo, para que os pugilistas se separem. Estes deverão recuar um passo antes de reiniciar o combate, à ordem de BOX.&lt;br /&gt;CANTO. Ângulo do RINGUE onde o boxeur descansa entre dois assaltos.&lt;br /&gt;CATEGORIAS. V. PESOS e CATEGORIAS.&lt;br /&gt;CHALLENGER. Adversário n.° 1 do campeão, candidato ao título.&lt;br /&gt;CHIQUE. Combate «arranjado» em que o ven&amp;shy;cedor é antecipadamente conhecido.&lt;br /&gt;CONDUZIR O COMBATE. Comandar a luta; diz-se do pugilista que toma a iniciativa de ata&amp;shy;car e aplicar maior número de golpes.&lt;br /&gt;CONTRA ou GOLPE CRUZADO ou CROSS. Antecipação ao adversário que ataca, atacando-o.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i40.tinypic.com/2r4o8xy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;CORPO A CORPO. Situação muito propensa a lesões e a irregularidades. Vê-se muito o corpo a corpo na luta travada entre um BOXEUR LONGILÍNEO e um BOXEUR BREVILÍNEO. Este, ao procurar entrar na guarda do adversário, provoca o corpo a corpo ou pelo menos a meia distância. Entre nós o corpo a corpo não é ad&amp;shy;mitido nos combates de amadores.&lt;br /&gt;CROCHET. V. GANCHO.&lt;br /&gt;CRONOMETRISTA. Técnico que tem lugar na mesa oficial e cronometra os combates com dois cronómetros que funcionam simultanea&amp;shy;mente. Marca a duração dos ASSALTOS, das paragens e do minuto de descanso entre os AS&amp;shy;SALTOS, ou ROUNDS. Dispõe ainda de um gongo no qual, com um martelo, assinala o iní&amp;shy;cio e o fim dos assaltos.&lt;br /&gt;CROSS. V. CONTRA.&lt;br /&gt;DANÇA. V. JOGO DE PERNAS.&lt;br /&gt;DECISÃO. Sentença dada pelos juízes ou árbi&amp;shy;tro único. Resultado do combate. Pode ser: vitória aos pontos, por abandono, por ASC (o ár&amp;shy;bitro suspende o combate ou por inferioridade técnica ou por lesão), por desqualificação, por KO e MATCH NULO. Diz-se anulado ou sem decisão um combate suspenso por circunstân&amp;shy;cias especiais. Para a concessão de pontos, deve atentar-se na técnica patenteada pelo boxeur, na força dos golpes, qualidade da defesa e observação das regras.&lt;br /&gt;DESALOJAR. Retirar um adversário da sua posição.&lt;br /&gt;DIRECTO. Soco ligeiramente desferido de baixo para cima, mas quase na horizontal e com total apoio nas pernas; pode ser da es&amp;shy;querda ou da direita. Um directo da direita é, normalmente, seguido de um GANCHO da es&amp;shy;querda, e vice-versa. &lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i40.tinypic.com/205w4ro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;ENDURANCE. Resistência.&lt;br /&gt;EQUIPAMENTO. O boxeur amador deve cal&amp;shy;çar sapatos ou botas leves, sem saltos e sem bicos, meias e usar calções que atinjam o meio da coxa e camisola sem mangas que cubra o peito e as costas. Os profissionais combatem sem camisola, ou seja em tronco nu.&lt;br /&gt;ESQUERDA. Qualquer soco desferido com o braço esquerdo.&lt;br /&gt;ESQUIVA. Escapar-se aos golpes do adversá&amp;shy;rio.&lt;br /&gt;EXAME MÉDICO. Observação de um boxeur por um médico antes de um combate para veri&amp;shy;ficação do seu estado de saúde.&lt;br /&gt;FALSA DEFESA. Posição de defesa dos ca&amp;shy;nhotos. GUARDA INVERTIDA.&lt;br /&gt;FINTA. Esquiva por parte do boxeur que vai ser alvo de um golpe.&lt;br /&gt;GANCHO. O mesmo que crochet; soco de tra&amp;shy;vés. Soco desferido com o braço curvo. Entre nós costuma chamar-se crochet a um gancho curto e swing a um gancho largo e balanceado.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i43.tinypic.com/vi37t2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;GOLPE CRUZADO. V. contra.&lt;br /&gt;GOLPES PROIBIDOS E IRREGULARIDADES FREQUENTES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i40.tinypic.com/24erxo1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i44.tinypic.com/fuxc8z.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;GONG. Campainha ou gongo que assinala o início e termo dos ASSALTOS.&lt;br /&gt;GROGUE. Atordoado.&lt;br /&gt;GUARDA. Posição de defesa.&lt;br /&gt;GUARDA AMERICANA. Pé esquerdo à frente, ambos os braços curvados à mesma altura e em frente do peito.&lt;br /&gt;GUARDA BRITÂNICA. Defesa alta e cerrada, já fora de uso.&lt;br /&gt;GUARDA CLÁSSICA. Braço esquerdo à frente estendido, e o direito dobrado, com o co&amp;shy;tovelo junto ao fígado, protegendo-o, o ante&amp;shy;braço à altura do coração e a mão à frente da cara.&lt;br /&gt;GUARDA FRANCESA. Idêntica à americana, mas com o braço esquerdo ligeiramente mais à frente, como na clássica, e o corpo torcido para a esquerda ou para a direita.&lt;br /&gt;GUARDA INVERTIDA. Típica dos pugilistas canhotos e inversa da clássica, ou seja braço direito à frente estendido, e o esquerdo dobra&amp;shy;do, com o cotovelo junto ao fígado, protegendo-o, o antebraço à altura do coração e a mão à frente da cara.&lt;br /&gt;JAB. DIRECTO pouco apoiado, desferido ligei&amp;shy;ramente de baixo para cima; difere do verda&amp;shy;deiro directo por ser dado sem a ajuda das per&amp;shy;nas. É aplicado de modo a passar por cima da guarda adversária. Pode ser da esquerda ou da direita.&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i41.tinypic.com/f9hz6e.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;JOGAR EM LINHA. Jogo normalmente prati&amp;shy;cado por dois BOXEURS ESTILISTAS. É neces&amp;shy;sário ter pernas dotadas de força e agilidade, já que é uma forma de luta que exige muita mo&amp;shy;vimentação. Consiste principalmente em usar golpes da esquerda (DIRECTOS ou JABS) e fu&amp;shy;gir. Em calão diz-se «bate e foge». O pugilista só dobra os golpes quando sente o adversário cansado. Quando um boxeur estilista joga com um BOXEUR BATALHADOR ou com um BO&amp;shy;XEUR PEGADOR, estes colocam-se a meio do RINGUE, defendendo-se e esperando a oportu&amp;shy;nidade para aplicar o seu golpe favorito, pelo que aquele tem de andar à sua volta, procuran&amp;shy;do desalojá-los.&lt;br /&gt;JOGO DE PERNAS. Trabalho das pernas du&amp;shy;rante um combate.&lt;br /&gt;KD. Abreviatura de KNOCK-DOWN.&lt;br /&gt;KNOCK-DOWN. Queda subsequente a um so&amp;shy;co, mas em que o boxeur se levanta antes da contagem dos 10 segundos.&lt;br /&gt;KNOCK-OUT. Estado do boxeur que fica es&amp;shy;tendido no solo durante, pelo menos, 10 se&amp;shy;gundos. Sucede normalmente quando o boxeur é socado na ponta do queixo, na carótida, na têmpora, no estômago ou no fígado. Nos três primeiros casos, o boxeur parece estar drogado e quase nunca tem consciência do que lhe acon&amp;shy;teceu quando volta a si. Nos dois últimos ca&amp;shy;sos, tem consciência do que lhe aconteceu, quer levantar-se, mas os seus reflexos não lhe obedecem. KO. Abreviatura de KNOCK-OUT.&lt;br /&gt;LANÇAR A TOALHA. O SEGUNDO lança a toalha ou a esponja — que servem para enxu&amp;shy;gar o boxeur —, dando assim por terminado o combate por abandono do seu pugilista.&lt;br /&gt;LIGADURAS. Podem ser utilizadas uma em cada mão. São tiras de gaze não elástica com comprimento variável entre 1,80 e 2,50 m, conforme a categoria e peso do pugilista, e com 5 cm de largura cada uma.&lt;br /&gt;LOCUTOR. Indivíduo que tem lugar na mesa oficial. Apresenta os pugilistas, indicando o seu nome, peso e categoria e o árbitro. Anuncia o começo dos ASSALTOS, indicando o número dos mesmos, e no final o resultado do combate. Dez segundos antes de cada ASSALTO avisa os SEGUNDOS para abandonarem o RINGUE («Se&amp;shy;gundos, fora»).&lt;br /&gt;LUTAR DE LONGE. Lutar fora da GUARDA do adversário.&lt;br /&gt;LUTAR DE PERTO. Lutar no interior da GUARDA do adversário.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i42.tinypic.com/2i0gqdc.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;LUVAS. Para combates de amadores pesarão 8 onças (227 g) cada uma. Para combates de profissionais deverão pesar 6 onças (171 g) para pesos até meios-médios e 8 onças (227 g) de pesos médios aos pesados. As luvas têm uma parte exterior de cabedal, sendo o interior revestido por qualquer material macio (nor&amp;shy;malmente crina).&lt;br /&gt;MANAGER. Representante, ou procurador, de um pugilista.&lt;br /&gt;MATCH NULO. Combate em que não há ven&amp;shy;cedor nem vencido.&lt;br /&gt;MEIA DISTÂNCIA. A distância que separa os pugilistas entre si. Esta distância é que permite GANCHOS mútuos e dificulta quase por com&amp;shy;pleto o uso de DIRECTOS.&lt;br /&gt;PESAGEM. No próprio dia do combate e à hora indicada pela entidade competente os pu&amp;shy;gilistas têm de ser pesados. Só podem ser pesa&amp;shy;dos uma vez em cada dia e o peso que tiverem é considerado definitivo para esse dia. PESOS E CATEGORIAS. Diferem de amado&amp;shy;res para profissionais. A saber:&lt;br /&gt;Amadores: meio-mosca, até 48 kg; mosca, até 51 kg; galo, até 54 kg; pluma, até 57 kg; ligeiro, até 60 kg; superligeiro ou meio-médio ligeiro, até 63,5 kg; leve ou meio-médio, até 67 kg; superleve ou médio ligeiro, até 71 kg; médio, até 75 kg; meio-pesado, até 81 kg; pe&amp;shy;sado, de 81 kg em diante.&lt;br /&gt;Profissionais: mosca ligeiro, até 49,900 kg; mosca, até 50,802 kg; galo, até 53,525 kg; pluma, até 57,152 kg; ligeiro júnior, até 58,967 kg; ligeiro, até 61,237 kg; meio-médio ligeiro, até 63,503 kg; meio-médio, até 66,678 kg; médio ligeiro, até 69,853 kg; mé&amp;shy;dio, até 72,574 kg; meio-pesado, até 79,378 kg; pesado, acima de 79,378 kg.&lt;br /&gt;PRÉMIO. O mesmo que BOLSA.&lt;br /&gt;PROTECTOR DE BOCA. Objecto de borra&amp;shy;cha que se introduz na boca e se adapta às gen&amp;shy;givas e aos dentes com o fim de os proteger.&lt;br /&gt;RINGUE. Local onde se disputam os combates de boxe. Tem uma área quadrada em que a medida do lado varia entre o mínimo de 4,90 m e o máximo de 6,10 m, medidos no interior das três filas de cordas que delimitam aquela área. A altura, em relação ao solo, varia entre 0,94 me 1,22 m. O chão é obrigatoriamente coberto de feltro, borracha ou qualquer outro material absorvente com uma altura mínima de 1,5 cm. Em cantos opostos haverá degraus para a subida dos pugilistas, árbitro e SEGUNDOS.&lt;br /&gt;ROUND. V. ASSALTO.&lt;br /&gt;SEGUNDO. Auxiliar, ou ajudante, do pugilista. Pode desistir em nome deste se o vir em dificuldades, lançando para o ringue a esponja ou a toalha. Depois de o árbitro iniciar uma contagem, já não o poderá fazer.&lt;br /&gt;STOP. Alto. Ordem dada pelo árbitro para que os pugilistas interrompam o combate.&lt;br /&gt;SWING. V. GANCHO.&lt;br /&gt;TIPO DE SOCOS. DIRECTO, JAB, GANCHO e UPPERCUT, todos eles com variantes e podendo apenas ser aplicados acima da linha da cintura.&lt;br /&gt;UM-DOIS. Sequência de dois socos: esquerda seguida de DIRECTO da direita ou o contrário. O mesmo que dobrar o golpe. UPPERCUT. Soco vertical dado de baixo para cima com o braço curvo, ou seja um GANCHO desferido de baixo para cima.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-b9.slide.com/widgets/slideticker.swf" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3386706919804660921&amp;amp;site=widget-b9.slide.com" wmode="transparent" salign="l" scale="noscale" quality="high"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-2423221725031010453?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/2423221725031010453/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=2423221725031010453&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/2423221725031010453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/2423221725031010453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/06/pugilismo.html' title='Pugilismo'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i40.tinypic.com/24wggus_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-1705776431938408238</id><published>2009-06-25T08:51:00.000-07:00</published><updated>2009-06-25T09:05:16.081-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ténis de Mesa'/><title type='text'>Ténis de Mesa</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i39.tinypic.com/v7guba.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.ittf.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fédération Internationale de Tennis de Table&lt;br /&gt;Fundada em 1926; 186 Filiados&lt;br /&gt;Desporto olímpico desde 1988&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i43.tinypic.com/qzruxy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O começo do ténis de mesa não está muito claro. Segundo alguns historiadores, o jogo teria sido criado na Inglaterra por volta do ano de 1870, em um clube de ténis, com material totalmente improvisado, em um dia chuvoso que impedia a prática do ténis. Este material estaria composto pelas tampas de madeira das caixas de charutos, utilizadas como raquetes, rolhas de cortiça de garrafas de champanhe, devidamente arredondadas, utilizados como bolas e a superfície de uma mesa de bilhar, dividida por livros a modo de rede, como mesa de jogo. Os estudantes universitários adoptaram rapidamente o jogo de salão e o divulgaram por todo o território das Ilhas Britânicas.&lt;br /&gt;Já em 1891, Charles Barter, da cidade Blucestershire, registrou uma patente com bolas de cortiça. No mesmo ano, o norte-americano James Gibbs, famoso atleta e fundador da American Athletic Association, improvisou um material que consistia em uma rede fixa a dois pequenos postes sobre uma superfície de madeira elevada do chão. Com esse material, Gibbs inventou um jogo disputado a 21 pontos utilizando bolas de borracha. Em 1894, a empresa Ayres Ltd. Já anunciava um jogo de ténis em miniatura. O mesmo Gibbs, pouco tempo depois, substituiu as bolas de borracha por umas pequenas bolas de celulóide encontradas à venda no mercado.&lt;br /&gt;Os grandes torneios de ténis de mesa começaram na Inglaterra no início do século XX com a participação de centenas de jogadores e prémios de até 25 libras esterlinas. Em 1901, foi criada na Inglaterra a Associação de Ping-Pong (um dos nomes do jogo). Os principais jogadores ingleses da época teriam um importante papel na evolução mundial do ténis de mesa.A invenção da raquete coberta por uma camada de borracha em ambos os lados é atribuída a Goode, um jogador inglês. Este jogador forrou sua raquete com um pano de borracha similar ao utilizado pelos farmacêuticos para colocar encima do balcão onde faziam a manipulação das formulas médicas. Graças a seu invento, Goode venceu inúmeros torneios.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i43.tinypic.com/2hxa6xf.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;As regras do jogo foram codificadas em 1922 por Ivor Montagu, um estudante da Universidade de Cambridge. Em janeiro de 1926, cinco países (Áustria, Inglaterra, Alemanha, Hungria e Suécia) fundaram a ITTF (International Table Tennis Federation), em Londres, coincidindo com a disputa do I Campeonato Mundial, do qual participaram jogadores da Hungria, Áustria, Inglaterra, País de Gales, Checoslováquia e Alemanha. No feminino, o campeonato foi disputado apenas por onze jogadoras inglesas, duas austríacas e uma húngara. Nesse momento histórico o ténis de mesa começou a ganhar projecção internacional como desporto, embora ainda devesse ser organizado e devidamente regulamentado, tarefa que se impôs como meta à recém-criada federação internacional.&lt;br /&gt;Em 1967, existiam 89 associações nacionais filiadas à ITTF. Em um congresso realizado na cidade de Estocolmo, na Suécia, começou a ser debatida conveniência de tornar o ténis de mesa um desporto olímpico. Dez anos mais tarde, o director técnico do COI, Harryu Banks, escreveu oficialmente para a ITTF, comunicando que o Comité Olímpico Internacional, na sua reunião número 79, realizada em Praga, tinha resolvido reconhecer o ténis de mesa como desporto olímpico.&lt;br /&gt;Durante o 11º Congresso Olímpico em Baden-Baden, na Alemanha, em 1981, foi resolvido incluir o ténis de mesa nos Jogos de Seul, em 1988. Desde então, o desporto vem sendo disputado em todas as edições. Os chineses comprovam, a cada Olimpíada, a grande supremacia no desporto, conquistando 13 das 16 medalhas de ouro que foram disputadas. A Coréia do Sul, com duas medalhas, e a Suécia, com uma, são os outros países que já conseguiram facturar o ouro na modalidade. Nos Jogos Olímpicos de Sydney, os chineses conquistaram todas as oito medalhas de ouro. Entre as mulheres, destaque para Nan Wang, da China. Ela vence o torneio simples e também o de duplas, com Ju Li, também da China, medalha da prata no simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ténis de mesa é jogado em ginásios fechados. A mesa de jogo tem 2,74 m de comprimento, 1,52 m de largura e 76 cm de altura e é dividida ao meio por uma rede com 1,83 m de comprimento e 15,25 cm de altura. Para os jogos de duplas, a superfície é dividida em duas partes iguais por uma linha branca de 3 mm de largura na vertical. A bola pesa entre 2,40 g e 2,53 g e tem 38,2 mm de diâmetro. As raquetes devem ser de madeira e podem ter qualquer tamanho, peso ou formato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partida de ténis de mesa era constituída por sets de 21 pontos. Em julho de 2003, a Federação Internacional de Ténis de Mesa instituiu uma nova regra de pontuação e os sets passaram a ser compostos por 11 pontos. No caso de empate em 10, o vencedor será aquele que abrir uma diferença de dois pontos no placar primeiro. Na Olimpíada, os jogos individuais serão disputados em melhor de sete sets. Já as duplas vão disputar partidas em melhor de cinco sets.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No saque, a bola deve ser lançada para cima (16 cm no mínimo), na vertical e, na descida, deve ser batida de forma que ela toque primeiro no campo do sacador, passe sobre a rede sem tocá-la e toque no campo do recebedor. O saque deve ser dado atrás da linha de fundo ou extensão imaginária desta. Antes do saque, tanto as mãos do sacador, quanto a raquete devem estar no campo de visão do adversário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada jogador tem direito a cinco saques seguidos, mudando sempre quando a soma dos pontos seja cinco ou seus múltiplos. Com o placar em 10 a 10, a sequência de sacar e receber deve ser a mesma, mas cada jogador deve produzir somente um saque até que a diferença de dois pontos seja alcançada por algum dos jogadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No jogo de duplas prevalecem as mesmas regras. Mas o saque deve ser feito do lado direito do sacador para o lado direito do receptor. É obrigatório que os toques na bola sejam alternados entre os jogadores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-d6.slide.com/widgets/slideticker.swf" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3242591731728799190&amp;amp;site=widget-d6.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-1705776431938408238?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/1705776431938408238/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=1705776431938408238&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/1705776431938408238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/1705776431938408238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/06/tenis-de-mesa.html' title='Ténis de Mesa'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i39.tinypic.com/v7guba_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-6809604617763307333</id><published>2009-06-16T09:58:00.000-07:00</published><updated>2009-06-16T10:10:28.700-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hóquei no gelo'/><title type='text'>Hóquei no gelo</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i42.tinypic.com/m7bakx.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i41.tinypic.com/2enolyx.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Fédération Internationale de Hockey sur Glace&lt;br /&gt;Fundada em 1908; 63 Filiados&lt;br /&gt;Desporto olímpicos desde 1920&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i43.tinypic.com/2588jyf.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESCRIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O hóquei no gelo é um desporto praticado em pistas de gelo, em que estão seis jogadores de cada equipa em campo. As partidas dividem-se em três períodos de 20 minutos e desenvolvem-se a uma velocidade alucinante, daí o grande contacto físico e a virilidade do jogo, como também a importância dos jogadores suplentes na equipa, pois as trocas de jogadores são constantes.&lt;br /&gt;Não se conhece com precisão a data em que o hóquei no gelo começou a ser praticado. Há, no entanto, registos que se referem à proibição deste jogo em 1527, por causa da violência entre os jogadores.&lt;br /&gt;No início do século XIX, o hóquei sobre o gelo sofreu grandes mudanças e começaram a ser definidas as regras actuais do jogo. A bola tornou-se num disco e o «stick» (pau) utilizado foi alongado para poderem ser usadas as duas mãos; a base do «stick» foi achatada, deixando de ser semelhante à de um taco de golfe; os patins usados nesta modalidade não têm rodas e são em linha. À medida que o jogo se foi popularizando, construíram-se rinques de gelo artificiais e a modalidade passou a praticar-se em interiores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i40.tinypic.com/15ekec3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;No final da década de 1920 e princípios dos anos 30, o hóquei no gelo era considerado principalmente um hobby; só com a construção do Empire Pool em Wembley (Inglaterra), em 1934, e com a fundação da Liga inglesa de hóquei é que este desporto se começou a tornar profissional. Actualmente, esta modalidade tem mais popularidade nos Estados Unidos, onde a liga profissional é um dos eventos desportivos mais importantes, no Canadá e países nórdicos.&lt;br /&gt;A participação feminina no hóquei em gelo data de 1892, com o primeiro jogo organizado a ser disputado em Ontário, no Canadá. Em 1992, o Comité Olímpico Internacional resolveu incluir o hóquei no gelo no programa das competições femininas dos Jogos Olímpicos de Inverno, a partir de 2002.&lt;br /&gt;O hóquei sobre o gelo é um dos desportos mais tradicionais da Olimpíada. A modalidade entrou no programa olímpico antes mesmo da disputa da primeira edição dos Jogos de Inverno, em Chamonix-1924.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hóquei sobre o gelo foi disputado nos Jogos da Antuérpia em 1920. Além dele, apenas a patinação artística esteve presente na programação da Olimpíada de Verão. Os dois desportos foram fundamentais para que o COI criasse um evento paralelo para modalidades de inverno.&lt;br /&gt;O desporto surgiu no Canadá, na segunda metade do século 19. Um jogo chamado shinny, percursor do hóquei sobre o gelo, já era disputado em Ontário em 1830. Os estudantes da Universidade MgGill, em Montreal, criaram as primeiras regras, em 1875.&lt;br /&gt;O jogo é disputado por duas equipas de seis atletas que se revezam constantemente com outros 14 reservas. Os jogadores utilizam patins e um taco (stick) e têm por objectivos acertar o disco, que pesa 150 gramas, no gol adversário.&lt;br /&gt;O principal torneio é organizado pela NHL (Liga Norte-Americana de Hóquei), fundada em 1917, que reúne equipes norte-americanas e canadenses. As equipas dos dois países disputam anualmente a Stanley Cup, criada em 1893.&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;• As partidas de hóquei sobre o gelo são disputadas em três períodos de 20 minutos.&lt;br /&gt;• O ringue é dividido por uma linha vermelha, que é também o meio de uma zona neutra delimitada por duas linhas azuis.&lt;br /&gt;• As áreas além dessas linhas azuis são consideradas zonas de ataque e defesa.&lt;br /&gt;• Em cada metade do campo existem duas circunferências, que são usadas para a disputa da posse do puck, cada vez que há uma falta.&lt;br /&gt;• Faltas&lt;br /&gt;• Se um jogador da mesma equipe recebe o disco ultrapassando a linha vermelha (na zona neutra, além da linha vermelha, os passes são permitidos).&lt;br /&gt;• Se um jogador alcança o disco antes de ultrapassar a linha de ataque.&lt;br /&gt;• Se o goleiro retém o disco por mais de três segundos.&lt;br /&gt;• Se um jogador segura o disco com a mão. O atleta que comete falta é excluído por dois minutos e não pode ser substituído.&lt;br /&gt;• A pena é revogada quando a equipe punida levar um gol antes desse tempo.&lt;br /&gt;• Faltas mais graves podem afastar o jogador por mais tempo, a critério do juiz.&lt;br /&gt;O hóquei sobre o gelo é violento e exige dos jogadores equipamentos especiais de protecção.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-4c.slide.com/widgets/slideticker.swf" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3098476543652020300&amp;amp;site=widget-4c.slide.com" wmode="transparent" salign="l" scale="noscale" quality="high"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-6809604617763307333?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/6809604617763307333/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=6809604617763307333&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/6809604617763307333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/6809604617763307333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/06/hoquei-no-gelo.html' title='Hóquei no gelo'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i42.tinypic.com/m7bakx_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-1542336664956645144</id><published>2009-06-16T04:02:00.000-07:00</published><updated>2009-06-16T04:13:31.887-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biatlo'/><title type='text'>Biatlo</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i40.tinypic.com/e6opb4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://www.biathlonworld.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i43.tinypic.com/xdcqz4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Union Internationale de Biathlon&lt;br /&gt;Fundada em 1993; 61 Filiados&lt;br /&gt;Desporto olímpico desde 1960&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i42.tinypic.com/241s844.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESCRIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O biatlo, que combina o esqui cross country e o tiro, surgiu na Noruega como um exercício de treino para soldados.A primeira competição foi disputada em 1767, entre tropas que faziam a protecção da fronteira com a Suécia.No entanto a modalidade só ganhou reconhecimento com a fundação da União Internacional de Pentatlo Moderno e Biatlo, em 1948.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i43.tinypic.com/33axoid.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;O primeiro Campeonato Mundial foi realizado em 1957. Três anos depois, o desporto foi incluído no programa dos Jogos Olímpicos de Inverno.&lt;br /&gt;No início, era disputado uma única prova 20 km masculino. Depois, foi incluído os 10 km e a estafeta 4 x 7,5 km.&lt;br /&gt;As contendas femininas (7,5 km 15 km e estafeta 4 x 7, 5 km) entraram em 1992, em Albertville (França).&lt;br /&gt;Durante o percurso, os atletas têm que parar em quatro pontos para atirar nos alvos, nas posições deitado e em pé.&lt;br /&gt;Conforme o desempenho, os participantes recebem penalidades de um ou dois minutos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-b6.slide.com/widgets/slideticker.swf" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3314649325765781174&amp;amp;site=widget-b6.slide.com" wmode="transparent" salign="l" scale="noscale" quality="high"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-1542336664956645144?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/1542336664956645144/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=1542336664956645144&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/1542336664956645144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/1542336664956645144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/06/biatlo.html' title='Biatlo'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i40.tinypic.com/e6opb4_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-1035922034585561565</id><published>2009-06-16T03:38:00.000-07:00</published><updated>2009-06-16T04:01:38.580-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Softball'/><title type='text'>Softball</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.internationalsoftball.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i42.tinypic.com/1zwm9ab.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i42.tinypic.com/14brcqd.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fédération Internationale de Softball&lt;br /&gt;Fundada em 1952; 122 Filiados&lt;br /&gt;Desporto olímpico desde 1996&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i42.tinypic.com/2mhbtjn.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de algumas controvérsias sobre seu nascimento, o softbol foi criado oficialmente em 1887, por membros de Clube Náutico Farragut de Chicago (no Estado norte-americano de Illinois), tendo como base uma ideia de George W. Hancock.&lt;br /&gt;O softbol foi inicialmente previsto para ser jogado em recintos cobertas e ginásios. Em grande parte por exigir menor esforço físico que o beisebol, o softbol espalhou-se rapidamente pelos parques e ginásios de Chicago e Minneápolis, tanto em recintos cobertos quanto ao ar livre.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i42.tinypic.com/24v5ekj.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;No inicio, o novo desporto foi conhecido com os nomes de mushball, kittenball, diamondball e pumpkinball. O termo softball -"bola macia", em tradução literal- foi registado em 1926 por Walter Hakanson, membro da YMCA (Associação Cristã de Moços) de Denver, quando participava de uma reunião na cidade de Greeley para formar a Associação Amadora de Softbol do Colorado.&lt;br /&gt;A primeira liga nasceu em 1900, em Minneápolis, onde os bombeiros locais praticavam o jogo nas horas vagas. Cinco anos antes, um membro do grupo, Lewis Rober, tinha adaptado uma bola de 30 centímetros de diâmetro com uma cobertura igual a da bola de beisebol. A versão actual da bola de softbol deriva daquela inventada por Rober. Com a modificação feita por ele, os jogos começaram a ser disputados ao ar livre.&lt;br /&gt;Em 1931, foi formada uma equipa com jogadores maiores de 75 anos que percorreu o país com a intenção de fazer conhecer o softbol em todo o território dos Estados Unidos. Em 1933, junto com a Feira Mundial de Chicago, foi disputado o primeiro campeonato nacional de softbol amador.Em 1934, a popularidade do desporto obrigou a fundação da ASA (American Softball Association) e a organização de competições. Em 1952, foi criada a Federação Internacional de Softbol, com a participação de vinte países, entre eles Austrália, Japão, Argentina, Reino Unido e Canadá. Os primeiros campeonatos mundiais foram disputados em 1965, quando equipas femininas de cinco países competiram na Austrália. Um ano depois, o primeiro Campeonato Mundial masculino foi disputado no México.&lt;br /&gt;Em 1991, o softbol feminino foi seleccionado para estrear no programa oficial dos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996. A escolha fez parte de um acordo com aqueles que pediam a inclusão do beisebol feminino na Olimpíada. Na decisão, ficou estabelecido que o beisebol permaneceria reservado aos homens e as mulheres participariam do softbol.&lt;br /&gt;Criado nos Estados Unidos, o desporto teve amplo domínio das norte-americanas nas edições de Olimpíadas. Em Atlanta-1996, os EUA venceram a China na final. Em Sydney-2000, o vice-campeonato ficou com o Japão. A Austrália, nas duas edições, acabou ficando com a medalha de bronze. Em Atenas-2004, oito selecções classificaram-se para a disputa: Austrália, Canadá, China, Estados Unidos, Grécia, Itália, Japão e Taiwan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As regras do softbol são semelhantes às do beisebol. No entanto, existem algumas características que diferenciam uma modalidade olímpica da outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira delas é que a pitcher arremessa as bolas fazendo um movimento com o braço de baixo para cima (com o punho, abaixo, e o cotovelo obrigatoriamente alinhados verticalmente), e não de cima para baixo, como faz um pitcher de beisebol. O estilo do softbol é conhecido como windmill (moinho-de-vento), pelo giro do braço do atleta antes do arremesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda é a bola oficial utilizada em cada um dos jogos. A circunferência da bola do softbol é maior que o da de beisebol (30,4 cm contra 22,8 cm). A dimensão do campo (a área de jogo possui raio de 60,96 m contra 68,58 m do beisebol), pode ser apontada como a terceira grande diferença entre os desportos "irmãos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como no beisebol, o jogo é dividido em innings (conjunto de um ataque e uma defesa de uma determinada equipe). No softbol, porém, um jogo regulamentar tem sete innings, e não nove, como no beisebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como no beisebol, não existe empate entre duas equipas no softbol. Nas Olimpíada, se um jogo terminar empatado, há então um prolongamento de três innings. Se o jogo permanecer igual, parte-se para a disputa do desempate: cada equipa começa atacando com uma corredora já na segunda base, aumentando a chance de corridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra diferença significativa do softbol para o beisebol diz respeito ao comportamento do corredor. No softbol, a corredora tem que manter contacto com a base até o exacto momento em que a lançadora solta a bola. No beisebol, o runner pode sair correndo a qualquer hora - correndo o risco, inclusive, de ser eliminado.&lt;br /&gt;Outra diferença é que as bases são duplas: uma para a jogadora de defesa, outra para a jogadora de ataque. Desta forma, evita-se o choque entre as atletas, tão comum no beisebol. Para facilitar a diferenciação, a base que precisa ser conquistada pela corredora é de cor alaranjada; a que precisa ser tocada pela jogadora de defesa é branca.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-48.slide.com/widgets/slideticker.swf" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3530822107879509064&amp;amp;site=widget-48.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-1035922034585561565?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/1035922034585561565/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=1035922034585561565&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/1035922034585561565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/1035922034585561565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/06/softball.html' title='Softball'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i42.tinypic.com/1zwm9ab_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-1927456244877299060</id><published>2009-06-16T03:11:00.000-07:00</published><updated>2009-06-16T03:31:50.788-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Voleibol de Praia'/><title type='text'>Voleibol de Praia</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i42.tinypic.com/r04a2t.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;International Volleyball Federation&lt;br /&gt;Fundada em 1947; 218 Filiados&lt;br /&gt;Desporto olímpico 1996&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O voleibol de praia começou oficialmente em 1920, nas praias do Havaí, com partidas disputadas por equipes de seis jogadores, embora há dados que confirmem que o desporto já era praticado em Santa Mónica, Califórnia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1927, o desporto atravessou o Oceano Atlântico e se converteu em uma das actividades mais populares dos acampamentos nudistas de Francoville, na França. Já nos anos 30, era praticado assiduamente nas cidades francesas de Palávas, Lacuana e Royan, em Praga, na Checoslováquia, e na cidade de Riga, na Letónia. Entretanto, foi nas praias de Santa Mónica, nos Estados Unidos, onde começou a diminuir a quantidade de jogadores por equipe. Primeiro, o número se reduziu para quatro e, posteriormente, para dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1947, foi disputado o primeiro torneio oficial de duplas masculinas, jogado em State Beach, na Califórnia, e organizado pela empresa Holtzman. Um ano mais tarde, a companhia Pepsi Cola realizou um torneio de grande sucesso com prémios em dinheiro. O torneio provocou uma "febre" pelo jogo e culminou na organização do primeiro circuito de voleibol de praia na Califórnia, envolvendo as cidades de Santa Bárbara, State Beach, Corona Del Mar, Laguna Beach e Santa Mónica, com a participação de centenas de jogadores. Na mesma época, foi disputado no Brasil o primeiro torneio, patrocinado pela empresa Newspaper Publishing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira entidade encarregada de criar torneios e unificar as regras - a Associação de Voleibol de Praia da Califórnia - foi fundada em 1965. Neste mesmo ano, foram disputados os torneios de Tahoe, Santa Cruz, Santa Bárbara e San Diego. No torneio de San Diego, um prémio de US$ 1.500 era oferecida à dupla vitoriosa na competição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1976, o voleibol de praia se converteu em um desporto de grande popularidade, ajudado pela realização do primeiro campeonato mundial. O evento foi realizado na praia de State Beach, nos Estados Unidos, e foi acompanhado por um público de mais de 30 mil espectadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na temporada 1989/90, foi criado o Circuito Mundial de Voleibol de Praia, com torneios no Brasil, Itália, Japão e Estados Unidos. No dia 8 de setembro de 1990, a FIVB (Federação Internacional de Voleibol), reunida na cidade de Lausanne, na Suíça, resolveu discutir as futuras regras e o calendário da modalidade. No congresso, foram escolhidos França, Itália, Japão e Brasil como países anfitriões dos campeonatos Mundiais masculinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1992, o voleibol de praia se tornou desporto profissional. Nos Jogos de Barcelona, ainda como desporto exibição, fez grande sucesso junto ao público, que lotou as praias de Almería. No ano seguinte, Juan Antonio Samaranch, então presidente do COI; Billy Paine, presidente do Comité Organizador dos Jogos Olímpicos de Atlanta-1996; e outros membros do COI assistiram, juntos a 140 mil espectadores, às finais do campeonato Mundial realizadas nas praias do Rio de Janeiro. No dia 24 de Dezembro do mesmo ano, o voleibol de praia foi reconhecido como desporto olímpico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira competição olímpica foi realizada no mês de Julho de 1996 em Atlanta Beach, em um estádio com capacidade para 10 mil espectadores. Os ingressos para o evento se esgotaram com um ano de antecedência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jogo de voleibol de praia é disputado em dois sets de 21 pontos, com uma dupla - masculina ou feminina - para cada lado. Se necessário, há ainda um último set de 15 pontos. Caso a partida esteja empatada em 20 a 20 ou 14 a 14, vence a dupla que conseguir uma margem de dois pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 2001, está em vigor a regra do ponto directo ou sistema de contagem contínua, sem a antiga vantagem. Os pontos são válidos cada vez que uma das duplas colocar a bola no chão do campo adversário (incluindo o toque de bloqueio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada dupla pode tocar na bola no máximo três vezes antes de devolvê-la para o outro lado. Um jogador não pode segurar a bola nem tocá-la duas vezes seguidas, mas pode bater na bola com qualquer parte do corpo, inclusive os pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dupla que conseguir vencer o ponto obtém o direito de servir. Cada jogador da dupla reveza-se no serviço. Se a dupla que tem o serviço vence o ponto, o mesmo jogador mantém-se no serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o serviço, a bola pode tocar na rede e, se isso ocorrer e cair no campo adversário, o jogo prossegue. Se o serviço ficar retido na rede é ponto do adversário. Quando um jogador de voleibol de praia encostar qualquer parte do corpo na rede, a dupla perde o ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O campo de areia mede 16 metros por 8 metros. A rede, que mede 8,5m de comprimento por 1 m de largura, é fixada a uma altura de 2.43 m para homens e 2.24 m para as mulheres. A cada sete pontos, as duplas trocam de lado e cada dupla tem direito a dois tempos de 30 segundos por set.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Jogos Olímpicos são classificadas 48 duplas, 24 no masculino e 24 no feminino, sendo que cada país poderá ser representado por no máximo duas equipas. Elas serão colocadas em seis grupos, contendo quatro pares, mas respeitando o ranking internacional. Os dois melhores de cada grupo, além dos quatro melhores terceiros colocados, avançam para os oitavos-de-final, quando os confrontos serão por eliminatórias até a decisão de medalhas.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-ef.slide.com/widgets/slideticker.swf" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3386706919803672047&amp;amp;site=widget-ef.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-1927456244877299060?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/1927456244877299060/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=1927456244877299060&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/1927456244877299060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/1927456244877299060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/06/voleibol-de-praia.html' title='Voleibol de Praia'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i42.tinypic.com/r04a2t_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-5116748272051761966</id><published>2009-06-09T12:09:00.000-07:00</published><updated>2009-06-09T13:47:04.540-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Esgrima'/><title type='text'>Esgrima</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i44.tinypic.com/awb22p.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i39.tinypic.com/2ilzrk0.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fédération Internationale d'Escrime&lt;br /&gt;Fundada em 1913; 108 Filiados&lt;br /&gt;Desporto Olimpico desde 1896&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i42.tinypic.com/v6mav4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objectos semelhantes a espadas são utilizados pelo homem desde a pré-história. Ciente de sua inferioridade física em relação a determinados animais, o ser humano reforçou suas 'armas naturais' com utensílios de sua própria criação. Com o domínio da técnica de fabricação, as armas evoluíram de um simples pedaço de pau às espadas de metal, passando pela rudimentar pedra. A princípio usadas para caça, esses artefactos começaram a serem utilizados para defender-se de outros homens, propiciando seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A espada mais antiga que se conhece é a descoberta na tumba de Sargon - primeiro rei de Ur - toda feita de bronze, com mais de 50 séculos. Já os testemunhos mais antigos sobre a esgrima referem-se aos princípios teóricos do uso dessas armas na antiga Índia, onde apareciam nos livros sagrados os nomes de 32 tipos de espadas, sabres, lanças e dardos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Grécia antiga os exercícios corporais e os jogos de guerra tiveram grande importância. Vários tipos de esgrima foram praticados nas antigas Olimpíadas e nos importantes Jogos Ístmicos. Houve, inclusive, escolas em que se cultivava o uso da espada, chamadas Hopleomades. Porém, o desenvolvimento fundamental da esgrima aconteceu na cidade de Esparta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Idade Média, encontra-se as bases do desporto como é conhecido actualmente. Por volta do século XII, a esgrima conseguiu um lugar importante entre os demais meios de defesa. No início do século XVI, a nobreza começou a frequentar as salas de armas e Henrique VIII ordenou, inclusive, a formação de uma corporação de todos os mestres de armas. Esses mestres ensinaram as primeiras noções teóricas aos jovens da nobreza. Posteriormente, na Espanha, foi inventada uma espada mais leve - o florete -, que deu origem a uma nova forma de luta e, como consequência, à elaboração de novas regras. A arte passou depois para a Itália, onde alcançou notável desenvolvimento - sobretudo na afamada Escola Napolitana -, e, dali, alcançou a França, onde foi melhorada ainda mais, alcançando a elegância que caracteriza a escola francesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Espanha e na França foram escritos os tratados mais antigos da esgrima. Jaime Pons, Pedro de la Torre e Pedro Moncilio foram os primeiros a demonstrar que a esgrima era uma arte. O Conde Koenigsmarken, da Polónia, inventou em 1860 a espada de folha plana, bem próxima à utilizada nos dias de hoje. Um ano depois, nos Estados Unidos, o doutor Graeme Harmond transformou a esgrima em desporto de competição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As máscaras utilizadas pelos esgrimistas apareceram no século XVIII. Apenas no final do século seguinte foram determinadas as oito posições indicadas para as paradas, explicando claramente as posições do punho, braço etc. Ainda na mesma época, com a volta dos Jogos Olímpicos, iniciou-se verdadeiramente a esgrima esportiva unificada com o incentivo do barão Pierre de Coubertin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Atenas 1896, as provas de esgrima foram disputadas por 13 atiradores representando quatro países, nas modalidades de florete e sabre.&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i42.tinypic.com/rrsie9.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;A espada só entrou no programa oficial olímpico a partir de 1900. Quatro anos depois foi criada a primeira confederação de esgrima. A Federação Internacional foi fundada em 1913. Desde então, italianos, russos, húngaros e franceses dominam o desporto em Olimpíadas em provas masculinas. Em 1924 surgiu a primeira competição feminina, de florete. Nas provas entre mulheres: Itália, Hungria, União Soviética e França são os maiores vencedores da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Sydney-2000, nas três modalidades de competição: florete, espada e sabre, os italianos levaram cinco medalhas: três de ouro e duas de bronze. Os russos facturam três ouros e um bronze. Já os franceses ficaram com uma de ouro, quatro de prata e uma de bronze.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regras gerais - Nos Jogos Olímpicos, as competições de esgrima são disputadas em eliminação directa simples. Ou seja, perdeu, está fora. Há disputas em três tipos de armas: o sabre, a espada e o florete. Com qualquer um dos instrumentos, ocorrem torneios individuais e por equipes, formadas por três atletas de cada país. A diferença básica entre a categoria masculina e feminina, nas Olimpíadas, é que as mulheres não competem nas provas por equipes no florete e sabre.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i44.tinypic.com/10i8pac.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pontuação - Os pontos são marcados toda vez que as armas tocam ou raspam o corpo do atleta. Na espada, a ponta é retrátil e qualquer toque, dos pés à cabeça, é valido. Já no florete a ponta da arma só pode tocar o tronco do adversário. No sabre, qualquer raspão acima da cintura já vale ponto. Os lados da arma também são válidos para tocar o corpo do adversário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pontos electrónicos sem fio contam os toques. Quando o atleta à esquerda da mesa toca seu adversário em uma região válida, a luz verde é acesa. Quando é o atleta à direita que toca o oponente, acende-se a vermelha. Se o golpe atingir uma região do corpo que não é válida, uma luz branca é acesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Individual - Nesta disputa, é vitorioso o atleta que atinge 15 pontos, ou quem tiver a maior pontuação ao final de três tempos de três minutos cada. Se o tempo terminar e a disputa estiver empatada em menos de 15 pontos, disputa-se uma prorrogação de um minuto até alguém marcar um ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equipes - Cada uma é formada por três esgrimistas. Quando um dos atletas atinge cinco pontos, entram outros dois para continuar o combate, seguindo o placar deixado pelo companheiro, e assim por diante, até que uma das equipes chegue a 45 pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infracções - As faltas mais constantes na esgrima são o corpo-a-corpo e a saída da pista de 14 m de comprimento por 1,5 m ou até 2 m de largura, além de dar as costas para o adversário e usar a mão não armada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Punições - Ao cometer uma falta, o atleta recebe um cartão amarelo. Na reincidência, recebe um cartão vermelho, o que acarreta um ponto a favor do adversário. No caso de uma falta mais grave, o atleta pode chegar a receber o cartão preto, que determina sua expulsão ou exclusão da prova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uniforme - Os esgrimistas são os únicos atletas olímpicos que usam roupa dos pés à cabeça. Coletes reforçados defendem o tronco. As luvas garantem as mãos, e a máscara protege o rosto e a cabeça. A maior parte da roupa é feita de materiais muito resistentes, como Kevlar e outros derivados do carbono, que são utilizados em coletes à prova de balas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ACÇÃO COMPOSTA. Acção executada em vários movimentos.&lt;br /&gt;ACÇÃO SIMPLES. Acção executada num único movimento, quer directo (na mesma LI¬NHA), quer indirecto (numa outra linha).&lt;br /&gt;AFUNDO. Extensão dada à GUARDA para atingir o adversário.&lt;br /&gt;ANALISE. Operação intelectual que consiste em decompor oralmente a FRASE DE ARMAS para determinar qual dos dois ATIRADORES é tocado.&lt;br /&gt;ARRESTO. Acção contra-ofensiva simples.&lt;br /&gt;ASSALTO. Combate cortês entre dois esgri¬mistas sem ter em consideração o resultado. ASESSOR. Assistente do presidente do júri cuja função consiste em assinalar a validade e materialidade do TOQUE.&lt;br /&gt;ATAQUE. Acção ofensiva inicial executada pelo alongamento do braço, ameaçando conti¬nuamente a superfície válida do adversário.&lt;br /&gt;ATIRADOR. Designação sinónima de esgri¬mista.&lt;br /&gt;AVANÇADAS. Termo que define todas as partes do corpo mais próximas do adversário (mão, antebraço, etc.) antes da cabeça e do tronco.&lt;br /&gt;BALANCEIRO. Peça metálica, colocada a se¬guir ao punho, destinada a ligar os constituintes da arma e a equilibrá-la.&lt;br /&gt;BALESTRA. Conjugação de um salto à frente seguido de FINTA.&lt;br /&gt;BARRAGE. Desempate entre dois ou mais ATIRADORES de uma POULE.&lt;br /&gt;BATIMENTO. Acção preparatória de ATAQUE que consiste em atingir a lâmina adversa por meio de uma pancada seca e brusca, com a fi¬nalidade de a desviar.&lt;br /&gt;BRAÇO ARMADO. Braço portador da arma.&lt;br /&gt;CHAMADA. Pancada sonora dada com o pé da frente no terreno e que precede ou acompa¬nha os movimentos de ATAQUE.&lt;br /&gt;CIRCULAR, PARADA. Também chamada contrária ou contra, é a PARADA que conduz o ferro à posição de partida depois de a ponta ter descrito um círculo em torno da arma do adver¬sário.&lt;br /&gt;COMBATE APROXIMADO. Situação do AS¬SALTO em que os dois ATIRADORES estão co¬locados a distância curta sem contacto dos cor¬pos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i39.tinypic.com/2ewm7ae.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTRA-ATAQUE. Acção contra-ofensiva simples ou composta executada após um ATA¬QUE do adversário.&lt;br /&gt;CONTRAFIO. Parte oposta do FIO, no pri¬meiro TERÇO da lâmina de sabre.&lt;br /&gt;CONTRA-OFENSIVA. Conjunto de acções que são executadas após uma OFENSIVA do ad¬versário.&lt;br /&gt;CONTRA-RESPOSTA. Acção ofensiva le¬vada a efeito após a PARADA da resposta do adversário.&lt;br /&gt;CONTRATEMPO. Toda a acção executada pelo atacante sobre um ARRESTO do seu adver¬sário.&lt;br /&gt;CONVITE. Gesto que consiste em descobrir-se voluntariamente.&lt;br /&gt;COQUILLE ou GUARDA-MÃO. Parte meta liça circular e convexa destinada a proteger a mão.&lt;br /&gt;CORPO A CORPO. Situação em que se en¬contram dois ATIRADORES logo que os seus corpos ficam em contacto.&lt;br /&gt;CORRIDA. Preparação de ATAQUE que con¬siste em fazer deslizar o ferro ao longo do ferro do adversário, alongando o braço.&lt;br /&gt;CORTE. Acção ofensiva simples, executada passando a lâmina por cima da ponta da arma adversa.&lt;br /&gt;CRUZAMENTO. Chama-se a uma preparação de ATAQUE por PRISÃO DE FERRO em que se ampara a lâmina do adversájio numa LINHA alta para a transportar para a linha baixa do mesmo lado.&lt;br /&gt;DEFENSIVA. Conjunto de acções destinadas a enfrentar a OFENSIVA do adversário, compreen¬dendo: PARADAS, ESQUIVAS e DESLOCAMEN¬TOS.&lt;br /&gt;DESENVOLVIMENTO. Extensão do braço coordenada com a FINTA.&lt;br /&gt;DESLOCAMENTO. Movimento do ATIRA¬DOR ao longo da PISTA.&lt;br /&gt;DESTAQUE. Ataque simples feito com mu¬dança de LINHA (pelo caminho mais curto), se¬guido de uma ESTOCADA DIRECTA.&lt;br /&gt;DISTÂNCIA. Intervalo que separa dois ATI¬RADORES.&lt;br /&gt;DOIGTE. Qualidade que permite dosear as contracções e relaxamento dos dedos sobre o punho da arma, de forma a manejá-la com maior agilidade e velocidade.&lt;br /&gt;ENGAGEMENT. Acto pelo qual, estando-se em GUARDA, os FERROS se cruzam, tocando--se quer pelo FRACO, quer pelo TERÇO médio da lâmina.&lt;br /&gt;ENVOLVIMENTO. PRISÃO DE FERRO em que, amparando-se na lâmina do adversário numa dada LINHA, se leva o FERRO deste (sem o abandonar) para a mesma linha por um mo¬vimento circular da ponta.&lt;br /&gt;ESPADA. Arma de duelo, de lâmina rija e de secção triangular, de maior GUARDA-MÃO, em que é permitido tocar de ESTOQUE em qualquer parte do corpo.&lt;br /&gt;ESQUIVA. Maneira de evitar um TOQUE des¬locando rapidamente o corpo.&lt;br /&gt;ESTOCADA DIRECTA. Ataque que se efec¬tua na linha (em que as lâminas estão cruzadas) deixada aberta pelo adversário.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i41.tinypic.com/13yhr7p.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;. Linha alta. 2. Linha de dentro. 3. Linha bai¬xa. 4. Linha de fora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTOQUE, TOCAR DE. Tocar com a ponta da lâmina no adversário.&lt;br /&gt;ELIMINAÇÃO DIRECTA. Fórmula de compe¬tição em que os ATIRADORES são eliminados depois de uma derrota ('duas derrotas se houver repescagem).&lt;br /&gt;FERRO. Sinónimo de lâmina.&lt;br /&gt;FINTA. Simulação de uma acção ofensiva, de¬fensiva ou contra-ofensiva, destinada a tirar partido de uma reacção ou de uma ausência de reacção por parte do adversário. FIO. Gume cortante do sabre.&lt;br /&gt;FLECHA. Passo em que o pé da retaguarda ul¬trapassa o da frente, provocando um desequilí¬brio do corpo que auxilia a velocidade do ATAQUE, assim prolongado em CORRIDA. A flecha destina-se a atacar de longe.&lt;br /&gt;FLORETE. Arma de lâmina de secção quadrangular, flexível, de GUARDA-MÃO reduzido, que toca de ponta, ou de estoque, e se joga de acordo com convenções estabelecidas.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i40.tinypic.com/ir40zp.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;FORTE (da lâmina). TERÇO da lâmina mais próximo do GUARDA-MÃO.&lt;br /&gt;FRACO (da lâmina). Primeiro TERÇO da lâ¬mina a contar da ponta da arma.&lt;br /&gt;FRASE DE ARMAS. Encadeamento de ac¬ções ofensivas, defensivas e contra-ofensivas no decurso de um combate.&lt;br /&gt;FUSTIGAMENTO. Pressão rápida e brusca que se exerce do FRACO ao FORTE da lâmina do adversário com o fim de o afastar lateral¬mente.&lt;br /&gt;GUARDA. Posição favorável que o ATIRADOR assume, pronto para executar uma acção ofen¬siva ou contra-ofensiva ou para parar.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i42.tinypic.com/oho8es.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;GUARDA-MÃO. V. coquille.&lt;br /&gt;LIGAMENTO. PRISÃO DE FERRO em que se encosta a lâmina à do adversário para a trans¬portar progressivamente de uma linha alta para a linha baixa oposta, ou vice-versa. LINHA. Porção do espaço considerada relati¬vamente à mão do ATIRADOR e na qual este maneja a arma;— alta, espaço acima da mão;"" baixa, espaço abaixo da mão;* de fora, espaço à direita da mão (para atiradores destros); ~ de dentro, espaço à esquerda da mão (para atira¬dores destros).&lt;br /&gt;MATCH. Combate em que se tem em conta o resultado.&lt;br /&gt;OFENSIVA. Conjunto de acções destinadas a tocar o adversário.&lt;br /&gt;OPOSIÇÃO. Acção ao FERRO do adversário em que se toma a lâmina adversa e se parte progressivamente para o ATAQUE na mesma li-&lt;br /&gt;OPOSIÇÂO, PARADA DE. PARADA executada sem choque sobre a lâmina adversa, mantendo-a em contacto.&lt;br /&gt;PARADA. Acção defensiva feita com a arma, de forma a impedir que o adversário consiga um toque.&lt;br /&gt;PISTA. Parte delimitada do terreno sobre a qual se desenrola o combate.&lt;br /&gt;POULE. Fórmula de competição em que vários ATIRADORES são agrupados de modo a joga¬rem todos uns com os outros, para estabelecer uma classificação.&lt;br /&gt;PRESIDENTE DO JÚRI. Árbitro ou director do combate.&lt;br /&gt;PRISÃO DE FERRO. Preparação de ataque destinada a afastar o FERRO do adversário, dominando-o do início até ao final do movi¬mento.&lt;br /&gt;PRONAÇÃO. Posição da mão em que a palma fica virada para o solo.&lt;br /&gt;PUNHO. Peça de madeira, metal ou matéria plástica por onde se segura a arma.&lt;br /&gt;REDOBRAMENTO. Nova acção, simples ou composta, sobre um adversário que parou sem responder ou que simplesmente evitou a pri¬meira acção, recuando ou esquivando-se.&lt;br /&gt;REMISE. Acção ofensiva simples imediata que se segue a uma primeira acção, sem encolher o braço, depois de uma parada ou recuo do ad¬versário, seja por responder tardiamente, indi¬rectamente ou por ACÇÃO COMPOSTA.&lt;br /&gt;REPRISE (de ataque). Nova acção executada imediatamente depois de voltar à GUARDA. RESPOSTA. Acção ofensiva que se segue após parada do ATAQUE adversário.&lt;br /&gt;SABRE. Arma de secção triangular (e quadrangular ou rectangular na extremidade) com GUARDA-MÃO fechado, destinada a tocar de ESTOQUE e TALHA, que se joga segundo con¬venções estabelecidas.&lt;br /&gt;SAUDAÇÃO. Gesto cortês que se faz no prin¬cípio e no fim de um combate e na lição. Este gesto pode ser dirigido ao adversário, ao presi¬dente do júri ou à assistência. SUPINAÇÃO. Posição da mão com a palma voltada para cima.&lt;br /&gt;TALHA, GOLPE DE. Golpe dado com o gume da lâmina.&lt;br /&gt;TEMPO (de esgrima). Tempo de duração de uma acção ofensiva simples.&lt;br /&gt;TERÇO. Uma das três partes em que se divide a lâmina: primeiro terço, junto à extremidade; segundo terço, ou terço médio, a meio, e ter¬ceiro terço junto do guarda-mão.&lt;br /&gt;TOQUE. Acção de atingir o adversário de ES¬TOQUE (espada e florete) e de TALHA e ESTO¬QUE (no sabre).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i41.tinypic.com/25t95lh.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-63.slide.com/widgets/slideticker.swf" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3530822107878723427&amp;amp;site=widget-63.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-5116748272051761966?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/5116748272051761966/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=5116748272051761966&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/5116748272051761966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/5116748272051761966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/06/esgrima.html' title='Esgrima'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i44.tinypic.com/awb22p_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-7039019816040182686</id><published>2009-06-09T08:14:00.000-07:00</published><updated>2009-06-09T08:28:37.024-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Triatlo'/><title type='text'>Triatlo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.triathlon.org/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i43.tinypic.com/2qi22du.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i40.tinypic.com/2w71h0k.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Union Internationale de Triathlon&lt;br /&gt;Fundado em 1989; 87 Filiados&lt;br /&gt;Desporto Olimpico desde 2000&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i41.tinypic.com/2e1ve6g.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criado no início dos anos 70, no clube San Diego Track Park Club, da cidade norte-americana de San Diego, o triatlo foi utilizado apenas como um método de treinamento para os corredores de média e longa distância do clube. Esta primeira prova, embrião do actual triatlo, incluía uma corrida de 10 km, 8 km de bicicleta e 500 m de natação.&lt;br /&gt;Anos mais tarde, em 1977, um grupo de marinheiros norte-americanos discutia sobre qual era a prova mais exigente entre todas as que se praticavam no Havaí: a travessia a nado da baía de Waikiki, a volta ciclista a Ohau ou a prova de Maratona. O comandante da base, John Collins, lembrou-se das provas de treinamento do clube de San Diego e decidiu criar uma competição que reunisse os três eventos em uma mesma prova.&lt;br /&gt;A primeira corrida foi disputada pela primeira vez em 1978 e, pelo desgaste sofrido pelos participantes, foi batizada com o nome de "Ironman" (Homem de Ferro). Com o decorrer do tempo, esta palavra passou a definir os participantes que conseguem completar o percurso. Em 1989, foi fundada na cidade francesa de Avignon a International Triathlon Union (ITU), e no mesmo ano foram disputados os primeiros campeonatos mundiais oficiais. A partir daí, as competições de triatlo foram padronizadas: 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida. Incorporado aos Jogos Olímpicos em Sydney-2000, o triatlo é o mais novo entre todos os desportos reconhecidos pelo Comité Olímpico Internacional (COI). Na atualidade, a evolução deste desporto apresenta uma ampla variedade de modalidades, adaptando sua prática às condições climatológicas das diferentes estações do ano.&lt;br /&gt;Na Olimpíada de estreia do triatlo, foram disputadas provas individuais - masculina e feminina - nas seguintes distâncias: 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida a pé. Na Olimpíada de 2000, a natação foi a prova mais complicada pois, além da baixa temperatura da Baía de Sydney, os triatletas ainda tiveram que conviver com a ameaça da presença de tubarões na água. Como prevenção, os organizadores colocaram mergulhadores munidos de "repelentes" de tubarões (dispositivos que emitem ondas electromagnéticas para afastar os peixes) para acompanhar os triatletas. Não foi registrado nenhum acidente durante a prova.&lt;br /&gt;Dois competidores que não eram considerados os favoritos ao ouro venceram a prova. O canadense Simon Whitfield e a suíça Brigitte McMahon surpreenderam e tornaram-se os primeiros campeões olímpicos da modalidade. No feminino, a americana Michellie Jones e a suíça Magali Messmer levaram a prata e o bronze, respectivamente. Já no masculino, Stephan Vickovic, da Alemanha, chegou em segundo e Jan Rehula, República Tcheca, em terceiro. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i40.tinypic.com/658wsi.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prova de triatlo é a mesma para homens e mulheres. A competição começa com a prova de natação (1,5 km), seguida pelo ciclismo (40 km) e finalizada com a corrida (10 km). A expectativa dos organizadores é que os homens completem a prova em uma hora e 50 minutos (20 minutos para a natação, 60 para o ciclismo e 30 para a corrida). A prova feminina deverá ser completada com uma diferença de 12 minutos em relação à masculina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na natação, os atletas saltarão juntos e terão que percorrer um curso triangular, demarcado por bóias. Após terminar o percurso no mar, imediatamente o triatleta se dirige à área de transição para pegar seu equipamento e iniciar os 40 km da prova de ciclismo. Durante o percurso, o atleta só pode se mover em cima da bicicleta. Caso um dos pneus fure, é permitido que o competidor carregue sua bicicleta até uma estação de troca para seguir a prova. Em Sydney, equipes treinadas estarão posicionadas em seis estações para efetuar as trocas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prova de ciclismo será permitido que os atletas façam uso do vácuo para melhorar sua performance. Até 1995, esse artifício era proibido. O vácuo consiste em se posicionar próximo do adversário que está à sua frente para tirar proveito da força imprimida pelo rival e não sofrer de modo acentuado a resistência do ar. As regras estabeleciam que um competidor deveria manter uma distância de no mínimo 10 metros em relação ao atleta da frente. A partir de Sydney, puderam se formar blocos de competidores para usufruir deste sistema e ter menos desgaste durante a prova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao finalizar a prova de ciclismo, os atletas passarão novamente por uma área de transição antes de iniciar os 10 km de corrida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na área de transição, as regras são bem específicas. O competidor deve utilizar somente o espaço a ele destinado, não podendo de maneira alguma impedir o progresso dos adversários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As penalidades geralmente são aplicadas quando um atleta interfere propositadamente no desempenho dos outros competidores ou quando viola as regras expressas da competição. Se alguém infringir alguma regra ou atrapalhar um oponente durante a prova de natação, ficará retido por 30 segundos antes de iniciar o ciclismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ciclismo, são utilizados cartões amarelos e vermelhos, geralmente quando o triatleta causa perigo aos outros competidores. Dois cartões amarelos, que são de advertência, correspondem a um vermelho, que significa a desqualificação do competidor.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-b1.slide.com/widgets/slideticker.swf" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3314649325764957361&amp;amp;site=widget-b1.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-7039019816040182686?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/7039019816040182686/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=7039019816040182686&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/7039019816040182686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/7039019816040182686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/06/triatlo.html' title='Triatlo'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i43.tinypic.com/2qi22du_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-3777019447714681032</id><published>2009-06-07T14:01:00.000-07:00</published><updated>2009-06-07T14:25:55.219-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Judo'/><title type='text'>Judo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Judo &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i39.tinypic.com/33ndcau.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i43.tinypic.com/11glez5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fédération Internationale de Judo&lt;br /&gt;Fundada em 1951; 187 Filiados&lt;br /&gt;Desporto olimpico desde 1964&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i41.tinypic.com/2rnh14w.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existem dúvidas de que foi no Japão que a prática das artes marciais se firmou e floresceu, partindo para o mundo como um desporto internacional. Durante o período feudal do Japão, no apogeu dos samurais, foram desenvolvidos sistemas de lutas com e sem armas. A arte de combater sem armas fez surgir novas escolas. Sobreviveram, no final, dois tipos de combate: o sumo, que é a luta corporal, e o jiu-jitsu, com base na habilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jigoro Kano, professor e estudioso do jiu-jitsu, julgou necessária a criação de um estilo menos violento. Para isso, fundou em 1882 sua própria escola, a Kodokan, passando a ensinar uma nova modalidade, a qual chamou judo, palavra surgida dos conceitos "ju" (flexível) e "do" (caminho) e que pode ser traduzida como "caminho da flexibilidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1909, o Japão recebeu um convite do barão de Coubertin para integrar o Comité Olímpico Internacional (COI), e Jigoro Kano foi seleccionado para representar o país, tornando-se o primeiro membro asiático da organização. Precisando de atletas e de uma estrutura organizada, o Japão criou em 1911 a Associação Atlética Amadora do Japão, e Kano foi nomeado seu presidente. Seu novo cargo lhe permitiu viajar ao exterior para divulgar o judo e também codificar as regras praticadas pelas diferentes escolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira competição internacional foi disputada em 1926, entre a escola japonesa Budokai e uma equipe da Alemanha. Porém, apenas em 1952 foi fundada a Federação Internacional de Judo (IJF). Pouco depois, em 1956, foi disputado o primeiro campeonato Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerada a mais nobre das artes marciais, o judo é uma das duas únicas disputadas nas Olimpíadas (a outra é o taekwondo, incluído a partir de Sydney-2000). Foi introduzido no programa oficial olímpico em Tóquio-1964, justamente no Japão, beneficiado pela prioridade que cada país organizador tinha para designar um desporto. Em sua estreia, foi dominado pelos japoneses. Das quatro medalhas de ouro possíveis, o Japão venceu três, sendo que na modalidade em que perdeu, a absoluta, fez o vice-campeão. Na edição seguinte, porém, na Cidade do México-1968, o judo não fez parte do programa da Olimpíada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Munique-1972, o judo foi definitivamente integrado à lista de desportos. Novamente houve domínio japonês: três ouros e um bronze nas cinco categorias disputadas. A União Soviética foi o país que mais se aproximou, com quatro medalhas (sendo apenas uma de ouro). Em Montreal-1976, a supremacia japonesa foi ainda maior: três ouros, uma prata e um bronze. A União Soviética consolidou-se como a segunda potência, com cinco medalhas (duas de ouro).&lt;br /&gt;Em Moscou-1980, com o boicote do Japão, alguns países europeus começaram a despontar. Os soviéticos mantiveram suas cinco medalhas (novamente duas de ouro). O destaque foi a França, que ganhou duas de ouro e uma de prata. Em Los Angeles-1984, Yasuhiro Yamashita, um dos maiores judocas que já disputaram uma Olimpíada, conseguiu um feito notável: mesmo tendo se contundido na fase inicial, venceu todas as suas lutas subsequentes, chegando ao ouro. Seus rivais chutavam sua perna lesionada, mas ele conseguiu triunfar mesmo assim. Ao longo de sua carreira, Yamashita permaneceu invicto por 184 lutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Barcelona-1992, a categoria feminina foi incluída nos Jogos Olímpicos. A partir daí, Japão e Coreia do Sul consolidaram a hegemonia no desporto, dividindo o maior número de medalhas. Em Atlanta-1996, a França ganhou duas medalhas de ouro, consolidando-se como uma nova potência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do karaté e do taekwondo, no judo não são permitidos chutes ou socos. Caracterizado como uma arte de defesa pessoal, os judocas fazem uso da força do oponente em seu benefício. O corpo do atleta funciona como uma gangorra, controlando a seu favor a força imprimida pelo rival.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante um combate, o judoca jamais pode ser atendido por um médico, com excepção dos casos em que há sangramento, em que o atleta é tratado apenas para estancar o ferimento. Caso se machuque, terá que optar: ou é atendido e desiste da luta, ou continua o combate mesmo machucado.&lt;br /&gt;Árbitros - Além do juiz principal, as lutas contam com dois árbitros de cadeira. Os juizes auxiliares podem interromper a luta para se dirigirem ao árbitro de centro, que também pode parar o combate para pedir opiniões de seus auxiliares. Em geral, estas reuniões acontecem quando existe dúvida com relação a uma penalidade ou a uma pontuação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i44.tinypic.com/so8npt.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Regras gerais - Os combates são disputados sobre um tatame, em uma área &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;quadrada de 14 por 14 metros. Além da área de luta, formada por uma área quadrada de 8 metros, há uma área de protecção e uma outra de segurança. O piso onde ocorrem as lutas é geralmente de fibra vegetal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antigamente, todos os judocas competiam de branco. Entretanto, no fim da década de 90, para atender aos interesses das cadeias de televisão, um dos judocas veste o branco. O outro, se apresenta de azul. Durante o sorteio das chaves é determinado qual lutador terá que usar a roupa branca e qual usará a azul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Atenas, os combates masculinos terão duração máxima de cinco minutos. Já os femininos, quatro minutos. Toda vez que o árbitro interrompe a luta, o cronómetro é parado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes do início do combate, os judocas devem se posicionar sobre a área de segurança. Ao sinal do árbitro principal, entram na área de luta, ficando a cerca de 3 metros um do outro. Após cumprimentar o árbitro principal, os lutadores devem se cumprimentar e aguardar a ordem do juiz central para iniciar o combate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se após o tempo regulamentar nenhum dos dois judocas marcar pontos, a decisão do vencedor se dará por meio das bandeiras. Tanto o árbitro principal como os juizes de cadeira possuem duas bandeiras, uma branca e uma vermelha, que correspondem à faixa adicional que cada judoca recebeu momentos antes do combate. Ao sinal do árbitro principal, os três erguem, ao mesmo tempo, a bandeira que corresponda ao lutador que, na opinião dos juizes, venceu o combate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pontuação - O objectivo é conseguir 1 ponto (ippon) por meio de um destes três golpes: derrubar o adversário, provocando sua queda de costas no chão; imobilizá-lo por 30 segundos, por estrangulamento, levando-o à desistência ou à perda dos sentidos; e chave-de-braço, em que um atleta torce o braço do outro. Quando o golpe é quase perfeito - o adversário fica imobilizado por mais de 25 segundos ou cai no tatame, mas não com os dois ombros -, o juiz anuncia um waza-ari, ou vantagem. Dois waza-ari correspondem a um ippon, o ponto que dá a vitória ao lutador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dois outros tipos de vantagem. O yuko corresponde à imobilização do adversário por até 24 segundos. Se durar entre 10 e 19 segundos, o juiz anuncia koka; essa vantagem também acontece quando o atleta é agarrado pelos quadris e vai ao solo. Se nenhum dos lutadores conseguir o ippon, vence quem tiver mais vantagens. É proibido enrolar a perna na do adversário e dar golpes no rosto ou que causem lesão ao pescoço ou às vértebras do concorrente. A reincidência pode levar à desclassificação do lutador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No judo, um yuko vale mais do que dez kokas. Um waza-ari vale mais do que 15 yukos e assim por diante. Uma pontuação mais alta só é superada por outra ainda mais alta, não havendo a possibilidade de uma combinação de golpes mais baixos alcançar a pontuação superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As penalidades no judo geralmente são aplicadas quando o juiz percebe que falta combatividade a um ou aos dois lutadores. Além disso, fugas para a área de segurança ou de protecção também são punidas, o mesmo ocorrendo quando um lutador segura a faixa do oponente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As penalidades são assim definidas: shido é a primeira punição e equivale a um koka para o oponente. Em seguida ocorre o chui, que significa um yuko para o rival. O keikoku equivale a um waza-ari, e o hansoku make é a desclassificação do lutador. O juiz não precisa seguir necessariamente esta ordem. Ele pode aplicar directamente o keikoku sem ter punido o lutador com um shido ou um chui. Tudo depende da avaliação do árbitro principal e dos juizes de cadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta no solo é liberada, desde que o juiz não veja nesta modalidade um espaço para um judoca "amarrar" a luta. Toda vez que o juiz quer parar a luta, porque não há ataque no solo ou em pé, ele fala a palavra matê. Os lutadores param o combate e voltam ao lugar onde iniciaram a luta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a imobilização no solo, o judoca imobilizado tem 30 segundos para escapar do rival. Caso trance as pernas no quadril do imobilizador, ou em uma das pernas deste, a contagem pára imediatamente. Ainda no solo, o judoca pode estrangular ou aplicar uma chave-de-braço em seu oponente, cabendo a este tentar se livrar do golpe ou desistir, batendo a mão três vezes no tatame.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÁRBITRO. Responsável pela condução do combate dentro das regras e pela indicação do resultado.&lt;br /&gt;ÁREA DE COMPETIÇÃO. Área com um mí¬nimo de 14 x 14 m, coberta por TATAMIS e onde se desenrolam as competições, divididaem zona de combate e zona de segurança.&lt;br /&gt;CASTIGOS. Os actos proibidos em competi¬ção são punidos, por ordem crescente de gravi¬dade, com SHIDO, CHUI, KEIKOKU e HANSOKU-MAKE. A repetição de uma infrac¬ção de uma categoria original: penalidade de ca¬tegoria imediatamente superior. O árbitro anuncia as penalidades apontando para o com¬petidor punido, depois de ter interrompido pre¬viamente o combate.&lt;br /&gt;CHAVE. Técnica de luxação aplicada à arti¬culação do cotovelo.&lt;br /&gt;CHUI. Castigo punindo infracção moderada e equivalendo ao resultado de YUKO para o ad¬versário.&lt;br /&gt;CINTO. V. GRADUAÇÃO.&lt;br /&gt;CINTO NEGRO. Designação genérica de um JUDOCA com a graduação de DAN.&lt;br /&gt;DESISTÊNCIA. Situação em que o UKE desis¬te, batendo repetidamente com a mão ou o pé no TATAMI ou no TORI.&lt;br /&gt;DOJO. Sala para a prática de judo. Literal¬mente significa o «lugar onde a via é ensina¬da».&lt;br /&gt;ESTRANGULAMENTO. Técnica que, amea¬çando asfixiar ou impedir a irrigação do cére¬bro, obriga o adversário a desistir para não des¬falecer.&lt;br /&gt;GRADUAÇÃO. Medida do valor técnico e desportivo de um JUDOCA que é definida pela cor do seu cinto. V. KYU e DAN.&lt;br /&gt;DAN. Graduações de judocas muito expe¬rientes. Só o criador do judo chegou a 12.° dan. Correspondem-lhes as seguintes cores dos cintos: até 5.° dan, negro; daí até 8.° dan, ne¬gro ou branco e vermelho; daí até 11.° dan, vermelho, e 12.° dan, branco com o dobro da largura normal.&lt;br /&gt;HAJIME. Começar. Voz com que o árbitro inicia ou recomeça o combate. Os competido¬res devem então estar de pé, voltados um para o outro, no centro da zona de combate. HANSOKU-MAKE. Desclassificação. Castigo aplicado por falta muito grave e que corres¬ponde à atribuição de IPPON ao adversário.&lt;br /&gt;HANTEI. Pedido de decisão. No final dos combates em que não há diferença nos resulta¬dos obtidos, o árbitro pede a decisão dos juizes pronunciando «hantei» e levantando o braço verticalmente. De acordo com a regra de MAIORIA DE TRÊS, em caso de desacordo dos juizes o árbitro tomará a decisão final.&lt;br /&gt;HIDARI. Esquerda.&lt;br /&gt;HIKI-WAKE. Empate. Esta decisão só é utili¬zada nos combates por equipas.&lt;br /&gt;IMOBILIZAÇÃO. Técnica que controla o ad¬versário de costas no solo, limitando-lhe os movimentos e impedindo-o de se voltar.&lt;br /&gt;IPPON. Resultado obtido por desistência do adversário devida a chave ou estrangulamento, pela sua imobilização durante 30 segundos ou pela sua projecção sobre as espáduas realizada com considerável força e velocidade. Com a obtenção de um ippon termina o combate. O árbitro anuncia-o levantando um braço na verti¬cal.&lt;br /&gt;JIGO-TAI. Postura defensiva do competidor, com as pernas flectidas, tronco curvado e bra¬ços esticados. V. SHIZEN-TAI.&lt;br /&gt;JIU-JITSU. Arte marcial japonesa praticada com as mãos nuas e de onde mais tarde derivou o judo.&lt;br /&gt;JUDOCA. Praticante de judo.&lt;br /&gt;JUDOGI. Fato para a prática do judo, confec¬cionado em pano branco reforçado. Formado por calças, jaqueta cruzando à frente e apertada com o cinto da cor da graduação do praticante. JUIZ. Auxiliar do árbitro. Nas competições oficiais há dois juizes sentados em cantos opos¬tos da área de competição.&lt;br /&gt;KAKE. Fase final da projecção, na sequência do TSUKURI, consumando o ataque.&lt;br /&gt;KANSETSU-WAZA. Técnicas de luxação. Só podem ser aplicadas ao cotovelo.&lt;br /&gt;KATA. Forma estilizada de execução de um grupo de técnicas predeterminado, cujo ensino se destina a assegurar a manutenção da pureza e precisão dos movimentos.&lt;br /&gt;KATAME-WAZA. Conjunto das técnicas de submissão. Engloba as técnicas de KANSETSU-WAZA (chaves), SHIME-WAZA (es¬trangulamentos) e OSAE-WAZA (imobilizações).&lt;br /&gt;KATSUS. Técnicas especiais de reanimação.&lt;br /&gt;KEIKOKU. Castigo de infracção grave e equi¬valente ao resultado de WAZA-ARI para o ad¬versário.&lt;br /&gt;KOHAKU-SHIAI. Competição semestral reali¬zada no mesmo espírito e moldes do TSUKINAMI-SHIAI, mas em que os competido¬res são divididos em duas equipas: os brancos e os vermelhos.&lt;br /&gt;KOKA. Resultado obtido por imobilização do adversário entre 10 e 19 segundos ou sua pro¬jecção sobre a ilharga, coxa, estômago ou ná¬degas. Qualquer que seja o número de kokas marcados, o seu valor nunca igualará um YU-KO. O árbitro anuncia-o levantando um ante¬braço, com a palma da mão virada para a fren¬te, à altura do ombro, e cotovelo junto ao corpo. KUMI-KATA. Pega. Posição das mãos ao agarrarem o JUDOGI do adversário e que é fun¬ção das técnicas que se pretendem aplicar ou da defesa a realizar.&lt;br /&gt;KUSUSHI. Desequilíbrio. Fase inicial de uma projecção a que se seguirá o TSUKURI.&lt;br /&gt;KYU. Graduações de início de carreira de um JUDOCA. Correspondem-lhes, por ordem cres¬cente de valor, as seguintes cores dos cintos: 6.° kyu, branco; 5.° kyu, amarelo; 4.° kyu, la¬ranja; 3.° kyu, verde; 2.° kyu, azul, e 1.° kyu, castanho.&lt;br /&gt;MAIORIA DE TRÊS. Maioria obtida quando o ÁRBITRO e um dos JUÍZES ou os dois juizes têm a mesma opinião acerca do JUDOCA que será vencedor.&lt;br /&gt;MAITTA. «Rendo-me.» Grito do competidor quando não pode anunciar a desistência da forma habitual: batendo repetidas vezes com a mão ou pés no tapete ou no adversário.&lt;br /&gt;MATTE. «Parar.» Voz com que o árbitro inter¬rompe temporariamente o combate nas situa¬ções que as regras determinam.&lt;br /&gt;MIGI. Direita.&lt;br /&gt;NAGE-WAZA. Técnicas de projecção. Com¬preendem as técnicas de pernas, de ancas, de ombros, de braços e as de sacrifício (SUTEMI-WAZA).&lt;br /&gt;NE-WAZA. Trabalho no solo. Durante a luta no solo só podem ser aplicadas técnicas de KATAME-WAZA e respectivas preparações e de¬fesas. Fora destas situações, isto é, havendo quebra de continuidade da luta, o árbitro diz «MATTE», interrompendo o combate, que re¬começará em pé.&lt;br /&gt;OSAEKOMI. Voz com que o árbitro anuncia o início de uma imobilização, sinalizando-a com o braço estendido a apontar para os competido¬res. V. TOKETA.&lt;br /&gt;OSAE-WAZA. Técnicas de imobilização.&lt;br /&gt;PROJECÇÃO. Técnica executada em pé e que visa a queda do adversário sobre as espá¬duas. Uma projecção desenrola-se em três fases: KUSUSHI, TSUKURI e KAKE.&lt;br /&gt;RANDORI. Treino livre de combate. REI. Saudação. RYU. Escola, estilo.&lt;br /&gt;SHIAI. Competição, combate. Pode desenro¬lar-se em pé — TACHI-WAZA — ou no solo — NE-WAZA. A passagem da luta em pé para a luta no solo só pode ser feita em consequência de um ataque. A passagem intencional ao solo é punida se não for consequência de queda do adversário.&lt;br /&gt;SHIDO. Castigo punindo infracção ligeira e equivalente ao resultado de KOKA para o adver¬sário.&lt;br /&gt;SHIME-WAZA. Técnicas de estrangulamento.&lt;br /&gt;SHIMPAN. Árbitro.&lt;br /&gt;SHIZEN-TAI. Postura natural, com o tronco direito, de um competidor. V. JIGO-TAI. SHUSHIN. Juiz.&lt;br /&gt;SOGO-GACHI. Vitória composta. Atribuída quando é alcançada por combinação de resulta¬dos técnicos e disciplinares (WAZA-ARI e KEI-KOKU).&lt;br /&gt;SONO-MAMA. «Quietos.» Voz do árbitro pa¬rando os competidores na posição em que esti¬verem. Recomeçarão o combate à voz de «YOSHI».&lt;br /&gt;SORE-MADE. «Acabou.» Voz com que o ár¬bitro dá por terminado o combate.&lt;br /&gt;SUTEMI-WAZA. Técnicas de sacrifício. Con¬junto de técnicas do NAGE-WAZA em que a pro¬jecção é conseguida por sacrifício do TORI, que se deixa cair no solo ao executá-las.&lt;br /&gt;TACHI-WAZA. Trabalho em pé. Na luta em pé só podem ser utilizadas técnicas de NAGE-WAZA, SHIME-WAZA e KANSETSU-WAZA, suas preparações e defesas. Fora destas situa¬ções, isto é, não havendo acção intencional por um período de mais de 20 segundos, o árbitro interromperá o combate para aplicar o castigo correspondente.&lt;br /&gt;TAI-SABAKI. Arte de esquivar os ataques de um adversário rodando com o corpo sobre um dos pés.&lt;br /&gt;TAPETE. Superfície sobre a qual se pratica o judo. Historicamente formada por esteiras de palha de arroz justapostas e cobertas por uma lona, passou a ser constituída por feltro e é modernamente um mosaico de unidades amor¬tecedoras independentes de material sintético. TATAMI. V. TAPETE.&lt;br /&gt;TOKETA. Voz com que o árbitro, inclinado sobre os competidores, indica a libertação de uma imobilização que simultaneamente sinaliza abanando duas ou três vezes o braço rigida¬mente estendido em frente do corpo.&lt;br /&gt;TOKUI-WAZA. Técnica favorita em que um JUDOCA se especializou.&lt;br /&gt;TORI. Atacante. JUDOCA que executa a acção sobre o adversário (UKE).&lt;br /&gt;TSUKINAMI-SHIAI. Competição mensal rea¬lizada entre os JUDOCAS de uma região. Os atletas são ordenados por valor crescente de graduações, iniciando-se a competição pelos dois menos graduados. O vencedor de cada combate luta depois com o judoca que se segue na escala. O empate elimina o competidor que transitou do combate anterior.&lt;br /&gt;TSUKURI. Preparação. Fase intermédia de uma projecção, na sequência do KUSUSHI, du¬rante a qual o corpo do executante entra em contacto com o do adversário preparando o KAKE.&lt;br /&gt;UCHIKOMI. Repetições. Treino para técnicas de projecção com repetições sucessivas das en¬tradas para estas técnicas sem as consumar, isto é, compreendendo apenas as fases de KUSUSHI e TSUKURI.&lt;br /&gt;UKE. Atacado. JUDOCA sobre quem é executa¬da a acção do adversário (TORI). UKEMI. Queda amortecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i41.tinypic.com/1zg81ox.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UKEMI-WAZA. Técnicas de cair correcta¬mente amortecendo o impacte sobre o TATAMI e com cujo ensino se inicia a aprendizagem do judo.&lt;br /&gt;WAZA. Técnica. As técnicas de judo são divi¬didas em dois grandes grupos: NAGE-WAZA (projecções) e KATAME-WAZA (chaves, estran¬gulamentos e imobilizações).&lt;br /&gt;WAZA-ARI. Resultado obtido imobilizando o adversário entre 25 e 29 segundos ou por pro¬jecção que mereça ser quase IPPON. O árbitro anuncia waza-ari estendendo lateralmente um&lt;br /&gt;braço à altura do ombro, com a palma da mão virada para o solo. Dois waza-ari equivalem a um IPPON.&lt;br /&gt;YOSHI. Voz do árbitro para recomeçar o com¬bate interrompido por SONO-MAMA.&lt;br /&gt;YUKO. Resultado obtido por imobilização do adversário entre 20 e 24 segundos ou por pro¬jecção a que falte um dos três elementos para a concessão do IPPON: velocidade, força e queda nitidamente sobre as espáduas. O árbitro anun¬cia yuko estendendo lateralmente um braço de modo que este forme com o corpo um ângulo&lt;br /&gt;de 45°. Qualquer que seja o número de yukos marcados, o seu valor nunca igualará um WAZA-ARI.&lt;br /&gt;YUSEI-GACHI. Vitória por superioridade con¬cedida por decisão dos juizes na ausência ou igualdade de resultados obtidos pelos dois competidores.&lt;br /&gt;ZONA DE COMBATE. Parte interna da área de competição com 9x9 a 10x10 m.&lt;br /&gt;ZONA DE PERIGO. Demarcação da ZONA DE COMBATE, de que faz parte integrante. É uma faixa com 1 m de largura de cor contrastante com a restante zona de combate para advertir os competidores que se encontram no limite desta. As técnicas só são válidas quando total¬mente executadas dentro da zona de combate.&lt;br /&gt;ZONA DE SEGURANÇA. Zona do TATAMI adjacente à ZONA DE COMBATE, com um mí¬nimo de 2,5 m para cada um dos lados desta última. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-c7.slide.com/widgets/slideticker.swf" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3458764513840555207&amp;amp;site=widget-c7.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-3777019447714681032?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/3777019447714681032/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=3777019447714681032&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/3777019447714681032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/3777019447714681032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/06/judo.html' title='Judo'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i39.tinypic.com/33ndcau_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-3842592764426901574</id><published>2009-06-07T12:16:00.000-07:00</published><updated>2009-06-07T12:42:58.266-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='râguebi'/><title type='text'>Râguebi</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i40.tinypic.com/9bdkkp.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i43.tinypic.com/oumlhg.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;International Rugby Board&lt;br /&gt;Fundado em 1886; 91 Filiados &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i42.tinypic.com/30c2l1h.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESCRIÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um desporto que tem as suas origens em In¬glaterra. Quem o motivou foi um jovem de 18 anos, Wilíiam Webb Ellis, quando, em No¬vembro de 1823, participava num jogo de fute¬bol que decorria num dos relvados do Colégio de Rugby, onde era estudante. Inconformado com a incapacidade da sua equipa em marcar um golo, agarrou a bola, meteu-a debaixo de um braço e correu para a baliza contrária, onde acabou por colocá-la ante o pasmo de todos.&lt;br /&gt;A oficialização definitiva do novo jogo registou-se em 1871, com a criação da Rugby Football Union (Federação Inglesa de Rugby). Antes do fim do século XIX o râguebi expan¬diu-se nas Ilhas Britânicas e implantou-se na África do Sul, Austrália e Nova Zelândia. A sua entrada no continente europeu faz-se atra¬vés da França, onde encontrou extraordinária receptividade. Actualmente pratica-se em todos os continentes.&lt;br /&gt;O râguebi não é regido, à escala mundial, por uma federação idêntica às que existem para a maioria dos outros desportos. Há apenas o International Board, que é um organismo com a missão de velar pela aplicação e estudo das re¬gras do jogo. A FIRA — Federação Internacio¬nal de Râguebi Amador — apenas agrupa paí¬ses europeus continentais e do Norte de África.&lt;br /&gt;Periodicamente efectuam-se as chamadas tournées (digressões), que são constituídas por uma série de jogos disputados por uma equipa nacional que se desloca a um país estrangeiro. A Austrália, a África do Sul, a França e a Nova Zelândia efectuam, em geral de dois em dois anos, uma dessas digressões. Os Britânicos também têm as suas digressões, mas juntam-se numa selecção a que denominam Lions.&lt;br /&gt;O râguebi é jogado com uma bola oval entre duas equipas de 15 jogadores, em duas partes de 40 minutos, separadas por um intervalo de 5 minutos. Cada equipa é composta por um defesa, quatro três-quartos, dois médios e oito avançados. O objectivo do jogo consiste em atingir a linha da baliza adversária, colocando a bola para além dela (ensaio) e também fazer passar a bola entre os postes, mas por cima da barra transversal, à custa de um pontapé colo¬cado ou de ressalto. A pontuação está assim re¬gulamentada: ensaio — 5 pontos; pontapé de transformação do ensaio — 2 pontos; pontapé de penalidade — 3 pontos; pontapé de res¬salto — 3 pontos.&lt;br /&gt;O jogo desenvolve-se num terreno rectangu¬lar, com o comprimento entre 95 e 100 m e a largura entre 66 e 68,57 m. As balizas são formadas por dois postes com um mínimo de 6 m de altura, distanciados de 5,65 m e ligados por uma barra transversal situada a 3 m do solo.&lt;br /&gt;O râguebi tem uma variante que se joga entre equipas de 13 elementos. É uma modalidade, em geral, praticada por profissionais. As suas regras diferem bastante das do jogo de 15. Disputa-se na Austrália, França, Grã-Bretanha e Nova Zelândia.&lt;br /&gt;O râguebi “sevens” é outra variante que se desenvolveu muito nos últimos anos e que é jogado por 7 jogadores. Disputa-se segundo as mesmas regras e num terreno de jogo igual ao râguebi de 15.&lt;br /&gt;Pratica-se ainda outra variante do râguebi ainda pouco divulgada; o râguebi de praia, jogado como o nome indica nas areias das praias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABERTURA. V. MÉDIOS.&lt;br /&gt;ALINHAMENTO. Formação de jogadores das duas equipas (pelo menos dois de cada uma), alinhados em duas filas paralelas e perpendi¬culares à linha lateral, que aguardam que a bola seja lançada para o meio deles.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i40.tinypic.com/amxxf8.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÁREA DE META. É a superfície de terreno limitada pela linha de meta, linhas laterais de meta e linha de bola morta, que fica 5 m para trás da linha de meta.&lt;br /&gt;ÁREA DE VALIDAÇÃO. O mesmo que área de meta.&lt;br /&gt;ARRIÈRE. V. DEFESA.&lt;br /&gt;ASA. V. FLANQUEADORES.&lt;br /&gt;AVANÇADOS. São os jogadores que consti¬tuem as formações estáticas (FORMAÇÕES OR¬DENADAS e ALINHAMENTOS) e dinâmicas (FORMAÇÕES ESPONTÂNEAS). Em geral a li¬nha de avançados (pack) é constituída por oito elementos, que estão numerados de 1 a 8.&lt;br /&gt;AVANTE. V. PASSE PARA DIANTE e TOQUE PARA DIANTE.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i41.tinypic.com/2m5l6w9.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOLA MORTA. Bola que, em dado momento, não pode ser jogada. Acontece quando o árbitro apita para interromper o jogo ou após uma ten¬tativa frustrada de transformação de ensaio.&lt;br /&gt;CERRA-FILA. É o jogador que se coloca no fim de cada uma das duas filas que formam o alinhamento.&lt;br /&gt;DEFESA. É o jogador (n.° 15) que se situa na posição defensiva, atrás dos TRÊS-QUARTOS. DROP. Termo inglês que significa PONTAPÉ DE RESSALTO.&lt;br /&gt;ENCAIXE DE BALÃO. Considera-se quando o jogador, com os dois pés bem assentes no solo, bloca a bola vinda directamente do adver¬sário e grita: «Marco!» Deste modo o jogador pode obter uma paragem do jogo, que será re¬começado por um pontapé livre da sua equipa e executado pelo jogador que blocou a bola. É uma jogada defensiva.&lt;br /&gt;ENSAIO. Diz-se que há ensaio quando um jo¬gador da equipa que ataca faz, antes de qual¬quer jogador da equipa adversária, um toque com a bola no solo na área de validação desta. ENSAIO DE PENALIDADE. Ensaio que, se não tivesse havido obstrução, jogo desleal ou incorrecção da equipa defensora, teria sido provavelmente marcado ou alcançado numa po¬sição mais favorável do que aquela em que foi marcado; neste caso, o árbitro deverá conceder um ensaio como se tivesse sido conseguido no meio dos postes da baliza.&lt;br /&gt;FLANQUEAOORES. Impropriamente também designados, entre nós por terceiras-linhas ASAS. São os jogadores (n.os 6 e 7) que nas formações ordenadas se situam ao lado dos SE-GUNDAS-LINHAS.&lt;br /&gt;FORA DE JOGO. Acontece sempre que o jo¬gador se encontra para a frente da linha da bo¬la, tendo esta sido movimentada em último lu¬gar por um companheiro de equipa. Dá lugar a penalização.&lt;br /&gt;FORMAÇÀO. V. MÉDIOS.&lt;br /&gt;FORMAÇÃO ESPONTÂNEA. É um agru¬pamento de jogadores (um ou mais de cada equipa) que se encontram de pé e em contacto, rodeando a bola que está no solo.&lt;br /&gt;FORMAÇÃO ORDENADA. Agrupamento feito pelos avançados das equipas para cobrar uma falta ou uma situação de bola presa, sendo a oval introduzida no túnel formado pelas pri¬meiras linhas dos dois packs pelo médio de formação e jogada no interior daquele só com os pés depois de talonada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i40.tinypic.com/34hh21d.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;MARCA. É o ponto onde é concedido um pon¬tapé livre ou um pontapé de penalidade.&lt;br /&gt;MARCO. V. ENCAIXE DE BALÃO.&lt;br /&gt;MAUL Termo inglês utilizado para designar um agrupamento que se constitui quando um ou mais jogadores de cada equipa, encontrando-se de pé e em contacto, rodeiam, agrupados, o jo¬gador portador da bola.&lt;br /&gt;MÉDIO DE ABERTURA. V. MÉDIOS.&lt;br /&gt;MÉDIO DE FORMAÇÃO. V. médios.&lt;br /&gt;MÉDIOS. São os dois jogadores que efectuam a ligação do jogo entre os avançados e os TRÊS-QUARTOS. O médio de formação (n.° 9) é, em geral, o transmissor da bola proveniente das formações e dos ALINHAMENTOS. O médio de abertura (n.° 10), fundamentalmente, dá des¬tino às bolas que recebe do médio de formação.&lt;br /&gt;MÉLÉE. Termo francês, generalizado em Por¬tugal, significando formação ordenada.&lt;br /&gt;PASSE PARA DIANTE. Verifica-se quando um jogador que transporta a bola a lança ou passa na direcção da baliza do adversário sem ser ao pé. Constitui falta.&lt;br /&gt;PILARES. São os avançados (n-.1 e 3) que, nas formações ordenadas, ladeiam e sustentam o TALONADOR, com ele constituindo a pri¬meira linha.&lt;br /&gt;PLACAGEM. Acção que consiste em derrubar um adversário, apertando-lhe as pernas ou o tronco com os braços.&lt;br /&gt;PONTAPÉ COLOCADO. É o pontapé executado depois de a bola ter sido previamente colocada no solo para esse fim.&lt;br /&gt;PONTAPÉ DE BALÃO. É o pontapé em que a bola é chutada antes de tocar o solo, depois que o jogador que a detém a deixa cair das mãos. V. PONTAPÉ DE RESSALTO.&lt;br /&gt;PONTAPÉ DE PENALIDADE. É um pon¬tapé de castigo por falta grave. Pode ser colo¬cado ou de ressalto quando dirigido para a ba¬liza.&lt;br /&gt;PONTAPÉ DE RECOMEÇO. E um pontapé de ressalto concedido à equipa defensora após ter sofrido um ensaio ou um pontapé de penali¬dade.&lt;br /&gt;PONTAPÉ DE RESSALTO. Pontapé em que o jogador detentor da bola a deixa cair das mãos para o solo e a chuta ao primeiro ressalto logo que ela se eleva.&lt;br /&gt;PONTAPÉ DE TRANSFORMAÇÃO. É o pontapé executado após a obtenção de um en¬saio, sendo a bola colocada num ponto qual¬quer de uma linha imaginária paralela à linha lateral e partindo do ponto onde foi conseguido o ensaio. Se a bola passar entre os postes e so¬bre a barra, conta 2 pontos para a equipa que dele beneficiou.&lt;br /&gt;PONTAS. V. TRÊS-QUARTOS.&lt;br /&gt;RUCK. Termo inglês que designa a formação espontânea.&lt;br /&gt;SEGUNDAS-LINHAS. São os avançados (n.°s 4 e 5) que, nas formações ordenadas, constituem a base da segunda linha de jogado¬res, que se completa com os flanqueadores.&lt;br /&gt;TALONADOR. É o avançado (n.° 2) que se encontra no meio da primeira linha, entre os PILARES, nas formações ordenadas, e que tenta tocar a bola para trás, ao pé, passando-a aos seus companheiros.&lt;br /&gt;TALONAGEM. Acção de ganhar a bola ao pé, numa formação, tocando-a para trás, para os jogadores da própria equipa.&lt;br /&gt;TERCEIRA-LINHA CENTRO. É o avançado (n.° 8) que, na FORMAÇÃO ORDENADA, ocupa a posição mais recuada.&lt;br /&gt;TOQUE DE META. Toque no solo efectuado por um jogador na sua área de validação.&lt;br /&gt;TOQUE NO SOLO. Acto em que um jogador detentor da bola a põe em contacto com o solo; ou, estando a bola no solo, lhe toca com a mão (ou mãos) ou com o braço (ou braços), exer¬cendo uma pressão vertical de cima para baixo; ou ainda quando cai sobre a bola com a parte interior do corpo, da cintura ao pescoço, inclu¬sive.&lt;br /&gt;TOQUE PARA DIANTE. Verifica-se quando um jogador impulsiona a bola com a mão ou o braço na direcção da baliza adversária ou quando a bola, depois de ter batido na mão ou no braço de um jogador, segue na referida di¬recção.&lt;br /&gt;TOUCHE. 1. Termo francês, generalizado em Portugal, que se traduz por «linha lateral». 2. Acto de reposição da bola em jogo por lança¬mento da linha lateral. 3. Formação do ALINHAMENTO.&lt;br /&gt;TRÊS-QUARTOS. São os jogadores que, aquando das formações e alinhamentos, se si¬tuam atrás dos MÉDIOS, dos quais recebem a bola para executar movimentos de ataque. A li¬nha de três-quartos é formada por dois pontas (n.os 11 e 14) e por dois centros (n.os 12 e 13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-8c.slide.com/widgets/slideticker.swf" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3170534137688831116&amp;amp;site=widget-8c.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-3842592764426901574?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/3842592764426901574/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=3842592764426901574&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/3842592764426901574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/3842592764426901574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/06/raguebi.html' title='Râguebi'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i40.tinypic.com/9bdkkp_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-2335918983454829590</id><published>2009-06-04T15:46:00.000-07:00</published><updated>2009-06-04T16:08:44.110-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Golfe'/><title type='text'>Golfe</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i42.tinypic.com/295507q.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;DESCRIÇÃO &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O golfe deriva de um jogo do século XV, cujos jogadores usavam um pau para bater num objecto redondo. O percurso era constituído por dunas de areia, tocas de coelho e outros obstáculos naturais. Este é o espírito que o jogo ainda hoje mantém.&lt;br /&gt;O golfe é jogado numa vasta área de terreno, com vários obstáculos naturais, como dunas, areais, lagos e árvores. O objectivo consiste em jogar a bola para 18 buracos com o menor número de tacadas possível. Este é um desporto com forte componente individual, pois um jogador não pode influenciar os resultados do seu oponente.&lt;br /&gt;Foram os escoceses que iniciaram este tipo de jogos e a eles se deve a origem do golfe, com as características que hoje lhe são conhecidas. Todavia, em meados do século XV, quando a Escócia se preparava para enfrentar as invasões inglesas, o Rei Jaime II viu-se forçado a banir o golfe e o futebol por distraírem as atenções da população dos treinos militares.&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; A medida foi ignorada em grande escala. No século XVI, a fama deste desporto espalhou-se por toda a Europa, sobretudo através da nobreza.&lt;br /&gt;O primeiro campo foi construído em Leith, perto de Glasgow (Escócia). Em 1900, o golfe foi inserido no programa dos Jogos Olímpicos. Apesar das origens europeias, foi nos Estados Unidos que o golfe encontrou melhores condições para se desenvolver. Em 1916, foi formada a Associação Profissional de Golfistas. O jogo tinha regras diferentes nos dois continentes, americano e europeu, e só em 1951 é que ambas as partes adoptaram o mesmo conjunto de regulamentos.&lt;br /&gt;No que concerne às competições femininas, a primeira prova realizou-se em 1946, e a vencedora foi Patty Berg. O clima de discriminação racial existente no golfe foi abalado em 1961, com o aparecimento do primeiro golfista negro, Charlie Stifford e, mais tarde, em 1997, Tiger Woods tornou-se no primeiro jogador negro a vencer o torneio de Masters, nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;Este desporto consiste em introduzir uma bola sucessivamente numa série de buracos (18) dis¬persos pelo campo de jogo, com o menor nú¬mero possível de pancadas dadas pelo jogador com um taco. No terreno onde o jogo se desen¬rola encontram-se obstáculos de vária natureza, e não existem dois campos de golfe iguais.&lt;br /&gt;A bola de golfe é formada por um núcleo líquido ou sólido, envolto em borracha maciça ou em fio, e revestida por uma capa de borra¬cha dura. A sua composição afecta a sua per¬formance, existindo muitos modelos e fabrican¬tes. O seu diâmetro pode ser de 41,148 mm (bola «inglesa») ou de 42,672 mm (bola «ame¬ricana»), mas o seu peso é sempre de 45,927 g.&lt;br /&gt;O golfe nasceu, ou pelo menos desenvol¬veu-se, na Escócia, onde já no século XIV era popular —- a ponto de os soldados terem sido proibidos pelo Parlamento de o praticar, pois consagravam pouco tempo ao treino militar.&lt;br /&gt;Espalhou-se por toda a Grã-Bretanha nos sé¬culos seguintes, de onde passou a todos os con¬tinentes, levado pelos funcionários civis e mi¬litares que aquela nação espalhou pelo Mundo.&lt;br /&gt;Em Portugal, a modalidade foi introduzida no século XIX pelos ingleses das firmas do vi¬nho do Porto em Vila Nova de Gaia. O Oporto Golf Club, como ainda hoje é chamado, é um dos mais antigos da Europa, fundado em 1890.&lt;br /&gt;Alastrando depois para o Sul, primeiro na zona de Lisboa, depois nos Açores e na Madei¬ra, e mais recentemente no Algarve, é hoje pra¬ticado em 17 campos de golfe por cerca de 2000 praticantes portugueses e milhares de tu¬ristas estrangeiros.&lt;br /&gt;A organização e gestão deste desporto em Portugal cabe à Federação Portuguesa de Gol¬fe, fundada em 1949.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLOSSÁRIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABAIXO. V. MATCH-PLAY.&lt;br /&gt;ABONO ou HANDICAP. Número de PANCA¬DAS de vantagem concedidas a um jogador, segundo regulamento próprio, que lhe permite jogar em plano de igualdade com qualquer ou¬tro (em MATCH-PLAY) ou obter um resultado NETT igual ao STANDARD SCRATCH SCORE do CAMPO (em STRQKE-PLAY). Quanto melhor o nível de um jogador, mais baixo é o seu abono. ACE. V. HOLE-IN-ONE.&lt;br /&gt;ACIMA, V. MATCH-PLAY.&lt;br /&gt;ADDRESS. Posição assumida por um jogador imediatamente antes de executar uma PAN¬CADA.&lt;br /&gt;ADVICE. Qualquer conselho ou informação prestada ao jogador quanto à execução da PAN¬CADA que vai efectuar, que não incida sobre as REGRAS ou REGRAS LOCAIS, o qual apenas pode ser dado por um parceiro ou pelo CADDIE do jogador ou do seu parceiro.&lt;br /&gt;ÁGUA CASUAL. Qualquer acumulação tem¬porária de água, neve ou gelo no CAMPO. ALBATROZ. Resultado num BURACO inferior em três pancadas ao PAR deste.&lt;br /&gt;ALL SQUARE. V. match-play.&lt;br /&gt;AMADOR. Aquele que pratica a modalidade com fins não lucrativos. (Existe um Estatuto do Amadorismo, muito severo.)&lt;br /&gt;APPROACH. PANCADA, normalmente curta, dada com o objectivo de enviar a bola para o GREEN.&lt;br /&gt;ÁRBITRO. Pessoa nomeada pela comissão or¬ganizadora de um torneio para, no CAMPO, de¬cidir sobre situações concretas e aplicar as RE¬GRAS e as REGRAS LOCAIS.&lt;br /&gt;ATAQUE DE BOLA. Movimento violento e coordenado dos pulsos e do corpo no momento do impacte do TACO com a bola, destinado a dar a esta um forte impulso.&lt;br /&gt;BACKSPIN. Efeito dado à bola, destinado a fazê-la rolar o menos possível ao cair no solo. BACKSWiNG. V, pancada.&lt;br /&gt;BANDEIRA. Um mastro amovível de cerca de 2 m de altura, com um pano colorido, colocado&lt;br /&gt;no centro do BURACO no GREEN, para assinalar a posição do mesmo.&lt;br /&gt;BIRDIE. Resultado num BURACO inferior numa pancada ao PAR deste.&lt;br /&gt;BLASTER. TACO de FACE muito aberta, desti¬nado a tirar a bola de um BUNKER ou de erva alta.&lt;br /&gt;BOGEY. Resultado num buraco superior numa pancada ao PAR deste.&lt;br /&gt;BUNKER («trap», nos EUA). Depressão ar¬tificial no CAMPO, normalmente com fundo de areia (por vezes de erva alta), que constitui um OBSTÁCULO.&lt;br /&gt;BURACO. 1. Uma das zonas do CAMPO, de comprimento, largura e relevo variáveis (entre 100 e 600 m de comprimento), constituída por TEE, FAIRWAY, GREEN e OBSTÁCULOS, e bor¬dejada por ROUGH ou QUT-OFBQUNDS. 2. A cova feita no green onde é necessário introduzir a bola. Tem 107,95 mm de diâmetro e pelo menos 101,6 mm de profundidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BYE. 1. O número de BURACOS que não che¬garam a ser disputados, após o fim de uma par¬tida em MATCH-PLAY. 2. O facto de, graças ao sorteio, um jogador iniciar um torneio de MATCH-PLAY apenas na segunda eliminatória.&lt;br /&gt;CADDIE. A pessoa que transporta os TACOS e demais equipamento do jogador e o auxilia de acordo com as REGRAS, normalmente remune¬rado.&lt;br /&gt;CAÍDA. Lado para que descai a bola ao rolar no terreno.&lt;br /&gt;CAMPO. O terreno em que se joga o golfe, constituído por 18 BURACOS muito diferentes entre si (certos campos têm apenas 9 buracos e são percorridos por duas vezes). Um bom campo de golfe ocupa cerca de 50 ha, A ex¬pressão «19.° buraco» refere-se humoristica-mente ao bar.&lt;br /&gt;CHIP. Curto APPROACH em que a bola des¬creve uma trajectória baixa.&lt;br /&gt;CLUB. Termo inglês para TACO. CLUBE. Associação de praticantes.&lt;br /&gt;CONTRA BOGEY. Modalidade em que o jo¬gador joga contra o PAR de cada BURACO como se fosse um adversário em MATCH-PLAY, ven¬cendo ou perdendo ou empatando cada buraco. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i39.tinypic.com/301ld9z.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;DETRITOS ou LOOSE IMPEDIMENTS. Ob¬jectos naturais que se podem remover antes de se jogar a bola (excepto dentro de um obstáculo ou se aderentes à bola), tais como folhas secas, pedras soltas, ramos soltos, etc.&lt;br /&gt;DORMIE. Situação em MATCH-PLAY em que o número de BURACOS por que um jogador vai a perder é igual ao número de buracos que faltam para terminar a VOLTA.&lt;br /&gt;DOWNSWING. V. PANCADA.&lt;br /&gt;DRIVE. Pancada jogada da zona do TEE, nor¬malmente com o DRIVER.&lt;br /&gt;DRIVER. V. MADEIRAS.&lt;br /&gt;FACE. Parte do TACO que bate na bola.&lt;br /&gt;FAIRWAY. Zona relvada de um BURACO si¬tuada entre o TEE e o GREEN.&lt;br /&gt;FERRO. TACO com a cabeça de metal. Como com as MADEIRAS, o peso e a abertura da face determinam a trajectória da bola. Os diferentes ferros são numerados de 1 a 10, existindo ainda outros para casos especiais.&lt;br /&gt;FINISH. V. PANCADA.&lt;br /&gt;FLUFF. Pancada defeituosa por o TACO ter ba¬tido no solo antes de bater na bola.&lt;br /&gt;FOLLOW-THROUGH. V. pancada.&lt;br /&gt;FORE! Grito de aviso quando uma bola mal jogada se dirige em direcção a alguém. FÕRECADDIE. Pessoa nomeada pela comis¬são organizadora do torneio e a quem cabe a função de indicar aos jogadores o local onde parou a sua bola.&lt;br /&gt;FOUR-BALL. Modalidade de pares em que cada jogador joga com a sua bola, contando-se em cada buraco apenas o melhor resultado de cada par.&lt;br /&gt;FOURSOMES. Modalidade de pares em que cada parceiro bate alternadamente a mesma bola.&lt;br /&gt;GREEN. Zona final de cada BURACO, mais ou menos ondulada, onde com o PUTTER se intro¬duz a bola no buraco.&lt;br /&gt;GREEN-FEE. Taxa cobrada pelo proprietário de um CAMPO a quem nele queira jogar golfe e não seja sócio.&lt;br /&gt;GREENSOME. Modalidade de pares em que cada um dos dois parceiros inicia o buraco com a sua bola, continuando-o em seguida com a bola por que optar na modalidade de FOURSO¬MES.&lt;br /&gt;GRIP. Modo de segurar o TACO, um dos facto¬res fundamentais para se ter uma boa técnica. Existem três grips básicos, que são o overlap-ping, o interlocking e o two-handed.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i44.tinypic.com/b81qty.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;GROSS. Diz-se de um resultado «bruto», isto é, sem dedução do ABONO.&lt;br /&gt;HANDICAP. V. ABONO.&lt;br /&gt;HOLE-IN-ONE. Resultado 1 para o BURACO (a bola, jogada do TEE, entrou no buraco com uma só PANCADA). Raríssimo e exigindo muita sorte, este resultado é sempre festejado, pa¬gando o seu autor uma rodada de bebidas a to¬dos os presentes nesse dia.&lt;br /&gt;HOOK ou PULL. PANCADA em que a bola descreve uma trajectória em curva para a es¬querda.&lt;br /&gt;LIE. Posição em que a bola se encontra antes de uma PANCADA; bom "~, facilidade em jogar; mau -*% dificuldade, por estar em erva alta, numa encosta, sobre pedras, etc.&lt;br /&gt;MADEIRAS. TACOS com cabeça de madeira destinados a obter o máximo comprimento na PANCADA, com sacrifício da precisão. Vão desde a madeira 1 (chamada DRIVER), de FACE quase perpendicular ao solo, até às madeiras 5, 6 e mais, de faces cada vez mais abertas. MATCH-PLAY. Modalidade em que um joga¬dor joga contra outro (ou um par contra outro) BURACO por buraco. Em qualquer momento da partida o jogador pode ir um ou mais buracos ACIMA (up, em inglês), ABAIXO (down, em in¬glês) ou ALL SQUARE (empatado), conforme ganhou mais, menos ou igual número de bura¬cos que o seu adversário. Um jogador ganha a partida quando chega ao final da VOLTA em posição acima, ou quando leva mais buracos de vantagem do que os que faltam para terminar a volta (neste caso o resultado é apresentado co¬mo, p. ex., 4/3 — 4 buracos acima e 3 por jogar).&lt;br /&gt;MEDAL-PLAY. V. stroke-Play.&lt;br /&gt;MINIGOLFE. Jogo disputado num pequeno re¬cinto, normalmente de cimento, baseado nos GREENS de um CAMPO de golfe. Não se con¬funde com o golfe, tendo organismo federativo próprio.&lt;br /&gt;NETT. Diz-se de um resultado «líquido», com dedução do ABONO.&lt;br /&gt;OBSERVADOR. Pessoa nomeada pela comis¬são organizadora de um torneio para no CAMPO testemunhar situações de facto.&lt;br /&gt;OBSTÁCULOS ou HAZARDS São, além dos BUNKERS, os obstáculos com água (rios, lagos, riachos, valas, etc, artificiais ou não, mas devidamente assinalados). Se se situarem paralelamente aos FAIRWAYS , chamam-se obs¬táculos com água laterais.&lt;br /&gt;OBSTRUÇÕES. Qualquer coisa artificial eri¬gida, colocada ou abandonada no CAMPO. Po¬dem ser amovíveis, como uma garrafa ou uma alfaia agrícola, ou fixas, como uma parede, uma ponte ou uma estrada.&lt;br /&gt;OUT-OF-BOUNDS. Todo o terreno situado para além dos limites do CAMPO, devidamente assinalados.&lt;br /&gt;PANCADA. Movimento efectuado pelo joga¬dor com a intenção de deslocar a bola. Consiste num movimento ascendente do TACO (BACK-SWING), seguido de um movimento descen¬dente (DOWNSWING), um novo movimento as¬cendente após o impacte com a bola (FOLLOW--THROUGH) e uma posição final (FINISH). A distância máxima percorrida por uma bola, na sequência de uma pancada dada em condições normais de clima e terreno, é de cerca de 300 m.&lt;br /&gt;PAR. Chamado outrora BOGEY, é o número de PANCADAS que um jogador SCRATCH normal¬mente tem de executar para concluir o buraco em questão, e é função da distância deste (do TEE ao GREEN),&lt;br /&gt;PENALIDADE. Sanção imposta ao jogador, de acordo com as REGRAS, que pode assumir vá¬rias formas, desde o acrescentar uma ou mais pancadas ao resultado até à desclassificação, passando pela perda do buraco (em MATCH--PLAY).&lt;br /&gt;PITCH. 1. Curto APPROACH em que a bola descreve uma trajectória alta. 2. Um TACO es¬pecialmente concebido para a PANCADA acima.&lt;br /&gt;PIVOT. Acção de rotação do tronco em relação às pernas durante a PANCADA. PLAY-OFF. Desempate obtido pela disputa de BURACOS suplementares.&lt;br /&gt;PROFISSIONAL. É o praticante que faz do golfe a sua profissão e a sua fonte principal de rendimento (disputando prémios monetários, reparando e vendendo material, dando lições remuneradas, etc).&lt;br /&gt;PROVISIONAL, BOLA. Bola jogada proviso¬riamente e que só será considerada «em jogo» se a bola jogada anteriormente estiver perdida OU OUT-OF-BOUNDS.&lt;br /&gt;PULL. V. HOOK.&lt;br /&gt;PUTTER. FERRO de cabeça pequena e FACE quase perpendicular ao solo, concebido para o jogo no GREEN.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i39.tinypic.com/6fpd9u.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;PUTTING GREEN. V. GREEN.&lt;br /&gt;REGRAS. Normas que regem o golfe, estabe¬lecidas e periodicamente revistas por acordo en¬tre o Royal and Ancient Golf Club of St. An¬drews, na Escócia, e a United States Golf Association. São muito complexas e numerosas.&lt;br /&gt;REGRAS LOCAIS. Normas que, por autoriza¬ção das REGRAS, se aplicam especificamente a cada campo, tendo em consideração as suas ca¬racterísticas (relevo, clima, desenho, etc). ROUGH. Zona do campo fora dos TEES, FAIRWAYS, OBSTÁCULOS e GREENS, pouco OU nada tratada, contendo mato, árvores, areia, pedras, etc.&lt;br /&gt;SCRATCH. 1. Competição sem atribuição de abonos aos concorrentes. 2. Jogador de abono zero (é forçosamente muito bom jogador).&lt;br /&gt;SLICE. PANCADA em que a bola descreve uma trajectória em curva para a direita.&lt;br /&gt;STABLEFORD. Modalidade em que o jogador joga contra o PAR de cada BURACO, alcan¬çando 1 ponto se o resultado que obtiver for igual ao BOGEY, 2 pontos se for igual ao par, 3 se for inferior ao par numa PANCADA, etc.&lt;br /&gt;STANDARD SCRATCH SCORE (SSS). É o resultado que um jogador SCRATCH deverá ob¬ter em determinado CAMPO em condições de jogo normais. Não é necessariamente igual à soma dos PAR de cada BURACO, pois toma em consideração as características normais do campo (dificuldade, largura dos FAIRWAYS, grau de arborização, quantidade de OBSTÁ¬CULOS, etc).&lt;br /&gt;STROKE-PLAY. Modalidade em que cada jo¬gador (ou equipas de jogadores) joga contra to¬dos os restantes, vencendo aquele que obtiver o menor número de pancadas na VOLTA.&lt;br /&gt;SWING. Movimento correspondente à PAN¬CADA.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i44.tinypic.com/692jyc.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TACO. O instrumento com que se bate a bola. É constituído por uma vareta de aço, de peso e flexibilidade variáveis, com uma pega na parte superior (mais grossa) e uma cabeça de madeira ou de aço na outra extremidade, contendo uma FACE de dimensões e ângulo em relação ao solo variáveis. O número total de tacos que um jo¬gador pode utilizar numa VOLTA é limitado pe¬las REGRAS a 14.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i42.tinypic.com/vgr8ue.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;TEE. 1. Zona, devidamente delimitada, de onde se inicia o jogo de um BURACO. 2. Pe¬queno utensílio de madeira ou plástico (2 ou 3 cm de altura) que se espeta no solo e sobre o qual se coloca a bola, destinado a mantê-la acima do solo quando as REGRAS o permitem.&lt;br /&gt;THREE-BALL. Modalidade de competição en¬tre três jogadores, cada um jogando a sua bola e disputando uma partida com cada um dos ou¬tros dois.&lt;br /&gt;TOP. Pancada defeituosa em que a bola é ba¬tida no seu hemisfério superior, pelo que não se ergue do solo.&lt;br /&gt;TOPSPIN. Efeito oposto ao BACKSPIN e desti¬nado a fazer rolar o mais possível a bola.&lt;br /&gt;TRAP. V. BUNKER.&lt;br /&gt;VOLTA. Percurso completo e pela ordem cor¬recta de todos os buracos do CAMPO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed style="WIDTH: 500px; HEIGHT: 320px" name="flashticker" type="application/x-shockwave-flash" align="middle" src="http://widget-b1.slide.com/widgets/slideticker.swf" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=ok&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=3026418949612645553&amp;amp;site=widget-b1.slide.com"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/569335578198809767-2335918983454829590?l=jmc-desporto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/feeds/2335918983454829590/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=569335578198809767&amp;postID=2335918983454829590&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/2335918983454829590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/569335578198809767/posts/default/2335918983454829590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jmc-desporto.blogspot.com/2009/06/golfe.html' title='Golfe'/><author><name>JC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13066026267470150817</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='23' src='http://1.bp.blogspot.com/_OUIVdP0mvm4/Sh8nIUZijQI/AAAAAAAAAJQ/s__42v3xqlA/S220/volley.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i42.tinypic.com/295507q_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-569335578198809767.post-4648403310841176563</id><published>2009-05-31T11:58:00.000-07:00</published><updated>2009-05-31T12:38:13.312-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ténis'/><title type='text'>Ténis</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://pt-br.tinypic.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="Image and video hosting by TinyPic" src="http://i43.tinypic.com/dh782h.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ténis é um desporto praticado com uma raqueta e uma bola, por dois ou quatro jogadores, consoante a prova seja de singulares (dois) ou de pares (quatro). Tem a sua origem remota no jeu de paume, expressão francesa que significa «jogo da palma da mão», jogado em França na Idade Média; a bola era batida com a palma da mão com o intuito de a fazer passar sobre uma rede. Mais tarde, a palma da mão foi substi&amp;shy;tuída por uma raqueta, tendo então nascido o que se pode considerar o antepassado do verda&amp;shy;deiro jogo do ténis, o qual foi levado para In&amp;shy;glaterra durante o século XV.&lt;br /&gt;O grande impulsionador deste desporto foi sem dúvida o major Wingfield, que em 1874 obteve a patente para um jogo a que chamou sphairistike (do grego spheristeria, um campo para jogos de bola), e procurou regulamentá-lo baseando-se nas regras do badminton.&lt;br /&gt;Em 1875, um comité do Marylebone Cricket Club criou uns regulamentos baseados nos ori&amp;shy;ginais escritos pelo major Wingfield em 1874, e em 1877 teve lugar o primeiro campeonato de lawn tennis do Mundo, o qual se efectuou no Ali England Cricket Club, em Wimbledon, disputado com as regras e medidas do court muito semelhantes às actuais.&lt;br /&gt;Actualmente, as superfícies de court variam desde os courts rápidos — relva (Wimbledon, Reino Unido), madeira, carpete —, semi-rápidos, ou superfícies sintéticas (Flushing Meado ws, EUA), aos lentos — pó de tijolo (Roland Garros, França). Cada jogador terá uma raqueta, de madeira ou metal, de cabeça ovalada e com uma rede de corda natural (tripa de porco ou de carneiro) ou de material sinté&amp;shy;tico (nylon ou mistura artificial mais ou menos elástica), com a qual deverá bater na bola.&lt;br /&gt;Para o ensino ou treino do ténis, consoante o grau de especialização e os fins em vista, po&amp;shy;derá actuar no campo um número variável de jogadores até um máximo de vinte praticantes, estando deste modo ultrapassada a ideia de que um campo de ténis só pode ser utilizado por dois ou quatro jogadores de cada vez. Logica&amp;shy;mente, quando se trata de uma competição, e conforme o encontro seja de singulares ou pa&amp;shy;res, competirão de cada vez dois ou quatro jo&amp;shy;gadores respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jogos similares ao ténis já eram praticados por gregos e romenos. Na Idade Média, a modalidade era presente nas cidades italianas, onde era conhecida como "giocco della palla". Entre os séculos 13 e 19 um outro desporto parecido, o "jeu de paume" (que já esteve no currículo olímpico e que consistia em bater em uma bola com a palma da mão ou com uma raquete), foi bastante praticado na França.&lt;br /&gt;A própria palavra "ténis" parece ser originada do termo francês "tenez", expressão utilizada para avisar o lançamento da bola. Porém, outros historiadores afirmam que a palavra deriva do latim "tenisca" ou "toenia", nome da fita que dividia a quadra em duas metades durante os antigos jogos romanos. Entre os séculos 16 e 17, variados jogos de bola, mais parecidos com o atual squash, tiveram muita popularidade na Europa.&lt;br /&gt;Em 1873, o major Walter Clopton Wingfield, um veterano do exército britânico na Índia, foi considerado oficialmente o inventor do ténis moderno. Ele o baptizou com a palavra grega "sphairistike" (jogando com bola), como uma homenagem aos antigos gregos. Foram os ingleses, junto com suas colónias (Austrália e África do Sul, principalmente), que estenderam a prática ao mundo. O desporto logo ganhou adeptos nos Estados Unidos, onde, em 1874, foram construídas as primeiras quadras.&lt;br /&gt;Porém, naqueles primeiros tempos, era comum utilizar como quadras os campos de críquete, um desporto muito mais popular nos países anglo-saxões e cujas superfícies de grama bem-cuidada eram ideais também para a prática do ténis.&lt;br /&gt;Em março de 1874, Wingfield escreveu as primeiras regras do jogo, que estabeleciam uma quadra de dimensões maiores que as actuais, uma rede elevada por cima das cabeças dos jogadores e um sistema de pontuação em que era declarado vencedor o jogador que primeiro alcançava os quinze pontos com seu serviço. Em 1875, um trio de rigorosos reformistas -J. Marshall, John Cavendish e C. Heatcote- modificou muitas regras. Foi introduzida a linha do saque e foi abaixada a altura da rede.&lt;br /&gt;Dois anos mais tarde, foram adoptadas as actuais medidas rectangulares para o recinto de jogo. O sistema de pontuação moderno data de 1877. As primeiras regras sobre a bola, que no início era de borracha, datam de 1920 e dizem respeito a sua rigidez, pressão e capacidade de bater.&lt;br /&gt;O torneio mais antigo foi realizado no All-England Lawn Tennis and Croquet Club, em Wimbledon, em 1877. Depois, foram criados os outros torneios de Grand Slam: Campeonato dos Estados Unidos (futuro Aberto dos EUA), em 1881; Campeonato Francês (posteriormente conhecido como Roland Garros), em 1891; e Campeonato Australiano (futuro Aberto da Austrália), em 1905. A Copa Davis foi criada em 1900.&lt;br /&gt;No início, na Inglaterra e nas colónias, o ténis foi um desporto elitista, apenas praticado pelas classes sociais mais altas e em clubes privados, em contraste com o futebol, praticado principalmente pela classe operária. O britânico William Renshaw, o primeiro grande tenista da história, ajudou a popularizá-lo durante a década de 1880, com a introdução do voleio, um golpe que deu mais dinamismo ao jogo.&lt;br /&gt;O ténis fez parte do programa oficial dos primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna, disputados em Atenas, em 1896. O britânico John Boland ganhou as medalhas de ouro em simples e duplas, nessa última modalidade em parceria com o alemão Adolf Traun. Nos Jogos de Paris, em 1900, foi disputado um torneio feminino, com a vitória da britânica Charlotte Cooper. Durante os primeiros Jogos, o domínio foi dos representantes britânicos, que acumularam um total de dez títulos olímpicos até 1920.&lt;br /&gt;O desporto continuou a fazer parte dos Jogos até Paris, em 1924. Mas o crescente profissionalismo, introduzido em 1926 pelo norte-americano Charles C. Pyle, levou as autoridades desportivas a suprimi-lo. Voltou a entrar no calendário olímpico em 1968, na Cidade do México, como desporto de exibição, porém sumiu novamente até os Jogos de Los Angeles, em 1984.&lt;br /&gt;Para Atenas-04, a classificação é atribuída com base no ranking mundial de entradas, fechado em 14 de junho de 2004, até completar 86 vagas em cada modalidade (homens e mulheres), sendo no máximo quatro atletas por país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A modalidade pode ser disputada em jogos de simples (duas pessoas) e duplas (quatro pessoas). Na partida de simples, a quadra mede 23,79m de comprimento por 8,23m de largura, enquanto nas duplas a largura aumenta para 10,97m. A rede, de 0,915m de altura, divide a quadra ao meio. A bola, feita de borracha e forrada com flanela, pesa 57g. A raquete possui uma rede de fios de nylon com, no máximo, 81,2cm de comprimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objectivo do ténis é fazer mais pontos que o adversário. A partida começa com o saque de um dos jogadores. A bola pode pingar apenas uma vez na quadra. Antes que ela caia pela segunda vez, o jogador precisa rebater para o outro lado, dentro do espaço delimitado pelas linhas da quadra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada partida pode ser disputada
